domingo, 8 de outubro de 2017

AMETISTA

Ametista
ametista

A ametista é uma gema preciosa Tectossilicatos de variedade do quartzo
A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito.   o nome de ametista são todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor. A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de Ferro3+, mas ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento ou radiação ultravioleta. O coríndon roxo ou a safira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental.A ametista é um mineral amplamente distribuído, Tais cristais ocorrem tanto em cavidades alongadas (veios) em rochas graníticas,


 
Estrutura cristalina
Estrutura cristalina do quartzo


Jazida

  Brasil,  Uruguai, e Madagáscar 
 
 Características físicas e químicas da gema

Ametista gema bruta

Fórmula química: SiO2. Óxido de silício.
Composição: Si = 46,7%, O = 53, 3%. Apresenta compostos de ferro e manganês, que lhe rendem
Sua cor e característica.
Hábito: Prismático, granular, maciço.
Clivagem: Imperfeita {1011} ou {0111}.
Dureza: 7



Cor: Geralmente violeta, roxa ou púrpura.
 Traço: Incolor.
Variações: Existe uma variedade bicolor, denominada quartzo ametista, tratase de uma forma mais
Compacta de ametista que, freqüentemente possui bandas de quartzo leitoso. Além de, uma variedade
Tricolor com uma extremidade de cor roxa, a outra extremidade amarela, sendo cortada por uma faixa
Incolor. Outras espécies são: Ametista Jacobina, variedade de ametista escura com tonalidades vivas;
Ametista Madagascar, variedade de ametista violeta-escura, levemente enfumaçada ou violeta-púrpura
Quando mais clara; Ametista-mosquito, variedade com pequenas inclusões de goethita; Ametista espanhola,
Nome dado a ametistas finas comercializadas na Espanha de origem desconhecida e cor
Púrpura. Também existe a ametista Uruguai, ametista-uraliana, ametista-siberiana, etc.

 Lapidação

Formatos de lapidação sugeria para ametista

Os gregos acreditavam que a Ametista tinha o poder de transformar os maus pensamentos em pensamentos otimistas, além de proteger seu portador de falsas amizades. 
Fonte: Joia br

Vice dos EUA abandona jogo da NFL por protesto de jogadores durante hino

Vice dos EUA abandona jogo da NFL por protesto de jogadores durante hino

WASHINGTON (Reuters) - O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, abandonou um jogo de futebol americano da NFL neste domingo em seu Estado natal de Indiana depois que alguns jogadores ajoelharam durante a execução do hino norte-americano, repetindo um protesto iniciado no ano passado sobre a violência policial contra minorias raciais.
“Deixei o jogo de hoje do Colts porque o presidente Trump e eu não iremos dignificar nenhum evento que desrespeite nossos soldados, nossa Bandeira e nossa Hino Nacional”, disse Pence em comunicado divulgado pela Casa Branca.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem criticado duramente jogadores de futebol americano pelo protesto durante o hino, e pressionou a NFL a suspendê-los.
O direito a participar de um protesto desse estilo, no entanto, é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Críticos ao protesto dos jogadores durante a execução do hino nacional que antecede os jogos, incluindo Trump, se opõem a qualquer protesto, independentemente de seu mérito, durante cerimônia voltada a homenagear a bandeira dos EUA e os veteranos de guerra do país.
Pence, que tem demonstrado sua lealdade a Trump, disse em seu comunicado que é importante defender a bandeira e os símbolos que unem o país.
“Ao mesmo tempo em que todo mundo tem direito a suas próprias opiniões, não acho que seja demais pedir aos jogadores da NFL que respeitem a Bandeira e nosso Hino Nacional”, disse Pence.
“Eu apoio o presidente Trump, eu apoio nossos soldados, e eu sempre irei apoiar nossa Bandeira e nosso Hino Nacional”.

Fonte:  Reuters

BTG já tem US$ 3 bi em ativos florestais

BTG já tem US$ 3 bi em ativos florestais



Gerrity Lansing, do BTG: banco adquire florestas comerciais, cultiva as árvores e vende matéria-prima para empresas
Sem alarde, o BTG Pactual se transformou em um dos cinco maiores gestores de ativos florestais do mundo. O banco, que ingressou nessa área com a aquisição de duas empresas no ano passado, já tem US$ 3 bilhões em florestas de eucalipto e pinus.
Agora, está em processo de captação de um fundo de US$ 750 milhões para investir em florestas comerciais no mercado brasileiro e em outros países. É o passo mais recente da estratégia do banco, que administra 716 mil hectares no Brasil, na África do Sul, no Leste Europeu e, principalmente, nos Estados Unidos. O BTG adquire florestas de fabricantes de celulose, mineradoras e companhias do setor moveleiro, cultiva as árvores e vende a madeira às empresas.
Os negócios têm levado banqueiros do BTG a colocar as mãos na terra. Metade dos 50 funcionários que o banco tem nessa área ficam no Brasil. Cerca de 15 deles gerenciam o manejo das árvores no campo, longe do ar condicionado da sede do grupo na Avenida Faria Lima, em São Paulo.
"Encaramos como um investimento em renda fixa. Não estamos focados na valorização da terra, mas na venda das árvores ao consumidor", afirma Gerrity Lansing, responsável pela área de ativos florestais do banco. O executivo era sócio de uma das empresas adquiridas pelo BTG.
A unidade de ativos florestais pertence à divisão de "merchant banking" do BTG, que reúne investimentos com capital próprio e de clientes do private equity.
No fim de abril, foi concluída a primeira rodada de captações para o fundo, que atraiu US$ 315 milhões de investidores institucionais. Outros US$ 200 milhões serão aportados pelo próprio BTG e o restante será levantado até o quarto trimestre. Segundo Lansing, o banco mantém conversas com fundos de pensão brasileiros, entre outros investidores.
O fundo terá prazo de 15 anos - o dobro de um private equity típico - e a expectativa é que gere retorno nominal ao redor de 15% ao ano. É o primeiro fundo criado pelo BTG nessa modalidade. Até agora, o banco tinha apenas carteiras herdadas da TTG e da RTG, as duas empresas que comprou.
Com os recursos, o BTG ganhará fôlego para colocar em marcha os planos de expansão no mercado brasileiro. Embora a maior parte dos ativos do banco esteja hoje nos Estados Unidos, o Brasil tem características que o tornam prioridade. Entre elas, a abundância de terras cultiváveis e uma indústria papeleira forte. Outro atrativo é o clima. Segundo Lansing, as árvores brasileiras crescem 3,5 vezes mais rápido que as americanas, o que também acelera o retorno.
A aposta do BTG é que companhias que usam produtos florestais tenham interesse em vender suas terras se tiverem acesso à matéria-prima, reduzindo o peso desses ativos no balanço. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos 30 anos atrás. "O Brasil tem enorme potencial e estamos no limiar dessa oportunidade", diz Lansing.
O executivo estima que empresas da América Latina - as brasileiras são esmagadora maioria - têm US$ 35 bilhões em ativos florestais. Nas contas de Lansing, metade desse volume tem potencial como investimento.
Por enquanto, apenas US$ 3 bilhões dos ativos da região estão nas mãos de investidores financeiros. O BTG representa pelo menos um terço desse montante, o que o torna o maior gestor independente da América Latina. O restante está dividido entre diversos fundos. Além do Brasil, o banco vê oportunidades no Chile e no Uruguai.
No mundo, há US$ 50 bilhões em ativos florestais sob gestão. Fundos de pensão, fundos de doações e bancos são os investidores habituais da modalidade, que oferece prazos longos e baixo risco. A maior parte do dinheiro está nos Estados Unidos, mas a expectativa é que o mercado brasileiro se torne relevante nos próximos anos.
Um entrave aos investimentos no Brasil é a decisão de governo, anunciada em 2010, que proíbe o registro de propriedades rurais por estrangeiros. O objetivo era barrar o avanço sobretudo de chineses sobre as terras agricultáveis, mas a medida atingiu também florestas comerciais.
Desde então, algumas decisões judiciais interpretam que ativos florestais não estão sujeitos à proibição. Por ora, a indefinição representa um trunfo para o BTG, que tem controle nacional.
Dos cerca de 70 milhões de hectares em área cultivada no Brasil, as florestas plantadas representam por volta de 10%. São elas que estão no foco do banco. Além de evitar questionamentos ambientais, a produção é uniforme, o que proporciona retornos melhores. Os ativos do BTG são certificados pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC, na sigla em inglês), que impõe padrões ambientais e sociais para áreas de cultivo. "Sem a certificação, não venderíamos para nenhuma grande empresa", diz Lansing.
Outra diretriz do BTG é investir em terras próximas às empresas que usam a madeira. "Não vamos plantar árvores e esperar que construam uma fábrica ali", afirma. "Não temos interesse na Floresta Amazônica nem no Pantanal."

