sábado, 7 de outubro de 2017

Semanário Bovespa: índice fecha com alta após renovar patamar histórico

Semanário Bovespa: índice fecha com alta após renovar patamar histórico

Com semana incostante, o Ibovespa valorizou 2,37%. O cenário político foi o centro das atenções, com o mercado querendo novidades sobre como a denúncia contra o presidente Michel Temer irá influenciar as reformas que tramitam no Congresso. A rejeição do PSDB em manter o deputado Bonifário de Andrade como relator do caso na CCJ criou instabilidade e receio nos investidores. Por outro lado, a fala do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, sobre a possibilidade de privatização da Petrobras no futuro fez com que o mercado superasse seu patamar histórico, renovando a marca. Já foram 16 semanas de ganhos, contra 24 variações positivas.
O indicador terminou a semana (6) com queda 0,73%, fechando com 76.054 pontos.
Em outubro, após 5 fechamentos, o índice valorizou 2,37%. Já se foi três pregões positivos, contra 2 negativo. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 191 pregões, o Ibovespa subiu 26,27%. Já foram 95 fechamentos positivos contra 96 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da semana

Na segunda-feira (2), o indicador fechou o dia com 74.359,83 pontos, uma valorização mínima de 0,09%. No dia seguite, houve uma valorização de 3,23%, fechando com 76.762,91 pontos, o que estabeleceu uma nova máxima histórica.
Na quarta-feira (4), o Ibovespa fechou o dia com uma variação negativa de 0,22%, terminando as atividades com 76.591,44 pontos. No dia seguinte, o indicador subiu 0,03%, fechando com 76.617,53 pontos.
Já na sexta-feira, o indicador caiu 0,73%, fechando com 76.054 pontos.

Fonte: ADVFN

Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas

Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas

     
Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas
A expectativa do Facebook é que o novo sistema não impacte a visibilidade de páginas com conteúdo legítimo mas afete produtores de boatos e rumores, na medida que busca educar os usuários sobre sua natureza e sufocar sua distribuição através de compartilhamentos e curtidas. Para resolver a situação, nesta quinta-feira (5), a rede social de Mark Zuckerberg anunciou uma nova estratégia para combater a propagação de informações não verdadeiras dentro da plataforma.
A novidade é um botão que acompanha posts de artigos na rede social e que mostra um pouco mais de contexto sobre aquele assunto ou sobre a página que está compartilhando o conteúdo.
"Essa nova função foi criada para oferecer às pessoas algumas das ferramentas de que elas precisam para tomar uma decisão informada sobre quais histórias elas leem, compartilham e confiam", disse o Facebook no anúncio da novidade.
Ao clicar no novo ícone, que ficará posicionado logo acima da notícia, o usuário poderá conferir parte da página na Wikipédia referente à empresa que criou o link e acessar sua conta oficial no Facebook, com informações sobre a reputação e a avaliação de outras pessoas. Talvez a possível influência desse tipo de método na eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016 tenha sido o grande ponto de alerta para grandes plataformas virtuais, mas o fato é que empresas como Google e Facebook tem se esforçado em combater as fake news em seus domínios.
Essa é mais uma tentativa de acabar com os posts falsos.

Fonte: Terra

Conheça a nova ferramenta anti-fake news do Facebook

Conheça a nova ferramenta anti-fake news do Facebook


O criador e dono do Facebook, Mark ZuckerbergDivulgação 
07/10/2017

por Ricardo Bilton*
O papel do Facebook em espalhar notícias falsas durante as eleições norte-americanas do ano passado é, até agora, inegável. A empresa tem assumido alguma responsabilidade, e na última 5ª feira (5.out.2017) introduziu uma atualização que tem como objetivo dar mais informações aos usuários sobre artigos enquanto eles estão lendo e antes de compartilhá-los com outros.
A mudança é pequena, mas, do ponto de vista da rede social, significante: usuários da plataforma logo estarão vendo botões de informações em artigos que aparecem no feed Notícias. Quando usuários clicarem no botão, verão um painel com informações sobre a página da Wikipédia da fonte, conteúdo relacionado com o artigo em questão e detalhes sobre onde e como os textos estão sendo compartilhados.
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O Facebook disse que o objetivo é dar às pessoas ferramentas para que possam ter mais informações para tomar decisões sobre quais histórias ler, compartilhar e confiar. Uma fonte de notícias sem uma página na Wikipédia pode ser um sinal de que não se deve confiar como poderia (apesar da natureza do Wikipédia permitir que qualquer um possa criar ou editar páginas, fazendo com que seja uma fonte de autoridade dúbia; alguns sites de notícias legítimos também podem não ter páginas próprias). O conteúdo relacionado dará aos usuários outras visões ou mais contexto sobre o artigo que estão lendo.
Apesar de não estar claro o quão popular a nova atualização de contexto será, provavelmente haverá algum tipo de impacto, até porque a novidade coloca todas as novas ferramentas apenas a um clique de distância. O proposta é um produto do feedback de usuários e de organizações envolvidas com o Projeto de Jornalismo do Facebook, cujo trabalho já cobrimos.


