sábado, 17 de junho de 2017

OPALA – Pedro II- Piauí

OPALA – Pedro II- Piauí


Entre os atrativos de Pedro II, encontram-se as opalas  que se distinguem pela sua beleza e múltipla utilidade. As minas se espalham pelas cercanias de onde se extraem as pedras brutas, lapidadas até hoje de forma artesanal e rudimentar. As opalas são utilizadas como adorno, servindo para a produção de brincos, colares e anéis, e também talismã energético por sua grande concentração de luz.
Opalas Pedro II
Opalas Pedro II
Pedro II possui uma característica desconhecida de muitos. Lá existe uma das únicas regiões de garimpo de opala da América Latina e, no mundo, só são encontradas na Guatemala, México, Austrália, Estados Unidos e Japão. As pedras de Pedro II são muito mais resistentes e de melhor qualidade plástica do que as dos concorrentes.
Revista Globo Rural
Revista Globo Rural
A opala é uma pedra abundante no município. Existem basicamente três tipos: a opala negra, de cor preta; a opala de fogo, de cor vermelha; e a opala nobre, considerada extra, com sete cores. A opala é a “pedra da lua”, por apresentar a cor do satélite terrestre. Ao chegar ao consumidor final, passa por um trabalhoso processo que envolve desde as escavações até a delicada forma de lapidação.
Opalas Pedro II
Opala Matriz (Opalas Pedro II)
Existem muitas versões para a descoberta da opala em Pedro II. Uma delas conta que tudo aconteceu a partir dos botões da camisa de um antigo morador da cidade. Ao encontrar o mineral, o cidadão resolveu cortá-lo em forma de botão e usá-lo na camisa, chamando a atenção das pessoas.
Acervo Pessoal
Acervo Pessoal
Outra versão conta que o processo de polimento se iniciou com a observação do conteúdo do papo de uma galinha que, ao ciscar no cascalho, engolia as opalas. A sua natureza avícola se encarregava de polir as pedras, encontradas já reluzentes em seu papo.
Opalas Pedro II
Opalas Pedro II
FONTE: Secretaria de Estado do Turismo

O TOPÁZIO


O topázio é uma pedra anteriormente chamada de semi-preciosa que tem vários gêneros de cores e é amplamente utilizada por joalheiros. O mais comum é o topázio amarelo, mas é o mais procurado depois do topázio imperial é de cor dourada do laranja ao vermelho. Nós conseguimos Topázio Imperial diretamente de Ouro Preto-MG, no Brasil. Nós lá vamos muitas vezes para procura de exemplares solicitados por nossos clientes. Os Topázios imperial grandes são muito raros e atingem preços exorbitantes.
O Topázio é encontrado com frequência em azul e é muito raro ter as cores naturais das pedras, porque muitas vezes são tratados. Nós mesmos temos pouco topázio natural azul, sem tratamento, onde se pode observar inclusões naturais: libelos, velas, gelo, gotas ou canais. Essas inclusões são encontradas em todos topázio natural, a natureza sempre deixar vestígios. Há topázio rosa, amarelo e laranja. O Topázio é geralmente usado em anel, mas também pode ser usado para pingentes, brincos, colares ...
O Topázio já era usado na época do antigo Egito, pelos gregos e pelos romanos. Menos utilizado nas coroas européias, foi reservado para o czar da Rússia e alguns funcionários russos do século XIX, que eram peças lindíssimas.
Você pode encontrar o topázio no Brasil, Sri Lanka, Paquistão e Rússia. Topázio Imperial é encontrado no Brasil e em outros lugares. Sua dureza é de 8 na escala de Mohs.




