domingo, 8 de outubro de 2017

Saúde é o principal pedido de romeiros que lotam Belém no Círio de Nazaré


Saúde é o principal pedido de romeiros que lotam Belém no Círio de Nazaré

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Saúde é o principal pedido de romeiros que lotam Belém no Círio de Nazaré
NAIEF HADDAD, ENVIADO ESPECIAL
BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - Quando decidiu caminhar os mais de 350 km que separam Salinópolis, no Pará, da capital do Estado, Belém, Lydiane Silva, 39, sabia que enfrentaria dois obstáculos principais. Ao viajar sozinha, estaria mais vulnerável a crimes, como furtos. Além disso, haveria um enorme desgaste físico até chegar às festividades do Círio de Nazaré.
A obsessão em cumprir uma promessa a Nossa Senhora de Nazaré venceu o que havia de receio. Com apenas um ano e sete meses, Luana, a filha caçula de Lydiane, sofreu uma forte reação alérgica, que chegou a deixá-la em coma. Há sete meses, Luana passou por um transplante de medula no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Nos últimos três dias, a reportagem ouviu pelo menos três dezenas de romeiros, vindos de outras cidades do Pará e de Estados como o Maranhão. Há quem participe do Círio de Nazaré para pagar promessas de emprego e aprovação no vestibular, mas a saúde de familiares é, de longe, o tema mais comum entre os relatos.
Mãe de quatro filhos, Lydiane se comprometeu com a santa que andaria até Belém se a caçula se recuperasse. Foi o que ela fez ao longo de duas semanas. Nesse período, não foi assaltada, mas pelo caminho alguém jogou uma pequena pedra no seu rosto -por intolerância com os chamados "promesseiros", ela supõe.
No sábado (7), às 14h, quando a Folha de S.Paulo falou com ela pela primeira vez na Casa de Plácido, local que acolhe os romeiros no centro da cidade, Lydiane também contou que quatro tênis ficaram inutilizados pelo caminho. Era o menor dos seus problemas.
Com os pés enfaixados, ela disse que toda a pele das solas havia soltado ao longo da caminhada, além de ter perdido duas unhas. Apesar das dores nos pés e nas pernas, Lydiane estava decidida a ir à Trasladação, romaria pelas ruas de Belém no sábado no fim da tarde, e também à mais importante procissão da série de eventos religiosos na cidade, o próprio Círio de Nazaré, que acontece sempre no segundo domingo de outubro.
Atualmente nove romarias compõem as festividades, que têm reunido centenas de milhares de pessoas todos os anos. A cerimônia acontece na cidade desde 1793.
"Não consigo fazer nada sem que a Nossa Senhora me acompanhe", diz Lydiane, que mantém uma pequena pousada na praia de Atalaia, em Salinópolis.
Neste domingo, a reportagem reencontrou Lydiane às 5h30, quando o sol ainda não tinha nascido em Belém. Ela contou que havia conseguido participar de toda a Trasladação, procissão que durou cinco horas, e se preparava para o Círio de Nazaré, que começaria às 6h, meia hora depois.
Quando bem-sucedidas, na avaliação dos devotos, as promessas feitas à Nossa Senhora de Nazaré não são pagas apenas com caminhadas de dezenas ou centenas de quilômetros.
Talvez a incumbência mais famosa entre os católicos da região Norte do país seja acompanhar a procissão segurando a corda. São, na verdade, cinco trechos de corda de longa espessura. Ao fim dessa sequência, vem a imagem da santa, conduzida por dezenas de fiéis.
Aliás, a passagem da imagem de Nossa Senhora sempre representa o ápice das procissões, assim como da romaria fluvial e da romaria das motos -estas duas últimas sempre aos sábados. Nesta edição, a fluvial recebeu mais de 400 embarcações, entre barcos, lanchas e jet-skies.
A CORDA E OS JOELHOS
Como muitos "promesseiros" querem segurar a corda durante as procissões e não há espaço para todos, o empurra-empurra é mais frequente do que se costuma imaginar ao acompanhar o evento pela TV. Em um mesmo trecho de uma avenida de Belém, em um intervalo de apenas 15 minutos logo no início da Trasladação, voluntários da Cruz Vermelha fizeram três intervenções para socorrer devotos, tirando-os do local em macas.
Com 42 anos, o segurança André Almeida diz, com orgulho, que "vai na corda" há 22 anos. Afirma nunca ter se machucado ou sofrido um desmaio. Uma hora e meia antes da procissão de sábado, ele já estava com a mão direita na corda e o rosto completamente molhado. Mais do que os 28ºC, tanto suor era provocado pelo constante zigue-zague dos corpos colados um ao outro.
"Nós, paraenses, esperamos o Círio durante todo o ano", afirmou Almeida.
A engenheira florestal Regina Meirelles, 38, já acompanhou o evento segurando a corda por nove anos, mas neste domingo (8) cumpria promessa de outro modo. Seguia de joelhos o trajeto entre a Catedral da Sé e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, percurso de cerca de 5 km.
Às 5h10, ela já estava há 40 minutos movimentando-se sobre tiras de papelão, que ajudam a amenizar a dor nos joelhos. Àquela altura, ela tinha pelo menos três horas pela frente para chegar à Basílica.
"Tudo está resumido a uma só palavra, fé", respondeu Regina ao ser indagada sobre a importância do Círio. "Minha fé aumenta a cada ano."
Moradora de Belém, ela pagava uma promessa pela recuperação do irmão, que havia passado recentemente por um transplante de rim.
Cinco pessoas auxiliavam Regina pelo asfalto da cidade. Ana Paula, filha dela, estava entre elas, correndo de um lado para o outro, levando os pedaços de papelão para a passagem da mãe. Era assim, esbaforida e rezando, que a jovem começava seu dia de aniversário. Neste domingo (8), Ana Paula completou 18 anos.
*Os jornalistas Naief Haddad e Bruno Santos viajaram a convite da Varanda de Nazaré.


Brasil deve crescer 10 vezes na produção de diamantes, diz MME

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a exploração da primeira jazida de diamantes primários no país iniciada no Brasil este ano (município de Nordestina -Bahia), tem capacidade para dobrar a produção e a exportação dos diamantes brasileiros neste ano e elevar os valores atuais entre 5 e 10 vezes nos próximos anos. As jazidas de diamantes primários são aquelas onde se extrai o diamante bruto diretamente da rocha geradora.
A maioria da produção brasileira de diamantes é exportada, principalmente para os Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Israel. Apesar disso, antes da descoberta e exploração da jazida de diamantes primários, a produção desse mineral no Brasil ainda era pouco expressiva e se colocava nos últimos lugares no âmbito internacional.
Além de Nordestina, o Projeto Diamantes do Brasil, em execução pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), tem revelado várias áreas kimberlíticas com grandes possibilidades de se encontrar diamantes primários. Enquanto essas áreas não forem totalmente estudadas, os diamantes secundários continuam a ser encontrados por garimpeiros e por pequenos mineradores, principalmente nas regiões de Coromandel e Diamantina, em Minas Gerais, além de algumas áreas nos estados de Goiás, Pará e Roraima. O projeto tem demonstrado que a grande maioria dos estados brasileiros possuem ocorrências prospectivas para diamantes.
Em 2015, a produção brasileira foi em torno de 31,8 mil quilates, ao valor total na ordem de US$ 1,5 milhões e a produção mundial de diamantes em 2015, de acordo com os dados estatísticos do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (que controla mundialmente os dados estatísticos de produção, importação e exportação de todos os países membros) foi de aproximadamente de 127,3,4 milhões de quilates, ao valor de US$ 13,7 bilhões.
Em termos de exportações, no mesmo ano, o Brasil exportou cerca de 34,7 mil quilates ao valor total de aproximadamente US$ 5,7 milhões, ao passo que a exportação mundial foi de 351,4 milhões de quilates ao valor de US$ 42,4 bilhões aproximadamente (a diferença entre a produção e a exportação ocorre porque na produção anual não são considerados os estoques remanescentes de anos anteriores).
O processo de extração de diamantes da rocha primária
A rocha primária de diamantes chama-se kimberlito, em homenagem à cidade de Kimberley (África do Sul), onde foram encontrados diamantes pela primeira vez em 1870, resultantes de estudos geológicos, de pesquisa e exploração mineral (e não por garimpos em rios).
Antes disso, o Brasil era o maior produtor de diamantes no mundo, sendo o local onde primeiramente se comercializou a pedra preciosa. De 1725 a 1866, o Brasil foi o maior produtor mundial desta gema. Em 1860, foi descoberto o diamante Estrela do Sul, considerado um dos maiores do mundo com 128 quilates.
Conheça outros diamantes brasileiros famosos, de acordo com Luiz Antonio Gomes da Silveira:
Goiás: descoberto em Catalão em 1906, considerado o 3º maior diamante de qualidade gemológica.
Presidente Vargas: descoberto em 1938 em Coromandel (Minas Gerais), com 726,60 quilates, considerado o 8º maior do mundo.
Darcy Vargas: descoberto em 1939, Coromandel (Minas Gerais), com 460 quilates
Coromandel IV: descoberto em 1940, Coromandel (Minas Gerais), com 400,65 quilates.
Presidente Dutra – descoberto em 1949, Coromandel (Minas Gerais), com 407,68 quilates
Diamantes:
Os primeiros diamantes foram formados há 2,5 bilhões de anos, no manto da terra, durante a era arqueozoica, e os mais recentes há 45 milhões de anos atrás.
São formados sob alta temperatura (1.150-1.200º C) e alta pressão, em profundidade de aproximadamente 160km, sob um processo de resfriamento do magma. Após formados, durante erupção vulcânica, foram ejetados em grandes velocidades, mantendo a sua forma. Os diamantes são constituídos de um único elemento químico, o Carbono

