domingo, 9 de abril de 2017

Fim da correção do minério?

Fim da correção do minério
Considerando-se que os principais papéis que dependem do minério de ferro aqui no Brasil são os papéis que pertencem ao setor representado pelo Índice IMAT (Materiais Básicos), acredito que analisando-se o gráfico do IMAT, podemos tentar projetar os próximos movimentos das cotações do minério de ferro.

Papéis como GGBR4, GOAU4, CSNA3, KLBN11, VALE5, USIM5 entre outros podem ter uma excelente compra nessa próxima semana, podendo inclusive, ser uma compra de médio / longo prazo.

O mercado está muito volátil e pesado ainda e, se formos analisar simplesmente as notícias, tudo leva a crer que o mercado deve cair muito ainda, mas utilizando o método de projeção que utilizamos em nossas análises, tudo leva a crer que esses papéis acima já passaram pelo seu pior e que poderemos ter uma retomada altista nessa próxima semana.

IMAT - 60 MIN
Outros sinais gráficos mostram que o Índice Futuro podem retomar a alta nessa próxima semana. Volto a dizer que, se formos olhar todos os fatos, notícias, fundamentos, teríamos tudo para continuar a queda, mas há sinais gráficos no Indice Futuro que podem indicar retomada altista nessa próxima semana.

A análise completa mostrando porque temos sinais gráficos que podem levar o Índice para novas (fortes) altas, enviaremos aos integrantes do nosso grupo de Whatsapp. Caso tenha interesse em conhecer e avaliar nosso grupo por um período de um mês, mande e-mail para rumosdabolsa@gmail.com com nome e celular com DDD.

Bons Negócios a Todos. o do minério?
Considerando-se que os principais papéis que dependem do minério de ferro aqui no Brasil são os papéis que pertencem ao setor representado pelo Índice IMAT (Materiais Básicos), acredito que analisando-se o gráfico do IMAT, podemos tentar projetar os próximos movimentos das cotações do minério de ferro.

Papéis como GGBR4, GOAU4, CSNA3, KLBN11, VALE5, USIM5 entre outros podem ter uma excelente compra nessa próxima semana, podendo inclusive, ser uma compra de médio / longo prazo.

O mercado está muito volátil e pesado ainda e, se formos analisar simplesmente as notícias, tudo leva a crer que o mercado deve cair muito ainda, mas utilizando o método de projeção que utilizamos em nossas análises, tudo leva a crer que esses papéis acima já passaram pelo seu pior e que poderemos ter uma retomada altista nessa próxima semana.

IMAT - 60 MIN
Outros sinais gráficos mostram que o Índice Futuro podem retomar a alta nessa próxima semana. Volto a dizer que, se formos olhar todos os fatos, notícias, fundamentos, teríamos tudo para continuar a queda, mas há sinais gráficos no Indice Futuro que podem indicar retomada altista nessa próxima semana.

A análise completa mostrando porque temos sinais gráficos que podem levar o Índice para novas (fortes) altas, enviaremos aos integrantes do nosso grupo de Whatsapp. Caso tenha interesse em conhecer e avaliar nosso grupo por um período de um mês, mande e-mail para rumosdabolsa@gmail.com com nome e celular com DDD.

Bons Negócios a Todos.

Brasil: a volta dos investimentos

Brasil: a volta dos investimentos






Segundo um estudo feito pela PricewaterhouseCoopers (PwC) o Brasil começa a ser olhado, de novo, pelos principais executivos mundiais.

Segundo esta pesquisa, feita com 1.400 CEOs, 29% estão confiante em um crescimento global, apesar de todas as incertezas de um governo Trump.

Este número é 10% melhor do que 2016.

O Brasil está na sétima posição entre os países mais atrativos para novos investimentos, ficando atrás da Índia, Reino Unido, Japão, China, Alemanha e Estados Unidos.

Se o Governo fizer o dever de casa possivelmente teremos o retorno dos grandes investidores ainda em 2017.