Fonte: BTG

Charles Chaplin


História das Minas de Ouro e Diamante: Gongo Socco, o Colosso Aurífero

História das Minas de Ouro e Diamante: Gongo Socco, o Colosso Aurífero
A mina do Gongo Socco é, hoje, explorada pela mineradora Vale, que extrai de seus antigos talhos o minério de ferro. Do arraial original, onde viveram e trabalharam cerca de 100 ingleses, 100 mineiros e mais 600 escravos, restaram apenas ruínas. Transcrevo, a seguir, um extrato da obra Opulência das Minas Gerais, publicada em 1924, que conta um pouco da história desta, outrora, formidável mina de ouro:

Aspecto atual da mineração no Gongo Socco, Barão de Cocais

Quarenta léguas, pouco mais ou menos, ao norte de Vila Rica (atual Ouro Preto) está o distrito de Gongo Socco, destinado a vir a ser mais celebre talvez que nenhum dos estabelecimentos fundados outrora em Minas Gerais.
Na linguagem indígena, Gongo Soco significa literalmente, Caverna de Ladrões. Existe no país uma tradição que, cem anos atrás, numerosos bandos de negros rebelados depositaram suas tomadias numa caverna natural, que se acha no jardim da Casa Grande. Os lucros consideráveis que os faiscadores tiraram do solo banhado pela torrente do Socorro deram uma reputação de riqueza a este lugar.
Um chamado Câmara, que era proprietário dela, apreciava tão pouco o seu valor que vendeu o Gongo pela módica soma de 800 libras st. ao Guarda-Mor geral das minas, José Alves da Cunha. Muito pouco tempo antes da morte deste último, dois negros, remontando sucessivamente os aluviões auríferos do regado do Gongo, descobriram em 1817, um grosso fragmento de ouro quase maciço de peso de cinco libras (dois quilos e meio) embutido numa rocha micacea ferruginosa. João Batista Ferreira de Souza Coutinho, depois o Barão de Catas Altas, que havia sucessivamente desposado duas filhas do Guarda-Mor geral José Alves, dirigia os bens de seu sogro, que era ao mesmo tempo seu cunhado, tendo desposado em segundas núpcias a irmã do Barão. Ele conservou secreto o descobrimento dos dois negros e, pensando que o fragmento de ouro havia sido descoberto da parte superior da montanha, fez diversas pesquisas que o levaram até a superfície aurífera da camada atual do Gongo. José Alves morreu em 1818 e o Barão de Catas Altas, de intendente que era desta mina, se tornou por usurpação proprietário dela, pois que dispôs a seu sabor dos reditos sem prestar conta alguma a seus parentes que eram seus co-herdeiros. No espaço de oito anos, ele ajustou, segundo o método brasileiro, talho aberto, somas imensas que se podem avaliar em milhões de cruzados. Durante dois anos, extraiu quinze libras (sete quilos e meio) de ouro por dia. Julgando esgotada a Mina do Gongo Soco, o Barão de Catas Altas vendeu-a pela soma de 90.000 libras st. à Companhia inglesa Imperial Brazilian Mining Association.
Casa do Barão de Catas Altas , em Gongo Soco, em foto de 1913, já em pleno processo de deteriorização.

