quarta-feira, 26 de abril de 2017

Moro adia depoimento de Lula para 10 de maio a pedido de forças de segurança

Moro adia depoimento de Lula para 10 de maio a pedido de forças de segurança

quarta-feira, 26 de abril de 2017
 


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Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz apresentação em evento em Brasília
24/04/2017
REUTERS/Ueslei Marcelino
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(Reuters) - O juiz federal Sérgio Moro adiou em uma semana a data de depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ação penal ligada à operação Lava Jato, para 10 de maio, em atendimento a pedidos da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, que solicitaram mais tempo para providências de segurança. "É possível que, na data do interrogatório, ocorram manifestações favoráveis ou contrárias ao acusado em questão, já que se trata de uma personalidade política, líder de partido e ex­-presidente da República", disse Moro em despacho nesta quarta-feira. "Havendo, o que não se espera, violência, deve ser controlada." O juiz afirmou ainda que, também por questões de segurança, só será permitida a presença na audiência de integrantes do Ministério Público Federal e de advogados ligados ao caso, além do próprio Lula. A audiência foi marcada para as 14h. Lula será ouvido em Curitiba na ação da Lava Jato em que é acusado de receber propina da empreiteira OAS na forma de um apartamento tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, e no pagamento de armazenamento de seus bens pessoais. O ex-presidente é réu em outros quatro processos. Lula afirmou esta semana, quando da solicitação das autoridades de segurança pelo adiamento do depoimento, que compareceria quando e onde fosse preciso, dizendo ser o maior interessado no depoimento. (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)
 

Anglo American produz 4,3 milhões de toneladas de minério de ferro com o Minas-Rio no primeiro trimestre

Anglo American produz 4,3 milhões de toneladas de minério de ferro com o Minas-Rio no primeiro trimestre


A Anglo American divulgou hoje, 24 de abril, o resultado de produção do primeiro trimestre de 2017. A produção de minério de ferro do Minas-Rio aumentou 30% em comparação com o primeiro trimestre de 2016, para 4,3 milhões de toneladas (base úmida), já que a operação continua seu processo de ramp-up até sua capacidade operacional atual. A previsão de produção anual permanece inalterada entre 16 e 18 milhões de toneladas (base úmida). Após a conclusão do processo de licenciamento da Fase 3, espera-se que a operação esteja em condições de produzir em sua capacidade nominal de 26,5 milhões de toneladas (base úmida) por ano.
Níquel
A produção de níquel diminuiu 12% em comparação com o primeiro trimestre de 2016, para 9.900 toneladas, devido à manutenção não prevista dos fornos elétricos de Barro Alto. Como consequência, a previsão de produção para o ano foi revisada para 43.000 a 45.000 toneladas (anteriormente ~ 45.000 toneladas).
Fonte: Anglo American

Vale divulga dia 27 de abril seu desempenho financeiro. Saiba como acessar as webcasts

Vale divulga dia 27 de abril seu desempenho financeiro. Saiba como acessar as webcasts


A Vale vai apresentar, no dia 27 de abril, o relatório de desempenho financeiro referente ao primeiro trimestre de 2017 (1T17), antes da abertura dos mercados. A empresa divulgará simultaneamente o relatório de desempenho financeiro consolidado em IFRS (International Financial Reporting Standards), expressos em USD e em R$.
No mesmo dia, os principais executivos da Vale realizarão duas webcasts com investidores para apresentar os resultados. A primeira, em português, ocorrerá às 10h, horário de Brasília. A segunda, em inglês, ocorrerá às 12h, horário de Brasília (10h em Nova Iorque).
Confira os telefone e links de acesso a seguir
Conferência em português – 10h   Conferência em inglês – 12h
Participantes que ligam do Brasil: (55 11) 3193-1001 ou (55 11) 2820-4001
Participantes que ligam dos EUA: (1 888) 700-0802
Participantes que ligam de outros países: (1 786) 924-6977
Código de acesso: VALE
Acesse a webcast pelo computador
Fonte: Vale

