quinta-feira, 15 de junho de 2017

Em breve os EUA terão uma lei sobre dumping de aço e de alumínio, diz Trump

Em breve os EUA terão uma lei sobre dumping de aço e de alumínio, diz Trump


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou que o país terá, em breve, uma lei sobre dumping em relação a alumínio e aço para proteger os trabalhadores americanos. “Estamos aqui para mudar Washington e fazer com que o poder retorno ao povo americano”, disse o presidente, durante uma reunião de gabinete com seus secretários.
Assim como na semana passada, quando o governo se dedicou para promover a “semana da infraestrutura”, a Casa Branca pretende que esta seja a semana do mercado de trabalho, com Trump viajando para Wisconsin na quarta-feira e fazendo novos anúncios a fim de ajudar a força de trabalho dos EUA.
Segundo Trump, seu governo já começou a tomar medidas para fortalecer a economia americana, ressaltando que os EUA têm a menor taxa de desemprego em anos e que sua administração fará com que ainda mais pessoas voltem a trabalhar em estados como Ohio e Pensilvânia. Como argumento, o presidente afirmou que mais de 700 mil empregos foram criados durante seu governo e que isso pode ser visto na confiança dos mercados de ações dos empresários.
Fonte: Folha de Vitória

Vendas de cimento no Brasil caem 5,5% em maio ante um ano atrás, diz Snic

Vendas de cimento no Brasil caem 5,5% em maio ante um ano atrás, diz Snic


As vendas de cimento no Brasil em maio caíram 5,5 por cento ante igual mês de 2016, a 4,5 milhões de toneladas, informou nesta segunda-feira a entidade que representa o setor, Snic. Nos cinco primeiros meses do ano, a indústria vendeu 21,6 milhões de toneladas de cimento, volume 8,9 por cento menor ante mesmo intervalo do ano passado, de acordo com o Snic. Em 12 meses, as vendas acumulam baixa de 10,1 por cento.
Para 2017, a entidade prevê uma redução de 25 por cento na demanda. Contudo, o resultado de maio sinaliza tendência de desaceleração da queda nas vendas de cimento. Em abril, o setor vendeu 16 por cento menos na comparação anual. Entre os fatores, o Snic cita as medidas anunciadas pelo governo federal para o setor de construção, incluindo expansão de faixas de renda de famílias contempladas pelo Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e também no valor limite dos imóveis financiados pelo programa.
“Para que haja uma retomada de crescimento, serão necessárias mais ações, além das medidas já adotadas, e a volta de um ambiente macroeconômico mais favorável”, afirmou o presidente do Snic, Paulo Camillo.
Fonte: Reuters

Ouro fecha em baixa antes de reunião do Fed e com menor tensão política

Ouro fecha em baixa antes de reunião do Fed e com menor tensão política


O ouro fechou em baixa nesta segunda-feira, 12, com investidores à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A expectativa majoritária no mercado é de que o Fed decida na quarta-feira elevar os juros nos Estados Unidos. O ouro para entrega em agosto fechou em queda de US$ 2,50 (0,20%), a US$ 1.268,90 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Juros mais altos tendem a pressionar o ouro, já que o metal não paga retorno, mas compete com ativos que garantem retornos. Segundo o CME Group, que monitora apostas do mercado na política monetária americana, 95,8% dos operadores acreditam que o Fed anunciará um aperto monetário nesta semana.
O ouro também devolveu ganhos gerados recentemente pelas incertezas políticas, já que elas diminuíram, após o depoimento no Senado de James Comey, ex-diretor do FBI, e da eleição no Reino Unido, os dois eventos na quinta-feira. Além disso, o resultado positivo do partido do presidente da França, Emmanuel Macron, no primeiro turno das eleições parlamentares francesas colaborou para reduzir a tensão com a política. “O sucesso do partido de Macron na primeira rodada das eleições parlamentares na França parece ter deixado os participantes do mercado um pouco mais relaxados”, afirmaram analistas do Commerzbank.
Fonte: Dow Jones Newswires

   

Linhas de crédito à disposição da Vale oferecem suporte de liquidez, diz Moody’s

Linhas de crédito à disposição da Vale oferecem suporte de liquidez, diz Moody’s



Linhas de crédito rotativo à disposição da mineradora Vale oferecem bom suporte de liquidez à companhia, afirmou nesta terça-feira a agência de classificação de risco Moody’s, em um relatório ao mercado. Na semana passada, a mineradora anunciou a contratação de uma linha de crédito rotativo de 2 bilhões de dólares, com prazo de cinco anos. Para a agência, a transação fornece à Vale uma cobertura de liquidez de longo prazo, complementada por 3 bilhões de dólares adicionais em linhas disponíveis até 2020.
“As facilidades de crédito comprometidas totais de 5 bilhões de dólares, totalmente disponíveis a partir de junho de 2017, oferecem bom suporte de liquidez à Vale como parte de seu foco estratégico em disciplina financeira”, disse a agência. Além disso, a Moody’s destacou que as linhas ocorrem em um momento em que a Samarco, uma joint venture da Vale com a BHP Billiton, ainda não retomou suas operações e os litígios não resolvidos podem resultar em passivos adicionais.
A Samarco interrompeu suas atividades após o rompimento de uma de suas barragens de mineração em Mariana (MG), em novembro de 2015. O colapso matou 19 pessoas, deixou centenas desabrigadas e poluiu o rio Doce, que deságua no mar capixaba. A Moody’s destacou que a posição de caixa da Vale está sendo fortalecida em 2017, apoiada por desinvestimentos de ativos e por uma geração de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) mais forte.
O saldo em caixa da empresa era de 6,7 bilhões de dólares no fim de março, ante 4,3 bilhões de dólares em dezembro de 2016, e a empresa ainda aguarda receber recursos importantes com a conclusão da venda de ativos, disse a agência. A Moody’s ponderou, no entanto, que a empresa permanece significativamente exposta aos preços do minério de ferro, que estão em declínio, e aos metais básicos.
 Fonte: Reuters

Novo Acordo de Acionistas: entenda melhor o que pode mudar na Vale

Novo Acordo de Acionistas: entenda melhor o que pode mudar na Vale


No dia em que a Vale completou 75 anos de atuação, dia 1° de junho, o gerente de Relações com Investidores, André Figueiredo, apresentou, no Rio de Janeiro, uma palestra sobre o Novo Acordo de Acionistas. “É uma transação que vai mudar a vida da empresa. Será realmente transformador. “Trata-se da transação mais simbólica e emblemática do mercado de capitais da história do Brasil. A Vale passou a ser exemplo e está instigando outras empresas a fazer o mesmo”, afirmou André.
Entenda melhor o novo Acordo de Acionistas que tornará a Vale uma True Corporation, ou Verdadeira Corporação, e permitirá que nossas ações sejam negociadas no Novo Mercado da Bolsa de Valores, um segmento de mercado da BOVESPA para empresas do mais alto nível de governança, gestão e transparência.
Fonte: Vale