sexta-feira, 14 de abril de 2017

Mina do Chico Rei


Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Olha quantas tonalidades!


Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.


Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.

Ouro Preto, antiga Vila Rica, foi a cidade mais importante do Ciclo do Ouro. Só para Portugal, foram enviadas 800 toneladas de ouro, oficialmente. Isso sem contar o que ficou para ornamentar as igrejas e o que caiu na ilegalidade. Ainda hoje, é possível visitar algumas minas de ouro na cidade. Uma delas é a Mina do Chico Rei, que fica a uns 100 metros da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.
Durante o período colonial, era conhecida com Mina da Encardideira. Como depois, supostamente, foi adquirida por Chico Rei, quando a mina foi redescoberta, foi rebatizada com esse nome.
Como assim “redescoberta”? É que com o fim da extração do ouro, a mina foi desativada e abandonada. Nos anos 1950, a família de dona Mariazinha comprou uma casa, em cujo quintal estava a entrada da mina, mas ninguém sabia disso. Um dia, os seus filhos brincavam de bola quando o brinquedo caiu em um buraco. A família ficou surpresa ao perceber que parecia ser a entrada de uma galeria. Foram pesquisar e descobriram que se tratava da Mina da Encardideira. Hoje, o filho de dona Mariazinha, o Toninho da Mina, é quem administra o local. Além de ser aberta ao turismo, a mina também é objeto de estudo de estudantes de alguns cursos de graduação e de pós-graduação e inclusive está sendo mapeada por graduandos em geologia. Foi com esse relato que começou a minha visita guiada à mina.
Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.

A visita guiada à mina Chico Rei

Fui recepcionada pelo próprio Toninho que me encaminhou para a guia Regina, uma simpática professora aposentada que ama apresentar e explicar a mina para os turistas. Depois de me contar a história acima, colocamos os capacetes e fomos para a mina. Ainda eram umas nove da manhã e tive a guia (e a mina) exclusiva para mim!
Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
A mina é imensa: são mais de 80 quilômetros quadrados de extensão. Suas galerias estão debaixo da Praça Tiradentes, da feirinha da Igreja São Francisco de Assis e da Casa dos Contos (veja no mapa os pontos marcados e tenha uma pequena noção de sua dimensão – a mina é a estrelinha). Em vários trechos, tem mais de um andar.

Porém, apenas 300 metros são iluminados e abertos a visitação, o suficiente para entender a dinâmica do trabalho na mina.
No interior das galerias é frio e úmido. Água escorre pelas paredes em muitos pontos. Os escravos ficavam ali dentro o dia inteiro, escavando, carregando peso, escalando as galerias superiores (algumas com uma inclinação incrível), respirando a fumaça do óleo que queimava nas lamparinas, sentando-se no chão molhado para se alimentar, tendo que andar abaixados em inúmeros trechos. É assustador, comovente, de arrepiar. Regina disse que o escravos que iam trabalhar nas minas tinham um “prazo de validade” de 10 anos, no máximo 15.
Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Ela foi me mostrando as paredes das minas, seus veios de cristal, onde provavelmente poderia se encontrar ouro. A escavação precisava ser feita toda em um mesmo sentido, o que gera um bonito desenho. Na medida em que iam encontrando ouro, os mineiros vinham depositando em uns buracos arredondados chamados buchos. Assim, o ouro ficava bem guardado em um só lugar, e poderia ser facilmente recolhido no final do dia.
Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Veios de cristal na Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Veios de cristal
Bucho na Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Bucho
Além do ouro, outro elemento era extraído: a argila. Além de usada para fabricação de cerâmica, era utilizada também como maquiagem, conforme me relatou a Regina. Durante nossa visita, ela foi me mostrando as várias tonalidades ali encontradas – nós contamos 11, mas havia muito mais, só que acabou o espaço no braço da Regina.
Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Argila
Regina me mostrando um local com argila, na Mina Chico Rei, uma mina de ouro do século XVIII, aberta à visitação, em Ouro Preto.
Regina me mostrando um local com argila. Observe um bucho aberto na direção da mão dela.
No fim do passeio, Regina me mostrou alguns objetos que foram encontrados dentro da mina, quando foi redescoberta pela família da dona Mariazinha. São instrumentos utilizados para castigar os escravos, como correntes e algemas. Some todas as condições de trabalho que eu falei ali em cima com grossas argolas de ferro presa aos tornozelos. Triste e vergonhoso período de nossa História.

Chico Rei, verdade ou lenda?

