domingo, 8 de outubro de 2017

Quem comprou R$ 100 em bitcoins há seis anos hoje tem R$ 120 mil

Quem comprou R$ 100 em bitcoins há seis anos hoje tem R$ 120 mil

Desde 2011, a moeda virtual disparou e, agora, quem não comprou lá atrás está arrependido. Veja simulação

São Paulo — Há seis anos, o valor de uma bitcoin era de 15 reais. Hoje, uma unidade da moeda virtual sai por 18 mil reais. Isso significa que se você tivesse comprado 100 reais em bitcoins lá atrás, o que dariam 6,67 unidades, elas valeriam atualmente 120 mil reais.
Arrependido? Calma, você não é o único. Segundo Rodrigo Batista, fundador e CEO do Mercado Bitcoin —plataforma brasileira para compra e venda da moeda virtual—, muitas pessoas que não acreditaram no potencial da moeda lá atrás hoje estão desesperadas para ter uma.
Desde o início de agosto, a bitcoin vem batendo um recorde de preço atrás do outro e acumula valorização de 103,4% somente nesse período. No primeiro dia do mês passado, custava cerca de 8.850 reais, e ontem, valia 18 mil reais —uma diferença de 9.150 reais. Em 2017, a alta da bitcoin ultrapassa os 350%.
Veja abaixo uma simulação feita pela Mercado Bitcoin de compra de 100 reais em bitcoins nos últimos seis anos e quanto elas valeriam hoje, considerando que a pessoa manteve a moeda digital em sua carteira durante todo o período.
Data da compraPreço na data da compraQuantidade comprada*Quanto valeriam hoje**
31/08/2016R$ 1.947,920,05R$ 924,06
31/08/2015R$ 869,040,12R$ 2.071,24
31/08/2014R$ 1.245,000,08R$ 1.445,78
31/08/2013R$ 319,950,31R$ 5.625,88
31/08/2012R$ 23,574,24R$ 76.368,26
31/08/2011R$ 15,006,67R$ 120.000,00
*Os valores foram arredondados para facilitar a compreensão
**Considera cotação de 31 de agosto de 2017, de 18 mil reais

Fonte: Mercado Bitcoin
Para Batista, alguns eventos explicam essa guinada recente da cotação. “O primeiro deles é o fato de que, em maio, o Japão regulamentou a bitcoin, que passou a poder ser transacionada naquele país como qualquer outra moeda, por exemplo o euro e o dólar americano”, explicou.
A decisão japonesa, segundo o executivo, chamou atenção de investidores institucionais no Japão para o mercado de bitcoins. Em pouco tempo o país passou a ser o líder mundial em detentores da moeda virtual.
“Isso acabou estimulando investidores institucionais de outras partes do mundo a comprar as bitcoins também, o que ajudou a empurrar os preços para cima. Sem contar que grandes bancos de investimentos, como o Goldman Sachs e o Morgan Stanley, passaram a fazer relatórios indicando a compra da moeda virtual”, disse Batista.
A alta demanda provocou, inclusive, uma divisão da bitcoin em duas: a convencional, mais utilizada, e a cash. O movimento também fez aumentar o número de estabelecimentos que aceitam pagamento com bitcoins no mundo todo. Em São Paulo, por exemplo, um restaurante já aceita a moeda virtual na hora de os clientes pagarem a conta.

Como comprar e riscos

Se você se interessou por comprar bitcoins, mas não tem 18 mil reais para isso, não se preocupe: é possível comprar frações da moeda digital por um preço muito mais acessível do que o cheio. Na plataforma online Mercado Bitcoin, por exemplo, o mínimo é 50 reais.
Mas, cuidado: o risco é alto. “É tão alto ou até maior do que investir em ações”, disse Batista. “Do mesmo jeito que a moeda virtual teve uma valorização expressiva de 2011 para cá, com ajuda de uma série de fatores, ela pode inverter a tendência e devolver parte do ganho a qualquer momento.” 
Por isso, se decidir “tentar a sorte”, utilize um recurso que não fará falta para você caso venha a ter prejuízo lá na frente. Além disso, é preciso pesquisar onde a compra será feita.
Existem diversas plataformas online no Brasil e no exterior para a negociação de bitcoins, mas como a moeda virtual ainda não é regulamentada por aqui, não há uma certificação ou lista do Banco Central dos canais confiáveis para fazer a operação. 
Por isso, a pesquisa é essencial. Procure na internet sobre a reputação da plataforma e tente falar com pessoas que já utilizaram o serviço para saber se pode confiar no que está sendo oferecido.
Uma vez escolhida a plataforma, o processo é bem parecido com uma compra de ações através de uma corretora: após fazer cadastro, será preciso transferir o dinheiro para a conta da empresa, que vai disponibilizar seu saldo para negociar a moeda virtual.

