terça-feira, 11 de abril de 2017

Moody's eleva nota de crédito da Petrobras para B1 com perspectiva positiva

Moody's eleva nota de crédito da Petrobras para B1 com perspectiva positiva

segunda-feira, 10 de abril de 2017 19:21 BRT
 


Logo da Petrobras na sede da companhia em Vitória, no Espírito Santo
10/02/2017
REUTERS/Paulo Whitaker
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(Reuters) - A agência de classificação de risco Moody's elevou nesta segunda-feira a nota de crédito da Petrobras para B1, ante B2, com perspectiva positiva, segundo comunicado. A Moody's citou "menor risco de liquidez e perspectiva de redução de alavancagem de dívida". O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou em nota à imprensa que a revisão da nota de crédito reconhece o trabalho intenso que vem sendo feito na melhora dos indicadores operacionais da companhia, além do esforço de redução da dívida. Entretanto, o executivo ponderou que ainda há trabalho a ser feito. "Mostra que estamos no caminho correto, mas é também a constatação de que é o início de um trabalho e que ainda há muito a ser feito", afirmou Parente, na nota. (Por Gustavo Bonato; reportagem adicional de Marta Nogueira)
 

Demanda por voos domésticos da Gol avança 13,2% em março; oferta sobe 6,8%

Demanda por voos domésticos da Gol avança 13,2% em março; oferta sobe 6,8%

segunda-feira, 10 de abril de 2017 18:17 BRT


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SÃO PAULO (Reuters) - A Gol informou nesta segunda-feira que a demanda por voos no mercado doméstico aumentou 13,2 por cento em março ante mesmo mês de 2016, enquanto a oferta subiu apenas 6,8 por cento. De acordo com o comunicado da companhia aérea, a taxa de ocupação no mês passado ficou em 76,9 por cento, alta de 4,3 ponto percentual frente ao mesmo mês do ano anterior. Os dados do sistema total da empresa, que incluem voos nacionais e internacionais, mostram alta de 11,8 por cento na demanda em março e elevação de 5,8 por cento na oferta. Considerando apenas os números internacionais, a demanda subiu 1,7 por cento no mês passado, enquanto a oferta teve baixa de 1,6 por cento, levando a taxa de ocupação para 80,5 por cento, elevação de 2,6 pontos em relação a março de 2016. (Por Paula Arend Laier)

Ibovespa fecha no azul com apoio de Petrobras no fim de sessão volátil

Ibovespa fecha no azul com apoio de Petrobras no fim de sessão volátil

segunda-feira, 10 de abril de 2017 17:49 BRT
 



SÃO PAULO (Reuters) - A Bovespa fechou com o seu principal índice ligeiramente no azul nesta segunda-feira, no fim de uma sessão volátil, marcada pela ausência de divulgações relevantes e menor liquidez, com as ações da Petrobras garantindo o encerramento positivo. O Ibovespa subiu 0,09 por cento, a 64.649 pontos, influenciado também por ajustes de posições para os vencimentos de opções do Ibovespa e do índice futuro na quarta-feira. O volume financeiro no pregão somou 7,1 bilhões de reais, ganhando fôlego no final do pregão. Antes do ajuste de fechamento, o volume somava ao redor de 5,56 bilhões de reais. As operações locais também foram afetadas por expectativas quanto ao noticiário sobre a reforma da Previdência no Brasil e os próximos passos do Banco Central em relação à taxa Selic, além da evolução do quadro geopolítico no exterior. Na visão do chefe da mesa de operações instuticionais da corretora de um banco estrangeiro em São Paulo, apostas de um BC mais agressivo nos cortes da Selic prevaleceram sobre preocupações com a cena político, o que ajudou ações de consumo. Pesquisa Focus nesta segunda-feira mostrou nova queda na expectativa para a taxa básica de juros no final deste ano. DESTAQUES - PETROBRAS fechou com as ações PN em alta de 1,63 por cento e os papéis ON com ganho de 1,69 por cento, apoiados no avanço dos preços do petróleo no exterior e melhora na nota de crédito da empresa pela Moody's. - LOJAS RENNER avançou 1,73 por cento, liderando os ganhos do Ibovespa, em sessão positiva também para outras varejistas do índice, uma vez que o setor tende a se beneficiar de um consumo discricionário (bens e serviços não essenciais) mais aquecido com os cortes de juro pelo BC. - VALE PNA teve acréscimo de 0,07 por cento, mas VALE ON cedeu 0,41 por cento, tendo como contexto declínio do preço à vista do minério de ferro na China. As siderúrgicas fecharam sem tendência única, com USIMINAS em alta de 1 por cento e GERDAU PN recuando 1,9 por cento. - ELETROBRAS ON caiu 2,41 por cento, na ponta negativa do índice, tendo no radar decisão liminar da Justiça do Distrito Federal que permite à CSN não pagar indenizações às transmissoras de energia por meio da tarifa, conforme reportagem do jornal Valor Econômico.