Cobre recua com aparente realização, após acumular ganhos por 4 sessões

Cobre recua com aparente realização, após acumular ganhos por 4 sessões


Os futuros de cobre operam em leve baixa nesta manhã, num aparente movimento de realização de lucros, após acumularem ganhos nas últimas quatro sessões graças à recente diminuição dos estoques do metal básico em Londres. Por volta das 7h15 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) recuava 0,23%, a US$ 5.701,00 por tonelada.
Já na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para maio tinha declínio de 0,14%, a US$ 2,5750 por libra-peso, às 7h53 (de Brasília). Recentemente, o cobre foi beneficiado por quatro quedas consecutivas nos estoques de cobre da LME, que ajudaram o metal a se recuperar de mínimas em três meses atingidas em 19 de abril.
Apesar do viés negativo de hoje, o cobre ainda mantém a maior parte da valorização dos últimos dias, ressaltou William Adams, analista da FastMarkets. Um fator de pressão para o cobre veio da Zâmbia, que espera ampliar sua produção do metal em 10% e atingir níveis recordes este ano, segundo a Investec. Por outro lado, a mineradora anglo-australiana BHP Billiton reduziu sua estimativa de produção para 2017, após a recente greve na mina chilena de Escondida, a maior do mundo.
Outros metais básicos na LME não tinham direção única: o alumínio subia 0,28%, a US$ 1.956,00 por tonelada; o chumbo recuava 0,28%, a US$ 2.163,00 por tonelada; o zinco ganhava 0,15%, a US$ 2.609,00 por tonelada; o estanho tinha valorização de 0,44%, a US$ 19.620,00 por tonelada; e o níquel caía 0,27% a US$ 9.275,00 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

Negócios: Mineração indica início de retomada

Negócios: Mineração indica início de retomada


A mineração, um dos setores de maior potencial da economia baiana, dá sinais de retomada. Os obstáculos ainda são grandes, especialmente para os projetos de produção de minério de ferro, por causa das incertezas no mercado externo e das deficiências logísticas. Ainda assim, as perspectivas são positivas por causa da queda dos estoques internacionais e da recuperação dos preços das commodities.
Mas se com o ferro as notícias se resumem a perspectivas, o que se verifica em outros segmentos são informações de crescimento na produção. A Mirabela Mineração, que havia encerrado as atividades no ano passado, comunicou à Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico (SDE) que vai retomar as atividades. Ela produz níquel. Outra empresa que enfrentava dificuldades e encontrou o caminho da recuperação é a Caraíba Metais. Recentemente adquirida por um grupo canadense, a empresa procurou o governo não só para informar o retorno às atividades na mina de Jaguarari, mas também para anunciar que vai abrir uma nova, cujo potencial, segundo afirma  o superintendente da SDE Reinaldo Sampaio, é maior que o da atual.
Os valores desse investimento, disse Sampaio, não foram informados. As páginas de boas notícias se completam, ainda, com o aumento nas exportações de diamante – produzidos pela Lipari no município de Nordestina -, da reabertura da produção de ouro – pela Yamana Gold em Santa Luz – e de urânio em Caetité, e o recorde de produção da mina de vanádio em Maracás.
Líder do ranking
Em 2016, a Bahia também liderou o ranking nacional em número de requerimentos para pesquisa de bens minerais, com 2.761 processos protocolizados, ficando à frente de Minas Gerais (2.245) e Goiás (1.172). O destaque é o aumento no número de pedidos de pesquisas para o zinco, mineral que teve seu preço acrescido em 66% no ano passado e que está com a demanda aquecida. Para não desperdiçar oportunidades e transformar o potencial em realidade, o governo estadual começou, neste mês, rodadas de conversas com o setor privado para identificar melhorias necessárias ao ambiente de negócios para o setor. A ideia, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Wagner, é a de construir uma política estadual para o setor. “A mineração exerce importante papel no desenvolvimento econômico e social, já que o subsolo do semiárido, região mais carente do estado, tem se evidenciado como uma região geológica de grande valor”, disse.
R$ 20 bilhões à espera de um trem
As notícias são positivas, especialmente por terem vindo em meio à maior crise econômica e política do país. Mas ainda estão muito aquém do potencial do estado. Ainda em 2012, o governo anunciou que os investimentos previstos para a mineração baiana eram de R$ 20 bilhões até, vejam só, 2015. O anúncio não se tornou realidade e os recursos ainda estão represados. A maioria deles diz respeito à produção de ferro, extração que traz grande impacto no PIB. É certo que as crises – a brasileira e a internacional – afetaram os planos das empresas, mas no caso do ferro, logística é fundamental, pois responde a dois terços do preço da commodity. Segundo os planos originais, o complexo logístico que integraria a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) ao Porto Sul em Ilhéus, para escoar o ferro extraído em Caetité, deveria estar em operação desde julho de 2013. Quase quatro anos depois, tal complexo, e as empresas que dele dependem para produzir, ainda não funciona e, sob muitas dúvidas de que um dia será mesmo viabilizado, move-se a passos de formiga.
Fique por dentro
Sebrae: O Conselho do Sebrae confirmou ontem o nome de José Cabral Ferreira para a diretoria do órgão. Ferreira tem uma longa experiência e seu currículo registra passagens como secretário municipal de Salvador (Secretaria de Administração) na gestão Antonio Imbassahy, e pela Diretoria Financeira da Câmara de Vereadores.
Fonte: Correio24horas