sábado, 7 de outubro de 2017

Permissões de garimpo aumentaram mais de 500% em Mato Grosso

Permissões de garimpo aumentaram mais de 500% em Mato Grosso


Permissões de garimpo aumentaram mais de 500% em Mato Grosso
Nos primeiros sete meses de 2017 a Superintendência Regional do Departamento Nacional de Produção Mineral em Mato Grosso (DNPM-MT) permitiu a instalação de 74 novos garimpos no estado. Os registros apontam aumento de 516% em relação ao mesmo período de 2016, quando as permissões não passaram de doze nos primeiros sete meses.

As permissões de lavras de garimpo são concedidas às pessoas físicas, pequenas empresas ou cooperativas e associações de garimpeiros, conhecidos pela extração imediata do minério, sem realização de pesquisa e estudo específico sobre o potencial da região.

O superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Serafim Carvalho Melo, contou a reportagem do Agro Olhar que o aumento nas permissões ocorreu graças a uma força tarefa montada para tentar acelerar processos que estavam estagnados na superintendência regional.

“Nós montamos uma força tarefa para tentar reverter uma situação que já era antiga, de processo que tinha parado aqui dentro. Porque a verdade é que DNPM sofre com falta de pessoal e por isso nós temos aproveitado alguns de nossos profissionais para concentrar esforços em alguns processos, dessa vez foram os processos de garimpo”, afirmou.

A desburocratização vem na mesma toada de medidas que visam transformar o setor mineral em um setor energético para o Brasil. Neste sentido, três medias provisórias publicadas pelo Governo Federal criaram a Agência Nacional de Mineração e aumentaram a taxação sobre produtos como outro e diamante. A mudança não pegou bem junto aos empresários, mas a expectativa do governo  é que aumente a arrecadação para acumular mais investimentos na área.

O superintendente admitiu que as lavras garimpeiras trazem mais risco ao meio ambiente se comparadas a mineração empresarial, feita por grandes corporações que passam por um período de pesquisa que dura até 3 anos. A pesquisa serve para verificar quanto de recursos o terreno possui, como o minério poderá ser retirado e qual o custo do empreendimento.

“Se você comparar com a agropecuária o dano é muito menor, porque você retira o minério de apenas uma faixa de terreno e depois este espaço é recuperado, no agronegócio isso não acontece, o dano é maior e a lucratividade é muito mais baixa”, resume ele.

Serafim espera que com a criação da Agência Nacional de Mineração (ANM) em substituição ao DNPM o estado receba uma das sedes. A ideia, segundo ele, é bonificar Mato Grosso por sua arrecadação, que em 2016 foi de R$ 15 milhões, dinheiro que foi diretamente revertido à União. 

Fonte: Olhar direto

Centro de Operações Integradas da Vale: repercussão, desafios e futuro

Centro de Operações Integradas da Vale: repercussão, desafios e futuro


Um centro capaz de visualizar e integrar toda a cadeia de valor de minério de ferro da Vale. A construção do Centro Global de Operações Integradas (COI) é um grande sonho realizado pela Vale. O empreendimento foi inaugurado no dia 20 de setembro, na Mina de Águas Claras, em Minas Gerais.
Participante na implantação do projeto desde seu início, o gerente de Planejamento Integrado de Ferrosos, Túlio Weber, conta que atualmente é necessário muita agilidade na busca pelo ótimo global.
“É por meio de uma mudança na forma de trabalhar, revisitando os processos e a governança, buscando uma maior integração e rápido alinhamento entre as equipes envolvidas, que alcançaremos os melhores resultados para a nossa empresa”, afirma o gerente.

Como surgiu a iniciativa?

O COI Global surgiu de maneira discreta, no último trimestre de 2015, com um grupo pequeno à frente das pesquisas conceituais e tecnológicas. Se a distância era um fator que tornava a interação entre áreas operacionais e estratégicas um verdadeiro desafio, o COI veio para transformar esse cenário.
Segundo Tulio, agora as equipes da operação terão uma visão completa da cadeia de valor do minério de ferro da Vale e um maior poder de reação diante da volatilidade do mercado, em função da integração de cada corredor. Dessa forma, os empregados ficarão mais próximos do objeto central de decisões, compartilhando problemas, soluções e inovações.

Quais serão os próximos passos?

