quinta-feira, 4 de maio de 2017

Crisoberilo

Crisoberilo


Crisoberilo: s. m. - Min. - Óxido de alumínio e berílio (BeAl2O4 ). De valor gemológico. A variedade alexandrita possui a propriedade de mudar de cor, quando muda da luz natural para luz artificial, e é muito valorizada no mercado de gemas.
Foto:Tom Epaminonda e Eurico Zimbres
Crisoberilo
Foto:Tom Epaminonda e Eurico Zimbres
Crisoberilo
Foto:Wela49
Crisoberilo lapidado
Propriedades Físicas
  • Brilho:vítreo gorduroso
  • Clivagem: distinta e imperfeita
  • Cor: verde, marrom, verde azulado
  • Fratura: conchoidal
  • Transparência: transparente a translúcido
  • Dureza (Escala de Mohs): 8
  • Densidade: 3,7g/cm3
  • Hábito: tabular prismático. Comumente maclado
  • Tenacidade: friável
  • Traço: branco
Propriedades Óticas e Cristalográficas
  • Sistema Cristalino: Ortorrômbico
  • Sob luz polarizada: biaxial positivo
Propriedades Químicas:
  • Classe: óxido
  • Composição: óxido de alumínio e berílio
  • Fórmula Química -BeAl2O4
  • Elementos Químicos: Alumínio, berílio, oxigênio
Outras informações
  • História: seu nome deriva do grego chrysos= dourado + berilo
  • Usos: Como gemas.
  • Forma de ocorrência:
  • Paragênese:
  • IMA: espécie válida
  • Outras observações: De valor gemológico. A variedade alexandrita possui a propriedade de mudar de cor, quando muda da luz natural para luz artificial, e é muito valorizada no mercado de gemas.

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Ametista

Ametista


Autor:E.Zimbres e Tom Epaminondas
Cristal de quartzo roxo (ametista) bem cristalizado
Ametista: s.f. Miner. - Quartzo roxo. O nome vem do grego amethystos, que significa não bêbado, pois acreditava-se que esta pedra protegia seu usuário da ação do álcool e da embriaguez.
A ametista é frequentemente encontrada em geodos que ocorrem em antigos derrames de lavas basálticas, como as do sul do Brasil, grande produtor desta gema.
Podem também serem encontradas em pegmatitos e drusas que se desenvolvem em fraturas de rochas antigas,por onde percolaram soluções silicosas, das quais se precipitaram os cristais de quartzo.
Durante muito tempo pensou-se que a cor violeta da ametista era devido à presença de impurezas de Manganês, mas estudos mais recentes indicam que é devido à presença de Fe 4+ em certos locais da estrutura cristalina.
Autor:Wela49
Ametista roxa lapidada
O aquecimento da ametista em altas temperaturas transforma-a em quartzo citrino, amarelo forte, incorretamente comercializado no Brasil como "topázio do Rio Grande". A mudança de cor se dá devido à redução do Fe4+ em Fe3+. Esta mudança é reversível, submetendo o citrino a uma fonte radioativa.
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Coríndon

Coríndon


Foto:Eurico Zimbres
Coríndon- cristal único, com faces naturais e cerca de 2 quilos, proveniente de Xerém, muncípio de Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Foto:USGS
Coríndon
Foto:Adrian Pingstone
Cristal de rubi
Coríndon: s.m. Min. - Mineral de dureza elevada, só perdendo para o diamante.Óxido de Alumínio. Al2O3. Rubi quando vermelho e safira quando azul. Quando reduzido a fragmentos irregulares e pequenos é usado como abrasivo (esmeril). Em pó serve para polir. Também conhecido como corindo.


    Propriedades Físicas

    • Brilho: vítreo
    • Clivagem:não possui, mas tem uma partição pronunciada,em três direções, que se confunde com clivagem
    • Cor: azul (safira) incolor, vermelho (rubi), rosa, amarelo, cinza
    • Diafanidade: transparente, translúcido
    • Dureza (Escala de Mohs): 9
      (mineral pertence à escala de Mohs)
    • Densidade: 4 a 4,1 g/cm3
    • Fratura:irregular, conchoidal
    • Hábito:maciço; prismas em forma de barril
    • Tenacidade:
    • Traço:branco

