sexta-feira, 16 de junho de 2017

Sistema Solar

O Sistema Solar é o conjunto formado por 8 planetas, dezenas de satélites naturais, milhares de asteroides, meteoros, meteoroides e cometas que giram em torno do sol.

Origem

Algumas hipóteses tentam explicar a origem do Sistema Solar. Uma delas é a hipótese nebular.
Segundo ela, as estrelas teriam sido, no início nebulosas, grandes nuvens de poeira e gás que se compactaram girando cada vez mais rápido, devido a sua força gravitacional.
Sua porção central teria formado uma estrela, e a matéria exterior teria se contraído, dando origem aos planetas. O sol e todo o sistema solar faz parte de uma galáxia, que se chama Via-Láctea.

Planetas do Sistema Solar

Sistema SolarRepresentação do Sistema Solar
Os planetas são astros sem luz nem calor próprios. No nosso sistema solar são conhecidos oito planetas que de acordo com a proximidade do sol são:
  • Mercúrio
  • Vênus
  • Terra
  • Marte
  • Júpiter
  • Saturno
  • Urano

    Planetas Anões

    Plutão, cuja identidade vinha sendo questionada há anos pelos cientistas, conhecido como o mais frio e distante do Sol, recebeu, em 2006, da União Astronômica Internacional (UAI) uma nova classificação "Planeta Anão".
    De acordo com as novas regras o planeta deve obedecer três critérios: deve orbitar o sol, deve ser grande o suficiente para a gravidade moldá-lo na forma de uma esfera e sua vizinhança orbital deve estar livre de outros objetos.
    Éris é o novo corpo celeste, descoberto em 2003, por uma equipe de pesquisadores americanos, sob a chefia de Mike Brown, anteriormente denominado pelo registro astronômico 2003 UB313 - o que seria o "décimo planeta", fica a 14 bilhões de quilômetros da terra.
    Em 2006 foi definitivamente classificado como Planeta Anão. O nome Éris é referente a deusa grega da discórdia.


Como Funciona? Os mostradores dos relógios são divididos por linhas, as quais correspondem às horas. Eles têm uma haste encaixada na vertical, que é uma espécie de ponteiro. Chama-se gnômon e é ele que faz sombra à medida que o Sol se move. A sombra indica as horas. Importa referir que o relógio de sol não é tão preciso como um relógio convencional. Isso porque ele não tem escalas de minutos, de modo que mede somente as horas. Para que funcione de forma adequada, é muito importante que a sua haste esteja alinhada com o eixo de rotação da Terra. Além disso, é importante lembrar que, uma vez que se trata de um relógio solar, o seu funcionamento apenas pode ser verificado em um dia ensolarado.

O relógio de sol é um relógio que indica as horas conforme a projeção da luz solar, ou seja, é um dispositivo que não depende de trabalho mecânico.
A necessidade de medir o tempo incentivou a invenção de formas que servissem para que as pessoas pudessem se orientar temporalmente. Isso era importante para que elas soubessem, por exemplo, quais eram as épocas de plantio e colheitas.
Uma dessas primeiras formas de mediação é o relógio de sol, inventado há muitos anos. Depois dele, surgiram o relógio de água e o relógio de areia, os quais também são conhecidos respectivamente pelos nomes clepsidra e ampulheta.
Relógio de Sol
Os obeliscos, verdadeiras obras arquitetônicas, são os relógios de sol mais antigos do mundo. Construídos no Antigo Egito, o mais antigo data de 3500 a.C aproximadamente.
Os relógios solares mais simples são aqueles cujo mostrador é uma superfície plana. Há relógios com mostradores inclinados.
Ainda hoje podemos encontrar esse tipo de relógio antigo em jardins, proporcionando mais beleza a esses espaços públicos.

Como Funciona?

Os mostradores dos relógios são divididos por linhas, as quais correspondem às horas. Eles têm uma haste encaixada na vertical, que é uma espécie de ponteiro. Chama-se gnômon e é ele que faz sombra à medida que o Sol se move.
A sombra indica as horas. Importa referir que o relógio de sol não é tão preciso como um relógio convencional. Isso porque ele não tem escalas de minutos, de modo que mede somente as horas.
Para que funcione de forma adequada, é muito importante que a sua haste esteja alinhada com o eixo de rotação da Terra.
Além disso, é importante lembrar que, uma vez que se trata de um relógio solar, o seu funcionamento apenas pode ser verificado em um dia ensolarado.


O Gossan

Gossan pirita
Gold em gossan
Calcopirita gossan
O Gossan

Por Pedro Jacobi

Gossan, segundo a definição original é o produto do intemperismo sobre sulfetos maciços de minérios econômicos. Um sulfeto maciço, por sua vez tem que ter mais de 50% do peso em sulfetos... Esta é a definição inicial, que está sendo abandonada. Hoje, a visão dos Geólogos de Exploração sobre os gossans evoluiu: gossans são produtos de intemperismo de rochas sulfetadas não necessariamente maciças e não necessariamente derivados de sulfetos economicamente interessantes. Eles são também chamados de chapéus de ferro (Francês). Em alguns casos são chamados de gossans os ironstones derivados do intemperismo sobre carbonatos ricos em ferro como a siderita.
Os principais minerais de um gossan são a goethita e hematita. Outros hidróxidos de ferro comuns são geralmente agrupados como limonitas. Estes óxidos conferem à rocha a sua característica ferruginosa com cores fortes, ocre vermelho-amareladas. A rocha encontra-se na superfície podendo ou não estar em cima dos sulfetos originais. Gossans podem ser transportados. Neste caso os óxidos migraram e se precipitaram longe dos sulfetos de orígem.
Em geral um gossan é poroso e pulverulento. Seus minerais são formados pela decomposição dos sulfetos com formação de ácido sulfúrico. O ácido acelera sobremaneira a decomposição dos minerais, lixiviando parcial ou totalmente os elementos solúveis. A lixiviação pode ser tão intensa que os elementos solúveis como zinco ou até mesmo o cobre podem não mais estar presentes no gossan. Portanto a simples avaliação química de um deve levar em conta, também, aqueles elementos traços menos móveis que talvez estejam ainda presentes e que possam caracterizar a rocha como interessante. Esses estudos de fingerprinting são fundamentais quando o assunto é gossan.
Durante o processo de decomposição é comum que a textura original dos sulfetos se mantenha de uma forma reliquial: as chamadas boxwork textures. Texturas boxworks são entendidas por um pequeno e seleto grupo de geólogos. Elas indicam, em um grande número de casos, qual foi o sulfeto original. Em muitos gossans os boxworks só podem ser vistos ao microscópio petrográfico.
Foi essa correlação entre textura boxwork e o sulfeto original que gerou trabalhos clássicos sobre gossans, como o do pioneiro Ronald Blanchard ou o do colega Ross Andrew, possivelmente inexistentes nas bibliotecas das escolas de geologia. A determinação dos sulfetos a partir das texturas é uma arte que está sendo perdida nos nossos dias e tende a desaparecer com a chegada dos equipamentos de raio x portáteis.
Gossan BlocksCarbonatoOpaline Gossan  
Blocos de gossan
 calcopirita
Gossan sobre pirita
boxworks cúbicos
Pseudo gossan sobre carbonatosOuro em gossanGossan silicoso (opaline gossan)
Cu-Ni 
Gossan sobre calcopirita maciça
Foi através da descoberta de gossans na superfície que foram descobertas a maioria das jazidas de níquel sulfetado tipo Kambalda na Austrália na década de 60 e 70. Nesta época, a capacidade do Geólogo de distinguir entre gossans derivados de sulfetos de Cu-Ni dos derivados de sulfetos estéreis como a pirita e pirrotita foi o diferencial entre os bem sucedidos e os losers. Foi nesta época que se desenvolveu a microscopia de gossans pois, como dissemos acima, muitos gossans tiveram seus elementos econômicos lixiviados quase que totalmente restando somente o estudo de boxworks para a identificação dos sulfetos originais.
A determinação e estudo de gossans e de boxwork textures  levou à descoberta de inúmeros porphyry coppers como muitos dos gigantescos depósitos de Cu-Au-Mo dos Estados Unidos, Andes e mesmo na Ásia.
No Brasil é clássico o gossan de Igarapé Bahia, que foi lavrado por anos a céu aberto como um minério de ouro apenas...até a descoberta de calcopirita (Depósito Alemão) associada a magnetita, em profundidades de 100m. Se os Geólogos da Vale entendessem de gossans, naquela época, a descoberta do Alemão não seria feita por geofísica com décadas de atraso como foi o caso.
Mesmo descobertas como o depósito de Cobre de alto teor Mountain City em Nevada, 1919, foi uma decorrência de um estudo feito por um prospector de 68 anos chamado Hunt em um gossan tido como estéril. O gossan, que não tinha traços de cobre, jazia poucos metros acima de um rico manto de calcocita...O Hunt não sabia o que era um gossan mas acreditava que a rocha era um leached cap ou um produto de lixiviação de sulfetos. Ele tinha o feeling, coisa que todo o Geólogo de Exploração deve ter.  Exemplos como estes devem bastar para que você se convença da importância dos gossans na pesquisa mineral.
A foto do gossan silicoso é um excelente exemplo. Eu coletei essa amostra exatamente sobre um sulfeto maciço de Cu-Ni no Limpopo Belt em Botswana (Mina de Selebi Phikwee) minutos antes do gossan ser lavrado. O gossan estava 5 metros acima do sulfeto fresco...Neste caso o gossan é constituído quase que exclusivamente por sílica (calcedônia) de baixa densidade (devido aos poros microscópicos). Até o ferro foi remobilizado desta amostra. A cor amarelada da amostra se mesclava com cores avermelhadas no afloramento. Somente ao microscópio que aparecem os boxworks de calcopirita e de pirrotita e pentlandita. Selebi-Phikwe em produção desde 1966 deverá ser fechada ainda este ano.
Com certeza esse foi o último opaline gossan de Selebi-Phikwe. O mais interessante é que as análises que eu fiz no Brasil mostraram cobre abaixo de 100ppm e níquel em torno de 150ppm. Em outras palavras qualquer um que coletar uma amostra em ambiente ultramáfico que analise 70 ppm de Cu e 150ppm de Ni não vai soltar foguetes. Vai simplesmente desconsiderar a amostra e partir para outra. Ele poderá estar perdendo uma oportunidade extraordinária por desconhecer o que um gossan.
Se você ainda não está convencido da importância dos gossans entre no Google e pesquise duas palavras: gossan discovery. O Google vai listar milhares de papers sobre descobertas minerais feitas a partir de um afloramento de gossan.
Fique atento e estude: Você é o que você sabe!!

Komatiites

Komatiites
Fonte: CSIRO
spinifex texture in komatiite from Mt KeithKomatiites are a remarkable class of ultramafic (very magnesium-rich) lavas which are, with very few exceptions, restricted to the first half of the earth's history. A remarkable global outpouring of komatiites occurred around 2700 million years ago, and komatiites of this age host a significant proportion of the world's sulfide nickel resources.
Komatiites were exeptionally hot. The most extreme examples probably erupted at temperatures in excess of 1600 degrees C. At this temperature, the lavas would have been extremely fluid, with viscosities approaching that of water. However, our research leads us to believe that they were erupted by much the same mechanisms that govern modern basalt lava flows.
Nickel sulfide deposits in komatiites occur largely within linear, olivine-choked lava pathways which may originally have formed as lava tubes, within regionally extensive flow fields (see diagram below). The origin of these deposits remains controversial, but several lines of evidence strongly favour a hypothesis referred to variously as "ground melting", "thermal erosion" or "substrate erosion". According to this hypothesis, komatiite lavas melted and eroded the ground they flowed over, causing the lavas to become contaminated by this molten substrate. Where the substrate contained high proportions of sulfur, this caused an immiscible suflide melt to form, in the same way a molten sulfide matte forms in a blast furnace, with the komatiite lava being analogous to the slag. The immiscible sulfide melt scavenged Ni, Cu and platinum group metals from the silicate melt, forming an "ore magma". Orebodies formed where this ore magma pooled and froze at the floor of the flowing lava. The erosion process, and the accumulation of sulfide ores, are restricted to the major flow pathways within the lava flow lobe, as illustrated
Figure 1. Schematic diagram illustrating the genesis of sulphide ores in komatiite lava-flows.
The Ni-Cu-PGE Group (formerly known as the Magmatic Ore Deposits Group) has carried out an extended program of research on the characteristics and origin of these deposits, which include some of the world's most important Ni resources (see below). Our main lines of enquiry have been:
The volcanology of komatiites - how were they erupted, and under what conditions could they erode their substrates? Can this knowledge be used to guide exploration in metamorphosed and deformed terrains?
Lithogeochemical indicators - can chemical indicators of mineralising processes be detected in komatiite suites, and if so, can they be used to prioritise exploration targets?
 

Mota-Engil assina contrato de 210 milhões de dólares na Guiné-Conacri

Mota-Engil assina contrato de 210 milhões de dólares na Guiné-Conacri


A Mota-Engil assinou um contrato na Guiné-Conacri no valor de 210 milhões de dólares com a Société AngloGold Ashanti de Guinée para ser o fornecedor exclusivo de serviços de mineração na mina de ouro de Siguiri. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Mota-Engil informa sobre a adjudicação e assinatura do contrato com a subsidiária da AngloGold Ashanti Limited, através do qual fornecerá em exclusivo serviços de mineração, incluindo o fornecimento de equipamentos e instalações.
O contrato tem um valor de 210 milhões de dólares (cerca de 187,3 milhões de euros) tem uma duração de 56 meses e será executado por uma entidade incorporada na República da Guiné e detida integralmente pela Mota-Engil Engenharia e Construção África. o documento, a empresa portuguesa lembra que foram recentemente adjudicadas a empresas do Grupo diversas obras noutros países da região de África.
Em Angola destacam-se vários contratos no valor de cerca de 130 milhões de dólares (cerca de 116 milhões de euros) e em Moçambique assinou com a China National Complete Engineering Corporation, uma subsidiária da China Machinery Engineering Corporation, empresa cotada na Bolsa de Hong Kong, um contrato de 2,4 mil milhões de dólares (cerca de 2,1 mil milhões de euros) em Moçambique para a construção da linha ferroviária entre Moatize e Macuse, cujo arranque está previsto para 2018.
“Com este aumento da carteira de encomendas da região de África, em mais de 300 milhões de euros, a Mota-Engil reforça o objetivo de retomar o ritmo de crescimento dos seus negócios naquela região e no Grupo”, lê-se no comunicado.
Fonte: DN