quarta-feira, 28 de junho de 2017

Bovespa sobe 0,5% em movimento de ajuste, mas cautela com política limita ganhos

Bovespa sobe 0,5% em movimento de ajuste, mas cautela com política limita ganhos

quarta-feira, 28 de junho de 2017 17:04 BRT
 


 
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SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista fechou em território positivo nesta quarta-feira, recuperando um pouco do fôlego após perder o patamar de 62 mil pontos na véspera, mas com o movimento limitado pela persistente cautela com a cena política e à espera de novidades sobre o rumo das reformas no Congresso Nacional Com base em dados preliminares, o Ibovespa fechou em alta de 0,53 por cento, a 62.001 pontos. O giro financeiro somava 5,35 bilhões de reais. (Por Flavia Bohone)

Bolsas dos EUA sobem impulsionadas por bancos e empresas de tecnologia

Bolsas dos EUA sobem impulsionadas por bancos e empresas de tecnologia

quarta-feira, 28 de junho de 2017 19:07 BRT
 

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Por Lewis Krauskopf (Reuters) - Os índices acionários dos Estados Unidos subiram acentuadamente nesta quarta-feira, com o índice S&P 500 registrando seu maior ganho percentual diário em quase dois meses, à medida que as ações financeiras e tecnológicas lideraram uma ampla recuperação do mercado. O Dow Jones .DJI subiu 0,68 por cento, a 21.454 pontos, enquanto o S&P 500 .SPX ganhou 0,88 por cento, a 2.440 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite .IXIC avançou 1,43 por cento, a 6.234 pontos. O Nasdaq teve sua melhor sessão desde 7 de novembro, o dia anterior às eleições presidenciais nos EUA. O S&P 500 havia sofrido sua maior queda diária em quase seis semanas na terça-feira após Senado dos EUA ter adiado a votação da reforma do sistema de saúde. A legislação do sistema de saúde é o principal cavalo de batalha da agenda de política doméstica de Trump, com investidores ansiosos para que ele prossiga com os outros planos, como cortes de impostos, aumento dos gastos em infraestrutura e desregulamentação. O setor financeiro .SPSY teve o melhor desempenho do S&P, com alta de 1,6 por cento. O índice de tecnologia .SPLRCT avançou 1,3 por cento, se recuperando de seu pior dia em mais de duas semanas. O setor liderou o ganho de 9 por cento no S&P 500 neste ano, mas tem recuado recentemente à medida que alguns investidores questionam se o grupo está muito caro. (Reportagem adicional de Kimberly Chin e Tanya Agrawal)

Cade rejeita compra da Estácio pela Kroton

Cade rejeita compra da Estácio pela Kroton

quarta-feira, 28 de junho de 2017 21:03 BRT
 


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Por Leonardo Goy BRASÍLIA (Reuters) - O plenário do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou nesta quarta-feira, por 5 votos a 1, a operação de compra da Estácio pela Kroton, que criaria uma gigante do ensino superior privado no país. O único voto favorável à fusão, mediante aplicação de medidas compensatórias, foi dado pela relatora do caso, a conselheira Cristiane Alkmin, que, por sua vez, rejeitou proposta de acordo apresentado na véspera pelas empresas. Em seu voto, a conselheira defendeu a aprovação da operação mediante restrições propostas por ela que incluem venda alienação da marca Anhanguera, com um conjunto de ativos que totalizam 258 mil alunos, além da alienação dos ativos completos da Uniderp. A Reuters havia publicado mais cedo, citando fonte, que a fusão, que poderia criar uma empresa com mais de 1,5 milhão de alunos de ensino superior no país, seria rejeitada pelo órgão de defesa da concorrência. Na ocasião, a fonte afirmou que a Kroton vai se concentrar em crescimento orgânico em 2017 e 2018, mas seguirá buscando oportunidades de fusões e aquisições em regiões em que ainda não atua, tendo ainda no radar a educação básica. O voto de Cristiane também propôs que a Kroton, maior empresa do setor no país, ficasse 5 anos sem fazer novas compras de ativos e um ano sem fazer publicidade em TV nacional. Os demais conselheiros, incluindo o novo presidente do órgão antitruste, Alexandre Barreto de Souza, porém, votaram pela rejeição da operação. "Não vislumbrei, nem nos remédios apresentados no acordo das empresas e nem na proposta da relatora, algo substancial e satisfatório à resolução dos problemas", disse o conselheiro Gilvandro Araújo. A Kroton travou uma acirrada disputa com outros rivais, incluindo a Ser Educacional, pela aquisição da Estácio em meados do ano passado, mas ganhou a briga com uma proposta de 5,5 bilhões de reais. O acordo tinha sido aprovado por acionistas de ambas empresas e enviado ao Cade para análise em agosto do ano passado.

