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O BTG Pactual elevou a recomendação para as ações da Eletropaulo (ELPL4) para compra e revisou o preço-alvo a R$ 20, mostra um relatório enviado a clientes.
Segundo os analistas Antônio Junqueira, Joao Pimentel e Gustavo Castro, a negociação com a Eletrobras (ELET3) (ELET6) e a Transmissão Paulista (Cteep) (TRPL4), iniciada esta semana, deve resultar no pagamento de R$ 2 bilhões à estatal federal. A probabilidade de isso acontecer, explica o BTG, é de 100%.
“A remoção desta incerteza do caso de investimento é muito mais importante do que qualquer redução no passivo de R$ 2 bilhões”, apontam os analistas.
Além disso, o banco lembra que a região de concessão da Eletropaulo ainda tem um grande espaço de crescimento, que ainda não foi atendido por pelo menos dois ciclos regulatórios devido à complexa estrutura do balanço da empresa.
Fonte: Money Times
Indústria puxa geração de emprego após dois anos de retração
A indústria é a terceira maior empregadora no país e dos 924 mil postos de trabalho criados entre junho e agosto, 40% vieram da área
Estadão Conteúdo
8 out 2017
Indústria brasileira: funcionário trabalha na linha de montagem de carro na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (Nacho Doce/Reuters)
São Paulo – Após dois anos sem trégua nos cortes mensais de vagas, a indústria brasileira voltou a gerar empregos. O setor liderou a criação de vagas entre junho e agosto – o que é visto pelos economistas como um sinal concreto de que a recuperação econômica está se refletindo no mercado de trabalho.
A indústria é a terceira maior empregadora no País, atrás do comércio e do setor público. Dos 924 mil postos de trabalho criados entre junho e agosto, 40% vieram da área industrial. A retomada de contratações está sendo liderada principalmente pelos setores automotivo, têxtil, de calçados, de confecção, eletroeletrônico e químico/farmacêutico.Tecnologia no setor:Descubra o que é a indústria 4.0 e aprenda 8 conceitos para colocá-la em práticaPatrocinado
“Concretamente, há uma retomada da economia, que começou com a inflação caindo e, com isso, o salário real aumentou, gerando demanda por serviços e depois no comércio e, por último, na indústria”, diz José Márcio Camargo, economista-chefe da Opus Investimentos e professor da PUC-Rio. “O emprego acompanhou essa movimentação.”
Do início do ano para cá, a taxa de desemprego total do País caiu de 13,7% para 12,6%, mas o Brasil ainda tem 13,3 milhões de desocupados.
Pelas projeções de Camargo, até o fim do ano o porcentual de desempregados entre a população ocupada deve ficar em 11,5%. “A economia está se recuperando, o desemprego cai há seis meses, e a tendência é de melhorar ainda mais em 2018.”
Na indústria, o número de contratações vinha sendo negativo desde maio de 2015 e só passou a ser positivo a partir de abril deste ano, quando foram abertas 94 mil vagas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O ano começou com o corte de 342 mil postos no setor industrial, mas, nos três meses encerrados em agosto houve uma inversão e foram criadas 365 mil vagas. O número se refere à diferença entre o total de empregados no setor neste ano em relação ao igual período de 2016, quando o saldo estava negativo em 1,4 milhão. Água e vinho
Para o economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin, a reação da indústria em relação ao emprego “mudou da água para o vinho”. Em sua opinião, é mais um indício da recuperação econômica, “que não está consolidada, mas caminha para isso”.
O emprego na indústria é comemorado por analistas pois, tradicionalmente, gera vagas formais, com mão de obra mais qualificada e envolve diversas cadeias produtivas.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera, por enquanto, que há uma estabilidade no emprego no setor. “Dado o longo período de números negativos, o fato de ter parado de cair já é uma boa notícia”, afirma Marcelo Azevedo, economista da entidade.
