sexta-feira, 2 de junho de 2017

Esmeralda a pedra que fascina

Esmeralda:(do grego smaragdos) Pedra preciosa pertencente a familia dos berilos, de cor verde, verde amarelada, azul esverdeada, ou mesmo amarela, que ocorre em rochas graniticas e em pegmatitos. É um silicato natural de aluminio e berilo hexagonal, com pequena quantidade de oxido de cromo, que lhe dá a cor. Ocorre em rochas granilicas e em pegmatitos.


Os principais produtores são: Colombia,Brasil, India, e Paquistão, onde é chamada esmeralda oriental que é uma variedade de corindom, constituida de aluminio puro.A incomparável esmeralda. Não fora sua feliz descoberta, o Brasil não teria ascendido ao primeiro lugar como o principal produtor mundial de pedras preciosas. Com o seu verde intenso, misterioso e singular, a esmeralda em tempos antigos era considerada um símbolo de imortalidade e fé. Uma aura mística a envolveu desde sempre, talvez por causa da atração que ela parece exercer sobre o olhar humano, levando-o por seu interior às profundezas mais insondáveis. Por outro lado, devido ao seu valor consistentemente elevado, tornou-se um símbolo de status por excelência.


Muitas virtudes mágicas e terapêuticas foram atribuídas às esmeraldas nas mitologias antigas. É a pedra de Vênus, que favorece projetos amorosos, e também a da castidade, que se estilhaça se a mulher cometer pecado. Usada junto ao corpo, era tida como capaz de absorver o veneno do antraz, evitar epilepsia, curar disenteria e ajudar a mulher no trabalho de parto.


Apenas quatro países ainda a produzem: Zâmbia e Zimbabwe, na África, e Colômbia e Brasil, na América do Sul. Destes, o Brasil parece ser hoje o fornecedor mais estável, em virtude de sua posição geopolítica.


A Esmeralda é uma pedra preciosa muito cobiçada e valiosa. Veja abaixo algumas joias confeccionadas com esta preciosidade.




 

As Jóias mais caras do Mundo

As Jóias mais caras do Mundo


1º Lugar - Hope Diamond

Hope Diamond
O Hope Diamond (Diamante da Esperança), cujo valor estimado é 194 milhões de Euros é fotografado entre o Heart of Eternity Diamond (Diamante do Coração da Eternidade, em português) à esquerda e o Blue Heart Diamond (Diamante Coração Azul) à direita.
A peça foi encontrada na Índia cerca de 370 anos atrás e foi vendida ao Rei Luís 14º, da França, em 1668. Desde então, a jóia passou a ser chamada de French Blue e permaneceu na coleção da realeza francesa por cem anos.
O Hope Diamond foi roubado e reapareceu em Londres, na Inglaterra, remodelado como observamos hoje e, em seguida, foi para Nova Iorque para ser restaurado e limpo. Em 1958, a jóia foi doada ao Museu de História Natural de Washington, nos Estados Unidos, onde permanece até hoje.




2º Lugar - Diamante Rosa Intenso

Diamante Rosa Intenso
Empregado da casa de leilões Sotheby's segura o diamante rosa de 24,78 quilates, confeccionado sobre um anel, que foi visto pela última vez no mercado há cerca de 60 anos. A peça foi vendida em 16 de Novembro de 2010 por 36 milhões de Euros em Genebra, valor que bateu o recorde para uma jóia vendida em leilão.

3º Lugar - Diamante Wittelsbach

Diamante Wittelsback
Arrematado na casa de leilões Christie's em Dezembro de 2008, o diamante Wittelsbach custou 19 milhões de Euros ao comprador. O diamante cinza-azulado é um raro exemplar de 35,5 quilates e remonta ao século 17. O rei Philip 4º da Espanha entregou a jóia à filha, a Infanta Margarita Teresa, em 1664 como parte do seu dote.