    Propriedades Óticas e Cristalográficas

    • Sistema Cristalino: Trigonal- uniaxial negativo

    Propriedades Químicas

    • Classe:Óxido
    • Composição: Trióxido de Alumínio
    • Fórmula Química - Al2O 3
    • Elementos Químicos: Alumínio e Oxigênio

    Outras informações

    • Ano de descobrimento:
    • Localidade Tipo: Bombaim, Índia .
    • Nome aprovado pela Associação Mineralógica Internacional ( IMA ).
    Encontrado em rochas insaturadas em sílica como nefelina sienito; depósitos de bauxita metamorfisados, rochas metamórficas de contato ricas em minerais aluminosos, xenólitos aluminosos em rochas ígneas plutônicas. Por ser um mineral física e quimicamente resistente, é comum em depósitos sedimentares detríticos. No Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil, ocorrem em pegmatitos anatéticos, no contato do nefelina-sienito metamorfisado com os gnaisses graníticos. Devido à dureza elevada era muito usado como abrasivo (esmeril), tendo sido, modernamente, substituído por abrasivos sintéticos. As variedades coloridas são usadas como gemas, alcançando altos valores. Quando vermelho recebe o nome de rubi e quando azul, safira. Podem ser produzidos artificialmente através de processos industriais.

    Pegmatito

    Pegmatito


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    Autor:Eurico Zimbres
    Pegmatito cortando gnaisses. Leblon, Rio de Janeiro
    Pegmatito:: s.m. - Rocha onde os minerais atingem grandes dimensões, em geral acima de vários centímetros. Em geral são corpos tabulares (dique) composto por feldspato, mica e quartzo. Apesar de ser um assunto controverso, a opinião mais aceita entre os geólogos, atribui origem ígnea a estas rochas.
    Os pegmatitos são importantes fontes de minerais raros como turmalina, topázio, berilo, crisoberilo, granadas,tantalita e espodumênio entre outros.
    Não é incomum encontrar estes minerais em tamanhos centimétricos, podendo chegar a metros. No pegmatito Jonas, Município de Conselheiro Pena, Minas Gerais, foi encontrado um cristal de turmalina rubelita com 1,07 metros de comprimento, pesando 125 quilos, tendo sido vendido por US$ 900.000 (dólares).
    No pegmatito Grota da Generosa, Município de Sabinópolis, Minas Gerais, tem sido encontrado cristais de microclina com até 3 metros e berilo com até 70 cm de diâmetro.
    Entre os autores que atribuem origem ígnea aos pegmatitos, a opinião mais comum sobre o processo que leva à sua formação é a de que são originados de soluções residuais aquosas enriquecidas em silício e metais raros, provenientes do processo de resfriamento de rochas ígneas, em particular graníticas.
    A presença de metais como cloro, flúor, fósforo e boro, atuam como fundentes, abaixando o ponto de fusão destes líquidos e criando um ambiente suficientemente fluído que permite fácil e rapidamente a difusão dos íons através da solução e em direção aos cristais que estão sendo formados.
    Os íons presentes nesta solução aquosa, além do silício, são aqueles que não podem ocupar facilmente, por substituição, espaço no retículo cristalino dos minerais formadores da rocha de onde são provenientes. Estes íons são, principalmente, berílio, lítio, estanho, tântalo, nióbio, flúor, boro, cloro, que os principais constituintes dos minerais raros encontrados nos pegmatitos, como turmalina, mica lepidolita, topázio, cassiterita, volframita, berilo e suas variedades, etc.
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    Pegmatitos anatéticos

    Alguns autores atribuem a formação de alguns pegmatitos ao processo de fusão parcial (anatexia), na base da crosta continental, de rochas pré existentes, o que acarreta a formação de líquidos aquosos, super aquecidos e enriquecidos em silício, alumínio, podendo ter ferro e, mais raramente, metais raros, como os citados acima.
    Para estes pegmatitos tem sido dada a denominação de pegmatitos anatéticos, que no geral, quase não contém minerais raros, tendo uma composição meramente granítica, isto, com feldspato e quartzo e alguma mica muscovita e biotita. Os pegmatitos encontrados ao longo da Faixa Móvel Ribeira, parecem ser predominantemente deste tipo.
    É possível que tal líquido formado por fusão parcial, atue como um lixiviador de metais das rochas por onde percola. De qualquer modo, seja como fluído residual, seja como fluído formado por fusão parcial, ambos apoiam a origem ígnea para os pegmatitos.

