terça-feira, 4 de abril de 2017

Liberação da Estrada de Ferro Carajás (EFC)

Liberação da Estrada de Ferro Carajás (EFC)


A Vale informa que a circulação na Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi liberada. A operação já se encontra normalizada e o Trem de Passageiros da EFC volta a circular normalmente.
Sobre o Trem de Passageiros
Devido à interdição de hoje, dia 3/4, na EFC, os passageiros que não conseguiram fazer suas viagens, podem ir às estações para realizar remarcação ou solicitar reembolso. Mais informações podem ser obtidas, com ligação gratuita, pelo Alô Ferrovias: 0800 285 7000.
Fonte: Vale

Planta piloto do projeto de extração de ferro é apresentada

Planta piloto do projeto de extração de ferro é apresentada


O governador Wellington Dias reuniu-se nesta segunda-feira (03), com o Presidente da SRN Holding, Marcelo Prado e os gestores da SEMINPER, SEFAZ, SEPLAN e SEAD e o Instituto de Previdência do Piauí. Na ocasião, foi apresentada a planta piloto do projeto SRN Mineração, cujo objetivo é facilitar e ampliar a extração do minério de ferro nos municípios de São Raimundo Nonato, Bonfim do Piauí, São Lourenço e Fartura.
No encontro, o cronograma do projeto começou a ser traçado. A previsão é de que em 2018, a SRN Holding já esteja produzindo e vendendo minério de ferro no Piauí. “Estamos esperançosos de que em maio a obra da Transnordestina seja retomada, o que tornará o negócio de extração de minério muito viável. Nosso objetivo ao apoiar esse projeto é agregar valor ao estado e também fazer com que a região Nordeste consiga ser destaque na produção desse minério”, destacou o governador.
O projeto visa produzir minério de ferro magnético de qualidade premium, com baixos níveis de contaminantes, baixo custo operacional e mínimo impacto ambiental. “Temos cerca de 200 milhões de reserva e mais 400 milhões de recursos minerais de potencial para exploração. O projeto está em fase de aperfeiçoamento, mas já caminha para iniciar a operação e instalação da planta piloto no estado”, pontuou o presidente da SRN Holding, Marcelo Prado.
Para o secretário de mineração, Luiz Coelho, a novidade do projeto é o fato do ferro poder ser retirado do solo a seco, isto é, sem uso de água. “Esse será um grande salto, visto que não haverá necessidade de criarmos barragens de dejetos. Novidades como essa, que vêm ao encontro com a sustentabilidade, são prioridades da nossa gestão. Ganharemos ainda na geração de emprego e renda”, acrescentou.
Fonte: Piaui.pi.gov.br

Incerteza política esfria ofertas de ações, mas mercado ainda espera 17 operações no ano

