sábado, 16 de setembro de 2017

AS INCRÍVEIS GRANADAS

Grupo de minerais no qual as espécies raramente ocorrem em forma pura na natureza, mas sim misturadas umas às outras.

A cor mais comum das granadas é a vermelha, em vários tons, embora elas possam ocorrer em todas as cores, exceto azul.
As granadas ocorrem como minerais acessórios em rochas conhecidas como pegmatitos e estão amplamente distribuídas em todos os continentes, mas principalmente na África (Namíbia, Nigéria, Madagascar e Tanzânia) e Ásia (Índia, Sri Lanka e Rússia).
No Brasil, as granadas são obtidas principalmente nos Estados de Tocantins, Rio Grande do Norte, Paraíba, Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais (Galileia, São José da Safira e Resplendor).
As granadas não requerem quaisquer tratamentos para melhorar seu aspecto e não possuem equivalentes sintéticos.
 Fonte: joia br

TURMALINA DE VÁRIAS CORES


Pedra preciosa com maior diversidade de cores e tons, que podem variar de um exemplar para outro ou estar presentes, simultaneamente, em uma única pedra, matizando-a de uma extremidade à outra ou do centro para a periferia. Isto se deve a sua complexa composição química, que permite a alternância e combinação de diferentes elementos.
Além de gemas lapidadas de beleza singular, fornece formidáveis espécimes de coleção. Seu nome deriva do cingalêsturmali, significando pedras preciosas misturadas.
A turmalina é, em realidade, um grupo de minerais e, quimicamente, trata-se de silicatos de boro e alumínio.
Em estado bruto apresenta forma prismática, com estrias longitudinais. Sua seção transversal apresenta quase invariavelmente uma forma triangular caracteristicamente arredondada.
Existem nomenclaturas de turmalinas que utilizam critérios mineralógicos e de cor, porém as seguintes designações comerciais são as mais utilizadas: rubelita (rosa a vermelha), indicolita ou indigolita (azul), verdelita (verde), schorlita (preta), dravita (marrom) e acroíta (incolor).
Diz-se que para qualquer cor que se deseje uma pedra preciosa, haverá sempre uma turmalina que atenda a este gosto.
O Brasil, notadamente os Estados de Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia e Espírito Santo, bem como diversos países da África, são responsáveis pela maior parte da produção mundial. Em Minas, a denominada Província Pegmatítica Oriental concentra 3 regiões mundialmente famosas como fontes desta cobiçada gema:
a) Araçuaí-Jequitinhonha-Salinas-Virgem da Lapa;
b) Malacacheta-Rio Urupuca-São José da Safira;
c) Conselheiro Pena-Divino das Laranjeiras-Galiléia.


Fonte: Joia br

O TOPÁZIO IMPERIAL E AZUL

Algumas teorias procuram explicar a origem do termo topázio e a mais plausível é que derive do vocábulo sânscritotapas, significando fogo. Dotado de brilho intenso e grande dureza, sua lapidação resulta em exemplares facetados de rara beleza.
O topázio ocorre nas cores azul clara, incolor, amarela, verde clara, laranja, laranja-róseo(salmão), róseo e vinho arroxeado, as quatro últimas características da variedade imperial.
Descoberto por volta de 1760, o exuberante topázio imperial é a variedade mais valorizada desta espécie mineral e ocorre unicamente na região de Ouro Preto, em diversos depósitos numa área de aproximadamente 150 km2. Acredita-se que esta singular variedade tem origem hidrotermal, relacionada ao último evento vulcânico ocorrido na região.
A designação imperial foi atribuída à gema em homenagem a D. Pedro I que, segundo relatos históricos, teria se encantado com a exuberância dos matizes e tons de alguns exemplares de topázio que lhe foram oferecidos durante uma estada na antiga Vila Rica, em Minas Gerais, de onde foram extraídos.
Em termos de composição química, o topázio é um silicato de alumínio e flúor, incolor em seu estado puro. Acredita-se que as cores do imperial se devam à presença de elementos de transição e de terras raras dispersos na rede cristalina do mineral.
Existem topázios de cores algo similares ao imperial provenientes de outras fontes no mundo, porém a produção é pequena e descontínua, como em Katlang (Paquistão) e Solwesi (Zâmbia); ou apresenta importância apenas histórica, como a outrora proveniente da Rússia, onde o jazimento encontra-se praticamente esgotado.
Outros importantes produtores de topázios são Nigéria, Madagascar, Paquistão, Sri Lanka e Rússia, entre outros.