AS TURMALINAS DE VÁRIAS CORES

AS TURMALINAS DE VÁRIAS CORES
A turmalina é uma pedra que vem em uma infinidade de cores. Ela é uma das pedras anteriormente chamadas de semi-preciosas e é muito popular em jóias. Turmalinas pode ser vermelhas, amarelas, azuis, verdes, bicolores, tricolores, ou mais.
A turmalina vermelha é chamada rubelite e é altamente cobiçada. Sua cor vermelha vem do lítio. Vai de rosa vermelho com uma pitada de roxo, mas o rubi é o mais procurado. Há muitas inclusões, tais como calúnia, canais, geadas ... Estes não tiram o seu valor como pedra, o contrário, a partir do momento em que eles não são numerosos, não impedindo refração da luz. Há rubellites no Brasil, Madagáscar e Moçambique.
A turmalina amarela é uma pedra nova. Foi descoberta no Malavi no final de 2000. Esta é a única cor que faltava em turmalina, a cor mais procurada é o canário. Você pode encontrar esta pedra no Malavi e no Brasil. turmalinas amarelas também estão presentes em outros países, como Madagáscar, Tanzânia e Sri Lanka, mas tem um fundo marrom.
A turmalina verde é uma pedra muito utilizada por joalheiros e muito procurada, porque tem muitos tons de verde. O verde é o mais procurado depois de verde esmeralda, mas há também outras variantes: verde amarelado, verde oliva, marrom, verde escuro, verde-claro. Esta pedra pode ser montado como um pingente, anel, brincos ... Há turmalinas verdes no Brasil, Paquistão, Moçambique, Nigéria ...
Turmalina azul é uma pedra rara que pode ser encontrado no Brasil, Nigéria, Afeganistão ... A mais conhecida e mais bonita é a azul turmalina Paraíba. Descoberta em 1987, ela veio de Minas Gerais. Sua coloração é azul-turquesa ao azul índigo. É raro encontrar tamanhos grandes de pedras, e quando eles existem, eles estão alcançando recorde de valor e não são incluídos na negociação do mercado atual.
A turmalina negra não é muito conhecida no uso de jóias; por ser muito escura, não deixar qualquer transparência. As pedras vêm do Brasil, Madagascar ...
A turmalina multicolorida é muito variada, durante o seu crescimento, a turmalina pode mostrar cores diferentes. Pedras brutas são encontradas em Minas e são de tamanhos diferentes podendo ser muito finas e muito amplas. Há muitos nomes para a miscelânea de turmalinas multicoloridas ou bicolores. Elas são por fora rosa e verde – e por dentro vermelhas. Nós compramos várias turmalinas de muitas cores quando viajamos ao Brasil. Nós criamos peças únicas a preços razoáveis: brincos ou pingentes. Há turmalinas multicolorida no Brasil, Sri Lanka, Madagascar ...
A dureza das turmalinas é de 7 a 7,5 na escala de Mohs.
Fonte= UOL

A RAINHA DAS PEDRAS PRECIOSAS-OPALA NOBRE

A RAINHA DAS PEDRAS PRECIOSAS-OPALA NOBRE

O nome "opala" vem da palavra sânscrita "LAUP", que significa "pedra preciosa". A pedra opala é particularmente atraente, rara e extremamente variada. É usada na joalheria para fazer muitas jóias, como anéis, pingentes, brincos ... é um coringa de pedra e fácil de usar.

A Opala é composta por bolas de cristobalita alfa, de baixa temperatura e em envelope lacrado. Entre essas bolas de cristobalita alfa, existem "vazios" que contêm água em quantidades variáveis.
É Essa reflexão e decomposição da luz na superfície da cristalização que geram estas reflexões opalinas, com diferenças de uma rocha para outra, dependendo dos elementos de arquitetura de dados. Isso se aplica a todas as variedades de opalas.
As variedades de opalas são muito numerosos.
A opala pode ser monótona e inútil, neste caso ela é chamada de opala comum, só as opalas maciças (grau) e de cores vivas são descritas como "opala preciosa". A opala comum é encontrado em abundância em todo o mundo.
A variedade encontrada em associação com o valor de opala é chamado de « Potch » na Austrália. Ela é inútil como uma pedra preciosa, usada como transitória gêmea ou trigêmea. O Potch Opala "pode ser branco, cinza, amarelo, preto ou mel como água límpida e pode até mesmo apresentar uma mistura dessas cores.
Cerca de 95% de opalas encontradas em minas são « Potch ». Apenas 5% têm um valor real, enquanto os restantes 95% são de qualidade média.
Só uma percentagem muito pequena (5% sobre estes 5%) é chamado de preciosa, uma opala outra, mostrando uma cor (mas não igual ao da a opala preciosa) chamada "girassol hydrophono Opala, vitreíte.

As qualidades do Opala Negro:
As qualidades do opala negro é "geologicamente" unidades: requerem avaliações maiores do que qualquer outra gema.
As diversas variedades de opalas representam uma família tão grande que sua definição pode ser exaustiva, como é o caso de grupos minerais.
Assim, a originalidade imensa da opala detém a distinção da sua gama infinita de cores, impossível de determinar, devido à sua imensa diversidade.
Estas variedades diferentes de opalas variando de cor pálida de um céu branco até o vermelho cardinal intenso, que só os reis podiam ter acesso.
Todas as gerações do espectro estão representadas: uma opala simples pode extraordinariamente até 200 cores diferentes.
Como os mineiros comumente diziam, a “flor dos deuses” nasceu no centro das cinzas do inferno, segundo a lenda.