Falei do ouro, falei da mina, mas e onde que entra o Chico Rei? Deixei para o final, por ser uma história muito polêmica.
Segundo dizem, Chico se chamava Galanga e era rei de uma tribo no Congo. Ele, sua esposa e filhos foram capturados com toda sua gente por portugueses que traficavam escravos e trazidos para o Rio de Janeiro no navio negreiro Madalena, por volta de 1730-1740. Sua esposa e filha foram jogadas ao mar para acalmar a ira dos deuses da tempestade, junto com outro negros considerados mais fracos.
Todos que vieram com Galanga, incluindo um único filho que sobreviveu à viagem, foram comprados pelo Major Augusto, dono da Mina da Encardideira. Galanga foi rebatizado com o nome católico de Francisco.
Chico escondia ouro em pó entre os cabelos e, assim, foi juntando meios para comprar sua liberdade, a de seu filho e a de seus compatriotas. Major Augusto, doente e no fim da vida, vendeu a mina para o ex-escravo.
Chico Rei, já forro e com um certo poder aquisitivo (já era o dono da mina), mandou construir a Igreja de Santa Efigênia e os negros passaram a poder ser enterrados em uma igreja. Seria Chico Rei a pessoa que introduziu o congado em Minas Gerais. Morreu de hepatite aos 72 anos.

Igreja de Santa Efigênia, em Ouro Preto, Minas Gerais.
Igreja de Santa Efigênia
Os que contestam sua existência alegam falta de registros históricos. Não há documentos que comprovem a existência de Chico. A primeira vez que foi citado em um livro foi em 1904, por Diogo de Vasconcelos, em “História Antiga de Minas”, em uma nota de rodapé.
Os que acreditam na existência de Chico, afirmam que a tradição oral acerca de sua história é forte em Ouro Preto e que documentos podem ter se extraviado ou ter sido destruídos.

Como visitar a Mina do Chico Rei

A mina fica aberta o dia todo. A entrada custa R$ 20,00 por pessoa e não são aceitas carteirinhas de estudante. Grupos devem agendar pelo telefone abaixo. Há um restaurante no local, o Boca da Mina, que funciona apenas para grupos, com agendamento prévio e estacionamento gratuito.

Bahia Emerald

Bahia Emerald


The Bahia Emerald is one of the largest emeralds and contains the largest single shard ever found. The stone, weighing approximately 752lbs (341kg)[1] (approximately 1,700,000 carats) originated from Bahia, Brazil and is emerald crystals embedded in host rock. It narrowly escaped flooding during Hurricane Katrina in 2005 during a period of storage in a warehouse in New Orleans.] It was subsequently reported stolen in September 2008 from a secured vault in South El Monte in Los Angeles County, California.[ The stone has been valued at some $400 million, but the true value is unclear. At one point, the emerald was listed for sale on eBay for a "Buy It Now" price of $75 million.[3

History

It originally was mined in the beryl mines of north Bahia, Brazil, from which it takes its name. Bahia is an archaic form of Portuguese baía, meaning 'bay' after the bay first seen by European explorers in the 16th century.

Location of Bahia state in Brazil.
After being moved from Brazil to the United States, various attempts were made to sell it without success. There were conflicting claims of ownership. Eventually, the emerald was seized from a gem dealer in Las Vegas and taken into the custody of the Los Angeles Sheriff's Department. After a series of legal actions, Judge John A. Kronstadt of the Los Angeles County Superior Court announced in September 2010 that he would hear the case.[2] Anthony Thomas, among the claimants, claimed to have original ownership of the gem including claimants who have paid more than $1.3 million for the emerald.[] A trial date was set for January 21, 2013, in the Los Angeles County Court. On January 29, 2014, Judge Kronstadt issued a ruling rejecting the claims of Anthony Thomas, leaving the determination of the remaining claimants for a future trial.]Mr. Thomas subsequently filed bankruptcy to discharge the costs and attorney fees he incurred in his failed attempt to claim the Bahia Emerald as his own. Mr. Thomas' appeal from the ruling against him was later dismissed because Thomas failed to pursue the appeal in a timely fashion.
After a trial on March 30, 2015, in the Los Angeles Superior Court, the Honorable Michael Johnson, the judge who succeeded Judge Kronstadt in the civil case, entered a final order on June 23, 2015 determining and ruling that FM Holdings, LLC was the bona fide purchaser of the Bahia Emerald and that title to the Bahia Emerald is now held solely and exclusively by FM Holdings, LLC by a series of agency relationships and lawful transactions. All other claimants to the Bahia Emerald have either been previously dismissed, e.g., Tony Thomas, or settled their claims leaving FM Holdings, LLC, as the sole and exclusive owner of the Bahia Emerald by Judge Johnson's June 23, 2015, ruling.
On June 25, 2015, U.S. District Court Judge Colleen Kollar-Kotelly, on a request by the Department of Justice, issued a restraining order protecting the stone, arguing that it is subject to forfeiture in Brazil, where prosecutors in an upcoming criminal trial allege that two men knowingly received the stolen emerald and illegally smuggled it out of the country