O ano marca a volta das ofertas públicas de ações. A melhora da economia, a perspectiva de aprovação das reformas e a queda dos juros fizeram o mercado acionário subir no ano passado e neste, retomando as ofertas. “Esperamos este ano chegar a R$ 25 bilhões em ofertas de ações, tanto aberturas de capital (IPO) quanto captações de empresas já abertas (follow-ons) ”, diz Edemir Pinto, presidente da Brasil Bolsa Balcão (B3), a nova bolsa de valores. Ele estima que 17 empresas venham a mercado com novas ofertas.
Nos últimos meses, porém, a queda das bolsas no Brasil e no exterior e as incertezas políticas provocaram uma interrupção dos processos. “A confiança do mercado está muito atrelada às condições políticas, mais que à economia, e o ambiente politico está impactando o sentimento das empresas”, avalia Edemir. A situação mudou bastante em relação a fevereiro, quando o Ibovespa acumulava alta de 10% no ano e empresas como a Movida, de aluguel de carros, e a Hermes Pardini (na foto), de diagnósticos, abriram seu capital.
Edemir cita as denúncias da Operação Lava Jato, que atingem integrantes do governo, especialmente as da delação da Odebrecht. Há ainda a expectativa de julgamento da chapa que elegeu a ex-presidente Dilma Roussef e o presidente Michel Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Mas não tenho dúvidas que a confiança voltou, não só para o investidor local como para o estrangeiro, que é quem faz diferença no Brasil, já que não temos poupança interna para financiar os projetos”, diz.
Azul arrisca
Uma das empresas que se arriscou a lançar seus papéis é a Azul, cuja oferta  termina dia 5 de abril. A empresa de aviação de baixo custo pretende captar R$ 1,5 bilhão em ações preferenciais, com valor entre R$ 19 e R$ 23.
A oferta causou polêmica por envolver apenas ações preferenciais, sem voto, mas com direitos especiais, como possibilidade de participar de decisões importantes, como saída do Nível 2 de governança da B3. As “super PNs” são alvo de crítica da Associação de Investidores do Mercado de Capitais (Amec), que teme que outras empresas sigam esse modelo. “É uma volta aos anos 1980”, diz Mauro Cunha, presidente da Amec. Ele diz que a entidade está atenta a essa retomada das ofertas e teme a assimetria de informações entre os bancos que fazem as colocações e os investidores e as empresas sobre as condições de mercado.
Segundo semestre
Edemir espera que as ofertas de ações aumentem no segundo semestre, quando as questões políticas estarão mais esclarecidas e as reformas encaminhadas, especialmente a da Previdência. “O juro caindo para um dígito no fim do ano também ajuda, mas a estabilidade política será o principal para a retomada”, afirma.
Janela de captações
Para Luís Gustavo Pereira, responsável pela área de renda variável da Guide Investimentos, a chacoalhada do mercado em março inibe um pouco o apetite das empresas de virem a mercado. Mas ele espera que as operações sejam destravadas. “Há uma janela entre o fim de março e junho que costuma ser positiva para as ofertas, pois tem mais liquidez e não é período de férias nos Estados Unidos”, lembra. A procura por ativos também fica maior e isso deve trazer novas ofertas ao mercado.
Motivos para ofertas
Ele mantém a perspectiva de 17 ofertas este ano, considerando um total de 25 empresas que a Guide está monitorando e que podem abrir capital, ou já tentaram vir a mercado ou foi especulado que viriam.
Ele lembra que ainda há alguns fatores que levam as empresas a abrir seu capital neste momento, como a melhora na estrutura do balanço. “Algumas estão fazendo ofertas restritas, só para grandes investidores, para melhorar o perfil do balanço, como a Alupar, ou para um negócio, como a Lojas Americanas, que tanto pode usar os recursos para comprar a Via Varejo quanto para capitalizar o braço de internet B2W”, diz. Há ainda ofertas iniciais para capitalizar empresas já listadas também. Outras buscam aproveitar a mudança de ciclo, reduzir a dívida ou aproveitar uma oportunidade para comprar ativos que estão depreciados. “Por enquanto não há demanda por recursos para ampliar produção porque há muita capacidade ociosa”, explica.
XP pode levantar R$ 20 bi
A lista de potenciais emissores de ações inclui desde companhias aéreas até corretoras, caso da XP Investimentos. A especulação mais forte é que a oferta da hoje maior corretora independente do mercado deve ocorrer entre junho e julho, com a instituição avaliada em R$ 20 bilhões. Trata-se de um múltiplo elevado, de quase 29 vezes o lucro, para uma empresa que ainda não está consolidada.
Outras candidatas são o Carrefour, agora sob o comando do ex-concorrente Abílio Diniz, e outras farão oferta só lá fora, como a Netshoes.
Mercado mais seletivo
O  mercado hoje está bem mais seletivo com as ofertas, avalia Pereira, observando atentamente a oportunidade e o preço. “Como a perspectiva lá na frente é incerta, o investidor olha muito o preço para ver se não está caindo em uma avaliação muito alta”, diz. Há também questões de mercado, como Unidas e Movida, duas empresas de aluguel de carros, que fizeram ofertas quase ao mesmo tempo. A competição pelo mesmo tipo de investidor acabou levando a Unidas a suspender a operação. Ao mesmo tempo, a Movida teve de baixar o preço para captar, o que mostra que o mercado também não está tão afoito para comprar tudo o que aparece. “Os movimentos mostram cautela do mercado e estão se realizando porque são ofertas menores, não são gigantes e não são nomes tão tradicionais”, avalia Pereira.
Algumas operações maiores são esperadas para este ano, caso do Atacadão/Carrefour, que pode atingir um valor de mercado de R$ 20 bilhões. A Caixa Seguridade saiu da pauta de privatizações, mas pode voltar caso as condições de mercado melhorem, segundo afirmou o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, em entrevista recente.
 Abaixo, uma lista com potenciais ofertas de ações
IPO/Follow-onEmpresaDescrição
IPOAliançaEmpresa de energia
IPOAlliedEmpresa de tecnologia
IPOAtacadãoBraço de atacarejo do Carrefour
IPOBio RitmoRede de academias
Follow-onBiosevProdutora de bioetanol
IPOBiotoscanaFarmacêutica de Especialidades
IPOCaixa SeguridadeHolding de seguros da Caixa
IPOCEDAEEmpresa de saneamento
IPOCruzeiro do SulEmpresa de educação
IPOEldorado BrasilEmpresa de Papel e Celulose
IPOFurnasEmpresa do setor Elétrico
IPOInfraero AeroportosSubsidiária da Infraero com 19 ativos
IPOHap VidaEmpresa de seguros de saúde
IPONotreDame IntermédicaOperadora de planos de saúde
IPOIRB Brasil REEmpresa de Resseguros
Follow-onLojas AmericanasComércio Varejista
IPOLog Commercial PropertiesGalpões logísticos da MRV
Follow-onMultiplanRede de Shoppings
IPONeoenergiaHolding do setor elétrico
IPONetshoesEmpresa de E-commerce
IPORede D’orEmpresa de saúde
Follow-onSomos EducaçãoEmpresa de Educação (76% Tarpon)
IPOAzulPrograma de fidelidade da Azul
IPOUnidasEmpresa de Locação de Veículos
IPOXPCorretora de valores
Fonte: Levantamento Guide Investimentos

