sábado, 23 de setembro de 2017

AS PÉROLAS

As pérolas estão presentes com destaque em muitas culturas desde os mais remotos tempos da Humanidade, por seu fascínio e características únicas. Muito contribuiu para esta longínqua admiração o fato de que estas gemas são utilizadas em seu estado natural, não necessitando que o homem as aprimore para revelar sua beleza. Por esta razão, são simbolicamente consideradas um presente da Natureza.
A pérola é uma formação natural segregada acidentalmente por um molusco, sem o auxílio ou qualquer intervenção humana. A pérola se forma pela deposição de uma substância denominada nácar em volta de um agente irritante (um grão de areia ou um parasita, por ex.) que penetra no interior do corpo do animal.
Elas ocorrem nas cores branca, creme, negra, cinza, bronze, prateada, rosa, azul, verde e amarela.
As antigas culturas do Oriente Médio, Índia e Pacífico Sul parecem ter sido as que primeiro admiraram e utilizaram as pérolas como adorno, provavelmente devido à proximidade com as principais fontes históricas desta gema, o Golfo Pérsico, o Estreito de Manaar – localizado entre Índia e Sri Lanka – e as Ilhas da Polinésia Francesa.
O Golfo Pérsico e, sobretudo, a costa de Bahrain, foi a principal fonte de pérolas durante mais de 2.200 anos, de aproximadamente300 A.C. até meados do século XX.
O advento das técnicas de cultivo de pérolas ocorreu em um momento crítico de indisponibilidade de pérolas naturais e, com o passar dos anos e seu aprimoramento, a oferta de cultivadas sobrepôs-se largamente à de naturais, alterando para sempre o mercado de pérolas.
As pérolas cultivadas, tal como são conhecidas hoje, entraram no mercado em 1921 pelas mãos dos japoneses, embora já fossem produzidas havia mais de vinte anos. As cultivadas respondem, atualmente, por aproximadamente 95% do comércio mundial de pérolas e procedem principalmente do Japão e da China. A diferença em relação às naturais reside no fato de que nas cultivadas o processo de formação é induzido pelo homem.
As pérolas naturais são, hoje em dia, possivelmente mais raras que em qualquer outro período da história, causando a valorização dos itens de muito boa qualidade, adquiridos praticamente apenas por colecionadores ou especialistas, bem como por cidadãos de culturas que conferem especial valor às pérolas naturais, como é o caso daqueles de diversas nações árabes. As pérolas naturais são bastante raras atualmente, representando uma diminuta parcela do comércio mundial desta gema.
Os principais critérios de avaliação de pérolas são tamanho, forma, cor, brilho, estado da superfície e espessura da camada de nácar.
As perolas são cultivadas em várias partes do mundo, fazendo com que exista uma enorme variedade disponível à joalheria. As mais tradicionais, as “Akoya”, vêm das águas salgadas do Japão e da China, e sua dimensão pode variar de 1 a 9 milímetros.
Dos mares do sul (Austrália, Filipinas, Indonésia), vêm as valiosas “South Sea”, que podem atingir até 20 cm de diâmetro. Essas mesmas pérolas quando de cor negra são denominadas “Tahiti”.
Já as pérolas “Mabe” (ou Barrocas), são cultivadas também na China e no Japão, em ostras específicas, e derivam de formatos já pré-definidos no processo de introdução, podendo ser oval, gota, coração ou esférico.
De menor valor no mercado, as pérolas de água doce (pérolas de arroz), chamadas “Freshwater”, podem apresentar grande variação de formato e cores, enquanto as pérolas “Biwa” (cultivadas no lago de mesmo nome na China), apresentam formato ligeiramente achatado e intensa cor branca.

O BRILHO
O brilho da pérola, também designado “oriente”, é o efeito de um polimento único, causado pela reflexão da luz nas camadas de nácar q a formam.Quanto mais espesso o nácar, maior o oriente e o valor da pérola.O oriente também pode apresentar tons sutis de azul, verde, rosa e amarelo.
A COR
A cor de uma pérola varia de acordo com a presença de minerais e proteínas presentes na água e com a cor da madrepérola(concha mãe), e também com a temperatura e posição em que ela se acomoda na concha. Podem ocorrer variações entre branca(mais valiosa) amarela, rosa, cinza, bronze, roxa e preta.

Madre-pérola

É a parte interna resplandecente das conchas de certas ostras e moluscos, utilizada como núcleo de pérolas cultivadas ou para produzir objetos decorativos.

 Fonte: Geologo.com

TURQUESA

O termo turquesa, empregado desde a mais remota Antiguidade, tem origem incerta. Uma versão sustenta que deriva do francês arcaico “tourques”, que significa “pedra da Turquia”, não por proceder deste país, mas pelo fato de que as pedras provenientes da Península do Sinai chegavam à Europa através dele. Outra versão dá conta de que o termo referia-se a algo estranho ou distante, como tudo que se associava ao Oriente.
Esta pedra preciosa deve sua beleza à extraordinária cor azul celeste. Há relatos de sua aplicação como pedra ornamental desde aproximadamente 3.000 a.C. e, possivelmente, antes da Primeira Dinastia do Antigo Egito. Era também muito apreciada pelas antigas civilizações astecas do México e da América Central. A principal fonte histórica de turquesa é o Irã, que segue tendo grande relevância no fornecimento mundial.
O certo é que os turcos estavam familiarizados com esta gema, especialmente com exemplares oriundos da antiga Pérsia, o atual Irã.
Em termos de composição química, a turquesa consiste de um fosfato hidratado de alumínio e cobre, cuja exuberante cor deve-se a este último elemento. Geralmente, parte do alumínio é substituída por ferro. À medida que isto ocorre, o material tende a uma tonalidade verde azulada, que geralmente possui menor aceitação comercial.
A turquesa é opaca a semi-translúcida e ocorre principalmente em rochas sedimentares, na forma massiva compacta, no Irã (minas de Nishapur, na Província de Khorassan), México, China, Peru e EUA (sudoeste do país, nos Estados do Arizona, Colorado, Nevada, Novo México e Califórnia).
No Brasil, até onde sabemos, houve ocorrências sem produção significativa no Estado da Bahia, na região de Casa Nova, hoje encoberta pelas águas da barragem de Sobradinho; e em Minas Gerais, na localidade de Conselheiro Mata.