O grupo Lorenzetti, com cinco fábricas em São Paulo e Minas Gerais que produzem itens como chuveiros, torneiras e aquecedores elétricos contratou recentemente 150 funcionários e outros 140 serão contratados até dezembro. Segundo o presidente da empresa, Eduardo Coli, eles vão trabalhar em uma nova linha de produtos que será lançada em 2018. O grupo emprega hoje 4,2 mil pessoas. “Colocamos o pé no freio nos investimentos no ano retrasado, mas começamos a desengavetar projetos e voltamos aos níveis pré-crise”, diz Coli.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, confirma que há um início de recuperação no setor, após uma queda expressiva de 3,5 mil postos em maio. Em junho, julho e agosto o saldo voltou a ser positivo e o quadro total está perto de 300 mil trabalhadores. “A expectativa é encerrar o ano com 305 mil a 310 mil funcionários”, diz ele.
A indústria têxtil, que emprega 1,5 milhão de trabalhadores diretos e indiretos, reverteu um saldo de 4.981 postos negativos de janeiro a agosto de 2016 para saldo positivo de 24.255 vagas no mesmo período deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Homem compra US$ 27 em Bitcoins e, quatro anos depois, eles valem quase US$ 1 milhão
Há quatro anos, a namorada do norueguês Christopher Koch tirou sarro do rapaz quando ele comprou o equivalente a US$ 27 em Bitcoin. É bem provável que ela tenha mudado de ideia em abril deste ano, quando Koch checou seu banco e descobriu que seu investimento agora valia US$ 886.000. Quase um milhão.
Em 2009, Koch trabalhava em um artigo sobre criptografia, que o introduziu ao desconhecido mundo dos Bitcoins. Ele então decidiu entrar de cabeça no mercado e gastou US$ 27 por 5.000 Bitcoins ao ficar fascinado pelo processo de criptografia. Mas ele acabou esquecendo da compra – até que o Bitcoin começou a ganhar destaque nos noticiários.
Lembrando-se do seu antigo investimento, Koch foi atrás da senha para a sua carteira e ficou encantado ao descobrir que, considerando os valores de abril, ele tinha US$ 886.000. Após trocar um quinto do valor, ele conseguiu comprar um apartamento em Toyen, uma das áreas mais valorizadas de Oslo, na Noruega.
Claro, o Bitcoin é conhecido por causa da flutuação do seu valor, sendo que o exemplo mais recente ocorreu após a apreensão do Silk Road, que fez o preço cair US$ 30 antes de disparar US$ 197. Para os padrões atuais, entretanto, o investimento de US$ 27 feito por Koch por 5.000 Bitcoins daria a ele US$ 1.010.000. Nada mal para um estudante falido sem nenhuma experiência em investimento. [NRK via The Guardian]
Saúde é o principal pedido de romeiros que lotam Belém no Círio de Nazaré
NAIEF HADDAD, ENVIADO ESPECIAL
BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - Quando decidiu caminhar os mais de 350 km que separam Salinópolis, no Pará, da capital do Estado, Belém, Lydiane Silva, 39, sabia que enfrentaria dois obstáculos principais. Ao viajar sozinha, estaria mais vulnerável a crimes, como furtos. Além disso, haveria um enorme desgaste físico até chegar às festividades do Círio de Nazaré.
A obsessão em cumprir uma promessa a Nossa Senhora de Nazaré venceu o que havia de receio. Com apenas um ano e sete meses, Luana, a filha caçula de Lydiane, sofreu uma forte reação alérgica, que chegou a deixá-la em coma. Há sete meses, Luana passou por um transplante de medula no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Nos últimos três dias, a reportagem ouviu pelo menos três dezenas de romeiros, vindos de outras cidades do Pará e de Estados como o Maranhão. Há quem participe do Círio de Nazaré para pagar promessas de emprego e aprovação no vestibular, mas a saúde de familiares é, de longe, o tema mais comum entre os relatos.
Mãe de quatro filhos, Lydiane se comprometeu com a santa que andaria até Belém se a caçula se recuperasse. Foi o que ela fez ao longo de duas semanas. Nesse período, não foi assaltada, mas pelo caminho alguém jogou uma pequena pedra no seu rosto -por intolerância com os chamados "promesseiros", ela supõe.