4º Lugar - The Perfect Pink

The perfect Pink
O Perfect Pink tem 14,23 quilates, tinha preço estimado em 15 milhões de Euros e foi arrematado por um comprador anónimo por 18 milhões de Euros em 29 de novembro de 2010, em Hong Kong. O valor foi o maior obtido por uma casa de leilões na Ásia, segundo a Christie's, que vendeu a peça. Em quase 250 anos de história do leilão de jóias, apenas 18 diamantes com mais de dez quilates com o rosa intenso foi colocado em disputa, segundo a Christie's.

5º Lugar - Bulgari

Bulgari
Feito com duas pedras coloridas, que ficam sobre um anel, o Bulgari tem 9,72 quilates e data do início da década de 1970. O exemplar foi arrematado por um coleccionador asiático, que não se identificou por 11 milhões de Euros em maio de 2010 em um leilão promovido pela Christie's em Nova Iorque.

6º Lugar - Bracelete em forma de pantera

Bracelete em forma de pantera
O acessório da Cartier acima, feito em 1952, foi usado uma única vez pela duquesa de Windsor Wallis Simpson, cujo caso de amor com o rei Edward 8º levou à sua abdicação em 1936 no Reino Unido. A peça foi comprada em Londres, em Novembro de 2010, em um leilão da Sotheby's por 9.5 milhões de Euros. Há rumores de que a cantora Madonna tenha arrematado a peça, mas isso não foi confirmado.

7º Lugar - Tiara de diamantes e esmeraldas

Tiara de diamantes e esmeraldas
A peça, que pertenceu à coleção da princesa Katharina Henckel Von Donnersmarck e foi criada por volta do ano de 1900, tinha valor estimado de 7.7 milhões de Euros, mas foi arrematada por 9 milhões de Euros em maio do ano passado. 
Formada de uma coroa de diamantes, cuja base é uma linha central com 11 esmeraldas, a peça totaliza cerca de 500 quilates e foi arrematada na casa de leilões Sotheby's, na Suíça, em maio de 2011.

8º Lugar - Amor à Primeira Vista

Amor à primeira vista
Conhecida como Love At First Sight (Amor à Primeira Vista, em português), esta peça, em forma de coração e com 56,15 quilates, foi arrematada em Genebra, na Suíça, por 8.5 milhões de Euros, segundo a casa de leilões Christie's, que realizou a disputa. Agora a jóia faz parte da coleção da Coroa Britânica.

9º Lugar - Diamante Rosa

Diamante Rosa
Este exemplar, de 5 quilates, foi arrematado em um leilão da Christie's por 9 milhões de Euros em Dezembro de 2009 em Hong Kong, na China. O exemplar foi obtido na África do Sul e, de acordo com a Christie's, ao contrário dos outros diamantes coloridos, os de cor rosa vêm da exposição ao calor e à pressão ao longo do tempo.

10º Lugar - Pregadeira Empress Eugenie

Pregadeira Empress Eugenie
Um exemplar antigo de diamantes, que foi feito pelo artista François Kramer em 1855 para a mulher de Napoleão 3º, a imperatriz Eugenie, foi comprado pelo Museu do Louvre por 8 milhões de Euros em Abril de 2008 em Nova Iorque. A aquisição foi feita em uma disputa fechada da Christie's e teve o objectivo de levar a peça de volta à França.

11º Lugar - Diamante Azul e Rosa

Diamante azul e rosa
Este diamante de 6,01 quilates foi arrematado em Outubro de 2011 por 8 milhões de Euros em um leilão da Sotheby's em Hong Kong. O preço por quilate da peça bateu recorde e atingiu 1.2 milhão Euros, segundo a casa, e foi comprada por alguém que preferiu não se identificar.
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REGISTRO DE JÓIAS

REGISTRO DE JÓIAS

O produto do trabalho do designer de jóias é digno de proteção legal, no Brasil e no exterior, pelo chamado direito da propriedade intelectual, que abraça a disciplina da propriedade industrial e dos direitos autorais.

