terça-feira, 4 de abril de 2017

Homologação de cerca 5 mil adesões a PDV da Caixa deve sair até o fim de abril

Homologação de cerca 5 mil adesões a PDV da Caixa deve sair até o fim de abril

terça-feira, 4 de abril de 2017 19:53 BRT
 


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SÃO PAULO (Reuters) - A homologação das adesões ao programa de desligamento voluntário (PDV) lançado pela Caixa Econômica Federal deve ser concluído até o fim de abril, confirmou o banco nesta terça-feira. De acordo com a assessoria de imprensa do banco estatal, esse é o prazo estimado para que homologação das cerca de 5 mil adesões registradas sejam finalizadas. Até lá, funcionários que manifestaram interesse em participar podem desistir. De todo modo, mesmo que todos as adesões sejam homologadas, elas representarão cerca de metade do que previa o comando do banco quando lançou o programa. Os incentivos para adesão ao PDV incluem até 10 salários extras e manutenção do plano de saúde por pelo menos um ano. Na semana passada, ao comentar os resultados do banco de 2016, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, disse que a previsão era de economizar cerca de 1 bilhão de reais após aproximadamente 5 mil empregados terem aderido ao programa. (Por Aluísio Alves)

Frentes se mobilizam contra pacote do governo Sartori

Frentes se mobilizam contra pacote do governo Sartori


A menção da venda de ativos estaduais, presente no projeto de recuperação fiscal apresentado pelo governo federal, e a inclusão de estatais no pacote de reestruturação em votação na Assembleia Legislativa mobilizaram servidores e deputados a criar frentes parlamentares para levar para a sociedade a defesa que fazem da importância em manter estes trabalhos vinculados ao Estado.
Já no final do ano passado, a partir da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 259/2016, que retira a obrigatoriedade de plebiscito para a privatização ou federalização das companhias Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Riograndense de Mineração (CRM) e de Gás do Rio Grande do Sul (Sulgás), entidades de classe se mobilizaram junto a deputados para a criação das frentes. Duas delas – em defesa da CEEE, presidida por Ciro Simoni, e da Sulgás, liderada por Juliana Brizola (PDT) – foram reinstaladas no mês de março.
Com lucro de R$ 130 milhões em 2016, sendo R$ 66 milhões repassados ao caixa único do Estado, a Sulgás busca os deputados para contrapor o discurso que eles atribuem ao governo contra a estatal. “Dizem que no futuro o governo não teria dinheiro para aportar na Sulgás. Mas o governo nunca precisou aportar recursos, e a tendência é continuar dando lucro”, afirma o presidente da Associação dos Funcionários da Sulgás (Assulgás), Neimar Blank. Mantendo diálogo com os deputados desde junho de 2015, quando, pela primeira vez, o Piratini sinalizou com a venda da companhia de gás, Blank acredita que as estatais contam hoje com o apoio de 27 parlamentares que votariam contrários à PEC – o texto precisa de 33 votos em dois turnos para ser aprovada.
São necessários 23 votos contrários para barrar a proposta. O Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul (Senge-RS), que representa servidores lotados nas três companhias, tem se mobilizado todas as semanas para comparecer à Assembleia Legislativa em dias de sessão deliberativa. “Além disso, temos 52 moções em defesa dessas estatais, aprovadas em Câmaras Municipais, inclusive com apoio de partidos da base, do próprio PMDB”, informa Diego Oliz, diretor de negociações coletivas do Senge-RS. “Estamos mostrando que não só o Estado, mas também as cidades perdem recursos com a venda dessas empresas”, completa.
A Câmara de Porto Alegre também se posicionou sobre o tema, aprovando ontem a instalação da Frente Parlamentar em defesa da CEEE, Banrisul, Corsan, Companhia Riograndense de Mineração e Sulgás, proposta pelo vereador Airto Ferronato (PSB). O Banrisul também é tema de frente instalada na Assembleia, a partir de proposta do deputado Zé Nunes (PT), que deve entregar hoje ofício solicitando audiência com o governador José Ivo Sartori (PMDB). Em Brasília, o deputado federal gaúcho Henrique Fontana (PT) está coletando assinaturas para a instalação de uma frente similar na Câmara dos Deputados.