Esta companhia se tinha formado em 1824, na ocasião da grande mania das especulações das minas; seu capital consistia em 350.000 libras st., representado por dez mil ações de 35 libras st. Cada uma.
A propriedade de Gongo compreende uma extensão de três milhas e meia em largura e quatro e três quartos de comprimento; está situada num belo vale regado pela torrente do Socorro, cujas águas, constantemente lodosas e avermelhadas, atestam as lavagens das minas.
Colinas cobertas de florestas e de pastagens formam ao longe as raias deste profundo vale. Antes de fazer esta aquisição, a companhia I.B.M.A possuía os domínios de Antonio Pereira e Cata Preta, perto do Arraial do Infeccionado. Cada uma destas propriedades é tão extensa como o Gongo e ambas têm grande fama de riqueza, porem é somente quando a Companhia obtiver da assembléia legislativa uma redução de direitos e for equiparada aos direitos pagos pelas outras companhias, que se poderá se ocupar da exploração dispendiosa, visto a natureza do terreno e o curso das águas que correm num vale profundo e estreito.
Desde 1826, os trabalhos da mina começaram em profundidade e realizaram logo as esperanças dos acionistas. No curto espaço de doze anos, esta mina extraordinária rendeu mais de 30.000 libras (quinze mil quilos) de ouro, perto de um milhão e duzentas mil libras st. O governo brasileiro teve, por sua parte deste grande total, perto de 2.000 contos, 15.000 lib. st. como direito proveniente da produção da mina, e 120 contos, 15.000 lib. st. como direito de exportação. Pode-se avaliar em 2.000 contos o dinheiro gasto pela Companhia na província das Minas...
É verdade que estes resultados são comprados a custa de enormes gastos, porque as despesas dessas dessa exploração não se elevam a menos de 45.000 lib. st. por ano, não compreendidos os 20% pagos ao governo sobre os produtos a mina. O número de empregados é considerável e foi preciso assignar grandes salários para decidir pessoas inteligentes a virem estabelecer-se nestas solidões. Um mineiro ordinário recebe 8 lib. st. por mês. É justo acrescentar que a careza é excessiva num país onde o transporte dos gêneros é feito às costas de bestas e onde, na estação das chuvas, as estradas tornam quase impraticáveis. Por serem os trabalhos da mina levados à grande profundidade, único meio de se obterem resultados importantes, foram necessárias florestas inteiras para se escorarem as obras subterrâneas.
Como a formação aurífera do Gongo é um composto de substancias moles, são por consequinte mui rápidos os progressos dos mineiros, mas para que não haja interrupção em seus trabalhos, é indispensável que sejam protegidos por vigamentos De três em três anos, apesar da dureza das madeiras brasileiras, devem esses vigamentos ser renovados, por causa da umidade que reina nas galerias do escoamento. Por isso a maior parte das madeiras, nos arredores imediatos do Gongo, já foram destruídas e a Companhia foi obrigada a comprar florestas a grande distância da mina.
A falta de madeira se faz sentir em todos os lugares onde estão estabelecidas as Companhias de Mineração... A estes gastos enormes se devem também juntar as ladroices que se cometem nas explorações; nenhuma vigilância seria capaz de acabar inteiramente com elas.
Nas minas de ouro seria preciso que cada mineiro ao sair da mina fosse estritamente revistado. Como semelhante revista não se pratica no Gongo, resulta daí que, nos tempos da grande prosperidade da mina, muitos empregados subalternos ajuntaram fortunas consideráveis. Agora, ou por estar a mina menos rica ou por ser melhor a moralidade dos mineiros, ou por ser maior a vigilância dos capatazes da mina, é fato que as ladroices se têm tornado infinitamente menos freqüentes.
Nada é mais desigual nem mais variável que os produtos da mina do Gongo. Como diz muito bem o diretor atual: a bloo of the peck may turn the voay from poverty to welth, uma enxada pode de um pobre fazer um homem opulento.
Em 1826, Gongo Socco era um miserável arraial, agora é uma linda aldeia européia que conta com mais de mil habitantes ligados ao serviço da Companhia. Duas Igrejas, uma delas católica e outra protestante suprem os misteres espirituais desta população. Os protestantes não têm até o presente tido motivo de mostrar-se satisfeitos dos pastores que lhes têm sido enviados de Londres. O último sobretudo, em vez de ser ministro da paz, trouxe discórdia à pequena colônia. Queria por força pregar contra o catolicismo; foi somente suspendendo-o de suas funções que se consegui restabelecer o sossego no Gongo.
Todas as casas do Gongo são de pedra e a mor parte delas rodeadas de lidos jardins. O hospital é um edifício espaçoso, bem distribuído, que, em caso de necessidade, poderia conter cem camas. 

Fonte: Planeta