sábado, 22 de abril de 2017

O que aconteceria se a raça humana desaparecesse subitamente

O que aconteceria se a raça humana desaparecesse subitamente

Vídeo fascinante mostra o que aconteceria com a Terra se, de um segundo para o outro, os humanos sumissem e não levassem nada consigo



Já parou para pensar no que aconteceria se, em um piscar de olhos, toda a humanidade desaparecesse da face da Terra? Ignore, por um momento, as razões que levariam a tal fenômeno e tente imaginar apenas a sucessão de eventos pelos quais passaria o nosso planeta.






Se você achou a tarefa muito difícil, não se preocupe. O canal #MindWarehouse produziu um vídeo que registra com alta definição esse cenário hipotético – do momento exato de nosso sumiço às próximas centenas de milhões de anos (você pode assisti-lo no final deste texto).
A cronologia dos fatos é fascinante. Em apenas algumas horas, o mundo sentirá os primeiros efeitos da ausência do homem. Como a maior parte de nossa matriz energética ainda é gerada a partir de combustíveis fósseis, as luzes se apagarão logo por falta de abastecimento, jogando o planeta nas sombras.
Em poucos dias, estações inteiras de metrô serão inundadas, pois as bombas que as protegem de águas subterrâneas deixarão de funcionar.
As consequências serão especialmente dramáticas para os animais domésticos e para aqueles que foram presos em fazendas. Sem seus donos, a comida acabará logo e, consequentemente, boa parte deles morrerá de fome. Nos poucos casos em que conseguirem escapar e sobreviver, reinará a lei do mais forte.
Em apenas um mês, a água das energias nucleares começará a evaporar, causando uma série de explosões muito maiores do que as de Fukushima e Chernobyl.
Espécies inteiras serão afetadas pela radioatividade e sucumbirão ao câncer.
Após pouco mais de um ano, os animais sobreviventes contemplarão uma “estranha chuva de estrelas”. Não, não estamos falando de astros naturais, mas sim, da queda de satélites colocados em órbita por nós. Sem a atividade humana, eles cairão como meteoros sobre a Terra.
A maioria das cidades será tomada pela vegetação. Outras, como Dubai e Las Vegas, serão engolidas pela areia dos desertos.
Em aproximadamente 300 anos, construções de metal, como a torre Eiffel, e pontes de ferro irão desmoronar por conta da corrosão de seus materiais.
E quais serão as construções humanas mais longevas? Inesperadamente, aquelas erguidas e esculpidas com pedras, caso das pirâmides do Egito, da muralha da China e do Monte Rushmore, nos Estados Unidos.
Em 50 milhões de anos, os últimos rastros da civilização humana serão as garrafas de plástico e pedaços de vidro, prova da nossa surpreendente capacidade de produzir lixo.
Em mais 50 milhões de anos, porém, até esses resíduos terão desaparecido. Depois disso, sem o impacto da ação do homem, a natureza tomará novamente conta de tudo. E se, daqui a 300 milhões de anos, surgir uma nova espécie racional, ela nunca saberá de nossa existência.
O vídeo, que pode parecer apenas uma viagem fictícia, termina com uma forte mensagem. “Como vocês podem ver, a Terra poderá viver muito bem sem nós. Nós é que não podemos viver sem ela.”
Confira abaixo a produção (com narração em inglês) que já conta com mais de 10 milhões de visualizações.
Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com

OS GARIMPOS DE ESMERALDAS

OS GARIMPOS DE ESMERALDAS

Há sistemas de iluminação, de ventilação e de comunicação que ligam a entrada ao fundo do poço. As minas funcionam 24 horas diárias.