JOIA, MERCADO, TECNOLOGIA E TRADIÇÃO

JOIA, MERCADO, TECNOLOGIA E TRADIÇÃO


Pensar e escrever sobre design de joias na atualidade é um exercício bastante complexo. Começar falando em tendências não é o melhor caminho, mesmo que a joia seja mesclada a outros acessórios, compondo diferentes looks e ganhando cada vez mais espaço nos eventos de moda. Sem dúvida, ela será usada em toda ocasião em que estaremos vestindo algo, seja no dia-a-dia ou em eventos especiais. Porém corre-se o risco da perda de identidade, ou seja, de objeto raro e refinado, a joia passa a ser apenas mais um acessório. Muitos dizem que devemos desmistificá-la e tirá-la desse patamar de objeto inalcançável, fomentando assim o consumo, mas é aqui que quero começar o assunto.
Que a joia deixou de ser usada como talismã e passou a ser um objeto de adorno, todos já sabemos. Porém a história nos mostra que ela sempre foi usada como um tipo diferente de adorno, um adorno que “sublima” a condição de talismã e passa a desempenhar um papel de diferenciação de classes, um símbolo de status, de poder e de conquista.
Ao longo do tempo, a joia sempre foi o objeto que melhor absorveu e refletiu os revezes do comportamento social e, principalmente, econômico. Em momentos de crise, ela desempenha um papel de termômetro financeiro da época. Caso se mostre rica em matéria-prima - ocupa mais espaço em dedos, orelhas, pescoços, etc. - assinala momentos de prosperidade. Caso a joia se apresente tímida, pequena no tamanho e feita com economia de materiais, fica explícito: estamos vivendo um período de contenção ou, em alguns casos, de comedimento. Fica aqui registrado um primeiro aspecto.
Além disso, estamos vivendo uma época de transição tecnológica: o final da era analógica se dá no início da era digital e, como não poderia deixar de ser, essa tecnologia chegou ao universo da joalheria e é o assunto do momento.
Percebe-se que com a tecnologia digital, o discurso recorrente é o da possibilidade de se fazer joias com alta tecnologia e produzi-las em larga escala, otimizando e acelerando as etapas de produção, conseguindo resultados impossíveis de serem alcançados pelos métodos da joalheria tradicional. Recursos tecnológicos atuais permitem isso de fato, mas para quem vender tanta tecnologia e todo esse excedente da produção num momento de recessão econômica? Eis o segundo aspecto.
Estes dois fatores podem ser conflitantes com o momento da criação, quando o designer tem que escolher o caminho e valer-se das técnicas e tecnologias mais adequadas para apresentar ao mercado o produto certo para o público certo, no momento certo. Se a situação econômica influi nos custos da matéria-prima, nos obrigando a fazer joias “leves”, a tecnologia, por outro lado, nos impõe soluções formais pré-concebidas que, se não tomarmos cuidado, nos impulsionam a um design óbvio e repetitivo. Tirar o máximo de proveito dessas novas técnicas se torna um desafio para a criatividade.
A tecnologia está aí para estimular a criatividade ou para reduzir custos? Como designer de uma empresa, essa questão é objeto de reflexões diárias em minha rotina e apresentarei a seguir algumas soluções encontradas na tentativa de conciliar esses aspectos.
As joias com perfil de alta joalheria requerem habilidades artesanais e artísticas para atingir o ponto máximo de expressão. Além do domínio da escultura, onde a forma é compreendida e interpretada com virtuosismo, há um enorme cuidado ao empregar os materiais. Estas joias pertencem ao universo dos sonhos, da materialização da perfeição, da aura mítica que a palavra "joia" sugere. Após esse resultado, a joia passa a ter um caráter muito particular e liberta-se de quaisquer tendências ou modismos, enveredando pelos caminhos da arte.
Joias de uso diário já seguem outro caminho: aqui nos valemos da tecnologia digital para agregar conteúdo.
Um pingente pode sim ser mais que um adorno. Ele contém uma mensagem que é reforçada pelo emprego das inscrições e pela precisão do desenho, algo praticamente impossível de se fazer manualmente.

Estas discussões apenas começaram. Atualmente, já convivemos com profissionais da nova geração, designers da era digital. É para eles que nosso discurso deve ser dirigido, lembrando que temos um legado de séculos de tradição joalheira, que é a base sobre a qual devem ser criados novos paradigmas.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Cobre opera em baixa com continuidade de realização de lucro

Cobre opera em baixa com continuidade de realização de lucro


O cobre opera em baixa nesta manhã, dando continuidade a um movimento de realização de lucros após os ganhos que exibiu em meados da semana passada. Por volta das 7h15 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,94%, a US$ 5.792,00 por tonelada. Na Comex, divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para maio tinha baixa de 1,15%, a US$ 2,6165 por libra-peso, às 8h (de Brasília).
O cobre está pressionado desde o fim da semana passada, quando os EUA bombardearam alvos na Síria em retaliação a um ataque químico supostamente lançado pelo regime sírio contra seus próprios cidadãos. Segundo Alastair Munro, analista da Marex Spectron, “tensões geopolíticas continuam no radar”. Ontem, por exemplo, os EUA anunciaram que estão deslocando um porta-aviões em direção à Península Coreana, após recentes testes com mísseis realizados pela Coreia do Norte.
Já o índice DXY do dólar mostra leve de tendência de alta nos negócios da manhã, o que também tende a pesar no cobre. Na tarde de hoje, investidores ficarão atentos a um discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen, que poderá dar indicações de seus planos para as taxas de juros, que já foram elevadas duas vezes desde dezembro.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o viés era majoritariamente negativo. O alumínio recuava 0,99% no horário indicado acima, a US$ 1.942,50 por tonelada, enquanto o níquel perdia 0,34%, a US$ 10.170,00 por tonelada, o estanho caía 0,12%, a US$ 20.240,00 por tonelada, e o zinco diminuía 0,20%, a US$ 2.681,50 por tonelada. Exceção, o chumbo subia 0,53%, a US$ 2.269,00 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires