sexta-feira, 21 de abril de 2017

Rocha rica em cristais de jadeita

Foto do MineralForma Cristalográfica
 
Rocha rica em cristais de jadeita
Direções ópticas e cristalográficas
Fórmula Química - NaAlSi2O6  
Composição -
 15,22 % Na2O, 23,79 % Al2O3, 1,96 % Fe2O3, 59,03 % SiO2

Cristalografia - Monoclínico
        Classe -
Prismática

Propriedades Ópticas - Biaxial positivo

Hábito -
Maciço, granular, fibroso, compacto
Clivagem - 
Distinta em {110}
Dureza -
6
Densidade relativa -
3,2 - 3,4
Fratura -
Irregular
Brilho -
Lustroso, subvítreo a perláceo
Cor -
Incolor, branco, verde, azul-esverdeado

Associação -
 Associada a albita, quartzo, lawsonita.
Propriedades Diagnósticas -
Propriedades ópticas, testes químicos, associação mineral. 
Ocorrência -
Presente em rochas metamórficas de alta pressão como glaucofânio-xistos.
Usos - Gema e ornamentação
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Cristais de rodonita

Foto do MineralForma Cristalográfica
 
Cristais de rodonita
Direções ópticas e cristalográficas
Fórmula Química - (Mn,Ca,Fe)SiO3
Composição -
4,43 % CaO, 3,18 % MgO, 37,39 % Mn2O3, 11,35 % FeO, 47,44 % SiO2

Cristalografia -
Triclínico
        Classe -
Pinacoidal

Propriedades Ópticas -
Biaxial positivo

Hábito -
Tabular ou maciço
Clivagem - 
Duas direções, {110} e {1-10}
Dureza -
5,5 - 6,5

Densidade relativa -
3,4 - 3,7
Brilho -
Vítreo
Cor -
Vermelho, rosa ou castanha

Associação -
 Pode estar associada a outros minerais de manganês.

Propriedades Diagnósticas -
Cor e clivagem prismática.
Ocorrência -
Mineral gerado por metamorfismo de contato e regional.
Usos - Pedra ornamental e minério de Mn.

Frase da semana: "Compre na baixa e venda na alta.

Frase da semana:

"Compre na baixa e venda na alta. É muito simples. O problema é saber o que é baixo e o que é alto..."
Jim RogersCofundador do Quantum Fund e presidente da Rogers Holdings and Beeland Interests

Ouro na Antiguidade  

Ouro na Antiguidade
 
 
 
O ouro é um dos únicos metais que pode ser encontrado na natureza em sua forma elementar, pura ou também na forma de pepitas (fragmentos de metal). É considerado um dos metais mais valiosos que existe, sendo conhecido desde a Antiguidade e um dos primeiros metais trabalhados pelo homem na fabricação de moedas.
 
O ouro em particular sempre atraiu a atenção do homem, por ser um metal raro, e principalmente carregado de simbologia - para alguns povos, o ouro era considerado um “pedaço do sol” que caiu na Terra, e, portanto, por direito divino concedido, deveria pertencer àquele com maior destaque político ou religioso de uma sociedade. Além disso, o ouro servia para gerar riquezas. Governantes e templos podiam acumular grandes tesouros, em geral na forma de vasos ou outros objetos semelhantes e também na forma de jóias (as correntes em ouro eram largamente utilizadas). Sua coloração amarela intensa e brilhante faz com que o ouro seja utilizado na fabricação de jóias e ornamentos até hoje.
 
O ouro é considerado um metal nobre, sendo o elemento químico menos reativo de toda a Tabela Periódica. Devido a essa baixa reatividade, o ouro dificilmente sofre oxidação, no entanto, é um excelente condutor de eletricidade (45,2 x 106/mΩ). Essas propriedades fazem com que o metal ouro seja ideal para ser aplicado na produção de peças eletrônicas.
 

Ouro e Serra Pelada Pepitas

Ouro e Serra Pelada
Pepitas
 

 
As maiores pepitas de ouro do mundo, brasileiras, preservadas em seu estado natural, estão expostas no Museu de Valores do Banco Central do Brasil. Estas pepitas foram encontradas por garimpeiros que trabalhavam na Serra Pelada e em outros garimpos. A maior pepita de ouro encontrada no Brasil na região da Serra Pelada pesou aproximadamente 60 kg (com 52 kg de ouro contido).
 
 

Figuras 1: As três maiores pepitas do mundo com seus pesos em gramas, extraídas da Serra Pelada, Pará, no Brasil.