Mark Zuckerberg inicialmente negou alegações de que o Facebook tenha tido um papel significativo em espalhar notícias falsas durante as eleições. Mas ele voltou atrás na sua fala mais tarde (mais ou menos). Ao mesmo tempo em que está introduzindo novas ferramentas que têm como objetivo diminuir a disseminação de fake news no feed Notícias, o Facebook também está cooperando com uma investigação do Congresso sobre como os russos podem ter usado as ferramentas de publicidade da plataforma para atingir votantes específicos e aqueles em Estados-chave.
E o Facebook também está percebendo que não pode sempre jogar mais tecnologia nesses problemas. A plataforma disse nesta semana que planeja contratar mais 1.000 funcionários para o time que revisa os anúncios comprados no site.
*Ricardo Bilton integra o Nieman Journalism Lab. Já trabalhou como repórter no Digiday, onde cobriu negócios de mídia digital. Também escreveu para VentureBeat, ZDNet, The New York Observer e The Japan Times. Quando não está trabalhando, provavelmente está no cinema. 

Após 30 anos de proibição, arquipélago brasileiro é aberto à visitação

Após 30 anos de proibição, arquipélago brasileiro é aberto à visitação




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O Arquipélago dos Alcatrazes, em São Sebastião, voltará a ser aberto ao público a partir de 2018, de acordo com informações de A Tribuna.
O paraíso, que fica a cerca de 35 quilômetros de São Sebastião, no Litoral Paulista, é a casa de diversas espécies de peixes, tartarugas e pássaros. Considerado um dos cenários mais belos do Brasil, o local é conhecido como ‘Fernando de Noronha Paulista’ e ‘Galápagos do Brasil’.
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O arquipélago, que possui cerca de 70 mil hectares, é formado por nove ilhas, quatro lajes e dois parceis.  De acordo com o analista e oceanógrafo Geraldo de França Ottoni Neto, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), no período de pico da reprodução das aves, cerca de 8.000 fragatas, 2.000 atobás e muitas outras se reúnem no local. “No mar, temos várias espécies, com destaque para raias e cações, que também utilizam a área para reprodução”, acrescentou.
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As ilhas também são consideradas habitat de uma série de espécies raras, como a Jararaca-de-Alcatrazes (espécie Bothrops alcatraz), por exemplo, que é endêmica. A presença da cobra é um dos motivos pelo qual as futuras visitas serão restritas ao entorno da formação de rochas, com cerca de quatro quilômetros de comprimento e formato de Y.
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Histórico de guerra
O Arquipélago de Alcatrazes já foi utilizado como local para a prática de tiros de navios de guerra. De acordo com um infográfico publicado pelo jornal Estadão, “Alcatrazes, um mundo perdido no Litoral Paulista”, em 1989 ambientalistas protestavam contra o uso das ilhas para tal finalidade, alegando por meio de pesquisas e documentos a importância ecológica e necessidade de preservação do local. Os ambientalistas venceram e, desde então, foi criado o Parque Nacional Marinho de Alcatrazes, considerado patrimônio de conservação ambiental do país.
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Visitação   
Espera-se que os turistas possam começar a visitar Alcatrazes a partir de janeiro de 2018. No entanto, é necessário que uma empresa se disponha a cadastrá-los para que sejam transportados até o local.
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As regras de visitação foram elaboradas pela ICMbio, que é responsável pela preservação e estudo da fauna e flora das ilhas. Ainda, por meio da Portaria 582/2017, seguirá como principal agente na luta pela preservação ambiental da área.
[Estadão ] [ Fotos: Reprodução / Estadão ]

Furacão Nate se fortalece sobre Golfo do México após deixar 25 mortos

Furacão Nate se fortalece sobre Golfo do México após deixar 25 mortos

NOVA ORLEANS (Reuters) - O furacão Nate se fortaleceu levemente neste sábado conforme se moveu pelo Golfo do México, ameaçando atingir a região central da Costa do Golfo dos Estados Unidos como uma tempestade de categoria 2 após matar ao menos 25 pessoas na América Central.
As chamadas bandas exteriores do furacão devem atingir partes da Costa do Golfo dos EUA com ventos de força de tempestade tropical na noite deste sábado, com o centro da tempestade previsto para alcançar a terra entre sábado e domingo, disse o porta-voz do Centro Nacional de Furacões dos EUA, Dennis Feltgen.
Grandes portos da região central da Costa do Golfo dos EUA foram fechados para entrada e saída neste sábado, conforme o Nate se intensificou.
A Guarda Costeira dos EUA ordenou os fechamentos, começando às 8 horas, no horário local.
O furacão de categoria 1, a mais fraca na escala de cinco categorias usada por meteorologistas, deve se fortalecer para categoria 2 antes de atingir o solo, de acordo com o Centro Nacional de Furacões.
A previsão é de que o Nate vire para o nordeste do país após atingir a costa, em um caminho que passaria por dentro do Alabama.
A governadora do Alabama, Kay Ivey, pediu para moradores de áreas que enfrentam fortes ventos e tempestades tomarem precauções, dizendo que o Alabama pode ser o mais atingido.

Fonte:  Reuters