O topázio imperial pode ser submetido a tratamentos, por meio de técnicas amplamente utilizadas e aceitas no mercado internacional de gemas, visando melhorar o seu aspecto e tornar suas cores ainda mais atraentes, com o consequente aumento do seu valor monetário. O método mais usual é o tratamento térmico, através do qual obtêm-se gemas rosas a partir de exemplares alaranjados ou amarelo amarronzados. Este tratamento é estável e, geralmente, a melhor coloração é obtida após um lento aquecimento até uma temperatura de aproximadamente 450oC.
O topázio incolor adquire cor azul por irradiação, seguida de tratamento térmico; a saturação da cor resultante depende da intensidade da irradiação e não da cor original ou do tempo de exposição. Este tratamento é estável, não deixa qualquer radioatividade e não é nocivo à saúde, porém sua presença deve obrigatoriamente ser revelada ao público consumidor.
Quase sempre se pode intuir se um topázio azul tem cor natural ou induzida empiricamente, observando seu grau de saturação. Isso é possível porque mesmo os melhores topázios de cor azul natural apresentam coloração menos intensa que a da maior parte dos azuis tratados.

Fonte: Joia br
TOPÁZIO AZUL IRRADIADO
TOPÁZIO IMPERIAL

AS GEMAS

Pedras preciosas são minerais com atributos especiais, tais como beleza, durabilidade e raridade, que permitem sua utilização como adorno pessoal ou para fins de ornamentação. Algumas poucas pedras preciosas não são minerais e sim rochas, agregados a uma ou mais espécies minerais, como é o caso, por exemplo, do lápis-lazúli.

gemologo1-150x150
O termo gema é mais amplo e incorpora, além das pedras preciosas, as gemas orgânicas, aquelas formadas com a participação de seres vivos, tais como a pérola, o coral, o âmbar e o marfim.
É cada vez menos frequente a distinção entre pedras preciosas e semipreciosas. Esta antiga terminologia, hoje em desuso, era utilizada para distinguir o diamante, o rubi, a safira e a esmeralda, ditas preciosas, das demais gemas, ditas semipreciosas. Esta diferenciação perde o sentido na medida em que diversas pedras ditas semipreciosas, como a alexandrita e a turmalina Paraíba, podem, em determinadas circunstâncias, alcançar valores superiores aos das ditas preciosas. A tendência atual é designá-las todas como gemas, embora quando se trate de exemplares de melhor qualidade o custo unitário por quilate das ditas preciosas tenda a ser mais alto que o das demais.
Cada gema é única. Sua qualidade e encanto dependem de diversos fatores, dentre os quais os mais importantes são a cor (ou a total ausência dela no caso dos diamantes), a pureza, o tamanho e a lapidação. Esta última depende não apenas do corte escolhido, mas também da qualidade das proporções, da simetria e do polimento.
Além das gemas naturais e orgânicas, existe uma gama inumerável de materiais utilizados para substituí-las, entre os quais as gemas sintéticas (que apresentam composição química, propriedades físicas e estrutura cristalina idênticasàs das naturais que procuram substituir), as gemas reconstituídas (formadas pela aglomeração de materiais pré-existentes), as imitações (que se assemelham no aspecto, mas carecem das propriedades, da composição e da estrutura das que imitam) e as gemas compostas (formadas por duas ou mais partes unidas por cimentação).
Muitas gemas são, desde os mais remotos tempos, submetidas a tratamentos para melhorar seu aspecto e agregar-lhes valor, entre os quais os mais difundidos são o tratamento térmico, a irradiação, o tingimento e a impregnação com óleos e resinas. Existem normas estabelecidas por entidades do setor de gemas e joias que determinam os tipos de tratamentos que devem ser obrigatoriamente revelados ao público consumidor.
Fonte: UOL

Ouro fecha em leve alta, em oposição ao movimento do dólar no exterior


Os contratos futuros de ouro encerraram o pregão em leve alta, impulsionados pela desvalorização do dólar no mercado internacional.
Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro teve baixa de US$ 1,30 (-0,10%), a US$ 1.329,30 por onça-troy.
 Mais cedo, o Departamento do Trabalho informou que a inflação mensal medida pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) acelerou de 0,1% em julho para 0,4% em agosto.
Apesar do indicador sugerir apostas de alta de juros em breve pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o dólar teve reação de queda. Quando a cotação da moeda americana cai, o ouro tende a subir.
 A interpretação de parte do mercado é de que, apesar da alta da inflação, os preços subiram de forma pontual por causa dos efeitos do furacão Irma. “Por causa disso, os fatores econômicos chave podem obstruir os planos de alta de juros pelo Fed”, argumentou a analista-chefe de mercados da AvaTrade, Adrienne Murphy.
Fonte: IstoÉ