sábado, 10 de junho de 2017

Amazônia

A Amazônia é o maior bioma brasileiro com um território que corresponde a 4.196.943 milhões de Km² e abrange nove países, a saber: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname.
AmazôniaRio Amazonas
Considerada a maior reserva de madeira tropical do mundo, a Amazônia é composta aproximadamente de 2.500 espécies de árvores e abriga cerca de 30 mil espécies de plantas das 100 mil existentes em toda a América do Sul.
A Floresta Amazônica, contida no bioma Amazônia é considerada a maior floresta tropical do mundo.
Se quiser saber mais sobre os biomas do país, acesse: Biomas Brasileiros.

Características

Segue abaixo as principais caraterísticas do bioma Amazônia:

Clima

O clima da Amazônia é Equatorial, caracterizado por elevadas temperaturas e grande índice pluviométrico (chuvas).

Relevo

O relevo amazônico é formado de planície de inundação (várzeas), planalto amazônico e escudos cristalinos; e, na maioria dos casos, não apresenta altitudes acima de 200 metros. Contudo, o Pico da Neblina, considerado o ponto mais alto do Brasil localiza-se no norte do estado do Amazonas com altitude de 3.014 metros.

Vegetação

A vegetação na Amazônia é muito diversa e apresenta um conjunto de ecossistemas dispersos nas florestas existentes, a saber: Floresta de Várzea, Floresta de Igapó, Floresta de Igarapé, Floresta de Terra Firme e Floresta Montanhosas Andinas

Hidrografia

A bacia amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo e seu principal rio, o Amazonas, é o maior rio do mundo em volume de água com mais de 7 mil afluentes. Outros rios que fazem parte da hidrografia da Amazônia são: Araguaia, Nhamundá, Negro, Solimões, Tocantins, Trombetas, Xingu, Purus, Juruá, Japurá, Madeira, Tapajós, Branco.

Fauna e Flora

A Amazônia abrange a maior floresta pluvial e tropical do mundo, a Floresta Amazônica que abriga inúmeras espécies de animais e plantas o que lhe confere a maior em biodiversidade do mundo.
Alguns dos animais presentes no bioma da amazônia são: anta, preguiça, sagui-de-bigode, ariranha, suçuarana, arara-vermelha, tucano, morcego, tamanduá, cateto, cachorro-vinagre, gato-maracajá, macaco-aranha, macaco-barrigudo, irara, jaguatirica, jaguarundi, jacaré-açu,onça-pintada, peixe-boi, enguias, piranha, pirarucu, sucuri, bugio, boto cor-de-rosa.
As árvores nativas da Amazônia são: andiroba, pupunha, açaí, seringueira, mogno, cedro, sumaúma, castanha-do-pará.

Abandonada, ferrovia de ex-mineradora de Eike Batista no Amapá vira depósito de lixo

Abandonada, ferrovia de ex-mineradora de Eike Batista no Amapá vira depósito de lixo


Abandonada desde 2014, quando a Zamin Ferrous, ex-mineradora do ex-bilionário Eike Batista, parou de exportar minério, a Estrada de Ferro do Amapá (EFA) está tomada por mato e se transformou num depósito de lixo, no trecho da Rodovia Duca Serra, entre as cidades de Macapá e Santana, distantes 17 quilômetros.A Secretaria de Estado de Transportes (Setrap) informou que autorizou licitação para contratar empresa que vai administrar a rodovia. A previsão é de que isso ocorra no segundo semestre de 2017.
A estrada já representou um importante momento na economia amapaense, quando servia de transporte para minério e funcionários da empresa, que saiam da cidade de Santana até Serra do Navio. Desde a queda do porto de embarque, em 2013, a ferrovia está se deteriorando.
Na ferrovia acumulam-se entulhos de obras, restos de carcaça de animais, eletrodomésticos e lixo comum. Em alguns locais, moradores, por conta própria, limpam a frente da casa, como a dona de casa Maria do Socorro, que reclama da sujeira. “Aqui é muito sujo, diversos insetos entram em nossas casas e a situação é horrível”, lamentou.
A mineradora perdeu a concessão em julho de 2015 após um decreto do governo que aplicou a caducidade do contrato. O caso foi parar na Justiça, que manteve a extinção da concessão à empresa devido o abandono do patrimônio público.

Ferrovia

A EFA foi inaugurada em 1957 e tem um total de 194 quilômetros iniciando no município de Serra do Navio e cruzando as cidades e comunidades rurais de Pedra Branca do Amapari, Porto Grande, Macapá, até o destino final em Santana. A ferrovia foi construída para transporte e exportação da produção mineral, principalmente ferro e manganês.

Fim da estocagem

A empresa Zamin anunciou em 2014 o término da capacidade de estocagem de minério de ferro, tanto em Pedra Branca do Amapari, quanto em Santana, o que resultou na paralisação parcial das atividades. A ocupação dos locais se deu pela lentidão na exportação do minério, partindo do Amapá, por causa do desabamento do porto de Santana, em 2013, que matou quatro pessoas e deixou duas desaparecidas. A estrutura ainda não foi reconstruída.
Fonte: G1

