sábado, 10 de junho de 2017

Bomba Atômica

Bomba Atômica, ou bomba nuclear, é uma arma que consiste num projétil explosivo lançado por aviões ou por mísseis. Ela funciona em decorrência dos processos de fusão e fissão nuclear e tem um alto poder de destruição.
A bomba atômica foi utilizada em duas situações. Os lançamentos aconteceram durante a Segunda Guerra Mundial.

Aspectos Históricos

Receosos com os efeitos do Nazismo, cientistas alemães se deslocaram para os EUA. Albert Einstein também tinha ido para lá quando assumiu uma cadeira no Instituto de Estudos Avançados de Princeton.
Junto com o físico Leo Szilard, Einstein alertou o presidente Franklin Roosevelt sobre a possibilidade de os nazistas desenvolverem uma bomba atômica. Ele acreditava que os Estados Unidos da América (EUA) deveriam se antecipar.
Na sequência, foi dado início ao Projeto Manhattan, responsável pela criação da bomba atômica. O Projeto Manhattan foi dirigido pelo físico estadunidense Julius Robert Oppenheimer e teve como base os estudos de Albert Einstein. Esses estudos foram fundamentais para o desenvolvimento da energia atômica.
Antes de os EUA terem lançado a primeira bomba atômica da história, a arma nuclear foi testada. O teste aconteceu no dia 16 de julho de 1945 no deserto do Novo México (EUA).
Após o episódio conhecido como Bomba de Hiroshima, continuaram a ser desenvolvidas armas nucleares. Existem milhares de armas ainda mais potentes do que as que foram lançadas sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial. A maior parte delas pertence aos EUA e à Rússia.
A ONU é responsável por regular a política nuclear mundial.

Segunda Guerra Mundial

Na Segunda Guerra, as principais frentes eram formadas de um lado por Alemanha, Itália e Japão, do outro por Grã-Bretanha, União Soviética e EUA.
O objetivo era que o Japão se rendesse, já que a Alemanha e a Itália já tinham se rendido. A Bomba de Hiroshima foi lançada no dia 6 de agosto de 1945 pelo avião bombardeiro norte-americano que tinha o nome de Enola Gay.
A bomba recebeu o nome de Little Boy e detonou a 580 m de altura da cidade de Hiroshima, no Japão. A cidade foi destruída e cerca de 140 mil pessoas morreram.
Muitas pessoas morreram no momento da explosão, enquanto outras morreram em decorrência das sequelas deixadas pela arma nuclear.
Dias depois, foi lançada a Bomba em Nagasaki, outra cidade japonesa. Chamava-se Fat Man, destruiu grande parte da cidade e provocou a morte de cerca de 70 mil pessoas.
A Fat Man era mais potente do que a Little Boy, apesar de o seu estrago ter sido menor. Isto aconteceu pelo fato de a cidade estar localizada numa região montanhosa.
O Japão rendeu-se no dia 2 de setembro de 1945.
Em 1941 o Japão havia atacado a Pearl Harbor, base naval norte-americana, sem que tivesse sido feita qualquer declaração de guerra aos EUA. Saiba mais sobre esse acontecimento em Pearl Harbor
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Armas Nucleares Brasileiras

Embora o Brasil tenha capacidade para produzir armas nucleares, o país renegou o direito de ter essas armas de destruição.
Em 1979 tinha sido iniciado um programa secreto chamado Programa Paralelo. Esse programa que pretendia desenvolver armas de destruição maciça somente foi anunciado para os brasileiros na década de 90.
Tratava-se de um projeto que seria capaz de produzir bombas atômicas mais potentes do que as lançadas em Hiroshima e Nagasaki, mas foi desmantelado.

Aspectos Químicos

A bomba lançada na cidade de Hiroshima tinha duas cargas compostas de urânio 235, num total de cerca de 60 kg.
A bomba lançada em Nagasaki era composta de cerca de 6,4 kg de plutônio 239. Esse elemento surge a partir da transformação do urânio 238.
O urânio 235 (235U) e o plutônio 239 (239Pu) são elementos que possuem um potencial energético bastante elevado e, por isso, representam um grande perigo.
As bombas lançadas sobre as cidades japonesas decorreram do processo de fissão. Outro processo que resulta no funcionamento de bombas nucleares é a fusão.
Fissão é quebra do núcleo do átomo. Um nêutron atinge o núcleo do átomo e se parte. Num processo que acontece em alta velocidade, outros nêutrons atingem outros núcleos.
Fusão é junção do núcleo de dois ou mais átomos.
Esses processos liberam uma quantidade elevada e extremamente potente de energia. Esse é o motivo pelo qual ocorre a explosão.
As bombas mais potentes e que têm maior poder de destruição são as que contêm hidrogênio. São conhecidas como bombas H ou bombas de fusão porque é assim que elas funcionam.

Poder de Destruição

Nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, o ar transformou-se numa espécie de bola de fogo que se expandiu de forma veloz.
Essa bola era tão quente quanto a superfície do Sol, em decorrência da grande quantidade de energia térmica que foi liberada. Como consequência, o que estava a 1 km à volta transformou-se em cinzas.
O solo também sofreu um superaquecimento.
Os gases se expandiram provocando uma onda de choque, do que decorreu a queda de 62 mil prédios em Hiroshima. A cidade tinha 90 mil prédios.
Os efeitos causados pela radiação foram queimaduras, problemas respiratórios, perturbações mentais, deformações físicas e câncer em milhares de pessoas.
Aquelas que olharam para a explosão ficaram cegas e houve uma chuva radioativa que contaminou a água e o solo. Durante anos as pessoas sofreram com os efeitos das bombas.

Pearl Harbor

O ataque a Pearl Harbor, ocorrido em 1941, representou a ofensiva do Japão contra os Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O nome do evento está relacionado com o nome da base estadunidense atacada chamada de Pearl Harbor. Ela está localizada no Havaí, no Oceano Pacífico.
Após o evento, os Estados Unidos entram na segunda guerra mundial, ao mesmo tempo que declaram guerra ao Japão.
Esse documento declarando a guerra aos nipônicos foi assinado pelo Presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, no dia seguinte ao ataque aeronaval.
A Alemanha e a Itália, que estavam ao lado do Japão, deram apoio e também declararam guerra aos Estados Unidos.

Resumo

Pearl Harbor
Na manhã do dia 7 de dezembro de 1941 o Japão resolve atacar a base naval dos Estados Unidos de forma surpresa, ou seja, sem nenhuma declaração de guerra.
Chuichi Nagumo, almirante da Marinha Imperial do Japão, foi quem comandou o ataque.
Tanto os Estados Unidos quanto o Japão, já disputavam a hegemonia do continente asiático. Insatisfeito com a intromissão estadunidense e a expansão do imperialismo norte-americano, o Japão resolve atacar os Estados Unidos.
Na época, o Japão estava se expandindo rapidamente, travando guerra com diversos países da Ásia, como a China (1894-95); e da Europa, por exemplo, a Rússia (1904-05).
Com isso, os Estados Unidos resolveram bloquear o abastecimento de produtos essenciais no Japão, estacando também a exportação do petróleo. A resposta do império nipônico foi um ataque surpresa formado por mais de 350 aviões.
Esse evento, para os estadunidenses, acarretou na morte de aproximadamente 2400 militares, 70 civis e 1170 feridos.
Ademais, 11 navios e 188 aviões da base americana foram destruídos. Do lado japonês cerca de 30 aviões foram destruídos, 74 danificados e 5 submarinos perdidos.
A resposta americana ao ataque de Pearl Harbor foi declarar guerra ao Japão. Em 1945, os Estados Unidos lançou a Bomba Atômica nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Esse evento pôs fim a Segunda Guerra Mundial.
Filme
Baseado na história do ataque, em 2001 foi lançado o filme Pearl Harbor produzido por Jerry Bruckheimer e dirigido por Michael Bay.

A história da internet

A história da internet começa no ambiente da Guerra Fria (1945-1991) onde as duas super potências envolvidas, Estados unidos e URSS, estavam divididos nos blocos: socialista e capitalista, disputando poderes e hegemonias.
Os Estados Unidos, temendo ataques da Rússia, criou um sistema de compartilhamento de informações, a fim de facilitar as estratégias de guerra.
Nesse momento, surge o protótipo da primeira rede de internet, a "Arpanet" (Advanced Research Projects Agency).
Assim, no dia 29 de outubro de 1969, foi estabelecida a primeira conexão entre a Universidade da Califórnia e o Instituto de Pesquisa de Stanford, momento histórico: o primeiro e-mail enviado.
Por conseguinte, na década de 90, Tim Bernes-Lee, cientista, físico e professor britânico, desenvolveu um navegador ou browser, a World Wide Web (www), a Rede Mundial de Computadores - Internet.
A partir disso, a década de 90 ficou conhecida como o "boom da internet", ou seja, quando ela se popularizou pelo mundo, com o surgimento de novos browser ou navegadores (Internet Explorer, Netscape, Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Lynx) e o aumento do número de usuários, navegadores da internet.
Diante disso, ocorre uma grande proliferação de sites, chats, redes sociais (orkut, facebook, msn, twitter), tornando a internet a rede ou teia global de computadores conectados
Alguns estudiosos acreditam que a Internet foi um marco importante e decisivo na evolução tecnológica, visto que ultrapassou barreiras ao aproximar pessoas, culturas, mundos e informações; fato este que segundo eles, não acontecia desde a chegada da televisão, na década de 50.
Hoje em dia, a Internet é utilizada mundialmente como ferramenta de trabalho, diversão, comunicação, educação, informação e, por isso, é comum ouvir atualmente: "eu não vivo sem internet".
Além disso, muitos produtos são comercializados em sites de compras, uma vez que os impostos são menores e, consequentemente, os preços, se comparados com as lojas físicas.

Internet no Brasil

No Brasil, a Internet surgiu no final da década de 80, quando as Universidades brasileiras começam a compartilhar algumas informações com os Estados Unidos.
Entretanto, foi a partir de 1989, quando fundou-se a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que o projeto de divulgação e acesso ganha força, uma vez que o intuito principal era difundir a tecnologia da Internet pelo Brasil e facilitar a troca de informações e pesquisas.
Em 1997, criou-se as "redes locais de conexão" expandindo, dessa forma, o acesso a todo território nacional.
Em 2011, segundo dados do Ministério da Ciência e Tecnologia, aproximadamente 80% da população teve acesso à internet, o que corresponde a 60 milhões de computadores em uso.

História e evolução dos computadores

A evolução dos computadores acompanhou a evolução da sociedade durante os séculos século XX e XXI, mas a história do computador não começa apenas aí.
Os computadores são aparelhos eletrônicos que recebem, armazenam e produzem informações de maneira automática, fazem parte do nosso cotidiano e é cada vez maior o número de computadores usados no mundo.