Leão

Apesar de a bitcoin ainda não ser regulamentada no Brasil, é preciso avisar a Receita Federal sobre suas negociações com a moeda virtual.
Neste ano, o manual de perguntas e respostas da Receita, conhecido como “perguntão”, trouxe dois tópicos específicos para a declaração de moedas digitais.
Veja abaixo o que fazer para acertar as contas com o Fisco.
  1. A apuração e recolhimento dos rendimentos com bitcoin deve ser feita em todos os meses nos quais a soma das vendas exceder 35 mil reais, utilizando-se o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital que pode ser baixado no site da Receita Federal.
  2. Na declaração anual do Imposto de Renda, deve-se apontar os ganhos do ano anterior e o saldo em bitcoins do dia 31 de dezembro 
  3.  Até o final de dezembro de 2016, quem obteve ganhos de capital na venda de bitcoins pagou 15% de Imposto de Renda independentemente do valor do lucro. A partir de janeiro de 2017, somente os ganhos de capital de até 5 milhões de reais serão tributados em 15%. A alíquota sobe para 17,5% nos ganhos entre 5 milhões e 10 milhões de reais, para 20% nos ganhos entre 10 milhões e 30 milhões de reais e para 22,5% nos lucros acima de 30 milhões de reais. 
  4. Quem possui mil reais ou mais em bitcoins, deve incluí-los na seção “outros bens” da declaração de Imposto de Renda, usando o valor de aquisição. 
  5. Caso você não tenha declarado os ganhos com bitcoins nos últimos cinco anos, precisa pagar o imposto com multa e juros.
     Fonte: Exame


Serra de Carnaíba: Caçadores de esmeraldas mantém vivo o sonho de ficar milionário


Serra de Carnaíba: Caçadores de esmeraldas mantém vivo o sonho de ficar milionário




Serra de Carnaíba: Caçadores de esmeraldas mantém vivo o sonho de ficar milionário



O repórter João Batista Ferreira, ladeado por dois garimpeiros, no interior de uma mina em Serra de Carnaíba



"Quijilas", nome dado a quem aproveita os restos do garimpo. Geralmente são crianças, mulheres ou idosos
Desde a descoberta do garimpo da Carnaíba, calcula-se que foram retirados bilhões de dólares em esmeraldas, a maior parte, ou seja 90% foram compradores do exterior, americanos, Indianos, japoneses, chineses, europeus, etc..


Garimpeiro trabalhando no fundo de um gruna sob temperatura escaldante

Na semana em que o mundo parou para ver o resgate de 33 mineiros em Copiapó, no Chile, o site Noticia Livre visitou Carnaíba: a Terra das Esmeraldas.


Descoberto 1963, o garimpo de Serrana da Carnaíba continua sendo um lugar de cobiça e aventura, e o sonho de ficar milionário da noite para o dia continua vivo. Em cada “corte”, local onde se realiza o garimpo, a esperança de encontrar o veio das esmeraldas, mantém homens e mulheres trabalhando 24 horas.

Para chegar até o local onde trabalham os garimpeiros, utilizei um carretel, guincho usado para alçar e descer pessoas e material até o fundo das minas. Preso por um “cavalo”, espécie de cinta confeccionada com borracha, pude chegar até o fundo de uma gruna, com 135 metros de profundidade, e ver de perto o trabalho dos garimpeiros.

Lá embaixo, a temperatura é escaldante, beirando uns 40 graus. Os trabalhadores manipulam dinamite, respiram fuligem o tempo todo, e estão sujeitos a desabamentos. O risco de morrer é real, mas pode compensar: dois gramas de esmeralda de boa qualidade podem ser vendidos por até 5 mil dólares.
Fonte: Site notícia livre

ÁGUA-MARINHA

Agua-marinha

 A água-marinha é uma variedade do berilo, com uma composição química de silicato de alumínio e berílio. 
No Brasil, existem minas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rondônia (sendo este pouco explorado nesta região) e Rio Grande do Norte onde são encontradas as melhores do país. 
Na década de 1950 foi encontrada em Resplendor, Minas Gerais, a maior água-marinha do mundo que, devido à sua beleza, foi denominada "Martha Rocha", a Miss Universo da época. Foi também motivo de muitas brigas e mortes na região. A mais pesada tinha 110 kg, e suas dimensões eram de 48,5 cm de comprimento e 42 cm de diâmetro. Tem fraturas desigual e clivagem imperfeita. A sua cor varia desde o azul-claro ao azul-esverdeado ou até mesmo tende aos tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, uma vez que a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foi sujeitas a tratamentos especiais, o sendo o principal o aquecimento da gema. Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante. Contudo, nem sempre as pessoas preferiram assim, algumas pessoas preferem os tons naturais por ser mais parecido com o azul do mar.



