quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Quem é a empresa chinesa que comprou hidrelétrica da Cemig

Quem é a empresa chinesa que comprou hidrelétrica da Cemig

A chinesa State Power Investment Corporation (SPIC), que arrematou a hidrelétrica mais cara dentre as leiloadas nesta manhã (São Simão),  é uma das cinco maiores do ramo no pais asiático. A estatal tem negócios com capacidade total de 120 gigawatt-hora, distribuídos entre energia hidrelétrica, solar, térmica,eólica e nuclear.
Além da China, a empresa tem negócios em outros 36 países. No Brasil, a SPIC havia adquirido a Pacific Hydro Brasil, que tem parque de geração eólico no estado da Paraíba. O negócio foi finalizado em abril deste ano. A estatal chinesa também demonstrou interesse pela usina Santo Antonio (RO), que tem entre seus acionistas a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Odebrecht.
As empresas chinesas, incluindo as de infraestrutura, têm feito investimentos em outros países em busca de expandir seus negócios. Um dos setores que mais atrai no Brasil é o de energia. A previsão de investimentos por aqui neste ano, em todos os segmentos, é de 20 bilhões de dólares (63,07 bilhões de reais), segundo a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China.
A usina de São Simão era operada pela Cemig, mas sua concessão estava vencida. Foi arrematada pela SPIC por 7,18 bilhões de reais, um ágio de 6,5% sobre o valor inicial. A venda das quatro usinas  rendeu 12,13 bilhões de reais ao governo, e a expectativa inicial era de 11,05 bilhões de reais.

Fonte: UOL

Maior diamante do mundo em estado bruto é vendido por US$ 53 milhões

Maior diamante do mundo em estado bruto é vendido por US$ 53 milhões




 Pedra de diamante de 1.109 quilates, vendida por US$ 53 milhões (Foto: Reuters/Lucas Jackson/Arquivo)
Pedra de diamante de 1.109 quilates, vendida por US$ 53 milhões (Foto: Reuters/Lucas Jackson/Arquivo)
Um diamante do tamanho de uma bola de tênis, o maior do mundo em seu estado bruto (sem corte), foi vendido por US$ 53 milhões (em torno de R$ 167 milhões). A pedra preciosa foi desenterrada há cerca de dois anos pela canadense Lucara Diamond Corp.
A pedra de 1.109 quilates, o maior diamante do mundo sem corte, foi comprado pela conceituada negociadora de diamantes Graff Diamonds por US$ 47,777 por quilate, e agora será cortado e polito, informou a Lucara em um comunicado.
O preço foi um “incremento” sobre a maior oferta recebida pelo diamante em leilão da Sotheby’s em junho de 2016, segundo o presidente executivo da Lucara, William Lamb.
Lamb apostou que colecionadores ultra ricos, que compram e vendem obras preciosas por valores recorde em leilões, fariam o mesmo com um diamante em estado bruto. A aposta sem precedentes falhou quando as ofertas não alcançaram o preço mínimo do leilão e a pedra não foi vendida.
A pedra, batizada de “Lesedi La Rona,” ou “Nossa Luz”, na linguagem nacional de Botswana, onde foi encontrada na mina da Lucara em novembro de 2015, tem aproximadamente de 2,5 a 3 bilhões de anos.
Foto de arquivo do maior diamante do mundo em estado bruto, vendido pela Lucara (Foto: Reuters/Lucas Jackson)
Foto de arquivo do maior diamante do mundo em estado bruto, vendido pela Lucara (Foto: Reuters/Lucas Jackson)
Fonte: G1