História do computador

Note que a palavra “computador” vem do verbo “computar” que, por sua vez, significa “calcular”. Sendo assim, podemos pensar que a criação de computadores come na idade antiga, já que a relação de contar já intrigava os homens.
Dessa forma, uma das primeiras máquinas de computar foi o “ábaco”, instrumento mecânico de origem chinesa criado no século V a.C.
Assim, ele é considerado o “primeiro computador”, uma espécie de calculadora que realizava operações algébricas.
História e Evolução dos ComputadoresÁbaco
No século XVII, o matemático escocês John Napier foi um dos responsáveis pela invenção da "régua de cálculo", o primeiro instrumento analógico de contagem capaz de efetuar cálculos logaritmos. Essa invenção foi considerada a mãe das calculadoras modernas.
Por volta de 1640, o matemático francês Pascal inventa a primeira máquina de calcular automática que foi sendo aperfeiçoada nas décadas seguintes até chegar no conceito que conhecemos hoje.
A primeira calculadora de bolso, capaz de efetuar os quatro principais cálculos matemáticos, foi criada pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz, o qual desenvolveu o primeiro sistema de numeração binário moderno que ficou conhecido com "Roda de Leibniz".
A primeira máquina mecânica programável foi introduzida pelo matemático francês Joseph-Marie Jacquard, um tipo de tear capaz de controlar a confecção dos tecidos através de cartões perfurados.
Já no século XIX, o matemático inglês Charles Babbage criou uma máquina analítica, que a grosso modo, é comparada com o computador atual com memória e programas. Através dessa invenção, alguns estudiosos o consideram o “Pai da Informática”
Dessa maneira, as máquinas de computar foram cada vez mais incluindo a variedade de cálculos matemáticos, adição, subtração, divisão, multiplicação, raiz quadrada, logaritmos, dentre outros. Atualmente é possível encontrar máquinas de computar muito complexas.

Evolução dos Computadores

O computador, tal qual conhecemos hoje, passou por diversas transformações e foi se aperfeiçoando ao longo do tempo, a partir do avanço das áreas da matemática, engenharia, eletrônica, e por isso, não existe somente um inventor
De acordo com os sistemas e ferramentas utilizados, a história da computação está dividida em quatro períodos.

Primeira Geração (1951-1959)

os computadores de primeira geração funcionavam por meio de circuitos e válvulas eletrônicas, os quais possuíam o uso restrito, além de serem imensos e consumiam muita energia. Um exemplo é o ENIAC (Eletronic Numerical Integrator and Computer) que consumia cerca de 200 quilowatts e possuía 19.000 válvulas.

Segunda Geração (1959-1965)

ainda com dimensões muito grandes, os computadores da segunda geração funcionavam por meio de transistores, os quais substituíram as válvulas que eram maiores e mais lentas. Nesse período já começam a se espalhar o uso comercial.

Terceira Geração (1965-1975)

os computadores da terceira geração funcionavam por circuitos integrados, os quais substituíram os transistores e já apresentavam uma dimensão menor e maior capacidade de processamento. Foi nesse período que os chips foram criados e a utilização de computadores pessoais começou.

Quarta Geração (1975-até os dias atuais)

com o desenvolvimento da tecnologia da informação, os computadores diminuem de tamanho, aumentam a velocidade e capacidade de processamento de dados. São incluídos os microprocessadores com gasto cada vez menor de energia. Nesse período, mais precisamente a partir da década de 90, há uma grande expansão dos computadores pessoais. Além disso, surgem os softwares integrados e a partir da virada do milênio, começam a surgir os computadores de mão, ou seja, os smartphones, iPod, iPad e tablets, que incluem conexão móvel, com navegação na web.
História e Evolução dos Computadores
Logo, segundo a classificação acima, nós pertencemos à quarta geração dos computadores, o que tem revelado uma evolução incrível nos sistemas de informação.
Observe que antes a evolução dos computadores ocorria de maneira mais lenta. Com o desenvolvimento da sociedade podemos ver a evolução dessas máquinas em dias ou meses.
Alguns estudiosos preferem acrescentar a “Quinta Geração de Computadores”, com o aparecimento dos supercomputadores, utilizados por grandes corporações, por exemplo, a NASA. Nessa geração, é possível avaliar a evolução da tecnologia multimídia, da robótica e da internet.

Inclusão Digital

A inclusão digital é um conceito que determina o acesso aos meios e ferramentas digitais contemporâneos, tal qual a internet.
Assim, ela visa a democratização da tecnologia a partir da possibilidade de produção e difusão do conhecimento para todos os cidadãos.