Serra dos Carajás

Serra dos Carajás


Serra dos Carajás
Vista de satélite de uma das minas da Serra dos Carajás.
Localização
Coordenadas
Coordenadas: 6° 6' 29" S, 50° 18' 16" W
LocalizaçãoMarabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu
Bandeira do Pará.svg Pará
País(es) Brasil
Características
Altitude máxima716 m
Cumes mais altosMonte Redenção; Serra Sul
A Serra dos Carajás é uma grande cordilheira e acidente geográfico presente no sudeste do estado do Pará, no Brasil. Na área da serra, desenvolve-se o Projeto Grande Carajás, um grande e ambicioso projeto de extração mineral em operação. Anteriormente à colonização de origem portuguesa, esse território era povoado pelos povos Karajá e Kayapó.
A extensão da serra subdivide-se em regiões, como Serra Norte, Serra Sul, Serra Leste, Serra do Sossego e outras. Entre os projetos minerários em andamento ou com implantação prevista no local, todos eles parte do Projeto Grande Carajás, podem-se destacar: Complexo Minerário de Carajás, Projeto Rio Doce Manganês, Projeto Igarapé-Bahia, Projeto Salobo, Projeto Ferro Carajás S11D (antigo Projeto Serra Sul), Mineração Onça Puma e Projeto Serra do Sossego. O depósito ferrífero da Serra dos Carajás contém 18 bilhões de toneladas de minério lavrável, constituindo-se no maior do mundo em 2013. Também há grande depósitos minerais de manganês, zinco, níquel, cobre, ouro, prata, bauxita, cromo, estanho, tungstênio e urânio.
A Serra dos Carajás, assim como seu entorno, atualmente encontram-se densamente povoados. Grandes centros urbanos se instalaram nas proximidades do acidente geográfico, fato que contribuiu para a profunda modificação paisagística ocorrida no local a partir da década de 1970. A própria serra encontra-se em contínuo processo de modificação paisagística devido aos grandes projetos minerários assentados em seu território[

Serra N1 em fevereiro de 2016

A MINA DE OURO DE MORRO VELHO- MG

A MINA DE OURO DE MORRO VELHO- MG

  

Saint John Del Rey Mining Company 1868

Revista Kosmos - Morro Velho em 1907

Lugar construido pelos Ingleses com reduto para a passagem de água para a lavagem do ouro
Morro Velho, também conhecido como AngloGold Ashanti Brasil Mineração, seu atual proprietário, a AngloGold Ashanti, é um complexo de minas de ouro localizado próximo à cidade de Nova Lima, no estado de Minas Gerais, Brasil.
É uma das duas minas operadas pela companhia no Brasil, sendo a outra a mina de ouro Serra Grande.
Em 2008 o Brasil contribuiu com 8% da produção total da companhia.