A proteção à propriedade industrial se perfaz através de registro perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, enquanto que a proteção à propriedade artística - dos direitos autorais -, independe de registro, advindo, de imediato, com a criação da obra.

A jóia pode receber proteção legal cumulativa pelo direito da propriedade intelectual: sua forma plástica ornamental tridimensional pode ser registrada como desenho industrial e como marca tridimensional; o desenho, como tal, goza de proteção pelo direito autoral; e características técnicas e mecanismos funcionais presentes nas jóias podem ser protegidos por patentes de invenção ou de modelo de utilidade.

A análise de qual a forma de proteção adequada à jóia deve ser feita casuisticamente, vez que cada objeto guarda detalhes merecedores de apreciação individual. As diferenças entre elas são diversas, como função do registro, custos envolvidos, tempo de obtenção do registro, termo de validade, âmbito de proteção legal, dentre outras.

A proteção mais adequada ao design das jóias que serão reproduzidas em série e postas no comércio é por desenho industrial, em razão de ser a que fornece meios mais eficazes de coibir a pirataria, e também pelos baixos custos envolvidos com o registro e pela celeridade com que o INPI trata desses objetos efêmeros, que exigem imediato amparo legal. Tal registro será válido, pela letra da Lei da Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), desde que seu objeto proporcione resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial.

Lembrando que a tutela jurídica dos direitos autorais nasce com a simples criação da obra, independentemente de qualquer registro, a apresentação de pedido de registro de desenho industrial no INPI produzirá, automaticamente, prova de titularidade ao desenhista, para fins de proteção pelo direito autoral.

Note-se que é de extrema importância que o pedido de registro de desenho industrial no INPI seja apresentado antes ou em até 180 dias de qualquer divulgação ao público do desenho, a fim de evitar a quebra do requisito da novidade. À guisa de esclarecimentos, o desenhista que leva o desenho de sua jóia à Escola Nacional de Belas Artes para registro, ou o divulga de qualquer forma, tem até 180 dias para apresentá-lo ao INPI para registro como desenho industrial. Findo este prazo, o objeto estará compreendido no estado da técnica (cairá domínio público), o que impede seu registro como desenho industrial.

Encerrando essa sinóptica exposição, vale enfatizar que o designer de jóias deve se preocupar com seu direito de exploração exclusiva do objeto do seu trabalho. Os danos causados pela pirataria vão muito além do arrefecimento das vendas diretas do titular de direitos da propriedade intelectual, decorrente da concorrência desleal estabelecida. O principal prejuízo ocorre com a vulgarização, ou diluição, de determinado objeto no mercado e a perda de seu efeito atrativo, o que compromete o futuro não só da jóia, mas também do desenhista, que não terá mais o mesmo apelo perante o público. Os exemplos de objetos, marcas e pessoas, físicas e jurídicas, que tiveram a imagem perante o público vulgarizada pela pirataria estão à solta no mercado, quando já não dele saíram, para confirmar o que aqui se diz.