BNDESPar junta outros minoritários da JBS para AGE contra família Batista, dizem fontes

BNDESPar junta outros minoritários da JBS para AGE contra família Batista, dizem fontes

quarta-feira, 28 de junho de 2017 21:02 BRT
 


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Por Rodrigo Viga Gaier RIO DE JANEIRO (Reuters) - O BNDESPar, braço de participações do BNDES, obteve apoio de outros minoritários na JBS (JBSS3.SA: Cotações), incluindo a Caixa Econômica Federal, para defender o afastamento da família Batista da administração da empresa e pedir indenização por perdas causadas pelos empresários, disseram duas fontes a par do assunto. O BNDESPar, que detém 21,3 por cento na JBS, pediu convocação de assembleia extraordinária de acionistas para tratar dos assuntos, disse na segunda-feira o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. [nL1N1JN12Z] "Estão todos juntos na tentativa de tirá-los. A governança da JBS tem que melhorar senão a empresa vai piorar cada vez mais", disse uma fonte próxima à discussão. Uma fonte familiarizada com a Caixa confirmou que o banco, que tem cerca de 4,5 por cento das ações da JBS, participará em conjunto com a BNDESPar no esforço para tirar a família da administração da companhia. A assembleia ainda não tem data marcada. Entretanto, segundo uma das fontes, haveria um prazo de 30 dias após o pedido, feito na semana passada. Além do afastamento dos Batista do comando da JBS, os minoritários querem receber indenização dos empresários pelos prejuízos causados por eles à empresa. Cálculos preliminares apontam um pedido de ressarcimento de ao menos de 500 a 600 milhões de reais, fora o dano de imagem e as perdas no mercado de ações. "A indenização que se quer é dentro do que foi declarado na delação premiada", disse uma das fontes. Executivos da empresa, que assinaram acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, admitem ter pago propina. A Associação de Acionistas Minoritários (Aidmin) pediu que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) permita acesso a todas as informações dos minoritários da JBS, disse o vice-presidente da entidade, Aurelio Valporto. A associação também estuda mover uma ação na Justiça para tentar revogar as vantagens obtidas pelos empresários no acordo de delação premiada com Justiça. A associação entende que, após o acordo, a empresa cometeu atos ilegais e crimes como manipulação de mercado, insider trading entre outros, disse Valporto. A empresa, no entanto, nega as irregularidades.
 

Como a Muralha da China foi construída?

Edição Felipe van Deursen
© Fornecido por Abril Comunicações S.A.
1. OBRA DEMORADA
A construção demorou muito. Em 211 a.C., o senhor feudal Qin unificou parte do que hoje é a China e se tornou imperador. Na época, as fronteiras do país tinham dezenas de pequenos muros de barro, areia molhada ou madeira, levantados desde o século 7 a.C. Para reforçar a proteção contra as tribos do norte, Qin resolveu unir esses muros
2. DE PEDRA EM PEDRA
A partir de então, a muralha foi ampliada, atingindo o auge no reinado da dinastia Ming (1368-1644). O processo de construção evoluiu: após quebrar pedras com picaretas no pé das montanhas, os trabalhadores (em geral, camponeses da região) as levavam sobre o lombo de cabras até a obra. Ali, colocavam as pedras e os tijolos de barro em bacias de bambu. Para erguerem as peças, usavam cordas e roldanas.
3. ROTA SEGURA
A Rota da Seda, caminho usado por comerciantes do Ocidente e do Oriente, passava pela área coberta pela muralha. Com o tempo, a construção, que tinha função estritamente militar, assimilou alguns serviços da rota, como o uso de correios. Mensageiros percorriam a muralha de ponta a ponta e desciam nos vilarejos próximos a construções de apoio.
  • Já ouviu falar que milhares de cadáveres foram misturados às pedras para reforçar a obra? Isso é lenda
4. CAMINHO SUAVE
Durante o período Ming, a muralha chegou a ser moradia de até 1 milhão de guardas, que caminhavam entre os postos de observação, preservando as fronteiras e observando a possível movimentação de inimigos, especialmente os mongóis. Nessa fase, a muralha já era uma espécie de fortaleza linear
VIDA CHATA
Os guardas faziam rondas de madrugada e, à luz do dia, circulavam entre os postos de observação, enquanto os colegas preparavam alimentos ou faziam a manutenção das armas. A comunicação entre as torres era feita por meio de sinais de fumaça. As fogueiras eram acendidas com palha misturada com fezes de soldados e animais de carga
ATRAÇÃO TURÍSTICA
A muralha perdeu utilidade militar quando a China expandiu suas fronteiras. No século 19, ela começou a atrair turistas. Partes da obra que ficam em regiões distantes estão desgastadas e em decadência. Além do tempo, a culpa também é do ex-ditador Mao Tsé-tung, que nos anos 1960 e 1970 retirou pedaços inteiros do muro para construir casas
  •  Outra lenda: aquele papo de que dá para ver a Muralhada Lua
  • Fonte: MSN Brasil