Autor:   Pedro Jacobi - O Portal do Geólogo

Grafita o mineral do futuro

Grafita o mineral do futuro



 

A grafita, uma forma de carbono, é um mineral em alta. Os novos usos da grafita nas baterias de lítio, em celulares e computadores estão acelerando a busca dos jazimentos do mineral. O que se procura é qualidade, um concentrado de grafita com flocos de granulometria grosseira e alta pureza, que possa suprir uma indústria com faturamento de mais de 13 bilhões de dólares.
O grande produtor de grafita a China, fechou várias minas e teve a sua produção reduzida em 20% para 700 mil de toneladas em 2013. O motivo das paralisações foi a contaminação ambiental feita pelos produtores chineses de Pindgu . O mesmo ocorreu na Mongólia em 2008. Os preços do mineral caíram nos últimos anos, mas são ainda atraentes em torno de US$1.300/t o que torna jazimentos de grafita de qualidade em excelentes alvos para mineradores.
Mais de 200 empresas de mineração estão engajadas na prospecção de grafita no mundo e o resultado desse esforço já começa a aparecer. Em Moçambique a australiana Triton Minerals descobriu um depósito que pode ser o quarto maior do mundo, de 5,7 milhões de toneladas de grafita contida: o Cobra Plains. A região de Balama tem vários prospectos de grafita sendo pesquisados.
No Brasil a produção de grafita já é a segunda do mundo atrás, apenas, da China, atingindo 96.000t em 2013. Essa grafita é derivada das minas de 3 produtores principais. O consumo brasileiro foi de 32,5 mil toneladas em 2008.


Brasil não atrai investidores na área da exploração mineral, segundo a pesquisa Fraser

Brasil não atrai investidores na área da exploração mineral, segundo a pesquisa Fraser



  


No final de 2016 um questionário foi enviado, pelo Instituto Fraser, para 3.800 empresas de exploração mineral, desenvolvimento e mineração do mundo.

Estas empresas investiram, em 2016, a bagatela de US$2.2 bilhões em pesquisa e exploração mineral.

Elas responderam sobre os países e regiões mais atrativas para os seus investimentos assim como sua percepção sobre as políticas públicas que podem afetar essa atratividade.

Os questionários são intensos. As empresas respondem sobre assuntos pertinentes como incertezas administrativas, ambientais, estabilidade das leis, tempo de demora de processos, sistema legal, corrupção envolvida nos processos, eficiência governamental, sistema de taxações, impostos, infraestrutura, acessos, disputas envolvendo situação legal, acordos comunitários, barreiras tarifárias, estabilidade política, segurança, terrorismo e qualidade dos bancos de dados geológicos.

É através da digestão deste grande banco de dados que a Fraser cria o Índice de Atratividade de Investimentos.

Em 2015 o Brasil ficou na posição 40 em um universo de 122, conforme publicado no Portal do Geólogo.

Neste ano de 2016 caímos para a posição 56 em 109.

Aqui na América Latina ficamos atrás de Chile, Peru, México e da Colômbia.

Em suma: segundo a visão das empresas de mineração existem 55 outros locais mais interessantes para investir do que no Brasil.

O Ministro de Minas e Energia e seus subordinados do MME, DNPM e CPRM assim como os políticos que pensam liderar o país, deveriam estudar a fundo esse relatório e ver onde eles erram e onde podem melhorar. Então, talvez, possam fazer uma política que mude a situação absurda em que nos encontramos...

Uma vergonha que afasta os investimentos e penaliza toda uma nação.


RENCA: após 33 anos de inatividade e incompetência a Reserva Nacional do Cobre volta ao investimento privado

RENCA: após 33 anos de inatividade e incompetência a Reserva Nacional do Cobre volta ao investimento privado



   


Hoje foi publicado a PORTARIA Nº 128, DE 30 DE MARÇO DE 2017 que extingue o RENCA , uma das maiores confissões de incompetência dos nossos governos.
É o fim do Decreto nº 84.404, de 24 de fevereiro de 1984, que suprimiu do povo brasileiro os recursos minerais da chamada Reserva Nacional do Cobre, uma gigantesca área cobrindo importantes terrenos Arqueanos, repletos de greenstone belts e supracrustrais, possivelmente a fonte de vários importantes jazimentos minerais.

Por 33 longos anos nós os pesquisadores minerais deste país aguardamos pacientemente que a CPRM ou qualquer outro órgão governamental fizesse algo significativo e, com isso, trouxesse as novas descobertas para a nossa depauperada economia.

Nada disso ocorreu. Os empregos não foram criados, os dólares não chegaram e, finalmente, a declaração de total incapacidade chegou ao Diário Oficial.

O pior é que a CPRM continua de posse dos títulos minerários que possuía...

A incompetência continua.