Por sua cor excepcional, é uma gema muito popular. A bela água-marinha varia de cor, indo desde o verde-azulado até o mais perfeito e intenso azul-celeste. Assim como as esmeraldas, os heliodoros e as morganitas,

Dureza: 7,5 - 8 na escala de Mohs.
Cor: varia do verde-azul a azul-claro
Origens
Como todas as outras variedades de berilo, a água-marinha ocorre tipicamente em rochas pegmatíticas e também em depósitos secundários. As jazidas mais importantes encontram-se no Brasil, nos Estados de Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. Os melhores cristais azul-escuros de água-marinha vêm de Madagascar.  Esta gema é encontrada um pouco por todo o mundo. Já foi encontrada em Elba, Itália; Mourne Mountains, Irlanda do Norte; Mursinsk, Takovaja River, Shaitansk Hills, Adun-Tchilone Baikal, Rússia; Rossing e KI. Spitzkopje, Namíbia; Madagascar; Zimbábue;Tanzânia; Quénia; Sri Lanka; Índia; Mianmar; Califórnia, Colorado, Connecticut e Maine, Estados Unidos ; Austrália; Paquistão; Afeganistão.
Gema de agua-marinha bruta
Gema de agua-marinha bruta










Estrutura cristalina do berílio



Não existe água-marinha sintética, mas muitas vezes se vende topázio natural e espinélio sintético azuis como se fossem água-marinha. Mais de 90% das gemas encontradas no comércio internacional devem sua cor azul ao aquecimento a que foram submetidas berilos amarelos ou verdes e a cor obtida desse modo não pode ser distinguida do azul natural. Além disso, as gemas de cor fraca são aquecidas a 400-500°C para ficarem mais escuras.


Os antigos gregos tinham a água marinha como símbolo do amor e sorte no matrimônio.
Fonte: Geologo.com

Loyola: inflação deve seguir baixa por até 2 anos; próximo presidente é fator de risco

Loyola: inflação deve seguir baixa por até 2 anos; próximo presidente é fator de risco

A inflação de setembro medida pelo IPCA, de 0,16%, ficou dentro do esperado e mostra que a tendência dos preços é de tranquilidade por um bom tempo, avalia o ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Tendências Consultoria, Gustavo Loyola. “Está bem tranquila, não vemos a inflação mostrando as caras nos próximos 18, 24 meses”, disse, após participar do 38º Congresso da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Com isso, o BC poderá reduzir os juros básicos até 6,75% ao ano, uma das menores taxas da história.
Para manter essa taxa, porém, será necessário avançar com as reformas, em especial a da Previdência, afirma Loyola. Sem a reforma, o teto dos gastos públicos fixado pelo governo deve estourar já em 2019, diante do crescimento das despesas com aposentadorias e outros gastos obrigatórios do governo. “As reformas são muito importantes para o ajuste das contas públicas e para mudar a trajetória da dívida pública, trajetória que hoje é insustentável”, afirmou. “Se perdermos a janela de oportunidade para fazer a reforma da Previdência com Temer, ela só será possível em 2019, comprometendo o ajuste fiscal, o teto e, mais que o teto, a sustentabilidade da dívida”, alerta.
Com a reforma adiada para 2019, ganha mais importância a eleição presidencial do ano que vem, que ainda não apresenta uma definição. “Estamos esperando um cenário de juro baixo, mas ele pressupõe a cenário benigno da economia que só pode vir da continuidade das reformas, especialmente a da Previdência”, diz. “Sem essa âncora fiscal, dificilmente vamos sustentar a estabilidade macroeconômica e em algum momento ela vai explodir”, alerta. “E você não tem mais tempo para tomar medidas paliativas”, diz, admitindo que há casos de desperdícios na Previdência que poderiam reduzir seu déficit. “Podemos fechar uma brecha aqui ou acolá, mas isso não resolve, tem de mexer na questão estrutural que é o envelhecimento da população e a redução da população ativa que eleva o déficit”, lembra.
Loyola acredita que há hoje uma maior percepção dos políticos em Brasília de que é preciso reformar a Previdência. “Mas o  grande problema é a desidratação que essa reforma vai sofrendo ao longo da discussão política, pela força dos grupos de interesse”, explica. No caso, os grupos mais poderosos e vocais são os ligados aos funcionários públicos. “Essa reforma proposta feita pelo Temer tem um aspectos positivo que é justamente a unificação dos regimes, público e privado, e aí acaba com os privilégios, mas é justamente isso que cria maior resistência”, diz.
Mesmo a questão da idade mínima poderia ser vencida, acredita Loyola. “Basta que você dilua o impacto do aumento da idade com uma boa regra de transição, que não atinja quem está perto de se aposentar”, diz. Já os grupos de interesse, como funcionários públicos, polícia federal ou Judiciário ou mesmo funcionários de outras esferas de governo tem um poder de barganha maior, mais acesso aos parlamentares e aos formadores de opinião.
O receio, diz Loyola, é que o próximo presidente não tenha a mesma capacidade de articulação política de Temer para aprovar a reforma.
O grande problema é que a maior parte dos gastos públicos não pode ser reduzida, o que reduz as opções para o próximo presidente ajustar as contas públicas e torna mais importante a reforma da Previdência, explica Loyola. Além disso, o Estado brasileiro tem uma eficiência muito baixa, presta serviços ruins e as pessoas percebem isso e não devem aceitar um presidente que não se comprometa em melhorar essa eficiência. Um outro desafio são os setores que se acostumaram com os benefícios do governo, seja diretamente via subsídios, seja indiretamente. “Esses setores da economia não querem desmamar do governo, mas será preciso”, afirma Loyola.
Ele deixa claro também que as mudanças têm de ser feitas pelos políticos, rebatendo as ideias de que bastaria eleger um presidente autoritário ou então esperar um golpe militar para impor à força uma reorganização do Estado. “Não vai ser uma pessoa que vai chegar lá e decretar que tudo tem de mudar, não é assim que funciona na democracia”, afirma. Ao mesmo tempo, Loyola deixa clara sua preocupação com as pesquisas eleitorais que mostram o crescimento de nomes mais radicais na corrida presidencial.