Fonte: Geologo.com

AMETISTA

Ametista
ametista

A ametista é uma gema preciosa Tectossilicatos de variedade do quartzo
A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito.   o nome de ametista são todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor. A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de Ferro3+, mas ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento ou radiação ultravioleta. O coríndon roxo ou a safira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental.A ametista é um mineral amplamente distribuído, Tais cristais ocorrem tanto em cavidades alongadas (veios) em rochas graníticas,


 
Estrutura cristalina
Estrutura cristalina do quartzo


Jazida

  Brasil,  Uruguai, e Madagáscar 
 
 Características físicas e químicas da gema

Ametista gema bruta

Fórmula química: SiO2. Óxido de silício.
Composição: Si = 46,7%, O = 53, 3%. Apresenta compostos de ferro e manganês, que lhe rendem
Sua cor e característica.
Hábito: Prismático, granular, maciço.
Clivagem: Imperfeita {1011} ou {0111}.
Dureza: 7



Cor: Geralmente violeta, roxa ou púrpura.
 Traço: Incolor.
Variações: Existe uma variedade bicolor, denominada quartzo ametista, tratase de uma forma mais
Compacta de ametista que, freqüentemente possui bandas de quartzo leitoso. Além de, uma variedade
Tricolor com uma extremidade de cor roxa, a outra extremidade amarela, sendo cortada por uma faixa
Incolor. Outras espécies são: Ametista Jacobina, variedade de ametista escura com tonalidades vivas;
Ametista Madagascar, variedade de ametista violeta-escura, levemente enfumaçada ou violeta-púrpura
Quando mais clara; Ametista-mosquito, variedade com pequenas inclusões de goethita; Ametista espanhola,
Nome dado a ametistas finas comercializadas na Espanha de origem desconhecida e cor
Púrpura. Também existe a ametista Uruguai, ametista-uraliana, ametista-siberiana, etc.

 Lapidação

Formatos de lapidação sugeria para ametista

Os gregos acreditavam que a Ametista tinha o poder de transformar os maus pensamentos em pensamentos otimistas, além de proteger seu portador de falsas amizades. 
Fonte: Joia br

Vice dos EUA abandona jogo da NFL por protesto de jogadores durante hino

Vice dos EUA abandona jogo da NFL por protesto de jogadores durante hino

WASHINGTON (Reuters) - O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, abandonou um jogo de futebol americano da NFL neste domingo em seu Estado natal de Indiana depois que alguns jogadores ajoelharam durante a execução do hino norte-americano, repetindo um protesto iniciado no ano passado sobre a violência policial contra minorias raciais.
“Deixei o jogo de hoje do Colts porque o presidente Trump e eu não iremos dignificar nenhum evento que desrespeite nossos soldados, nossa Bandeira e nossa Hino Nacional”, disse Pence em comunicado divulgado pela Casa Branca.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem criticado duramente jogadores de futebol americano pelo protesto durante o hino, e pressionou a NFL a suspendê-los.
O direito a participar de um protesto desse estilo, no entanto, é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Críticos ao protesto dos jogadores durante a execução do hino nacional que antecede os jogos, incluindo Trump, se opõem a qualquer protesto, independentemente de seu mérito, durante cerimônia voltada a homenagear a bandeira dos EUA e os veteranos de guerra do país.
Pence, que tem demonstrado sua lealdade a Trump, disse em seu comunicado que é importante defender a bandeira e os símbolos que unem o país.
“Ao mesmo tempo em que todo mundo tem direito a suas próprias opiniões, não acho que seja demais pedir aos jogadores da NFL que respeitem a Bandeira e nosso Hino Nacional”, disse Pence.
“Eu apoio o presidente Trump, eu apoio nossos soldados, e eu sempre irei apoiar nossa Bandeira e nosso Hino Nacional”.