Opala Negro
Desde os tempos antigos, os homens se fascinam pelo opala negro. Considerado pela maioria dos reinos mais importantes da Europa como a "rainha das gemas", o opala negro e suas diferentes variedades há muito tempo adornaram as jóias da coroa de todas as dinastias do mundo.
Erradamente considerada como uma pedra longa que traz má sorte, opala é completamente o oposto, considerada uma pedra que dá ao portador uma vida longa, sorte e amor em toda sua existência. É uma pedra extraordinária que pode ter em uma única rocha até 200 cores e pode ser tão azul como uma safira e mais brilhante do que todas as pedras coloridas.
Na Austrália, estima-se que 98% dos territórios contêm opalas inexploradas. Isto significa que as descobertas ainda estão para ser feitas. Esta bela pedra ainda é desconhecida nos países ocidentais, mas será sem dúvida a estrela da nova jóia nos anos vindouros.
Esta pedra é sem dúvida uma das mais belas do mundo, mas também um das mais caras. Apreciada pelos maiores designers modernos, é também muito raras: algumas jóias podem chegar cerca de R$100 .000,00 ou até mais.
Todos podem observar num opala negro de pedra original, uma beleza surpreendente por mil anos.
A dureza da opala é 5.5 a 6.5 na escala de Mohs.

Este artigo foi escrito pelo Sr. John Stephen e agradecemos-lhe por sua belas fotos e textos são de propriedade de Geologia da COMPTOIR NATIONAL DE GEOLOGIE

Mudança no parque Jamanxim, no PA, abre caminho para garimpo

Mudança no parque Jamanxim, no PA, abre caminho para garimpo
Parque do Jamanxim, que pode perder 12% de sua área
Parque do Jamanxim, que pode perder 12% de sua área


Folha de São Paulo


Proposta com o objetivo declarado de "organizar e regularizar o processo de ocupação", a APA (Área de Proteção Ambiental) Rio Branco abre caminho para a mineração e o desmatamento em uma das florestas mais preservadas do Pará. Aprovada pelo Congresso, sua criação depende agora do aval do presidente Michel Temer (PMDB).
Com 101 mil hectares e localizada no município de Trairão (PA), a APA é um desmembramento do Parque Nacional do Jamanxim, no sudoeste do Pará, que corre o risco de perder 12% de sua área.
Na proposta original da Medida Provisória 758, o parque Jamanxim perderia 862 hectares da área original, por causa da construção da ferrovia Ferrogrão. Por outro lado, teria a área aumentada em 51 mil hectares, expansão derrubada pelo Congresso.
O argumento principal dos defensores da APA é que, ao permitir a ocupação humana e atividades como garimpo e pecuária, ela vai regularizar posseiros que já estão no local desde antes da criação do parque, em 2006.
No entanto o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), responsável pela administração do parque, afirma que a área da APA está praticamente intacta e que não há posseiros vivendo nela.
Caso seja criada a APA, a diminuição no grau de proteção permitirá atividades de garimpo licenciadas pela prefeitura de Trairão, município de 18 mil habitantes que sobrevive principalmente da extração ilegal da madeira e do ouro.
Em janeiro, a prefeitura foi multada pelo ICMBio por emitir uma licença de lavra dentro da Floresta Nacional de Altamira, atribuição exclusiva de órgãos federais. O megagarimpo, para extração ilegal de cassiterita, é vizinho ao parque Jamanxim e tem cerca de 6 km de extensão.
"A área é vítima de saqueio madeireiro e de uma nova onda de garimpos, nisso se resume sua ocupação. Com a APA, podemos esperar a área ser tomada por grileiros. Aos crimes ambientais que hoje acontecem se somará o desmatamento", afirma o cientista social Mauricio Torres, coautor do livro "Dono é quem desmata: conexões entre grilagem e desmatamento no sudoeste paraense".
"A APA não regulariza absolutamente nada. Ao contrário, reduz uma unidade de conservação criada onde não havia ocupação de colonos para abrigar grileiros e outras atividades ilegais, diz.
EXTRATIVISMO
Morador do distrito Três Bueiros, que pertence a Trairão, o gaúcho Salatiel Antonio da Silva é uma das cerca de 180 pessoas que reivindicam uma área dentro da APA Rio Branco, mas diz que só ficam durante alguns períodos no local por causa da fiscalização ambiental.
"Eles garimpam topázio um pouquinho meio escondido, extraem açaí, palmito, copaíba, castanha, pesca", afirmou. "Aqui, ninguém está pedindo área para desmatar nem um hectare", disse Silva.
"É difícil entender o pessoal do Ibama. Já me disseram que eu não tenho direito por não ter derrubado nada. Aí eu perguntei: 'Você está me incentivando a derrubar?'. Aí outro derrubou, e aí falaram que não tinha direito e chamaram de criminoso. Quem é que entende esse povo?".
Ele afirma que comprou o direito de posse de um lote dentro do atual parque, em 1997. Com a APA, pretende reivindicar cerca de 2.500 hectares, junto com seus três filhos, de idades entre 34 e 38 anos.