Fonte: Arena do Pavini

O Ibovespa tem fôlego para continuar subindo ou enfrentaremos uma nova queda?

O Ibovespa tem fôlego para continuar subindo ou enfrentaremos uma nova queda?


A recente alta do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, voltou a agitar consultores de mercado e investidores. Na segunda-feira, a bolsa novamente subia, chegando à casa dos 74.400 pontos. Analistas têm apontado, em geral, que a tendência é de manutenção da trajetória de alta engrenada desde meados de 2016, encerrando o ano em níveis recordes.
“O mercado segue em clara tendência de alta de médio e longo prazos. Nas últimas semanas houve o movimento histórico que foi o rompimento do topo principal nos 73.920 pontos, região de resistência que durou nove anos”, avalia João Marcello, analista gráfico da Elite corretora. “Para ganhar uma nova força e romper a nova resistência, que foi marcada nos 76.400, a minha projeção é de 79.700 pontos para o final do ano”.
O cenário macroeconômico no Brasil sugere que a Bolsa poderá acelerar a valorização até o final do ano, conforme análise de Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Corretora. “O recorde do Ibovespa neste ano já era esperado, empurrado pelas recentes quedas da Taxa Básica de Juros (Selic), pelo otimismo externo e pela melhora da percepção em relação ao cenário político” analisa. “Mantemos nossa estimativa de um Ibovespa perto de 90 mil pontos até o final do ano, puxado pela manutenção da inflação baixa, a queda da taxa de juros, a recuperação da atividade econômica e o cenário externo favorável”, projeta.
As projeções de valorização até dezembro de 2017 não garantem altas semanais de agora até o final do ano: o risco é de volatilidade e lateralidade no curto prazo. “Foi um rompimento muito esticado, com oito semanas seguidas de alta e muitos indicadores já demostrando sobrecompra. Como foi um rompimento esticado, no curto e médio prazos é possível que o mercado venha passar por um momento de lateralização, ou alguma correção mais importante para as próximas semanas”, explica João Marcello, da Elite. Que vê inclusive algumas possibilidades de queda: “Esgotada a força de curto prazo, o primeiro alvo de queda foi cumprido no próprio 73.100, zona que passou a ser um suporte importante, mas com espaço para corrigir até a zona dos 70.000/69.000, onde geraria novas oportunidades”.
Vicente Koki, Analista-chefe da DMI Group, afirma que a recente alta é puxada em grande parte pelos investidores se antecipando à melhora da economia brasileira – e, em consequência, resultados mais expressivos para as companhias do país com capital aberto. “Essa antecipação tem refletido na alta da bolsa de valores. Outros fatores também têm contribuído para a alta do índice, como a intenção de privatização da Eletrobras e os maiores preços das commodities no exterior. Pelo lado negativo, ainda há incertezas políticas, e em relação ao avanço das reformas previdenciária e tributária. Na combinação destes fatores, o Ibovespa no curto prazo ainda deve continuar com este movimento de alta, marcando novos recordes”, afirma Koki.

Fonte: Acionista.com