segunda-feira, 3 de abril de 2017

TJPA libera licença de instalação da Belo Sun em Senador José Porfírio

TJPA libera licença de instalação da Belo Sun em Senador José Porfírio


O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), através da desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro, determinou nesta terça-feira (21) que a empresa mineradora Belo Sun está proibida de iniciar a exploração do Projeto Volta Grande do Xingu, localizado no município de Senador José Porfírio, no sudeste do Pará, até enquanto não houver a regular retirada das famílias moradoras da área de incidência do referido projeto minerário.
A decisão da desembargadora também afetou a suspenção da Licença de Instalação do empreendimento por 180 dias deferido pelo juiz Álvaro José da Silva Sousa, da Vara Agrária de Altamira. Célia Regina de Lima Pinheiro determinou a mineradora está apta para a instalação do empreendimento na área destinada, condicionando a exploração quando for concluído a desafetação das famílias da região a ser explorada. O G1 entrou em contato com a mineradora Belo Sun, que informou através de sua assessoria de comunicação que não vai se manifestar sobre o assunto.
Polêmica
O projeto da mineradora Belo Sun é polêmico. Especialistas acreditam que ele pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente. Segundo o governo do Pará, foram três anos de análises para a liberação desta licença. A expectativa é que o projeto gere 2.100 empregos diretos na fase de implantação, e 526 na fase de operação.
Ao longo dos 12 anos, a empresa deve pagar mais de R$ 60 milhões em royalties de mineração para o estado – quase R$ 5 milhões por ano. O valor pago em impostos deve ser ainda maior: cerca de R$ 130 milhões para o país, estado e município durante o período de instalação, e depois R$ 55 milhões por ano.
Condições para a licença
Uma das exigências para a emissão da licença foi que a economia paraense fosse beneficiada pelo projeto, por isso a produção de ouro no Xingu deve ser realizada no estado. A empresa se comprometeu a instalar uma refinaria, verticalizando a produção.
Fonte: Globo

Univali vai participar de projeto de exploração de minério no fundo do mar

Univali vai participar de projeto de exploração de minério no fundo do mar


A Univali e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) Serviço Geológico do Brasil firmaram parceria para a coleta de amostras e avaliações ambientais que resultarão na primeira exploração brasileira de minérios no fundo do mar, em águas internacionais. O projeto contempla a região da elevação do Rio Grande, que fica entre a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul _ uma cordilheira submersa.
No local há indícios de metais como ferro e ouro. Segundo o CPRM, levantamentos já realizados em expedições revelaram que esses são os depósitos de maior potencial econômico e estratégico na região. O projeto, que será executado pelas duas instituições, é uma exigência do Código de Mineração da Autoridade Internacional de Fundos Marinhos (ISBA), órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU).
Entre as tarefas a serem executadas estão o monitoramento ambiental das atividades de exploração e a avaliação dos impactos ambientais de uma eventual atividade comercial na área. O Brasil já tem desde 2014 autorização da ISBA para esse tipo de exploração, que já é feito por outros países no mundo. A mineração submarina é considerada uma nova fronteira na busca por metais preciosos _ e a elevação do Rio Grande é considerada pelos pesquisadores a nova Serra Pelada. O acordo será formalizado na terça-feira, em Itajaí.
Impacto
O pesquisador José Angel Alvarez Perez, da Univali, que vai coordenar o levantamento, acredita que o estudo garantirá uma exploração com o menor impacto possível. Os elementos que se busca no fundo do mar são usados na indústria de alta tecnologia _ na produção de chips, por exemplo. Cinco profissionais da universidade, entre professores, pesquisadores e técnicos, estão inseridos no projeto.
 Fonte: dc.clicrbs

domingo, 2 de abril de 2017

O retorno da Esmeralda Bahia

O retorno da Esmeralda Bahia 



 
A Esmeralda Bahia é a maior esmeralda descoberta, em 2001, no planeta. Esta peça gigantesca com 180.000 quilates (foto) foi descoberta na Bahia e é objeto de uma disputa judicial internacional que se alonga por quase uma década.

A pedra, com 380kg, tem esmeraldas euédricas incrustradas, que foram avaliadas em dois bilhões de dólares. No momento a pedra se encontra retida na Corte de Los Angeles. 

Agora, após todos esses anos, a Advocacia Geral da União (AGU) requereu à Corte de Los Angeles a extinção do processo e o retorno da Esmeralda Bahia ao Brasil.

A AGU alega que a pedra foi extraída sem autorização, em território brasileiro e contrabandeada ao exterior ilegalmente.

Vários órgãos do Governo, como o DNPM e Receita Federal subsidiam o pedido da AGU.

O DNPM avalia que a peça possa valer US$2 bilhões e deve ser destinada a museus.

A ação penal que envolve os autores transita em sigilo em S. Paulo.

EUA podem atuar sozinhos contra ameaças da Coreia do Norte, diz Trump a jornal

EUA podem atuar sozinhos contra ameaças da Coreia do Norte, diz Trump a jornal

domingo, 2 de abril de 2017
 



WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos estão preparados para responder sozinhos às ameaças nucleares da Coreia do Norte, caso a China fracasse em colocar pressão sobre Pyongyang, disse o presidente norte-americano, Donald Trump, em uma entrevista ao Financial Times publicada neste domingo. “Bem, se a China não solucionar a (questão da) Coreia do Norte, nós iremos. Isso é tudo o que vou dizer", disse ao jornal. O vice-conselheiro de Segurança Nacional de Trump, K.T. McFarland, disse que há uma “real possibilidade” de que a Coreia do Norte possa ser capaz de atingir os EUA com um míssil nuclear até o fim do primeiro mandato de Trump, relatou o jornal. (Por Timothy Ahman e Valerie Volcovici)
 

China diz que medidas dos EUA sobre comércio

China diz que medidas dos EUA sobre comércio devem respeitar regras internacionais

domingo, 2 de abril de 2017
 



PEQUIM (Reuters) - A China pediu aos Estados Unidos que respeite as regras de comércio internacional e melhore a cooperação e o diálogo em relação a duas novas determinações do presidente norte-americano, Donald Trump, pedindo investigação sobre abusos comerciais. Qualquer medida sobre comércio dos EUA deve atender às regras comerciais internacionais aceitas e diferenças entre os dois países deveriam ser lidadas de forma apropriada, afirmou no sábado um porta-voz não identificado do Ministério do Comércio da China. "A China está disposta a cooperar com os EUA em uma base de igualdade e benefício mútuo", disse o porta-voz em discurso divulgado no site do ministério. Trump assinou decretos presidenciais na sexta-feira com o objetivo de investigar possíveis abusos que provocariam amplos déficits comerciais para os EUA. Ele vai receber o presidente chinês, Xi Jinping, na quinta e sexta-feiras, e a expectativa é de que o comércio seja o ponto central de discussão, bem como a Coreia do Norte e as ambições da China em relação ao Mar do Sul da China. (Reportagem de Cate Cadell)