No sábado (7), às 14h, quando a Folha de S.Paulo falou com ela pela primeira vez na Casa de Plácido, local que acolhe os romeiros no centro da cidade, Lydiane também contou que quatro tênis ficaram inutilizados pelo caminho. Era o menor dos seus problemas.
Com os pés enfaixados, ela disse que toda a pele das solas havia soltado ao longo da caminhada, além de ter perdido duas unhas. Apesar das dores nos pés e nas pernas, Lydiane estava decidida a ir à Trasladação, romaria pelas ruas de Belém no sábado no fim da tarde, e também à mais importante procissão da série de eventos religiosos na cidade, o próprio Círio de Nazaré, que acontece sempre no segundo domingo de outubro.
Atualmente nove romarias compõem as festividades, que têm reunido centenas de milhares de pessoas todos os anos. A cerimônia acontece na cidade desde 1793.
"Não consigo fazer nada sem que a Nossa Senhora me acompanhe", diz Lydiane, que mantém uma pequena pousada na praia de Atalaia, em Salinópolis.
Neste domingo, a reportagem reencontrou Lydiane às 5h30, quando o sol ainda não tinha nascido em Belém. Ela contou que havia conseguido participar de toda a Trasladação, procissão que durou cinco horas, e se preparava para o Círio de Nazaré, que começaria às 6h, meia hora depois.
Quando bem-sucedidas, na avaliação dos devotos, as promessas feitas à Nossa Senhora de Nazaré não são pagas apenas com caminhadas de dezenas ou centenas de quilômetros.
Talvez a incumbência mais famosa entre os católicos da região Norte do país seja acompanhar a procissão segurando a corda. São, na verdade, cinco trechos de corda de longa espessura. Ao fim dessa sequência, vem a imagem da santa, conduzida por dezenas de fiéis.
Aliás, a passagem da imagem de Nossa Senhora sempre representa o ápice das procissões, assim como da romaria fluvial e da romaria das motos -estas duas últimas sempre aos sábados. Nesta edição, a fluvial recebeu mais de 400 embarcações, entre barcos, lanchas e jet-skies.
A CORDA E OS JOELHOS
Como muitos "promesseiros" querem segurar a corda durante as procissões e não há espaço para todos, o empurra-empurra é mais frequente do que se costuma imaginar ao acompanhar o evento pela TV. Em um mesmo trecho de uma avenida de Belém, em um intervalo de apenas 15 minutos logo no início da Trasladação, voluntários da Cruz Vermelha fizeram três intervenções para socorrer devotos, tirando-os do local em macas.
Com 42 anos, o segurança André Almeida diz, com orgulho, que "vai na corda" há 22 anos. Afirma nunca ter se machucado ou sofrido um desmaio. Uma hora e meia antes da procissão de sábado, ele já estava com a mão direita na corda e o rosto completamente molhado. Mais do que os 28ºC, tanto suor era provocado pelo constante zigue-zague dos corpos colados um ao outro.
"Nós, paraenses, esperamos o Círio durante todo o ano", afirmou Almeida.
A engenheira florestal Regina Meirelles, 38, já acompanhou o evento segurando a corda por nove anos, mas neste domingo (8) cumpria promessa de outro modo. Seguia de joelhos o trajeto entre a Catedral da Sé e a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, percurso de cerca de 5 km.
Às 5h10, ela já estava há 40 minutos movimentando-se sobre tiras de papelão, que ajudam a amenizar a dor nos joelhos. Àquela altura, ela tinha pelo menos três horas pela frente para chegar à Basílica.
"Tudo está resumido a uma só palavra, fé", respondeu Regina ao ser indagada sobre a importância do Círio. "Minha fé aumenta a cada ano."
Moradora de Belém, ela pagava uma promessa pela recuperação do irmão, que havia passado recentemente por um transplante de rim.
Cinco pessoas auxiliavam Regina pelo asfalto da cidade. Ana Paula, filha dela, estava entre elas, correndo de um lado para o outro, levando os pedaços de papelão para a passagem da mãe. Era assim, esbaforida e rezando, que a jovem começava seu dia de aniversário. Neste domingo (8), Ana Paula completou 18 anos.
