sábado, 7 de outubro de 2017

Alta de 120% ainda não é o bastante: por que os analistas seguem preferindo Usiminas à Gerdau?

Alta de 120% ainda não é o bastante: por que os analistas seguem preferindo Usiminas à Gerdau?

Uma empresa tem alta de 120% no ano – e ainda sem previsão de quando vai parar. Enquanto isso, uma outra companhia do mesmo setor, antes preferida, vê seus papéis avançarem apenas 5% neste ano – sendo constantemente preterida pelos bancos nas últimas análises.
Uma companhia é a Usiminas (BOV:USIM5), que mais que dobrou de valor de mercado este ano, enquanto a outra é a apática Gerdau (BOV:GGBR4), que teve recomendação reduzida de compra para neutra nesta quarta-feira, pelo Bradesco BBI, além da recomendação, o preço alvo foi cortado de R$ 18,00 para R$ 12,00.
Há algumas explicações bastante contundentes de por que essa diferença de visões e desempenhos sobre as duas companhias. O atual momento é de recuperação mais consistente dos aços planos (que possuem maior relação com o consumo e que são geralmente os primeiros a se recuperar) do que para os aços longos, usados na infraestrutura, por exemplo.
Ou seja, há uma visão mais positiva para a Usiminas, do que para a Gerdau. Desta forma, dado o seu portfólio, a Usiminas tem um beta-alto para a sua ação – ou seja, é bastante sensível às variações tanto positivas quanto negativas do Ibovespa. Quando o índice sobe, a ação da empresa sobe muito mais. Assim, com o Ibovespa renovando máximas, os papeis da USIM5 também disparam.
Além disso, um dos fatores visto antes como força da Gerdau, acabou não se concretizando. Em novembro de 2016, logo após a eleição de Donald Trump para presidência dos Estados Unidos, a Gerdau entrou em uma trajetória de forte alta, com a expectativa pelo programa de infraestrutura de US$ 500 bilhões do presidente americano, uma vez que a siderúrgica tem uma grande exposição nos EUA. Porém, os planos sobre o assunto ainda não se evoluíram e foram deixados em segundo plano pelo mercado.
Por outro lado, os analistas do Bradesco BBI reiteraram a Usiminas como Top Pick do setor, elevando o preço-alvo para os ativos USIM5 de R$ 10 para R$ 12 – o que representa um potencial de valorização de 39% frente o fechamento da última terça-feira.
Segundo o Bank Of America Merrill Lynch, a empresa está muito bem posicionada para aproveitar a recuperação econômica do Brasil, e está em um momento positivo em termos de resultados. Além disso, também está em um processo acelerado de desalavancagem, o que traz um alivio quanto ao andamento das dívidas da siderúrgica, que era uma das principais criticas dos investidores.
Apesar da performance muito superior (115 pontos percentuais) da Usiminas sobre a Gerdau, os analistas do Bank of America não acham que acabou. Não que eles sejam pessimistas com a Gerdau, o que se reflete no preço-alvo de R$ 14 para os ativos – representando um potencial de valorização de 22% frente ao fechamento da véspera. Contudo, para eles, a ação da GGBR4 é uma história para o biênio de 2018-2019. Agora, para o banco, é a hora da Usiminas. 
As informações são do site Infomoney 

Dollar Week

Dollar Week:

Na primeira semana de outubro, o Dólar desvalorizou 0,28%. No contexto interno, o cenário político movimentou o mercado com incertezas sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer e as reformas em andamento no Congresso Nacional, ao mesmo tempo em que pesquisas especularam sobre os possíveis cenários para as eleições de 2018, apontando Lula como possível vencedor. Já no contexto internacional, ainda há expectativas que o Federal Reserve, banco central americano, aumente os juros este ano. Jás o relatório sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos no último mês relevou que o país perdeu 33 mil pontos de trabalho por conta dos furacões Irma e Harvey, enquanto a taxa de desemprego, a 4,2% – taxa mais baixa desde 2001. Já foram 17 semanas de valorização, contra 22 de desvalorização e uma de estabilidade.
Ontem, o dólar encerrou o dia com 0,19% de alta, cotado à R$ 3,1573 para compra e R$ 3,1586 para venda.
Em outubro, após 5 pregões, o a moeda acumula 0,28% de desvalorização. São 3 pregões de baixa contra 2 alta. No último pregão de setembro, o dólar fechou cotado a R$ 3,1669 para compra e R$ 3,1676 para venda.
Em 2017, após 192 pregões, o dólar apresenta uma desvalorização de 2,80%. São 92 pregões de alta contra 100 de baixa. Em 2016, a divisa dos Estados Unidos fechou cotada a R$ 3,2492 para compra e a R$ 3,2497 para venda.

Resumo da semana

Na segunda-feria (2), o dólar encerrou o dia com 0,39% de queda, cotado à R$ 3,1545 para compra e R$ 3,1552 para venda. No dia seguinte, a moeda encerrou o dia com 0,28% de queda, cotado à R$ 3,1454 para compra e R$ 3,1461 para venda.
Na quarta-feira,  o dólar encerrou o dia com 0,46% de queda, cotado à R$ 3,1307 para compra e R$ 3,1314 para venda. No dia 5, a moeda  encerrou o dia com 0,67% de alta, cotado à R$ 3,1514 para compra e R$ 3,1524 para venda.
Para fechar a semana, o dólar encerrou o dia com 0,19% de alta, cotado à R$ 3,1573 para compra e R$ 3,1586 para venda.

Fonte:  ADVFN

Semanário Bovespa: índice fecha com alta após renovar patamar histórico

Semanário Bovespa: índice fecha com alta após renovar patamar histórico

Com semana incostante, o Ibovespa valorizou 2,37%. O cenário político foi o centro das atenções, com o mercado querendo novidades sobre como a denúncia contra o presidente Michel Temer irá influenciar as reformas que tramitam no Congresso. A rejeição do PSDB em manter o deputado Bonifário de Andrade como relator do caso na CCJ criou instabilidade e receio nos investidores. Por outro lado, a fala do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, sobre a possibilidade de privatização da Petrobras no futuro fez com que o mercado superasse seu patamar histórico, renovando a marca. Já foram 16 semanas de ganhos, contra 24 variações positivas.
O indicador terminou a semana (6) com queda 0,73%, fechando com 76.054 pontos.
Em outubro, após 5 fechamentos, o índice valorizou 2,37%. Já se foi três pregões positivos, contra 2 negativo. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 191 pregões, o Ibovespa subiu 26,27%. Já foram 95 fechamentos positivos contra 96 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da semana

Na segunda-feira (2), o indicador fechou o dia com 74.359,83 pontos, uma valorização mínima de 0,09%. No dia seguite, houve uma valorização de 3,23%, fechando com 76.762,91 pontos, o que estabeleceu uma nova máxima histórica.
Na quarta-feira (4), o Ibovespa fechou o dia com uma variação negativa de 0,22%, terminando as atividades com 76.591,44 pontos. No dia seguinte, o indicador subiu 0,03%, fechando com 76.617,53 pontos.
Já na sexta-feira, o indicador caiu 0,73%, fechando com 76.054 pontos.