Cobre opera em baixa, com liquidez comprometida por China

Cobre opera em baixa, com liquidez comprometida por China


Os futuros de cobre operam em baixa nesta manhã, com a liquidez ainda comprometida por um feriado na China e investidores aguardando indicadores dos EUA e outros eventos relevantes. Por volta das 7h55 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,10%, a US$ 5.752,00 por tonelada.
Na Comex, divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para maio tinha ligeira baixa de 0,06%, a US$ 2,6020 por libra-peso, às 8h34 (de Brasília). Dados fracos de manufatura publicados ontem nos EUA geraram especulação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) poderá não cumprir a previsão de aumentar juros três vezes ao longo do ano. Amanhã, o Fed divulga a ata da reunião de política monetária de março, quando seus juros foram elevados em 0,25 ponto porcentual.
Há expectativa também para a reunião dos presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, a partir de quinta-feira, na Flórida. Já na sexta-feira, sai o relatório de emprego dos EUA, que tem forte influência nas decisões do Fed. Os negócios nos mercados de metais básicos continuam reduzidos em meio a um feriado de dois dias na China, que manteve os mercados locais fechados ontem e hoje.
Na Indonésia, a Freeport-McMoRan garantiu uma licença especial de exportação de oito meses para sua mina de Grasberg, interrompendo temporariamente um longo impasse com o governo do país. Enquanto isso, no Peru, funcionários da Southern Copper decidiram entrar em greve a partir do dia 10 de abril.
Entre outros metais básicos na LME, porém, os ganhos eram generalizados. No horário citado acima, o alumínio para entrega em três meses tinha alta marginal de 0,05%, a US$ 1.948,50 por tonelada, enquanto o chumbo avançava 0,04%, a US$ 2.287,50 por tonelada, o zinco ganhava 0,54%, a US$ 2.720,50 por tonelada, o níquel subia 0,25%, a US$ 9.845,00 por tonelada, e o pouco negociado estanho mostrava alta de 0,22%, a US$ 20.080,00 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

   

Liberação da Estrada de Ferro Carajás (EFC)

Liberação da Estrada de Ferro Carajás (EFC)


A Vale informa que a circulação na Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi liberada. A operação já se encontra normalizada e o Trem de Passageiros da EFC volta a circular normalmente.
Sobre o Trem de Passageiros
Devido à interdição de hoje, dia 3/4, na EFC, os passageiros que não conseguiram fazer suas viagens, podem ir às estações para realizar remarcação ou solicitar reembolso. Mais informações podem ser obtidas, com ligação gratuita, pelo Alô Ferrovias: 0800 285 7000.
Fonte: Vale

Planta piloto do projeto de extração de ferro é apresentada

Planta piloto do projeto de extração de ferro é apresentada


O governador Wellington Dias reuniu-se nesta segunda-feira (03), com o Presidente da SRN Holding, Marcelo Prado e os gestores da SEMINPER, SEFAZ, SEPLAN e SEAD e o Instituto de Previdência do Piauí. Na ocasião, foi apresentada a planta piloto do projeto SRN Mineração, cujo objetivo é facilitar e ampliar a extração do minério de ferro nos municípios de São Raimundo Nonato, Bonfim do Piauí, São Lourenço e Fartura.
No encontro, o cronograma do projeto começou a ser traçado. A previsão é de que em 2018, a SRN Holding já esteja produzindo e vendendo minério de ferro no Piauí. “Estamos esperançosos de que em maio a obra da Transnordestina seja retomada, o que tornará o negócio de extração de minério muito viável. Nosso objetivo ao apoiar esse projeto é agregar valor ao estado e também fazer com que a região Nordeste consiga ser destaque na produção desse minério”, destacou o governador.
O projeto visa produzir minério de ferro magnético de qualidade premium, com baixos níveis de contaminantes, baixo custo operacional e mínimo impacto ambiental. “Temos cerca de 200 milhões de reserva e mais 400 milhões de recursos minerais de potencial para exploração. O projeto está em fase de aperfeiçoamento, mas já caminha para iniciar a operação e instalação da planta piloto no estado”, pontuou o presidente da SRN Holding, Marcelo Prado.
Para o secretário de mineração, Luiz Coelho, a novidade do projeto é o fato do ferro poder ser retirado do solo a seco, isto é, sem uso de água. “Esse será um grande salto, visto que não haverá necessidade de criarmos barragens de dejetos. Novidades como essa, que vêm ao encontro com a sustentabilidade, são prioridades da nossa gestão. Ganharemos ainda na geração de emprego e renda”, acrescentou.
Fonte: Piaui.pi.gov.br