Marcos Nogueira
Para se chegar a um veio de esmeraldas, é preciso cavar buracos verticais com até 500 metros de profundidade no solo rochoso. Os garimpeiros passam dias a fio dentro dessas minas, dotadas de uma estrutura rústica, mas eficiente. Há sistemas de iluminação, de ventilação e de comunicação que ligam a entrada ao fundo do poço. As minas funcionam 24 horas diárias.
Os trabalhadores manipulam dinamite, respiram fuligem o tempo todo, urinam e defecam em sacos plásticos e estão sujeitos a desabamentos. O risco de morrer é real, mas pode compensar: uma gema de boa qualidade com 1 quilate (2 gramas) é vendida por até 5 mil dólares.
No Brasil, uma das principais áreas de extração de esmeraldas fica na serra da Carnaíba, Bahia, onde o mineral foi descoberto em 1 963. Lá as minas são cavadas dentro de barracões cobertos, sendo invisíveis para quem anda nas ruas do garimpo. Sob a terra, o cenário lembra um formigueiro. Para iniciar a perfuração de uma mina, é preciso instalar bananas de dinamite em fendas feitas com uma britadeira. À medida que se encontram veios de pedra preciosa e a rocha fica mais solta, os garimpeiros se valem de ferramentas mais “delicadas”, como marretas e picaretas. Isolados do resto do mundo, os caçadores de esmeraldas desenvolveram um vocabulário peculiar (leia quadro abaixo).
As primeiras esmeraldas foram descobertas há cerca de 5 mil anos, no Egito. A pedra verde é considerada a quinta gema mais valiosa do mundo – perde apenas para o diamante, o rubi, a alexandrita e a safira. A cor de uma esmeralda varia do um verde pálido ao verde intenso, com tonalidades azuladas ou amareladas. A qualidade da gema depende, fundamentalmente, dessa cor. As mais valiosas e raras são aquelas que têm verde intenso, puro ou com ligeira tonalidade amarelada. O grau de transparência e a presença de rachaduras também influem na avaliação de uma gema.
Fábio Lamachia Carvalho (autor do livro Sonho Verde, sobre sua experiência como garimpeiro)

Imagem: thisisbossi/Wikimedia Commons

TERRA DE NINGUÉM
No subsolo, os territórios de cada garimpo não são muito bem definidos. Não existe propriedade da terra. É comum que escavações de minas concorrentes acabem se encontrando
FURO N’ÁGUA
Quando o poço rompe um lençol freático, a água escorre pela parede e se acumula no fundo. É preciso, então, cavar um desvio e abrir um túnel paralelo. Para que a mina não se inunde, os garimpeiros drenam constantemente a água empoçada
LUZ NO FIM DO TÚNEL
Os túneis têm cerca de 2 metros de altura. O ar é bombeado da superfície até o fundo da mina. A fiação também desce para possibilitar a iluminação das galerias
CONTRA DESABAMENTOS
Às vezes é necessário escorar as paredes com “caixas”, ou estruturas de madeira, para prevenir desabamentos. Os garimpeiros usam a marreta para avaliar a segurança do teto: dependendo do som da pancada, a pedra está solta ou segura

Brasil e Japão na Bahia

Conheça um pouco das estranhas gírias do garimpo
Brasil – a superfície
Japão – o fundo da mina
Malado – quem ganhou muito dinheiro
Massegueiro – ladrão de esmeraldas
Boi – rocha pendurada no teto ou nas paredes da galeria
Canga – boi de xisto com pedras preciosas incrustadas
Indianada – pedras de qualidade inferior, que são vendidas para o mercado indiano
Martelete – tipo de britadeira
Quarta-feira – marreta muito grande e pesada. Tem esse nome porque poucos conseguem operá-la por mais de dois dias seguidos. Ou seja: o garimpeiro agüenta o trabalho na segunda e na terça, mas na quarta já não dá conta do serviço
Vazar – encontrar esmeraldas

O buraco é mais embaixo

Como funciona uma mina de esmeraldas na Bahia
REPESCAGEM
No entulho retirado das escavações, sempre há esmeraldas pequenas e de pouco valor. Isso atrai os “quijilas”, nome dado a quem aproveita os restos do garimpo. Geralmente são crianças, mulheres ou idosos
O ASCENRISTA
Quem controla o que sobe e desce – de pedras a pessoas – é o operador de guincho. A máquina, movida a diesel, tem dois comandos: acelerador e freio. O guincheiro se comunica com o interior da mina por um “telefone”, que, na verdade, não passa de um tubo de PVC