As oportunidades de ganhos também são salientadas pelo diretor da Cadeia de Valor de Ferrosos, Vagner Loyola. “O COI é uma das grandes alavancas que temos para garantir nossa competitividade e o sucesso da Vale ao longo dos anos”, pontua.
Ainda há duas fases previstas para os próximos anos. Uma delas é a implementação de COIs por Corredores e a outra será o Centro de Excelência. “Na primeira, esses COIs farão a programação do dia a dia e o controle mina-ferrovia-porto para o Sistema Norte, Sul e Sudeste. O objetivo é que eles trabalhem de modo a garantir a ótima performance e o atingimento do programa mensal para cada um dos sistemas produtivos”, explica.
“Já o Centro de Excelência reunirá especialistas em cada um dos processos críticos e dos nossos ativos nas etapas de mineração, beneficiamento, pelotização, ferrovia e porto. Esses especialistas vão monitorar a performance dos ativos ao longo de cada etapa da cadeia e trabalhar de modo a ajudar as equipes das operações a melhorar a produtividade e eficiência dos ativos. Com isso, a iniciativa vai otimizar ainda mais os resultados”, acrescenta Vagner.
 Fonte:Vale

Audiência discute propostas para a mineração brasileira

Audiência discute propostas para a mineração brasileira


A região Sul de Santa Catarina integra o debate sobre o novo Código de Mineração Brasileiro. Na tarde desta quinta-feira (5), representantes do setor de mineração, lideranças políticas e estudiosos debateram o tema no auditório 5 da Satc.
O diálogo foi conduzido pela deputada federal Geovania de Sá (PSDB/SC), presidente da comissão mista que analisa a Medida Provisória 790. “Temos uma preocupação não só econômica, mas com todo o processo, desde a pesquisa da lavra, dos resultados dessa pesquisa, da extração mineral, bem como a questão ambiental. Precisamos encontrar o equilíbrio entre a questão econômica e o meio ambiente para a recuperação dessas áreas e supostamente fazer uma exploração pós extração de algum tipo de mineral”, ressaltou Geovania.
Participaram da audiência Vicente Humberto Lobo Cruz, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, e José Luiz Amarante Araújo, Diretor do Departamento de Transformação e Tecnologia Mineral/SGM.
Lobo fez uma explanação sobre a importância do fortalecimento do setor mineral no país. “O Código precisa de uma reformulação pontual, nada que seja paternalista, mas mantendo o compromisso com o país”, reforçou o secretário.
A inclusão de questões ambientais relevantes, atualizando sanções punitivas, plano de fechamento de minas e a criação da Agência Nacional de Mineração, entre outros pontos, foram abordados por Lobo durante a audiência. “Tenho a convicção de que estamos construindo um futuro com dignidade”, pontuou.
Para o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan, a discussão é extremamente positiva. “As medidas são uma forma de modernização do marco regulatório da mineração, então são muito bem-vindas. A criação da Agência é um anseio antigo do setor mineral. A MP 790 discutida é a questão do marco. São uma série de aperfeiçoamentos”, afirmou Zancan.
As sugestões do setor catarinense serão apresentadas ao relator desta medida provisória, o senador Flecha Ribeiro (PSDB/PA). Ele deve as incluir ao documento que será apresentado primeiramente à Câmara Federal e, depois de sua aprovação, ao Senado.
Fonte: Assessoria de Imprensa Satc

Saída de presidente de estatal surpreende o setor da mineracao

Saída de presidente de estatal surpreende o setor da mineracao


Na terça-feira (3), por meio de uma carta, Eduardo Jorge Ledsham renunciou à presidência do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), estatal ligada ao Ministério de Minas e Energia, o que surpreendeu representantes do setor da mineração. Ledsham ficou pouco mais de um ano no cargo. Procurado por EXPRESSO, ele disse que saiu da CPRM por motivos pessoais, mas não respondeu se foi sondado por alguma empresa que atua no setor. Apenas afirmou: “Não tenho nenhum novo desafio no momento”.
A CPRM é responsável pela avaliação dos recursos minerais do país e pelos levantamentos geológicos, incluindo a elaboração de mapas.
Fonte: Época

O Grupo Belmont

O Grupo Belmont


Fundado em 1969, o Grupo Belmont começou a sua jornada de sucesso prestando serviços de transporte para a Companhia Vale do Rio Doce. Após alguns anos, a empresa ingressou na atividade de mineração com a descoberta de um grande depósito de esmeraldas naturais em uma de suas propriedades. Sua unidade industrial de processamento do minério é considerada a mais avançada do mundo no setor atualmente.
O Grupo Belmont também apoia e executa diversos projetos de promoção da educação ambiental e desenvolvimento social, que são sistematicamente reconhecidos nacional e internacionalmente. Além disso, mais de 1.000ha de Mata Atlântica são protegidos pela empresa, para promover a preservação da fauna e flora nativas. Hoje, o Grupo Belmont atua em diversos setores da economia, com grande destaque nas áreas de Mineração, Construção, Agropecuária, Concreto e Imobiliário.
Fonte: DeFatoOnLine