Fonte:  Reuters

BTG já tem US$ 3 bi em ativos florestais

BTG já tem US$ 3 bi em ativos florestais



Gerrity Lansing, do BTG: banco adquire florestas comerciais, cultiva as árvores e vende matéria-prima para empresas
Sem alarde, o BTG Pactual se transformou em um dos cinco maiores gestores de ativos florestais do mundo. O banco, que ingressou nessa área com a aquisição de duas empresas no ano passado, já tem US$ 3 bilhões em florestas de eucalipto e pinus.
Agora, está em processo de captação de um fundo de US$ 750 milhões para investir em florestas comerciais no mercado brasileiro e em outros países. É o passo mais recente da estratégia do banco, que administra 716 mil hectares no Brasil, na África do Sul, no Leste Europeu e, principalmente, nos Estados Unidos. O BTG adquire florestas de fabricantes de celulose, mineradoras e companhias do setor moveleiro, cultiva as árvores e vende a madeira às empresas.
Os negócios têm levado banqueiros do BTG a colocar as mãos na terra. Metade dos 50 funcionários que o banco tem nessa área ficam no Brasil. Cerca de 15 deles gerenciam o manejo das árvores no campo, longe do ar condicionado da sede do grupo na Avenida Faria Lima, em São Paulo.
"Encaramos como um investimento em renda fixa. Não estamos focados na valorização da terra, mas na venda das árvores ao consumidor", afirma Gerrity Lansing, responsável pela área de ativos florestais do banco. O executivo era sócio de uma das empresas adquiridas pelo BTG.
A unidade de ativos florestais pertence à divisão de "merchant banking" do BTG, que reúne investimentos com capital próprio e de clientes do private equity.
No fim de abril, foi concluída a primeira rodada de captações para o fundo, que atraiu US$ 315 milhões de investidores institucionais. Outros US$ 200 milhões serão aportados pelo próprio BTG e o restante será levantado até o quarto trimestre. Segundo Lansing, o banco mantém conversas com fundos de pensão brasileiros, entre outros investidores.
O fundo terá prazo de 15 anos - o dobro de um private equity típico - e a expectativa é que gere retorno nominal ao redor de 15% ao ano. É o primeiro fundo criado pelo BTG nessa modalidade. Até agora, o banco tinha apenas carteiras herdadas da TTG e da RTG, as duas empresas que comprou.
Com os recursos, o BTG ganhará fôlego para colocar em marcha os planos de expansão no mercado brasileiro. Embora a maior parte dos ativos do banco esteja hoje nos Estados Unidos, o Brasil tem características que o tornam prioridade. Entre elas, a abundância de terras cultiváveis e uma indústria papeleira forte. Outro atrativo é o clima. Segundo Lansing, as árvores brasileiras crescem 3,5 vezes mais rápido que as americanas, o que também acelera o retorno.
A aposta do BTG é que companhias que usam produtos florestais tenham interesse em vender suas terras se tiverem acesso à matéria-prima, reduzindo o peso desses ativos no balanço. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos 30 anos atrás. "O Brasil tem enorme potencial e estamos no limiar dessa oportunidade", diz Lansing.
O executivo estima que empresas da América Latina - as brasileiras são esmagadora maioria - têm US$ 35 bilhões em ativos florestais. Nas contas de Lansing, metade desse volume tem potencial como investimento.
Por enquanto, apenas US$ 3 bilhões dos ativos da região estão nas mãos de investidores financeiros. O BTG representa pelo menos um terço desse montante, o que o torna o maior gestor independente da América Latina. O restante está dividido entre diversos fundos. Além do Brasil, o banco vê oportunidades no Chile e no Uruguai.
No mundo, há US$ 50 bilhões em ativos florestais sob gestão. Fundos de pensão, fundos de doações e bancos são os investidores habituais da modalidade, que oferece prazos longos e baixo risco. A maior parte do dinheiro está nos Estados Unidos, mas a expectativa é que o mercado brasileiro se torne relevante nos próximos anos.
Um entrave aos investimentos no Brasil é a decisão de governo, anunciada em 2010, que proíbe o registro de propriedades rurais por estrangeiros. O objetivo era barrar o avanço sobretudo de chineses sobre as terras agricultáveis, mas a medida atingiu também florestas comerciais.
Desde então, algumas decisões judiciais interpretam que ativos florestais não estão sujeitos à proibição. Por ora, a indefinição representa um trunfo para o BTG, que tem controle nacional.
Dos cerca de 70 milhões de hectares em área cultivada no Brasil, as florestas plantadas representam por volta de 10%. São elas que estão no foco do banco. Além de evitar questionamentos ambientais, a produção é uniforme, o que proporciona retornos melhores. Os ativos do BTG são certificados pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC, na sigla em inglês), que impõe padrões ambientais e sociais para áreas de cultivo. "Sem a certificação, não venderíamos para nenhuma grande empresa", diz Lansing.
Outra diretriz do BTG é investir em terras próximas às empresas que usam a madeira. "Não vamos plantar árvores e esperar que construam uma fábrica ali", afirma. "Não temos interesse na Floresta Amazônica nem no Pantanal."

Fonte: BTG