Miner finds 239 carat raw diamond in Botswana

Miner finds 239 carat raw diamond in Botswana

Lucara Diamond Corp. (TSX:LUC) announced Monday it extracted a 239.2 carat diamond in Botswana.
The Karowe mine, in the central district of the southern African country, also produced two more large stones weighing 124 and 71.1 carats.
Lucara's CEO said in a written statement the 239 carat raw stone is one of the largest diamonds ever to have been recovered from the Orapa kimberlite field in more than 40 years.
He also noted the mine has confirmed it contains fancy-coloured blue diamonds, some of the most valuable and sought-after gems.
The three raw stones will be sent to Belgium to be studied and then sold later in the year.
Christie's is set to hold a multi-million-dollar auction in May for one of the world's biggest diamonds, which weighed 236 carats when it was originally extricated.
Image courtesy Lucara Diamonds

Newmont gets fresh shot at top gold miner spot

Newmont gets fresh shot at top gold miner spot

Barrick Gold’s (TSX, NYSE:ABX) planned sale of a 50% stake in Australia’s Kalgoorlie mine has been pushed out further after Minjar Gold, the Chinese bidder, walked away from the deal citing new capital controls instituted by Beijing.
Perth-based Minjar Gold, a unit of Shanghai-listed Shandong Tyan has also been struggling to secure funding for the deal worth as much as $1.5 billion. Its biggest offshore acquisition was Evolution Mining's (ASX:CAH) Pajingo mine for $40 million back in 2015.
Barrick president Kelvin Dushnisky told Reuters in February the Toronto-based company, the world's top gold miner by output, would be "happy sellers" at the right price, but would also be "very happy to continue to own that asset".
World number two Newmont Mining owns the other half and Barrick handed over operational control of the the iconic mine called the Super Pit to Newmont in May 2015.
Denver-based Newmont would be the natural buyer and has expressed interest in the mine, Australia's largest gold open pit, in the past. Kalgoorlie produced just over 750,000 ounces last year.
Newmont has first right of refusal on the stake sale, but Barrick could circumvent that by selling shares in Kalgoorlie's holding company KCGM.
Valuation of Kalgoorlie is all over the place with analyst estimates varying between $400 million to about $1.5 billion. Reserves at the mine top 7.5 million ounces.
The Super Pit is expected to be depleted of ore by the end of the decade but underground mining could continue after that. KCGM also operates the 56,000oz per year Mt Charlotte mine 3km from the Super Pit.
Should a transaction between the companies take place it would push Newmont past Barrick as the world's largest gold company in terms of output.

India’s Supreme Court won’t try forcing UK to return Kohinoor diamond

India’s Supreme Court won’t try forcing UK to return Kohinoor diamond

India’s Supreme Court has told officials pushing for fresh attempts to bring the priceless Koh-i-Noor diamond, now part of the British crown jewels, that it cannot interfere in the diplomatic process nor can it direct another country to not auction the gem.
The 105-carat Koh-i-Noor diamond, which came into British hands in the mid-19th Century, has been on display at the Tower of London for years. But ownership of the famous rock is an emotional issue for many Indians, who believe the British stole it.
The 105-carat diamond — one of the world’s largest — has been at the centre of a diplomatic row between New Delhi and London, with India arguing for decades that it should get it back.For that reason, the diamond — one of the world’s largest — has been at the centre of a diplomatic row between New Delhi and London, with India arguing for decades that it should get it back.
Last year, Prime Minister Narendra Modi’s administration told the Supreme Court that the diamond was neither "forcibly taken nor stolen" by the British, but given as a "gift" to the East India Company by the rulers of Punjab.
The government, however, has revealed that it is still trying to bring the diamond back, likely based on agreements with the UK, as there is no concrete evidence to show Koh-i-Noor was validly gifted to Queen Victoria, India Today reported.
The Koh-i-Noor, meaning "Mountain of Light" in Persian, has been part of the British crown jewels for more than 150 years and it is now part of a crown worn by the late mother of Queen Elizabeth.
For many Indians, the British returning the diamond would be a compensation for the excesses they committed during their colonial rule.