Mina de ouro

O que têm em comum a rainha Sofia, da Espanha, e a cantora pop Britney Spears? As duas usam jóias feitas com pedras preciosas brasileiras. O Brasil é um dos únicos sete países do mundo com jazidas ainda generosas, prontas a ofertar grandes descobertas. O País é uma potência na produção de esmeraldas, ágatas e águas-marinhas, minerais cobiçados no mundo do luxo. É um mercado próspero. Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, o volume de exportações cresceu 27% em relação ao ano anterior, num total de US$ 242 milhões. A expectativa é atingir US$ 1 bilhão.
. A jóia da coroa, a pedra hoje adorada pelas pessoas de bom gosto, é uma turmalina encontrada no município de São José da Batalha, na Paraíba.
Entre os conhecedores, devido à localização geográfica, o mineral é conhecido como ?Paraíba?. ?Uma gema de cinco quilates desta pode custar US$ 75 mil, enquanto uma equivalente de diamante vale US$ 50 mil?, diz o gemólogo Walter Leite. Os diamantes, ressalta-se, são o patinho feio da turma. A exploração ainda é precária, pois depende de garimpeiros autônomos. ?A produção atual de diamantes é de 400 mil quilates anuais, enquanto a Austrália produz 31 milhões?, diz Leite. ?O Brasil tem capacidade para chegar a esse patamar desde que a exploração seja feita por mineradoras, e não mais por peneiras.?
 O negócio agrada a importadores e exportadores pelo aspecto econômico, sem dúvida, mas traz o charme histórico que faz toda a diferença quando se trata de vender as pedras no exterior. O ciclo da mineração do tempo do Brasil Colônia tem o romantismo afeito ao gosto europeu. É esse o tom que salta das páginas do livro Pedras Brasileiras (Editora Reler, R$ 120), da italiana Francesca Romana, há 18 anos radicada no Brasil, reputada desenhista de jóias de classe. Trata-se de um belo catálogo do que se encontra no rico solo brasileiro, e pode ajudar a organizar um negócio que, mesmo centenário, apenas agora, deixa a infância para entrar na adolescência.

Garimpando ganhos

Garimpando ganhos

Investir em diamantes pode até dobrar o capital. Saiba como aproveitar as oportunidades com a primeira bolsa especializada nessa pedra na América Latina