CPRM inaugura LAMIN em Caeté- MG

CPRM inaugura LAMIN em Caeté- MG


O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) inaugurou o novo Laboratório Analítico e de Preparação de Amostras da Rede de Laboratório de Análises Minerais (LAMIN) no município de Caeté (MG). O LAMIN é responsável por certificar a qualidade das águas minerais comercializadas no País. Na ocasião a CPRM inaugurou também a Litoteca Regional de Caeté, que reúne acervo de rochas coletadas nas mais diferentes regiões geológicas e geográficas do País.
O LAMIN-Caeté possui equipamentos de última geração e profissionais qualificados para realizar com precisão análises químicas e microbiológicas em águas, rochas, solos, sedimentos e fósseis. O laboratório vai atender ainda a demandas de prefeituras, universidades e órgãos governamentais por monitoramento ambiental, controle da poluição e qualidade de águas superficiais e subterrâneas.
Enquanto isso, a Litoteca Regional de Caeté faz parte da Rede de Litotecas da CPRM. O local conta com acervo de amostras de rochas, testemunhos de sondagem, alíquotas geoquímicas, lâminas petrográficas coletados nas mais diferentes regiões do País, além de amostras de rochas coletadas a mais de 4 mil metros de profundidade, na Elevação do Rio Grande, localizada em águas internacionais do Atlântico Sul, onde a CPRM realiza pesquisas de geologia marinha, que visa avaliar o potencial mineral da região e ampliar a presença do Brasil no Atlântico.
Fonte: Brasil Mineral

Navios robóticos levarão aposta tecnológica de mineradora ao mar

Navios robóticos levarão aposta tecnológica de mineradora ao mar


A BHP Billiton, a maior mineradora do mundo, está estudando o uso de navios gigantes e automatizados para o transporte de cargas como minério de ferro e carvão como parte de uma mudança estratégica que pode revolucionar a indústria global da navegação, de US$ 334 bilhões. ”Navios autônomos seguros e eficientes transportando cargas da BHP, e movidos com gás da BHP, são nossa visão para o futuro do transporte de granéis secos”, escreveu o vice-presidente de frete da BHP, Rashpal Bhatti, em postagem no website da empresa. A companhia, que é também uma das maiores afretadoras de granéis secos do mundo, busca parcerias para trabalhar em mudanças tecnológicas no setor, disse ele.
A BHP, que afreta cerca de 1.500 viagens por ano para cerca de 250 milhões de toneladas de minério de ferro, cobre e carvão, quer empregar a tecnologia dentro de uma década, segundo Bhatti. Para as maiores mineradoras, a opção pelos navios sem tripulação geraria novas economias no mercado transoceânico de minério de ferro, de US$ 86 bilhões por ano, o que reflete a mudança para caminhões e trens autônomos que permite que um número menor de funcionários opere ou monitore diversos veículos remotamente.
O emprego de navios não tripulados na viagem marítima de 10 dias da costa norte da Austrália para a China seria uma extensão lógica da tecnologia atualmente usada, por exemplo, em minas e portos e permite que as produtoras respondam rapidamente a demandas específicas de clientes, disse Emilie Ditton, diretora de pesquisa da IDC Energy Insights em Sidney, por telefone.
“Nos últimos seis meses houve uma mudança realmente grande no desejo das mineradoras por buscar oportunidades de inovação”, disse Ditton. “Há um reconhecimento muito maior de que existem oportunidades de inovação, de maneira geral.”
A Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), agência da Organização das Nações Unidas em Londres que supervisiona o transporte marítimo global, trabalha atualmente na análise da regulação de navios de superfície autônomos, disse James Fanshawe, ex-alto oficial da Marinha Real Britânica e presidente do conselho do Maritime Autonomous Systems Regulatory Working Group, do Reino Unido, por telefone. Uma reunião do comitê de segurança marítima da IMO, que começa nesta quarta-feira, avaliará propostas para um estudo regulatório a respeito da “operação segura e ambientalmente correta” de navios autônomos, segundo o website da organização.
A BHP tem a visão de que o mercado de fretes de granéis sólidos está próximo de sofrer reformas nos preços e na liquidez, de forma similar àquelas observadas nos mercados de commodities a granel na última década, disse Bhatti, na postagem de 30 de maio. A companhia reduziu os custos de frete e transporte em 16 por cento, para US$ 2,3 bilhões, no ano fiscal de 2016, segundo registros.
Um projeto de três anos e 3,8 milhões de euros (US$ 4,3 milhões) financiado pela União Europeia desenvolveu uma proposta para um navio de granéis intercontinental e concluiu em 2015 que a tecnologia autônoma é viável e susceptível de ser adotada. A Administração de Segurança Marítima da China também está trabalhando no desenvolvimento de navios sem tripulação, segundo seu website.
Fonte: Portos e Navios / UOL
 

Cobre amplia ganhos, ainda sustentado por questões de oferta

Cobre amplia ganhos, ainda sustentado por questões de oferta


Os futuros de cobre operam em alta nesta manhã, ampliando ganhos da sessão anterior, ainda sustentados por questões que comprometem a oferta do metal básico no Chile e na Indonésia.Por volta das 7h30 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) avançava 0,42%, a US$ 5.770,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em julho subia 0,46%, a US$ 2,6215 por libra-peso, às 7h45 (de Brasília).
Nos últimos dias, precipitações de neve e fortes ventos no deserto do Atacama, no Chile, chegaram a interromper temporariamente a produção de algumas minas de cobre locais. Já na Indonésia, cresceram as tensões no setor minerador após a Freeport-McMoRan anunciar a demissão de 3 mil trabalhadores da mina de Grasberg.
Outros metais básicos na LME não tinham direção única: o alumínio caía 0,55% no horário citado acima, a US$ 1.894,50 por tonelada, o chumbo recuava 0,05%, a US$ 2.091,00 por tonelada, o estanho tinha alta de 0,10%, a US$ 19.100,00 por tonelada, o zinco exibia ganho de 0,73%, a US$ 2.490,00 por tonelada, e o níquel diminuía 0,23%, a US$ 8.825,00 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires