quinta-feira, 29 de junho de 2017

Semana das Tecnologias Integradas destacou o valor da mobilidade humana, da sustentabilidade e da recuperação da construção

Semana das Tecnologias Integradas destacou o valor da mobilidade humana, da sustentabilidade e da recuperação da construção


A Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos surgiu de uma iniciativa para reunir os principais eventos do setor: o Sobratema Summit 2017; a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia; a M&T Peças e Serviços 2017 – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração e, por último, a Construction Expo 2017 – Feira Internacional de Edificações e Obras de Infraestrutura.
Neste ano, o evento aconteceu entre os dias 07 e 09 de junho, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Segundo os idealizadores, o principal objetivo de se criar um evento tão grande e tão abrangente foi o de buscar unir num único lugar e facilitar a interação entre o público e as empresas.
Durante o evento, três diferentes assuntos de extrema importância tiveram destaque: a sustentabilidade, já que esta deve ser tomada como prioridade para todos os setores e atividades da economia; a questão da mobilidade humana, sobretudo, com o objetivo da se estabelecer uma convivência mais harmoniosa entre veículos, ciclistas, pedestres e pessoas com deficiência; e, por último, os investimentos no setor da construção, com objetivo de ajudar no processo de retomada do crescimento econômico.
Em entrevista, Afonso Mamede, que é presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), organização que idealizou o evento, afirmou que para que o Brasil supere esta fase difícil de crise econômica é preciso estimular e procurar envolver ainda mais tanto o governo, quando as empresas, e a sociedade em si. “Nosso papel como entidade setorial é estimular ainda mais todos os agentes – governo, empresas e sociedade -, apresentando as demandas e sugerindo soluções para melhorar o contexto atua”, explicou.
Ele também afirmou que, apesar do momento econômico, a feira esteve bastante agitada e que quase 7.000 profissionais e compradores qualificados passaram por ela. Público esse que era formado por diversos representantes de empresas de todas as regiões do Brasil, além de representantes de órgãos públicos e líderes governamentais e setoriais. “Soma-se a essa qualificação de visitantes, a resposta positiva dos expositores, que ressaltaram as novas oportunidades de mercado, de negócios e de relacionamento. Foi uma mostra compacta, mas muito expressiva, que movimentou esses três mercados”, disse.
Além disso, a semana das Tecnologias Integradas teve a participação de mais de 120 expositores, tanto nacionais, quanto internacionais, vindo de diversos países, como Argentina, Canadá, Estados Unidos, Israel, Alemanha, China etc.
Dentre os quais estavam representantes de grandes empresas, como por exemplo, John Deere Construção e Florestal, Keller Brasil, Indeco Brasil, Eurobras, Romanelli, Volvo CE etc.
Sobratema Summit
Um dos principais destaques da semana foi o Sobratema Summit, que contava com 16 atividades de conteúdo diferentes em sua programação. Dentre elas, estavam workshops, seminários, fóruns, congressos e mesas redondas, sendo que todos contaram com a participação de pessoas de renome nas áreas do evento.
O Summit contou com a participação de mais de 870 pessoas, que tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais e discutir sobre diversos assuntos, como mobilidade, arquitetura, infraestrutura, tratamento de resíduos, sustentabilidade, sistemas industrializados etc.
Programa VivaCidade
Outro destaque do evento foi o Programa VivaCidade, que apresentou o Projeto Ruas Completas e Praça da Acessibilidade, espaço no qual os participantes do evento tiveram a oportunidade de passar por um recorte urbano, de 456 m².
A ideia por trás do projeto era o de apresentar soluções e ideias sobre o conceito de acessibilidade universal, ou seja, sobre a possibilidade da convivência harmoniosa entre automóveis, ônibus, ciclistas e pedestres no espaço urbano.
A iniciativa do projeto surgiu de uma parceria entre o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), a Sobratema, o WRI Brasil e a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP).
Oportunidade para novos negócios
Segundo boa parte dos expositores que participaram da feira, o principal benefício propiciado pelo evento foi a oportunidade de contato com novos clientes em potencial, bem como da ampliação dos negócios da empresa, o que é de extrema importância nesse momento econômico.
Com o término da feira, as empresas, o público e os organizadores se mostraram bastante felizes com os resultados obtidos pelo evento e também bastante otimistas sobre a retomada do crescimento econômico:
“O evento foi excelente, com muitas prospecções e grandes expectativas de novos negócios. Estamos explorando um nicho bastante promissor, que é o da construção. Foi bastante interessante. O público era altamente qualificado, desde os formadores de opiniões, diretorias, profissionais que operam nosso equipamento, engenheiros de uma grande parte do Brasil. Foi uma feira voltada para fechamento de negócios.” – Marcos Rossi, representante comercial da Grimaldi
“O evento foi importante para a retomada da confiança e crescimento no segmento de construção, inclusive aluguel de equipamentos, como locação de retroescavadeiras e máquinas pesadas.” – Adriano Oliveira, Retroescavadeiras.net
“Viemos para mostrar nossas ferramentas de pós-venda e conseguimos alcançar sucesso. O evento conseguiu mostrar para o mercado quais as empresas que, mesmo com a crise, continuam investindo e apostando no País. Recebemos em nosso estande construtores e locadores de máquinas e equipamentos, ou seja, pessoas intimamente ligadas ao segmento.” – Ricardo Beilke, gerente da área de serviços da Terex Latin America
Fontes:
- Mecânica de Comunicação
- Sobratema
Fonte: Dino / Terra

Rio Tinto shareholders greenlight sale of Aussie coal assets to Yancoal

Rio Tinto shareholders greenlight sale of Aussie coal assets to Yancoal


Rio Tinto  (ASX, LON:RIO) shareholders have backed management on the decision to sell the firm’s Australian coal assets to China-backed Yancoal Australia (ASX:YAL) for $2.69 billion, ending a three-week bidding war with Glencore. The deal was approved by 97% of Rio’s shareholders in the UK and Australia, leaving the Swiss commodity trader — already the world’s No.1 exporter of sea-traded thermal coal — out of the race.
Sale comes after a bidding war between Yancoal and Glencore, and marks Rio Tinto’s near exit from thermal coal assets.Glencore first tried and failed buying Coal & Allied in 2015, when Rio declared coal a non-core asset, hence no longer part of its growth strategy. In January this year, Rio agreed to sell its interest in Coal & Allied to Yancoal for $2.45 billion. The terms of that deal allowed Rio to engage in negotiations with another party if it made a better offer.
Along came Glencore, with a bid made up of $2.05 billion upfront and $0.5 billion in instalments over five years, plus an offer to buy Mitsubishi’s stake in the Hunter Valley operations for $920 million cash. But the Japanese firm also chose Yancoal. Both Glencore and Yancoal later sweetened their bids for Rio’s assets, but the Anglo-Australian company always made clear that Yancoal was its preferred buyer.
Coal asset sales stalled last year when prices for the commodity climbed up to almost five-year highs and companies raised their expectations on bids for their assets. But there’s movement in the market once again. Mitsubishi announced that is considering selling a stake in Clermont coal mine in Australia. If sold, the company would be left with a stake in just one thermal coal mine.
Other Japanese trading houses have also been cutting or freezing investments in thermal coal. Mitsui & Co said last month it would invest mainly in iron ore, LNG and oil and had no plans to consider acquiring or developing new thermal coal mines. The announcement followed last year’s decision to cut its exposure to coal by a third within three years.
Fonte: MINING.com

Semad dá 15 dias para mineradora limpar córrego afetado por rompimento de represa

Semad dá 15 dias para mineradora limpar córrego afetado por rompimento de represa


A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) determinou que a Mineração Tejucana S. A. faça o desassoreamento do Córrego do Barro, curso d’agua afetado pelo rompimento de uma represa nesta quarta-feira, em Brumadinho, na Grande BH, em 15 dias. O Auto de Fiscalização (AF) foi lavrado pelo Núcleo de Emergência Ambiental (NEA) da Semad. A pasta informou ainda, em nota, que também vai autuar a empresa pelo rompimento da lagoa, por meio de um Auto de Infração (AI) que será lavrado posteriormente. Apesar do lago ser de um produtor rural, ele recebia sedimentos provenientes da área da mineradora, provocados por carreamento de chuva.
“Quando estes sedimentos atingiam níveis elevados no reservatório, a mineradora promovia o seu desassoreamento. Essa operação estava em curso, no dia 27 de junho, quando ocorreu a abertura, pela mineradora, de um sangradouro do maciço do barramento. Esse fato causou o rompimento do reservatório e o carreamento de sedimentos para o Córrego do Barro, afluente do Rio Paraopeba”, afirma, em nota a secretaria estadual.
Já o fiscal da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Brumadinho, Marciano Reis Mariano, que esteve no local do fato, diz que o dano não chegou a entrar de fato no Córrego do Barro, ficando restrito a um pequeno afluente que alimenta esse manancial.
RIO PARAOPEBA Os primeiros cálculos feitos pela prefeitura estimam em 5 mil a 6 mil metros cúbicos a quantidade de material que correu para esse pequeno afluente do Córrego do Barro, que por sua vez deságua no Paraopeba antes da captação da Copasa inaugurada em dezembro de 2015 em caráter emergencial para resolver a crise hídrica na Grande BH.
A probabilidade da lama que vazou após o rompimento da represa chegar até essa captação é “baixíssima”, segundo Marciano Reis. Ele garante que o rio não foi atingido, apesar de a Semad ainda estar avaliando se carga de sedimentos alcançou o Paraopeba. A Prefeitura de Brumadinho multou o dono da lagoa por causar dano a recurso hídrico.
“No local houve o rompimento de uma represa de reservação de água, que já estava muito assoreada. O rompimento aconteceu no momento em que o proprietário fazia a manutenção com a ajuda da mineradora, que é vizinha”, afirma Marciano Reis. Ele ainda explica que o material que vazou com o rompimento é predominantemente barro.
A partir do problema, o fiscal solicitou ao dono da lagoa que faça uma drenagem antes do ponto de rompimento, um barramento emergencial, a retirada do barro ainda existente na lagoa, contenções até onde o barro chegou e o monitoramento constante do local de forma diária.
Em razão do ocorrido, a multa será aplicada, segundo o fiscal, por causar dano a recurso hídrico prejudicando a segurança e bem estar da população, conforme a lei complementar 67 da Prefeitura de Brumadinho, que deve girar em torno de R$ 2,5 mil. No Córrego do Barro há uma captação de água para atender o vilarejo de Tejuco, em Brumadinho, mas essa captação está em outro ponto do manancial e não corre o risco de ser atingida, segundo o técnico.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA O gestor do Sistema Rio Manso da Copasa, Mauro Diniz Carneiro, disse que a companhia de saneamento está fazendo monitoramento da situação e não há registro de nenhuma alteração das características da água captada no Paraopeba até este momento. Mauro explicou que, se o material chegar até a captação e a Copasa chegar à conclusão de que não é possível tratar a água, o volume retirado do curso do Paraopeba será substituído por uma maior vazão de um dos reservatórios que integram o Sistema Paraopeba, o Rio Manso.
A água captada hoje direto do Rio Paraopeba é enviada para a Estação de Tratamento de Água do Rio Manso, onde é tratada e distribuída para a população. Foi com essa captação que a Copasa conseguiu resolver o problema da falta de água na Grande BH que colocou a região metropolitana sob o risco de racionamento em 2015.
A situação na represa de Brumadinho estará na pauta de hoje do Comitê da Bacia Hidrgráfica do Rio Paraopeba, que acontecerá em Betim, também na Grande BH. O presidente do CBH Paraopeba, Denes Lott, disse que os impactos ainda estão sendo avaliados. “De fato o Rio Paraopeba não foi atingido e na hora que o volume abaixar nós vamos fazer uma avaliação maior”, afirma.
A reportagem procurou a Mineração Tejucana S.A., mas ninguém foi encontrado para comentar o assunto.
Fonte: EM

CPRM libera dados brutos e processados (XYZ) de levantamentos aerogeofísicos

CPRM libera dados brutos e processados (XYZ) de levantamentos aerogeofísicos


O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lança oficialmente nesta quinta-feira (29/06), em Brasília, o programa de disponibilização gratuita de dados aerogeofísicos com o objetivo de atrair novos investimentos e fomentar o setor mineral brasileiro, durante o encontro de executivos de exploração mineral, promovido pela Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb).
“Essa ação, definida como um dos pilares principais pela Diretoria Executiva da empresa para fomentar o setor mineral brasileiro, constitui um programa contínuo e prioritário de disponibilização de dados e informações geocientíficas à sociedade”, destaca Eduardo Ledsham, diretor-presidente da CPRM.
Estão sendo disponibilizados no GeoSGB, Banco de Dados da CPRM, os dados brutos e processados, em formato XYZ, dos levantamentos finalizados pela CPRM até 2016, de 21 projetos aerogeofísicos, da série 1.000 e seus respectivos relatórios técnicos de aquisição.
Desta vez, estão sendo disponibilizados tanto os dados de aerolevantamentos magnetométricos/gamaespectrométricos incluindo os aerolevantamentos da região da Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA), quanto os aerolevantamentos eletromagnéticos realizados no Nordeste e região de Minas Gerais, além do aerolevantamento gravimétrico/magnetométrico realizado no Carajás, explica o diretor-presidente da CPRM Eduardo Ledsham, destacando ainda que a iniciativa universaliza o acesso aos dados aerogeofísicos existentes no Brasil. “É a reposta da empresa, a uma demanda antiga da comunidade científica e do setor mineral”. Ledsham informa ainda que cerca de 95% do embasamento cristalino do Brasil já esta mapeado com modernos métodos e equipamentos de ponta.
O chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica (DISEGE) da CPRM, Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, avisa que inicialmente, os downloads dos dados dos projetos aerogeofísicos estarão disponível no GeoSGB durante a semana entre as 18:00h e 07:00h. Luiz Gustavo avalia que o acesso da sociedade a esses dados é um importante passo para o desenvolvimento, tanto da área privada, quanto da área científica do país. Ressalta ainda que do acervo de aerolevantamentos da CPRM, série 1.000, faltam ser disponibilizados apenas dois aerolevantamentos – Rio Madeira-Ituxi e Cachoeira do Curuá, que serão finalizados e disponibilizados ainda este ano.
Os primeiros levantamentos aerogeofísicos executados no Brasil, desde a década de 1950, foram patrocinados por instituições federais do governo brasileiro, tais como Conselho Nacional do Petróleo (CNP), o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobrás). A atuação da CPRM se iniciou em 1971, quando assumiu o papel de órgão executor de projetos aerogeofísicos sistemáticos (magnetometria e gamaespectrometria), a princípio por meio de convênios com o DNPM que procuravam atender politicas governamentais coordenadas pelo Ministério de Minas e Energia de promover o recobrimento aerogeofísico dos terrenos pré-cambrianos do escudo brasileiro.
Entre 1971 e 2001 foram executados 48 projetos aerogeofísicos em diversas regiões do país, sendo que, a maioria dos projetos aerogeofísicos tiveram características de levantamentos regionais, ou seja, com espaçamento das linhas de voo variando de 2.000 a 1.000 m e altura de voo de 150 m. Nesse período foi recoberta uma área de cerca de 2.413.323 km².
A partir de 2004, iniciou-se uma nova fase nos aerolevantamentos geofísicos, onde todos os projetos de magnetometria e gamaespectrometria foram realizados com espaçamento de 500m entre as linhas de voo, altura de voo de 100 m e direção das linhas de voo N-S. Nesse período, foi recoberta uma área de cerca de 3.726.364 km², o que corresponde a 43,76% do território brasileiro e aproximadamente 95% do embasamento cristalino do Brasil. De 2004 a 2014, o investimento para a aquisição desses aerolevantamentos correspondeu a US$ 188 milhões de dólares.
Os dados aerogeofísicos e geoquímicos da CPRM, além dos mapas geológicos e outras informações relevantes, são disponibilizados no Sistema GeoSGB, acessado através do site da CPRM. Acesse aqui o endereço para acesso as imagens geotiffs e dados XYZ dos projetos http://geowebapp.cprm.gov.br/ViewerWEB/index_aerogeofisica.html .
Confira a lista dos 21 projetos disponíveis para download: 1057, 1061, 1062, 1063, 1078, 1079, 1093, 1094, 1095, 1100, 1105, 1108, 1110, 1112, 1116, 1117, 1121, 1123, 1124, 1125, 1133.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil – CPRM
asscomdf@cprm.gov.br
(61) 2108-8400

Vale diz que operações com baixa performance serão reavaliadas

Vale diz que operações com baixa performance serão reavaliadas


A Vale vê necessidade de reavaliar “operações com baixa performance de caixa”, segundo apresentação feita em conferência do Citi nesta quarta-feira pelo presidente da mineradora, Fabio Schvartsman. A apresentação, divulgada ao mercado, destaca que a companhia ainda tem sua geração de caixa muito dependente de minerais ferrosos, “apesar da diversificação ”.
Segundo o material, um diagnóstico encomendado por Schvartsman ao chegar à Vale deverá ser desdobrado “em ações prioritárias nas áreas de performance, crescimento e diversificação.” A perspectiva dada pelo executivo no final de maio era de que esse estudo deverá estar pronto em 60 dias.
Fonte: Exame