terça-feira, 20 de junho de 2017

Misterioso sinal "Uau" não era de alienígenas, dizem astrônomos

Misterioso sinal "Uau" não era de alienígenas, dizem astrônomos


Misterioso sinal
O misterioso sinal foi detectado em 1977. [Imagem: Big Ear Radio Observatory/North American AstroPhysical Observatory (NAAPO)]
Astrônomos acreditam ter descoberto a origem de um dos sinais mais enigmáticos já detectados pelo homem: o chamado sinal "Uau", que muitos acreditavam ser indício de uma civilização alienígena.
O sinal, com duração de 72 segundos, foi detectado em 1977, quando Jerry Ehman e seus colegas da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA, tentavam detectar sinais de civilizações extraterrestres.
O sinal, originado na Constelação de Sagitário, era tão diferente de tudo o que já havia sido detectado que Ehman escreveu "Uau" (Wow) ao lado dos resultados impressos.
Desde então, inúmeros cientistas têm procurado uma explicação para o sinal, mas todos os argumentos que haviam sido levantados até agora foram derrubados, o que incluiu fontes como asteroides, exoplanetas, estrelas e sinais gerados na própria Terra.
Cometas desconhecidos
Agora, Antonio Paris e seus colegas do Centro de Ciências Planetárias, nos EUA, apresentaram uma explicação mais convincente, e que tem tudo para passar pelo crivo da comunidade científica.
No ano passado, uma equipe do mesmo Centro havia sugerido que o sinal "Uau" era compatível com uma nuvem de hidrogênio que acompanha um cometa e que poderia ter passado à frente do campo de observação do radiotelescópio. Mas faltava identificar o cometa, e precisava ser um que não fosse conhecido em 1977, porque inúmeras equipes já haviam considerado essa possibilidade.
Paris encontrou dois candidatos, o P/2008 Y2(Gibbs) e o 266/P Christensen, que não haviam sido descobertos na época e que passam pela mesma área do céu, na direção da Constelação de Sagitário.
Misterioso sinal
Localização do sinal, na direção da Constelação de Sagitário. [Imagem: Big Ear Radio Observatory/North American AstroPhysical Observatory (NAAPO)]
Relativa segurança
Agora, a equipe teve a primeira chance para testar sua hipótese: os dois cometas apareceram de novo em Novembro de 2016 e Fevereiro de 2017, e veem sendo rastreados desde então para verificar se eles geram o mesmo sinal no mesmo ponto do céu.
Bingo! Ou, talvez mais adequadamente, Uau! Deu certo. Os sinais de rádio emitidos pelo cometa 266/P Christensen são similares àqueles do sinal "Uau". Para aferir os resultados, a equipe verificou as leituras de três outros cometas, e todos deram resultados similares.
Assim, a conclusão da equipe é que, como os sinais do cometa não são exatamente iguais aos do "Uau" - são parecidos -, eles não podem garantir que o sinal "Uau" foi gerado pelo 266/P Christensen, mas podem afirmar com "relativa segurança" que ele foi gerado por um cometa.
O artigo que descreve a pesquisa ainda está sendo revisado pelos pares, mas a versão prévia já está disponível.
Bibliografia:

Hydrogen Line Observations of Cometary Spectra at 1420 MHZ
Antonio Paris
Journal of the Washington Academy of Sciences
Vol.: Accepted Paper
http://planetary-science.org/wp-content/uploads/2017/06/Paris_WAS_103_02.pdf






PF vê evidências "com vigor" de que Temer praticou corrupção passiva

PF vê evidências "com vigor" de que Temer praticou corrupção passiva

terça-feira, 20 de junho de 2017 19:25 BRT
 


]

Temer em evento em Brasília
 9/6/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
1 de 1Versão na íntegra
Por Lisandra Paraguassu BRASÍLIA (Reuters) - O relatório parcial da Polícia Federal, enviado na segunda-feira ao Supremo Tribunal Federal, afirma que há evidências "com vigor" da prática de corrupção passiva pelo presidente da República, Michel Temer, no inquérito em que é investigado depois da delação premiada dos executivos da J&F. De acordo com o relatório apresentado pelo delegado Thiago Delabary, "resultam incólumes as evidências que emanam do conjunto informativo formado nestes autos, a indicar, com vigor, a pratica de corrupção passiva". O delegado aponta no relatório que, apesar do tempo escasso para investigação e de não ter ainda todos os laudos das gravações --a PF pediu mais tempo de investigação para esperar a análise técnica completa da gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista-- foi possível concluir que o presidente, valendo-se da mediação do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, cometeu o crime de corrupção passiva, aceitando promessa de "vantagem indevida". A investigação também conclui pela culpa de Rocha Loures em crime de corrupção passiva e dos executivos da J&F, controladora da JBS, Joesley Batista e Ricardo Saud em corrupção ativa. O delegado aponta que, nas negociações entre Saud --representando a empresa-- e Rocha Loures para que a empresa conseguisse resolver uma questão contra a Petrobras no Cade, o executivo cita Temer diversas vezes como estando ciente das negociações. "Em meio a tais cogitações, Ricardo Saud fez menções a 'presidente', sem nunca ter sido corrigido por Rodrigo da Rocha Loures, dando a entender, claramente, por força do contexto, que Michel Temer estava por trás daquelas tratativas", diz o texto. Em seu relatório, o delegado ressalta o fato de o presidente ter indicado Rocha Loures para ser o interlocutor de Joesley, como aparece na gravação feita no Palácio do Jaburu, em março. "Em diálogos subsequentes, já na condição de mandatário --e somente por isso-- Rodrigo da Rocha Loures recebeu minuciosas orientações de Joesley Batista a respeito de questões que interessavam ao Grupo J&F Investimentos junto a órgãos da Administração pública", diz o relatório. A PF destaca ainda que logo depois da conversa com Joesley, o ex-deputado liga para o presidente interino do Cade, Gilvandro de Araújo. "Após a ligação, seguindo-se à introdução 'o Temer mandou falar, vou falar', Joesley ofertou 5 por cento de propina dos ganhos a Rodrigo da Rocha Loures", diz a PF. O advogado de Temer, Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, disse que um relatório sobre investigações, como este da PF, deveria ser "apenas" um relato dessas investigações "e não uma peça acusatória". "Autoridade policial não acusa, investiga. Assim entendemos desnecessário qualquer pronunciamento neste momento", disse Mariz em mensagem à Reuters ao ser questionado sobre o relatório. A PF pediu ainda mais cinco dias de prazo para terminar a perícia nas gravações apresentadas por Joesley.