Garimpando ganhos
Ali Pastorini, da Del Lima: “Antes, eu tinha de comprar as pedras na China. Hoje elas estão a apenas oito horas de viagem” (foto: Pedro Dias)
Os diamantes são os melhores amigos da mulher, já dizia a atriz americana Marilyn Monroe. Para a designer gaúcha Ali Pastorini, proprietária do ateliê de joias Del Lima, eles são fonte de lucro e, também, de um dia a dia sacrificado. A cada seis meses, ela enfrentava jornadas de até 60 horas, entre viagens de avião e longas esperas em salas de embarque, para comprar sua principal matéria-prima, vendida em Hong Kong e Dubai. O custo das viagens e as taxas de importação tornavam o negócio oneroso. Desde julho, porém, as horas de voo diminuíram bastante.
Agora, a empresária compra suas gemas no Panamá, reduzindo os gastos com deslocamento e, melhor ainda, pagando menos impostos. Ela tem negociado suas pedras na Panamá Diamond Exchange (PDE), primeira bolsa de diamantes da América Latina. A PDE, que abrirá oficialmente em janeiro de 2018, foi criada por meio de uma parceria entre empresários do setor de joias e o governo panamenho, com investimentos de US$ 200 milhões. A bolsa reúne fisicamente compradores e vendedores em um mesmo local. Como os diamantes são muitos e diferentes entre si, e sua cotação varia em função do tamanho, pureza e procedência, a bolsa também publica cotações e informações sobre as pedras na internet.
Para negociar ali, é necessário obter uma licença, que deve ser retirada pessoalmente. A relativa proximidade geográfica com o Brasil e o fato de a bolsa estar localizada em uma zona franca, livre de impostos, portanto, beneficia diretamente negociantes e investidores brasileiros. “A maior dificuldade de quem trabalha com diamantes é achar pedras que tenham procedência registrada e bons preços, e isso só era possível indo à China ou aos Emirados Árabes”, diz Ali. A empresária compra diamantes polidos para produzir suas joias – que levam também ouro, rubis e esmeraldas – e as revende para clientes endinheirados dos Estados Unidos e Emirados Árabes.
Apesar de não revelar o faturamento, ela revela que a rentabilidade de sua empresa aumentou nos últimos meses em função da redução de gastos e taxas. “Eu chegava a pagar até 20% de impostos quando comprava em Dubai, dependendo do estado das peças”, diz. Atualmente, ela paga somente o imposto de importação no Brasil, que pode variar entre 10% e 45%. Com a abertura da bolsa, será possível a investidores de alto poder aquisitivo e apetite por diversificação comprarem e venderem pedras, aproveitando-se da perspectiva de alta de preços.
O mercado de joias na América Latina é avaliado em US$ 8 bilhões, sendo que a metade desse total vem da negociação de diamantes. Somados, Brasil e México, que são os maiores mercados, respondem por US$ 1 bilhão. Não por acaso, o foco da bolsa é atrair investidores brasileiros como a gaúcha Ali, diz o israelense Eli Izhakoff, presidente da PDE (leia ao lado). Apesar de não ser um investimento popular, os diamantes estão se tornando uma opção rentável. “As pedras são um ativo de baixa volatilidade e a demanda está crescendo rapidamente em mercados como Ásia, Oriente Médio e América Latina”, diz Izhakoff.
A maior facilidade trazida pela bolsa para a compra não isenta o investidor de alguns cuidados. A primeira orientação é obter informações sobre as características e o mercado das pedras antes de adquiri-las. “A procedência pode fazer toda a diferença na hora da venda”, diz Ali. Outro ponto importante é o estágio de processamento da pedra. “Entre o garimpo e a joalheria, um diamante passa por seis etapas e os investidores podem comprá-los em qualquer uma delas”, diz Izhakoff. Na fase de exploração e mineração, o retorno pode chegar a 20%.
Quando está em uma joia, o rendimento pode ser de até 100%. Para formar o preço médio do quilate são utilizados fatores como a origem da pedra e o grau de pureza. No site do Serviço Geológico do Brasil, um quilate, unidade de 0,2 grama de diamante, pode alcançar até US$ 63 mil. Apesar das possibilidades de um bom retorno, é preciso ter claro que os diamantes não possuem tanta liquidez quanto as ações. A maior ou menor facilidade para vendê-los vai depender do momento do mercado. A procura por diamantes tem aumentado e isso pode justificar a aposta nesse tipo de investimento. Segundo o consultor em finanças Augusto Saboia, a principal vantagem desse tipo de investimento é a possibilidade de valorização em épocas de expansão do mercado.
“Em momentos de turbulência, os diamantes são uma reserva de valor, da mesma forma que o ouro, com a vantagem de ocupar menos espaço físico”, afirma Saboia. Para Saboia, entre as desvantagens de se investir na pedra está a baixa liquidez em épocas de retração. “Além disso, segurança, transporte e conservação devem ser levados em conta”, diz o consultor. Para não ficar tão exposto às oscilações do diamante, Izhakoff diz que o investidor deve priorizar o mercado de varejo, ou seja, adquirir o diamante em fase finalizada, já lapidado e pronto para ser montado em uma joia, por exemplo.
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ELI IZHAKOFF
O presidente da Panama Diamond Exchange fala à DINHEIRO sobre as oportunidades para investidores
Onde estão as maiores bolsas de diamantes em todo o mundo?
Existem 30 bolsas de diamante. Os maiores centros comerciais para a pedra são os de Nova York, Antuérpia, na Bélgica, Ramat Gan, em Israel, e Dubai, nos Emirados Árabes.
Qual é o potencial brasileiro para o mercado de diamantes?
O mercado de joias da América Latina movimenta US$ 8 bilhões, dos quais cerca de 50% são de diamantes. Brasil e México respondem por US$ 1 bilhão por ano em diamantes. Até 2019, o mercado de varejo vai chegar a US$ 2 bilhões.
Como os investidores brasileiros podem ter retorno com diamantes?
O uso de diamantes como um mecanismo de investimento está crescendo. Eles são vistos como uma forma de investimento estável e com baixa volatilidade. Além disso, o retorno sobre os diamantes durante o prazo imediato é mais positivo por causa do rápido crescimento da demanda.