As maiores crateras criadas pelo homem

As maiores crateras criadas pelo homem



Existem diversas crateras no mundo, muitas delas provocadas pela ação do homem, principalmente nas atividades da mineração. As maiores crateras criadas pelo homem na crosta terrestre podem ser vistas a céu aberto em países como Rússia, Estados Unidos, Canadá, Chile, entre outros.
Essas crateras provocam grande preocupação ambiental, pois afetam diretamente o solo, os lençóis freáticos, os rios, a fauna e a vida humana. O impacto ambiental é extremo.
1 – Mina Mir – Chamada de umbigo do mundo, a cratera é gigante, com cerca de 525 metros de profundidade e 1.200 metros de largura. A cratera fica na Sibéria, no município de Mirny, e é usada para extração de diamantes. O buraco é tão grande que atrapalha o tráfego aéreo da região. A Mir foi amplamente explorada entre os anos de 1957 e 2001.
Mina Mir
2 – Chuquicamata – Essa mina a céu aberto é a maior do Chile. Ela já foi considerada a maior mina de exploração do mundo, produzindo 29 milhões de toneladas de cobre. A cratera tem 4,3 km de comprimento e 850 metros de profundidade.
Chuquicamata
3 – Pit Berkeley – Essa antiga mina de cobre funcionou de 1955 a 1982. A cratera tem 270 metros de profundidade.
Pit Berkeley
4 – Bingham Canyon – A mina fica em Salt Lake City, Utah (EUA). É a mais profunda mina a céu aberto do mundo, com mil metros de profundidade e 4 mil metros de largura.
Bingham Canyon
5 – Derweze – Essa cratera para sonda de perfuração colocou a vida de muitas pessoas em perigo. A aldeia Derweze chegou a ser desocupada.
Derweze
6 – Udachnaya – Essa mina da Rússia foi descoberta em 1955. É considerada a terceira maior em profundidade, com cerca de 600 metros.
Udachnaya
7 – Diavik – Essa mina do Canadá foi descoberta em 1992, para uso da mineração a céu aberto.
Diavik
8 – Grasberg – A mina de Papua, na Indonésia, é a maior de exploração de ouro no mundo. Já chegou a produzir 610,8 toneladas de cobre, além de ouro e prata.
Grasberg
9 – Serra Pelada – Essa mina fica no Pará, Brasil. A cratera tem 100 metros de profundidade, e foi usada para a exploração de metais preciosos, como ouro, platina e paládio.
Serra Pelada
Fonte: Curiosidades

Milionária britânica desaparecida é encontrada vivendo como moradora de rua em Milão

Milionária britânica desaparecida é encontrada vivendo como moradora de rua em Milão



Ariane Lak (Foto: Divulgação/Lucie Blackman Trust)
Ariane Lak (Foto: Divulgação/Lucie Blackman Trust)
Uma milionária britânica que havia desaparecido há dois anos foi encontrada em Milão na última segunda-feira (18) enquanto vivia como uma sem-teto dormindo em cima de uma grade de ventilação em uma praça da cidade italiana.
Ariane Fuk, britânica de origem iraniana de 50 anos, estudou em Cambridge e fala quatro línguas. Passava boa parte do ano em um hotel de Milão, frequentando os ambientes da elite econômica e cultural local e visitando museus, galerias de arte e monumentos históricos.
Segundo o jornal italiano “Corriere della Sera”, Ariane desapareceu em janeiro de 2016. A família, com a qual tinha um relacionamento complicado, desconfiou somente meses depois da ausência, pois a mulher – que também é apaixonada por viagens – costumava não se comunicar por várias semanas com seus parentes.
A irmã de Ariane, Laila, que mora no Reino Unido, percebeu que algo estava errado e denunciou o desaparecimento para a Scotland Yard, a polícia londrina, para que começasse as buscas.
A polícia britânica, todavia, não conseguiu localizar Ariane, e a irmã então decidiu contratar uma empresa de investigadores particulares italianos.
Eles procuraram por mais de seis meses em toda a cidade, tendo apenas uma fotografia da mulher como apoio às buscas. Ela tinha deixado o hotel de luxo onde residia sem dar explicações, e sem retirar seus pertences do quarto que ocupava, o que gerou temores de que ela teve um acidente ou morreu.
Investigadores vasculharam os ambientes da criminalidade milanesa, refeitórios beneficentes e locais onde dormiam os sem-teto, até que, por acaso, um morador de rua afirmou ter visto uma mulher parecida com Ariane, que dormia no centro da cidade italiana.
Após vários dias de buscas noturnas, Ariane foi encontrada dormindo em cima de uma grade de ventilação do metrô de Milão numa praça perto de um hotel de luxo. Ela estava transtornada e, segundo a mídia italiana, havia sido vítima de um “apagão mental”.
“Estou confusa, não sei explicar ainda o que ocorreu. Apenas lembro que morei desde sempre na rua. Escolhi viver assim. Muitos cidadãos se ofereceram para me ajudar, mas sempre recusei”, disse a mulher depois de ter sido levada à delegacia, segundo o “Corriere”. Sua versão dos fatos, no entanto, pareceu confusa. Tanto que Ariane foi levada para um hospital para que se investigassem as possíveis causas do “apagão mental”.
Segundo a mídia britânica, Ariane sofreria desde os 20 anos de transtornos mentais e foi cuidada pelos seus pais até a morte de ambos, há cinco anos. A partir daquele momento, Ariane começou a recusar medicação alegando que os remédios a estavam envenenando.
Sinais da doença começaram a se manifestar com maior evidência em 2011, quando Ariane abriu um novo perfil do Facebook com o nome “Princesa Ariane Lak”. Ela passou a afirmar ser uma descendente da dinastia real iraniana, a Monarquia Qajar, e ter “milhões de seguidores em todo o mundo”. As autoridades italianas entregaram Ariane aos cuidados da irmã.
Fonte; G1