Justiça rejeita queixa-crime de Temer contra Joesley Batista por calúnia

Justiça rejeita queixa-crime de Temer contra Joesley Batista por calúnia

terça-feira, 20 de junho de 2017 20:26
 


  ]

Temer durante cerimônia em Brasília
  7/6/2017    REUTERS/Ueslei Marcelino
1 de 1Versão na íntegra
BRASÍLIA (Reuters) - A Justiça Federal em Brasília rejeitou nesta terça-feira a queixa-crime apresentada pelo presidente Michel Temer para abrir uma ação por calúnia, injúria e difamação contra o empresário Joesley Batista que, em entrevista à revista Época no final de semana, chamou-o de "chefe de organização criminosa". A decisão do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, ocorre um dia após Temer recorrer à Justiça para tentar processar Joesley por crimes contra a honra. Ainda não houve uma decisão em outro processo, em que o presidente pede reparação do empresário por danos morais. Na decisão, de três páginas, o magistrado argumentou que as afirmações de Joesley à revista ocorreram em um "contexto determinado", isto é, no âmbito dos fatos do acordo de delação premiada que foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal. "O inequívoco intento do querelado (Joesley) é o de corroborar as declarações que prestou ao Ministério Público Federal, as quais, se confirmadas, indicam o cometimento de crimes pelo ora querelante (Temer)", disse. Segundo o juiz, por essa razão, não há como identificar na conduta dele uma vontade específica de "macular a imagem de alguém". "Patente, por conseguinte, a atipicidade das condutas narradas (calúnia, difamação e injúria) e a ausência de justa causa para se instaurar a ação criminal, fato que impõe a rejeição da queixa-crime", concluiu o magistrado. (Por Ricardo Brito)

Ametrina

Ametrina
Ametrina é uma pedra rara, com dois tons de cores , da ametista e citrina. Suas cores devem ser intensas e bem separadas, esse fenômeno é bastante natural. Nós oferecemos Ametrinas de até 60 quilates, pois é necessário que a pedra tenha um certo tamanho para que possamos tê-las em suas 2 cores.
De fato, encontramos ametrina em apenas um país (Bolívia), e uma única mina (Anahi), onde é extraída. Anahi está localizada a 30 km da fronteira brasileira, na província de Santa Cruz.
Ela é uma das pedras anteriormente chamadas de semi-preciosas e é uma pedra que gostamos muito de trabalhar por ser uma descoberto recentemente no meio das jóias. Por consequência, poucos joalheiros a usam. Seu degradê de cor original, vem do ferro que lhe confere a cor amarela e manganês para a sua cor púrpura.
Sua dureza é de 7 na escala de Moh.
A foto acima é de um exemplar particularmente raro por causa do seu raro dégradé. Era lapidado já no século XIV. Um bloco Ametrina pesando mais de 3 Kg 1/2, produz cerca de 1.600 quilates ou seja, 320 g, o que é muito pouco.

AMETISTA

Ametista
A Ametista, que pertence à família da pedra de quartzo é um insuperável no setor joalheiro. Sua etimologia vem do grego antigo amethystos, que pode ser traduzido como " a não ser bebido." É o mais popular desta família com cristal de rocha. Há muitos matizes de cores, da luz violeta com Deep Purple, lavanda, lilás ... A cor roxa vem do ferro que está envolvido em sua composição. Ela é uma das pedras (anteriormente chamado de semi-preciosas) e é muito popular entre os joalheiros.
Em todos os períodos históricos a ametista também foi usada, principalmente pelo clero e é ainda hoje uma das jóias prediletas nos ornamentos dos bispos. Encontramos também a ametista em na alta classe das monarquias, da Inglaterra (muito presente no período vitoriano) até Rússia. Ela também conhecida como a pedra dos vinicultores.

A ametista também foi muito popular durante o período romano.
Oferecemos criações com outras pedras preciosas, pérolas brancas ... há uma ampla escolha de gêneros no Brasil e Bolívia, três quilates e 100 quilates.
A ametista é encontrada em vários países, como Brasil, Bolívia, Zâmbia, Madagascar ... houve um depósito de ametista nos Alpes franceses e na região de Puy de Dome na França, mas as pedras eram de qualidade média.
Sua dureza na escala de Mohs é 7.


Fonte: BBC