Projeto Manhattan

O Projeto Manhattan foi uma pesquisa realizada durante a Segunda Guerra Mundial a fim de construir armas nucleares de 1942 a 1946.
Além dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra colaboraram com cientistas e abrigando fábricas necessárias para a construção de materiais.
É considerado o projeto científico mais caro da história.

Criação

O Projeto Manhattan foi criado quando começou o conflito europeu em 1939. Neste mesmo ano, o presidente Roosevelt foi alertado, através de uma carta escirta pelo cientista húngaro Leo Szilard e assinada por Albert Einstein, sobre as pesquisas que os nazistas estariam fazendo para desenvolver uma arma atômica.
Desta maneira, aconselhavam o presidente que os americanos deveriam tomar à dianteira e produzir armas atômicas antes que os nazistas.
Inicialmente, o projeto contava com um pequeno orçamento e um punhado de cientistas. Porém, após o ataque japonês a Pearl Harbour, em 1941, os Estados Unidos entram na guerra ao lado dos Aliados e buscam desenvolver armas cada vez mais poderosas. Desta maneira, o Projeto Manhattan passa a ser prioritário e recebe apoio massivo do governo.

Sedes

Em dois anos, o Projeto Manhattan rivalizaria em importância com a indústria automobilística em tamanho e pessoal empregado. Para se fazer uma ideia da dimensão, suas fábricas consumiam a décima parte da energia dos EUA.
A fim de manter o projeto em segredo foram construídos fábricas e laboratórios em 14 diferentes pontos da geografia americana e canadense.
Uma das sedes escolhidas foi Los Álamos, no norte estado do Novo México, para estar longe de possíveis ataques navais e só acessível por estrada. Em 1944, moravam seis mil pessoas em Los Álamos entre físicos, metalúrgicos, químicos.
Outra sede do Projeto estava em Oak Ridge, em Tennessee, que se tornou, em dois anos, a 5º cidade do estado. Chegariam a viver ali 55 mil pessoas entre cientistas, secretárias, soldados e trabalhadores em geral.
Em Chicago, o Laboratório de Metalurgia da Universidade de Chicago reuniu 2.003 cientistas que se dedicavam exclusivamente para o Projeto Manhattan.
Os trabalhadores envolvidos se comprometiam em não revelar nada do que estava acontecendo ali. Igualmente, tinham suas cartas censuradas, telefones grampeados e estavam proibidos de receber visitas externas.
Projeto Manhattan
Aspecto de Los Álamos na época do Projeto Manhattan

Projeto Manhattan

O Projeto Manhattan foi dirigido pelo físico americano Julius Robert Oppenheimer e pelo general Leslie Groves.
Oppenheimer era um importante estudioso e dava aulas em várias universidades americanas. Não parecia a pessoa mais indicada para coordenar o projeto, pois era introvertido e somente se interessava pelos estudos. No entanto, foi responsável por 150 mil pessoas que estavam envolvidas direta ou indiretamente com o Projeto.
Vários problemas científicos foram superados durante a pesquisa: a separação de átomos de urânio, criar a maneira de obtê-los em quantidade suficiente, como seria o funcionamento do reator, qual seria o design da bomba, etc.
Tudo isso deveria ser solucionado rapidamente, a fim de que que os nazistas não obtivessem armas nucleares antes dos americanos.
No dia 16 de julho de 1945, no deserto do Novo México, a primeira arma nucelar foi testada com êxito e os cientistas puderam continuar o seu trabalho.
No entanto, o cenário da guerra havia mudado, pois os alemães tinham assinado a rendição em 8 de maio de 1945 e a paz regressava ao continente europeu. Somente no Pacífico a guerra continuava e os japoneses se recusavam a depor armas. Assim foi contra esse povo que o presidente americano Truman resolveu lançar as bombas atômicas.
A justificativa do presidente e do seu Estado-Maior era simples: uma invasão por terra no Japão custaria, no mínimo, um milhão de baixas americanas e incontáveis perdas materiais. Por conseguinte, seria mais fácil forçar a rendição japonesa usando a primeira arma nuclear construída no mundo.