*Os jornalistas Naief Haddad e Bruno Santos viajaram a convite da Varanda de Nazaré.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a exploração da primeira jazida de diamantes primários no país iniciada no Brasil este ano (município de Nordestina -Bahia), tem capacidade para dobrar a produção e a exportação dos diamantes brasileiros neste ano e elevar os valores atuais entre 5 e 10 vezes nos próximos anos. As jazidas de diamantes primários são aquelas onde se extrai o diamante bruto diretamente da rocha geradora.
A maioria da produção brasileira de diamantes é exportada, principalmente para os Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Israel. Apesar disso, antes da descoberta e exploração da jazida de diamantes primários, a produção desse mineral no Brasil ainda era pouco expressiva e se colocava nos últimos lugares no âmbito internacional.
Além de Nordestina, o Projeto Diamantes do Brasil, em execução pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), tem revelado várias áreas kimberlíticas com grandes possibilidades de se encontrar diamantes primários. Enquanto essas áreas não forem totalmente estudadas, os diamantes secundários continuam a ser encontrados por garimpeiros e por pequenos mineradores, principalmente nas regiões de Coromandel e Diamantina, em Minas Gerais, além de algumas áreas nos estados de Goiás, Pará e Roraima. O projeto tem demonstrado que a grande maioria dos estados brasileiros possuem ocorrências prospectivas para diamantes.
Em 2015, a produção brasileira foi em torno de 31,8 mil quilates, ao valor total na ordem de US$ 1,5 milhões e a produção mundial de diamantes em 2015, de acordo com os dados estatísticos do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (que controla mundialmente os dados estatísticos de produção, importação e exportação de todos os países membros) foi de aproximadamente de 127,3,4 milhões de quilates, ao valor de US$ 13,7 bilhões.
Em termos de exportações, no mesmo ano, o Brasil exportou cerca de 34,7 mil quilates ao valor total de aproximadamente US$ 5,7 milhões, ao passo que a exportação mundial foi de 351,4 milhões de quilates ao valor de US$ 42,4 bilhões aproximadamente (a diferença entre a produção e a exportação ocorre porque na produção anual não são considerados os estoques remanescentes de anos anteriores).
O processo de extração de diamantes da rocha primária
A rocha primária de diamantes chama-se kimberlito, em homenagem à cidade de Kimberley (África do Sul), onde foram encontrados diamantes pela primeira vez em 1870, resultantes de estudos geológicos, de pesquisa e exploração mineral (e não por garimpos em rios).
Antes disso, o Brasil era o maior produtor de diamantes no mundo, sendo o local onde primeiramente se comercializou a pedra preciosa. De 1725 a 1866, o Brasil foi o maior produtor mundial desta gema. Em 1860, foi descoberto o diamante Estrela do Sul, considerado um dos maiores do mundo com 128 quilates.
Conheça outros diamantes brasileiros famosos, de acordo com Luiz Antonio Gomes da Silveira:
Goiás: descoberto em Catalão em 1906, considerado o 3º maior diamante de qualidade gemológica.
Presidente Vargas: descoberto em 1938 em Coromandel (Minas Gerais), com 726,60 quilates, considerado o 8º maior do mundo.
Darcy Vargas: descoberto em 1939, Coromandel (Minas Gerais), com 460 quilates
Coromandel IV: descoberto em 1940, Coromandel (Minas Gerais), com 400,65 quilates.
Presidente Dutra – descoberto em 1949, Coromandel (Minas Gerais), com 407,68 quilates
Diamantes:
Os primeiros diamantes foram formados há 2,5 bilhões de anos, no manto da terra, durante a era arqueozoica, e os mais recentes há 45 milhões de anos atrás.
São formados sob alta temperatura (1.150-1.200º C) e alta pressão, em profundidade de aproximadamente 160km, sob um processo de resfriamento do magma. Após formados, durante erupção vulcânica, foram ejetados em grandes velocidades, mantendo a sua forma. Os diamantes são constituídos de um único elemento químico, o Carbono