Lembranças de um velho Garimpeiro – Zezão do Abacaxi

Lembranças de um velho Garimpeiro – Zezão do Abacaxi



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Um dos garimpos mais comentado  e com boas histórias foi o garimpo do Abacaxi. Localizado no rio de mesmo nome na região de Itaituba no Pará. No garimpo do Abacaxi , a extração de ouro foi intensa. O dono deste garimpo foi o folclórico Zezão do abacaxi, personagem muito conhecido por todos os garimpeiros do Brasil. No inicio ele era apenas um vendedor de combustível e viveres na região de Itaituba no Pará,   e com muito esforço e uma dose maior ainda de sorte consegui descobrir muito ouro na região do rio Abacaxi. No auge chegou a ter mais de 100 dragas e todas controladas por ele. Além de um grande garimpeiro, o Zezão era um grande comerciante.Todo o comercio, como:  bares, boates e etc..era controlado por ele. Quando um garimpeiro queria ir a uma “zona”,pegava um vale na gerência, depois quando ia fazer o acerto o vale era descontado. O Zezão tinha alguns aviões de pequeno porte para levar os garimpeiros de Itaituba  ao garimpo,mas, ele ficou famoso quando comprou um avião Bandeirante da Embraer, e levava quem queria ir ate o Abacaxi. Fora o garimpo, ele tinha outras aplicações como um fazenda em Itaituba, que ficou famosa no tempo em que Fernando Collor era presidente da Republica. Certa vez Collor foi a Itaituba e o avião oficial da presidência pousou na pista de pouso da fazenda do Zezão,pois,  a mesma era maior e melhor do que o aeroporto oficial da cidade.
na década de oitenta era tido como rei do ouro do Alto Tapajós. São muitas as histórias de Zezão, entra elas a disputa pelo garimpo Rosa de Maio. Numa das edições do Globo Repórter foram dedicadas duas partes do programa para falar dos garimpos e das riquezas de Zezão do Abacaxi. Na reportagem da Folha de São Paulo de 24 de Novembro de 1991, fala da produção de 110 Kg por mês em seus garimpos.  Dono de uma fortuna avaliada em US$ 20 milhões, o garimpeiro mais rico do Brasil não tem nem talão de cheque. Francisco de Assis Moreira da Silva, 46 anos, o Zezão, mal sabe assinar o seu nome, mas controla o império de 13 aviões, duas fazendas, 8 mil cabeças de gado e um mega garimpo onde operam 120 dragas e trabalham quase dois mil homens.
A produção do Rosa de Maio, no sul do Amazonas, ultrapassa 110 Kg de ouro por mês. Isso representa quase 10% de tudo que se produz região de Itaituba – PA (na fronteira com o AM), a maior do Brasil. Piauiense do município de Buriti dos Lopes, Zezão abandonou a roça aos 21 anos para ser “burro de garimpo” (carregador de materiais e mantimentos) em Porto Velho (RO). Lá, pegou pela primeira vez em uma batéia (espécie de uma peneira usada na garimpagem manual). Para a maioria dos garimpeiros que viveram o início da corrida do ouro, o achado de uma pepita significava, antes de tudo, a garantia de uma grande farra. Para Zezão, que não bebe, não fuma e diz que não gosta de festa, cada grama encontrada representava mais um passo em direção ao sonho de comprar uma draga. Conseguiu a máquina em 80. Nesse mesmo ano, acho o seu primeiro vilão de ouro.
Comprou máquinas que se transformaram em mais ouro, que por sua vez, viraram novas máquinas. Até a compra do Rosa de Maio, em 83, por 20 Kg de ouro, Zezão adquiriu o que hoje é tido como o garimpo mais rico do pais. Hoje, milionário e ainda analfabeto, o garimpeiro tem horror a papeis, títulos e ações. Se recusa a ter conta em banco. O ouro que vende, transforma em aviões, gado e equipamento de garimpo. O que não vende, guarda em local ignorado. A despesa de cerca de Cr$ 70 milhões que tem por semana, com mantimentos e manutenção , paga em dinheiro vivo. Anda sempre com uma sacola cheia grudada ao corpo. Ele controla pessoalmente cada centavo de sua fortuna, embora não saiba fazer contas no papel. Não gosta de falar de dinheiro. Para Luiza, sua mulher, é medo de sequestros. Segundo seus empregados é medo da Receita Federal.

Fonte: Jornal do ouro