terça-feira, 19 de setembro de 2017

Novos táxis pretos elétricos de Londres impulsionam alumínio

Novos táxis pretos elétricos de Londres impulsionam alumínio


Os táxis pretos de Londres passaram a ser elétricos, mostrando que a nova onda da tecnologia automotiva já está modificando a indústria de metais. Após permanecer fechada por três anos devido ao mercado fraco, a fábrica de alumínio da Sapa no sul do País de Gales reabrirá nesta semana para fornecer peças leves a fabricantes de automóveis como a London Electric Vehicle, fabricante dos táxis pretos. Isso faz parte do renascimento do alumínio, componente-chave da tecnologia dos novos automóveis. Os preços subiram quase 40 por cento desde o início de 2016 em meio à repressão chinesa contra a capacidade ilegal e a novas fontes de demanda. O setor foi atingido pelos problemas de excesso de oferta no início da década e o metal ainda está 37 por cento abaixo do recorde de 2008. As fabricantes de automóveis estão recorrendo ao alumínio e a outros metais leves para aumentar as distâncias dirigidas e reduzir a poluição atmosférica, que causa quase 10.000 mortes prematuras por ano em Londres. A fabricante de táxis está investindo US$ 400 milhões para produzir veículos elétricos equipados com chassi de alumínio e o Reino Unido planeja eliminar o uso de veículos movidos a combustíveis fósseis até 2040.
Fonte: UOL

Commodities – Preços do ouro próximos à mínima de mais de duas semanas

Commodities – Preços do ouro próximos à mínima de mais de duas semanas


Os preços do ouro flutuavam em torno da mínima de mais de duas semanas nesta segunda-feira, já que o dólar norte-americano recuperava alguma posição após os dados frustrantes sobre os EUA divulgados na sexta-feira e devido ao fato dos investidores estarem voltando suas atenções à próxima reunião de política monetária do Federal Reserve, que ocorrerá nesta semana.
Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, contratos futuros de ouro recuavam em torno de US$ 8,97, ou cerca de 0,67%, chegando a US$ 1.316,23 a onça troy por volta das 09h35 (horário de Brasília).
A moeda dos EUA se recuperava de perdas registradas na sexta-feira após a divulgação de dados que mostraram que a produção industrial e a produção manufatureira do país inesperadamente caíram em agosto.
Além disso, o Departamento de Comércio dos EUA afirmou que as vendas no varejo tiveram uma redução inesperada de 0,2% em agosto.
Ainda nesta semana, o Fed deverá deixar as taxas de juros inalteradas, mas poderá dar indicações sobre quando planeja começar a reduzir seu balanço patrimonial.
O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, permanecia estável em 91,67.
O ouro é sensível a movimentos do dólar. Um dólar mais forte torna o ouro mais caro para detentores de modas estrangeiras.
Além disso, os mercados pareciam ter se recuperado de notícias divulgadas no final da semana sobre a Coreia do Norte ter disparado um míssil que sobrevoou o Japão. Foi o segundo míssil lançado pela península que sobrevoou o território japonês em apenas duas semanas.
Nesta semana, Donald Trump, presidente norte-americano, deverá fazer um pronunciamento na ONU pela primeira e é muito esperado que Pyongyang esteja na agenda.
Ainda na divisão Comex, contratos futuros da prata recuavam 1,537% para US$ 17,42 por onça troy.
Fonte: Investing

Ouro fecha em baixa, com dólar mais forte

Ouro fecha em baixa, com dólar mais forte


O contrato futuro de ouro fechou em baixa nesta segunda-feira, 18, no quinto declínio nos preços do metal precioso nas últimas seis sessões, com a alta do dólar em relação a outras moedas principais, como o iene e o euro.
 Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de ouro para dezembro fechou em queda de 1,09%, a US$ 1.310,80 por onça-troy.
 No início do mês, os preços do ouro atingiram o nível mais alto em mais de um ano, ultrapassando a marca dos US$ 1.250,00 por onça-troy, mas voltaram a cair após um arrefecimento das tensões entre Estados Unidos e Coreia do Norte, com o fortalecimento da moeda americano. Um dólar mais forte torna o ouro mais caro para investidores que operam em outras divisas.
Com a turbulência geopolítica de escanteio nas últimas sessões, a preferência dos investidores passou a ser por ativos mais arriscados, com os mercados acionários americanos renovando sucessivas máximas. “O mercado está muito confortável”, disse o vice-presidente sênior da Dillon Gage Metals, Walter Pehowich. “O dólar mais forte e os rendimentos mais fortes dos Treasuries continuarão a pressionar os metais”, afirmou.
 Nesta semana, também está no radar do mercado a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na próxima quarta-feira. Embora um aumento nos juros não esteja sendo esperado, indícios sobre o ritmo de aperto monetário do banco central podem influenciar os preços do ouro.
Fonte: IstoÉ

BH sedia a 17ª Exposição Internacional de Mineração até quinta-feira

BH sedia a 17ª Exposição Internacional de Mineração até quinta-feira


Com mais de 40 mil visitantes e 500 expositores, a Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) e o Congresso Brasileiro de Mineração começam nesta segunda-feira (18) no Expominas, em Belo Horizonte. O ano de 2017 marca a 17ª edição dos dois eventos, que serão realizados até 21 deste mês. A idealização é do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).
 Uma ausência sentida foi a do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. O presidente da da Vale, Fabio Schvartsman, também não compareceu. Ambos haviam confirmado presença no talk show de abertura do evento..
Considerada uma das maiores exposições de mineração da América Latina, a EXPOSIBRAM conta a participação de centenas de empresários e representantes de organizações governamentais e privadas em um só lugar. São 13 mil metros quadrados de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços.
No espaço, serão apresentadas as principais novidades em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à Indústria Mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.
Realizado em paralelo à Exposição, o Congresso Brasileiro de Mineração atrai mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas. Na programação estão palestras e debates sobre o contexto político e socioeconômico global, bem como as perspectivas dos negócios para as próximas décadas anunciadas pelas mineradoras.
Fonte: Hoje em Dia

Vale implementará nova estratégia para crescer após reduzir dívida, diz diretor

Vale implementará nova estratégia para crescer após reduzir dívida, diz diretor


A mineradora Vale tem trabalhado em estudos para definir uma nova estratégia de crescimento, que deverá ser colocada em prática quando a companhia cumprir sua meta de reduzir o endividamento para níveis confortáveis, disse nesta segunda-feira o diretor-geral de Recursos Humanos e Consultoria Geral da empresa, Clóvis Torres.
 ”Estamos aí numa retomada, cumprindo o que prometemos no nosso planejamento estratégico… Vamos cumprir o mais rápido possível, para chegar a níveis confortáveis de endividamento, e a partir daí você tem que ter, sim, uma estratégia de crescimento definida. Para buscar aí, seja diversificação, seja fusões e aquisições, seja crescimento mesmo com novos projetos”, disse Torres a jornalistas.
“É isso que a gente está hoje desenhando.”
O executivo, que participou de congresso do setor de mineração, disse que a definição dessa estratégia é “o principal desafio” do novo presidente da Vale, Fabio Schvartsman, que assumiu o cargo em maio.
“Essa é a mudança que ele se propõe a colocar na mesa”, afirmou.
Schvartsman disse ao final de julho que a meta de reduzir o endividamento para cerca de 15 bilhões de dólares deve ser atingida apenas durante 2018. No fim do segundo trimestre, a dívida líquida da empresa estava em aproximadamente 22 bilhões de dólares.
Fonte: Extra