Sua alta porosidade permite a impregnação com ceras, resinas, plásticos ou outras substâncias, com o objetivo de estabilizar a cor e manter o polimento.Vários tipos de turquesa reconstituída são produzidos a partir de turquesa natural de baixa qualidade, muito clara e pouco dura, e dela se diferenciam pelas ausências da típica textura superficial, bem como pela menor densidade e maior porosidade.
A turquesa é mais comumente lapidada em cabochões de diversas formas, além de contas, sendo também utilizada em esculturas e outros objetos de adorno.
 Fonte: Joia br

Zircon, Mineral do Grupo dos Silicatos

Zircon, Mineral do Grupo dos Silicatos
Zircon, Mineral do Grupo dos Silicatos

Zircon (do Persa: sarkun, dourado) é um mineral pertencente ao grupo dos silicatos. Sua formula química é ZrSiO4. A estrutura cristalina do zircon é tetragonal (cristal classe: 4/m 2/m 2/m). A coloração natural do zircon varia entre incolor, amarelo dourado, vermelho, marrom ou verde . Espécies que exibem gemas de qualidade são um substituto popular do diamante ( porém observe que a zirconia cúbica é um mineral sintético completamente diferente, com uma composição química diferente ).

Fonte: UOL

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Investimento da Vale gerará retorno cem vezes maior

Investimento da Vale gerará retorno cem vezes maior


 A mineradora Vale investiu R$ 9,3 milhões em um Centro de Operações Integradas (COI) global que vai lhe garantir, em aumento de produtividade e redução de custos, US$ 300 milhões (cerca de R$ 939 milhões). O objetivo é aumentar a competitividade da empresa no mercado internacional. O COI da Vale foi divulgado nesya quarta-feira (20), durante a Exposição Internacional de Mineração (Exposibram) e o Congresso Brasileiro de Mineração, que acontecem simultaneamente no Expominas até esta quinta (21). Porém, o centro começou a funcionar neste mês, na mina de Águas Claras, em Nova Lima, na região metropolitana da capital mineira. Ele reúne cerca de 80 profissionais das áreas de programação, precificação, planejamento de vendas, navegação, distribuição e vendas. “Optamos por montar o COI em Minas Gerais porque a inteligência já estava no Estado, a parte administrativa, de marketing”, conta o gerente de inovação de TI da Vale, Jânio Souza.
As decisões tomadas no COI vão impactar as operações da empresa no Brasil, China, Singapura e Suíça. A ideia do centro é que a tomada de decisão – do planejamento de produção até a venda e a distribuição – seja feita em conjunto e baseada em dados apresentados em tempo real. Na parte de custos, o foco é na logística. O centro conta com um sistema de otimização para gerir os 300 navios que a empresa utiliza em diversas posições no mundo, além de portos e ferrovias. “Temos uma cadeia muito longa e complexa. Queremos otimizar as operações ao longo dela”, explica o diretor da cadeia de ferrosos da Vale, Vagner Loyola.
Outro sistema servirá para definir quais produtos devem ser priorizados pela empresa de acordo com as perspectivas de mercado. “A demanda por minério no mundo mudou. Além da queda de preço, temos uma variação muito grande. O COI vai planejar qual o melhor produto para aquele momento”, explica Loyola.
O projeto do COI terá uma segunda etapa finalizada até 2019 que vai render US$ 600 milhões. Serão desenvolvidos COIs nos corredores de produção, para otimizar a operação, e um centro de excelência onde os melhores profissionais de várias áreas vão se reunir para buscar soluções que impactam na cadeia produtiva.

Segurança e ambiente não estão no COI 

O Centro de Operações Integradas (COI) da Vale não vai atuar nas questões de segurança, gestão de resíduos sólidos e sustentabilidade. “A iniciativa está relacionada com a cadeia produtiva do minério, não tem foco em outras áreas”, disse o diretor da cadeia de ferrosos da Vale, Vagner Loyola.
O COI integra ações de planejamento de produção, precificação, logística e vendas. Ainda serão criados COIs nos corredores de produção, e um centro de excelência vai buscar soluções para gargalos da empresa.
Fonte: O Tempo

Receita da Ferbasa cresce 31,9%

Receita da Ferbasa cresce 31,9%


A Ferbasa registrou receita líquida de R$ 92,2 milhões em agosto de 2017, um aumento de 31,9% quando comparado com o mesmo mês de 2016. O dólar médio praticado desvalorizou 2,2% no período analisado.  As vendas da Ferbasa atingiram 19.860 toneladas em agosto, incremento de 11% sobre o volume comercializado no mesmo mês de 2016. Deste total, 12.313 toneladas foram de Ligas de Cromo e 7.547 toneladas de Ligas de Silício, com queda de 3,9% e crescimento de 48,7%, respectivamente, na comparação com agosto do último ano. O resultado demonstra uma melhora no mercado de silício, que registrou recorde de vendas em 2017. A produção de ferroligas da Ferbasa atingiu 18.708 toneladas em agosto, um acréscimo de 4,2% na comparação com agosto de 2016. O destaque ficou para a produção de Ligas de Cromo, que cresceu 6,5% em relação a agosto de 2016.
Fonte: Brasil Mineral