Estrangeiros tiraram R$ 3,347 bi da Bovespa em março

Os estrangeiros retiraram da Bovespa R$ 3,347 bilhões, um dos maiores resgates líquidos mensais da bolsa brasileira, segundo dados da B3, a nova bolsa. Com isso, no ano, o saldo acumulado dos estrangeiros continuou positivo, mas caiu para R$ 3,537 bilhões.
O saldo de estrangeiros tem forte impacto no mercado brasileira, uma vez que eles respondem por 50,7% do volume negociado na bolsa este ano. Os institucionais respondem por 25,6% e as pessoas físicas, por 17,9%.

Diamante “Pink Star” é leiloado por soma recorde em Hong Kong

Diamante “Pink Star” é leiloado por soma recorde em Hong Kong


Pink StarExtraída em 1999 na África do Sul, pedra arrecadou 71,2 milhões de dólares.  O diamante rosa “Pink Star” bateu o recorde mundial de venda em um leilão de pedra preciosa depois de alcançar nesta terça-feira os 71,2 milhões de dólares em Hong Kong. O diamante de 59,60 quilates é a maior gema de sua categoria classificada pelo Instituto Gemológico da América (GIA). A casa de leilões Sotheby’s declarou-se orgulhosa pela venda.  O mineral, que foi extraído em 1999 na África do Sul pelo grupo De Beers, foi talhado e apresentado em público em 2003. A primeira venda aconteceu em 2007 a um preço não revelado. De um rosa excepcional, a pedra havia sido avaliada em 60 milhões de dólares.
Fonte: Correio do Povo