História

As minas são exploradas desde 1835, sendo a mais antiga mina de ouro continuamente explorada. Algumas das minas atingem mais de 3 mil metros de profundidade. Sua produção principal é de ouro, prata e arsênio, porém outros minerais também são extraídos do complexo.
Embora tenham sido fechadas Mina Velha e Mina Engenho D'Água em 2003 e 2004, a extração de ouro aumentou nos três anos subsequentes, com 240.000 onças (6.800 kg) de ouro em 2004, com uma média de minério de 0,222 onças por tonelada (7,62 gramas por tonelada). Os custos de produção foram de US$ 133 por onça, com lucro operacional de US$ 45 milhões.
Em 2009 a mina tinha 3 mil funcionários, sendo 2.250 do quadro permanente.]
A São João d'El Rey Mining Company era uma sociedade anónima, inicialmente estabelecida em abril de 1830 por um grupo de investidores britânicos. A empresa arrendou os direitos para trabalhar as minas de São João São João d'el Rey, em Minas Gerais, Brasil, entre os proprietários da mina, um médico alemão e três comerciantes britânicos. Uma equipe de mineiros Cornish viajou ao Brasil para começar a trabalhar nas minas em junho e julho de 1830; no entanto, nos primeiros dois anos, a empresa encerrou suas operações devido ao minério de baixa qualidade e questões legais. Depois de pesquisar a região para propriedades de mineração disponíveis, a empresa adquiriu a mina de ouro de Morro Velho, em 1834. Outras minas detidas pela empresa incluiu as minas Espírito Santo e Raposos.
A São João d'El Rey Mining Company começou seu trabalho através da melhoria de equipamentos e infra-estrutura da mina. Embora capital significativo foi dedicado a obras de renovação, a produção da mina aumentou rapidamente, ea empresa paga seus primeiros dividendos em 1842. A São João d'El Rey Mining Company incentivou a imigração de cidadãos britânicos para o Brasil para trabalhar na mina. A companhia também empregou o trabalho de escravos, que predominaram na força de trabalho na mina até a emancipação brasileira no final do século XIX.
Morro Velho sofria de várias catástrofes em meados do século XIX. Em 21 de novembro de 1867, ocorreu um incêndio na mina durante a noite, fazendo com que a mina a entrar em colapso. A empresa passou sete anos levantamento de capital e de trabalho para reconstruir a mina através da escavação de novos poços de minas. Durante a década de 1870, descobriu-se que o então atual superintendente meu, James Gordon, estava envolvido em práticas comerciais fraudulentas, incluindo desvio de recursos da mina e que participam em empreendimentos comerciais externas. Gordon foi demitido, e a empresa procurou encontrar um novo superintendente para restaurar a ordem para Morro Velho.
Em 1884, George Chalmers foi contratado como superintendente. Chalmers começou por rever e reestruturar a administração e os processos de trabalho de Morro Velho. Antes de Chalmers foi capaz de fazer melhorias para a própria mina, mas a queda de uma rocha em 10 de novembro de 1886 levou a um colapso gradual de toda a mina durante os próximos semanas. Como a produção interrompida a empresa entrou em liquidação, Chalmers argumentou para reconstruir a mina através de outro novo par de poços de minas. Embora inicialmente cautelosos com a profundidade proposta desses poços de minas, o conselho, diretores e acionistas foram gradualmente convencidos do plano, e Chalmers retornou ao Brasil em 1887 para restaurar a Morro Velho.
Reconstrução da mina começou na década de 1890. Além de cavar novos poços de minas, Chalmers construiu várias pequenas centrais hidrelétricas para gerar eletricidade para trabalhar na mina. Com o resultado dos esforços de Chalmers, a produção de ouro no Morro Velho ultrapassou os recordes anteriores. No início do século XX, Chalmers também desenhou uma planta de refrigeração inovadora para baixar as temperaturas na mina, e garantiu terra e recursos para perto da mina para uso futuro. Chalmers deixou seu cargo como superintendente em 1924, depois de quarenta anos com a empresa, e serviu como um engenheiro consultor até sua morte em 1928.
A revolução brasileira em 1930 mudou significativamente as práticas de trabalho e de câmbio para o São João d'El Rey Mining Company. Formação de união de um mineiro na Morro Velho resultou em uma força de trabalho mais estável com benefícios garantidos, enquanto restrições monetárias obrigou a empresa a reinvestir em projetos na mina e na área. conflito continuou entre os supervisores principalmente europeus e os trabalhadores brasileiros resultaram em greves e redução da produção e da infra-estrutura de Morro Velho estava na necessidade de renovação.
Finalmente, em 1957, as posições de controlo da empresa foram comprados por um grupo de investidores interessados ​​principalmente no minério de ferro, que também ocorreu naturalmente na área. Os investidores venderam terras de ferro da empresa para a Hanna Mining Company, com sede em Cleveland, Ohio, e a posse do São João d'El Rey Mining Company 130 anos chegou ao fim.

Mina de Chico Rei

Mina de Chico Rei é uma escavação subterrânea localizada sob parte da cidade de Ouro Preto onde, por tradição oral, o personagem real conhecido como Chico Rei, trazido do Congo como escravo trabalhou explorando-a até comprar sua carta de alforria e , depois, a própria mina, durante o ciclo do ouro no Brasil Colonial.[ Está aberta à visitação turística nos 50 metros iniciais.
Conta a tradição oral que Chico Rei e outros escravos escondiam ouro entre os cabelos ao saírem da mina e mais tarde lavavam-os na pia batismal da igreja, sendo acobertados pelos religiosos. Major Augusto , que fora o proprietário da mina vendeu-a ao alforriado Chico Rei no final de sua vida, e nas mãos deste ela passou a prosperar.
A mina, que antes era chamada de Encardideira,[] foi redescoberta em 1950 e renomeada como Mina de Chico Rei. É escavada artesanalmente, e distribuída em cinco níveis. Possui uma galeria de 11.500 metros, e está iluminada apenas no túnel inicial , até o chamado salão de cristais, que é um átrio a partir do qual sai um tunel mais elevado. A mina, que está sendo mapeada por estudantes de geologia estende suas galerias até a Casa dos Contos e a Escola de Minas, antigo palácio do Governador.