Fonte: ADVFN

Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas

Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas

     
Facebook testa ferramenta de combate a notícias falsas
A expectativa do Facebook é que o novo sistema não impacte a visibilidade de páginas com conteúdo legítimo mas afete produtores de boatos e rumores, na medida que busca educar os usuários sobre sua natureza e sufocar sua distribuição através de compartilhamentos e curtidas. Para resolver a situação, nesta quinta-feira (5), a rede social de Mark Zuckerberg anunciou uma nova estratégia para combater a propagação de informações não verdadeiras dentro da plataforma.
A novidade é um botão que acompanha posts de artigos na rede social e que mostra um pouco mais de contexto sobre aquele assunto ou sobre a página que está compartilhando o conteúdo.
"Essa nova função foi criada para oferecer às pessoas algumas das ferramentas de que elas precisam para tomar uma decisão informada sobre quais histórias elas leem, compartilham e confiam", disse o Facebook no anúncio da novidade.
Ao clicar no novo ícone, que ficará posicionado logo acima da notícia, o usuário poderá conferir parte da página na Wikipédia referente à empresa que criou o link e acessar sua conta oficial no Facebook, com informações sobre a reputação e a avaliação de outras pessoas. Talvez a possível influência desse tipo de método na eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016 tenha sido o grande ponto de alerta para grandes plataformas virtuais, mas o fato é que empresas como Google e Facebook tem se esforçado em combater as fake news em seus domínios.
Essa é mais uma tentativa de acabar com os posts falsos.

Fonte: Terra

Conheça a nova ferramenta anti-fake news do Facebook

Conheça a nova ferramenta anti-fake news do Facebook


O criador e dono do Facebook, Mark ZuckerbergDivulgação 
07/10/2017

por Ricardo Bilton*
O papel do Facebook em espalhar notícias falsas durante as eleições norte-americanas do ano passado é, até agora, inegável. A empresa tem assumido alguma responsabilidade, e na última 5ª feira (5.out.2017) introduziu uma atualização que tem como objetivo dar mais informações aos usuários sobre artigos enquanto eles estão lendo e antes de compartilhá-los com outros.
A mudança é pequena, mas, do ponto de vista da rede social, significante: usuários da plataforma logo estarão vendo botões de informações em artigos que aparecem no feed Notícias. Quando usuários clicarem no botão, verão um painel com informações sobre a página da Wikipédia da fonte, conteúdo relacionado com o artigo em questão e detalhes sobre onde e como os textos estão sendo compartilhados.
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O Facebook disse que o objetivo é dar às pessoas ferramentas para que possam ter mais informações para tomar decisões sobre quais histórias ler, compartilhar e confiar. Uma fonte de notícias sem uma página na Wikipédia pode ser um sinal de que não se deve confiar como poderia (apesar da natureza do Wikipédia permitir que qualquer um possa criar ou editar páginas, fazendo com que seja uma fonte de autoridade dúbia; alguns sites de notícias legítimos também podem não ter páginas próprias). O conteúdo relacionado dará aos usuários outras visões ou mais contexto sobre o artigo que estão lendo.
Apesar de não estar claro o quão popular a nova atualização de contexto será, provavelmente haverá algum tipo de impacto, até porque a novidade coloca todas as novas ferramentas apenas a um clique de distância. O proposta é um produto do feedback de usuários e de organizações envolvidas com o Projeto de Jornalismo do Facebook, cujo trabalho já cobrimos.


Mark Zuckerberg inicialmente negou alegações de que o Facebook tenha tido um papel significativo em espalhar notícias falsas durante as eleições. Mas ele voltou atrás na sua fala mais tarde (mais ou menos). Ao mesmo tempo em que está introduzindo novas ferramentas que têm como objetivo diminuir a disseminação de fake news no feed Notícias, o Facebook também está cooperando com uma investigação do Congresso sobre como os russos podem ter usado as ferramentas de publicidade da plataforma para atingir votantes específicos e aqueles em Estados-chave.
E o Facebook também está percebendo que não pode sempre jogar mais tecnologia nesses problemas. A plataforma disse nesta semana que planeja contratar mais 1.000 funcionários para o time que revisa os anúncios comprados no site.
*Ricardo Bilton integra o Nieman Journalism Lab. Já trabalhou como repórter no Digiday, onde cobriu negócios de mídia digital. Também escreveu para VentureBeat, ZDNet, The New York Observer e The Japan Times. Quando não está trabalhando, provavelmente está no cinema.