    Pegmatitos alcalinos

    No Estado do Rio de Janeiro também são encontrados alguns pegmatitos associados a rochas alcalinas recentes e pré-cambrianas, como o pegmatito alcalino de Xerém mineralizado em coríndon azul (safira).

    Minerais de pegmatitos

    Albita, anatásio, berilo, biotita, cassiterita, cerussita, elbaita, euxinita, ferrocolumbita, fluorapatita, fluorita, hematita, ilmenita, lepidolita, magnetita, microclina, milarita, monazita, montmorillonita, muscovita, nontronita, ortoclásio, pirita, piromorfita, quarto, rutilo, turmalina preta, espodumênio, uraninita e zircão

    Índice recua com pressão de commodities e cautela sobre Previdência

    Índice recua com pressão de commodities e cautela sobre Previdência

    quinta-feira, 4 de maio de 2017 11:15 BRT
     


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    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da Bovespa recuava no começo dos negócios desta quinta-feira, pressionado pelas perdas de commodities no mercado internacional e com a percepção de que o governo deve enfrentar dificuldades para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara dos Deputados. Às 11:14, o Ibovespa caía 0,92 por cento, a 65.488 pontos. O giro financeiro era de 1,975 bilhão de reais. Na noite passada, a comissão especial da reforma da Previdência da Câmara aprovou o texto-base, com voto favorável de 23 dos 37 integrantes, placar que não indica uma vitória com folga mais à frente na votação em plenário, onde são necessários 308 votos favoráveis em dois turnos de votação. "A votação (em plenário) não está marcada, mas novas concessões deverão ser feitas para que se consiga o mínimo de votos", escreveram analistas da corretora Lerosa Investimentos, acrescentando que essa apreensão pode pesar sobre o ânimo dos investidores nos próximos pregões. DESTAQUES - PETROBRAS PN caía 1,62 por cento e PETROBRAS ON perdia 1,25 por cento, em linha com o movimento dos preços do petróleo no mercado internacional, que recuavam após dados mostrarem uma queda menor que a esperada nos estoques da commodity nos Estados Unidos. - VALE PNA cedia 3,07 por cento, enquanto VALE ON tinha desvalorização de 3,57 por cento, ampliando as perdas da véspera em mais um dia de quedas para os contratos futuros do minério de ferro na China, que fecharam com a maior perda diária desde meados de novembro. - GERDAU PN perdia 1,78 por cento, tendo como pano de fundo o balanço trimestral e o recuo de commodities metálicas na China. A empresa teve prejuízo líquido ajustado de 34 milhões de reais no primeiro trimestre. Analistas do Credit Suisse consideraram os resultados em geral dentro do esperado, mas destacaram o fluxo de caixa negativo em 256 milhões de reais no primeiro trimestre, a relação de endividamento em um nível "desconfortável" de 3,5 vezes, e operações norte-americanas mostrando novo conjunto de números fracos. - SUZANO PNA subia 0,15 por cento. No radar estava o resultado do primeiro trimestre da empresa, que mostrou queda de 60 por cento no lucro líquido sobre o mesmo período do ano passado, para 450 milhões de reais. Para analistas do Santander, os dados vieram ligeiramente acima do esperado. No entanto, eles citam entre os destaques negativos a queda do Ebitda na divisão de papel na base trimestral devido ao volume menor de vendas e aos custos maiores. - AMBEV ON avançava 2,42 por cento, liderando as altas do Ibovespa. A empresa divulgou queda de 20,1 por cento no lucro líquido ajustado, mas analistas do Credit Suisse ponderam que pode ser o primeiro trimestre de melhora sequencial em tendências de participação de mercado e que as pressões de custos devem diminuir gradualmente, assim como veem chance de recuperação em margens. - CVC BRASIL ON, que não faz parte do Ibovespa, caía 0,22 por cento, revertendo os ganhos observados mais cedo, quando subiu quase 1,5 por cento na máxima. A companhia anunciou acordo para adquirir a maior parte das operações do grupo de turismo Trend por até 258,8 milhões de reais. Para analistas do BTG Pactual, a Trend fortalece o já diversificado modelo de negócios da CVC e deve ajudá-la a "cimentar sua liderança no setor de turismo". Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em Para ver as maiores altas do Ibovespa, clique em (Edição de Gabriela Mello)