segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Setor de Mineração Tem um Dia Pesado após Dados Decepcionantes da China

Setor de Mineração Tem um Dia Pesado após Dados Decepcionantes da China


Na Europa, a quinta rodada de negociações da Brexit entre o Reino Unido e a União Europeia deverá começar em Bruxelas na segunda-feira. Enquanto isso, os investidores também estarão atentos à Espanha e à instabilidade política em torno da Catalunha. O furacão Nate atingiu a terra no Mississippi e desde então foi rebaixado para uma tempestade tropical. Isso causou inundações, mas nenhum dano importante nos EUA.
ÍNDICES FUTUROS – 7h10:
Dow: +0,14%
SP500: +0,14%
NASDAQ: +0,18%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
Fonte: Investing

Terra retira Petrobras e inclui MRV em recomendações para a semana

Terra retira Petrobras e inclui MRV em recomendações para a semana

Em relatório enviado à clientes, a Terra Investimentos divulgou a relação de ativos recomendados para os próximos dias. Nesta semana, a corretora substituiu as ações da Petrobras pelo papel da MRV Engenharia.
Para os próximos dias, as indicações da Terra na carteira “Top Five” são as ações da Cielo (CIEL3), Vale (VALE3), Santander (SANB11), São Martinho (SMTO3) e MRV (MRVE3).Na última semana, a carteira da Terra obteve 3,44% de desempenho, enquanto o Ibovespa registrou 2,99%. 

Alterações

Para Régis Chinchila, analista da Terra, a MRV possui uma situação financeira sólida, com estrutura de capital apresentando baixa alavancagem. Ele ainda ressalta o bom relacionamento que a empresa mantém com a Caixa Econômica Federal, “o que acaba por facilitar os repasses dos clientes para a instituição, favorecendo os recebimentos operacionais”, explica.
O analista ainda alerta a instabilidade na taxa de desemprego como risco, pois pode levar ao cancelamento de vendas já contratadas da empresa. Por outro lado, para ele, o principal vetor para investimentos em ativos de construção civil é a recuperação econômica via corte de Taxa de Juros. “Deve atrair a procura por novos negócios e melhora quantitativa nos financiamentos”, finaliza.

Confira a carteira semanal da Terra Investimentos

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 Fonte: ADVFN

BTG eleva ação da Eletropaulo para compra

BTG eleva ação da Eletropaulo para compra

BTG Pactual elevou a recomendação para as ações da Eletropaulo (ELPL4) para compra e revisou o preço-alvo a R$ 20, mostra um relatório enviado a clientes.
Segundo os analistas Antônio Junqueira, Joao Pimentel e Gustavo Castro, a negociação com a Eletrobras (ELET3) (ELET6) e a Transmissão Paulista (Cteep) (TRPL4), iniciada esta semana, deve resultar no pagamento de R$ 2 bilhões à estatal federal. A probabilidade de isso acontecer, explica o BTG, é de 100%.
“A remoção desta incerteza do caso de investimento é muito mais importante do que qualquer redução no passivo de R$ 2 bilhões”, apontam os analistas.
Além disso, o banco lembra que a região de concessão da Eletropaulo ainda tem um grande espaço de crescimento, que ainda não foi atendido por pelo menos dois ciclos regulatórios devido à complexa estrutura do balanço da empresa.
Fonte: Money Times

domingo, 8 de outubro de 2017

Indústria puxa geração de emprego após dois anos de retração

Indústria puxa geração de emprego após dois anos de retração

A indústria é a terceira maior empregadora no país e dos 924 mil postos de trabalho criados entre junho e agosto, 40% vieram da área

São Paulo – Após dois anos sem trégua nos cortes mensais de vagas, a indústria brasileira voltou a gerar empregos. O setor liderou a criação de vagas entre junho e agosto – o que é visto pelos economistas como um sinal concreto de que a recuperação econômica está se refletindo no mercado de trabalho.
A indústria é a terceira maior empregadora no País, atrás do comércio e do setor público. Dos 924 mil postos de trabalho criados entre junho e agosto, 40% vieram da área industrial. A retomada de contratações está sendo liderada principalmente pelos setores automotivo, têxtil, de calçados, de confecção, eletroeletrônico e químico/farmacêutico. Tecnologia no setor: Descubra o que é a indústria 4.0 e aprenda 8 conceitos para colocá-la em prática Patrocinado
“Concretamente, há uma retomada da economia, que começou com a inflação caindo e, com isso, o salário real aumentou, gerando demanda por serviços e depois no comércio e, por último, na indústria”, diz José Márcio Camargo, economista-chefe da Opus Investimentos e professor da PUC-Rio. “O emprego acompanhou essa movimentação.”
Do início do ano para cá, a taxa de desemprego total do País caiu de 13,7% para 12,6%, mas o Brasil ainda tem 13,3 milhões de desocupados.
Pelas projeções de Camargo, até o fim do ano o porcentual de desempregados entre a população ocupada deve ficar em 11,5%. “A economia está se recuperando, o desemprego cai há seis meses, e a tendência é de melhorar ainda mais em 2018.”
Na indústria, o número de contratações vinha sendo negativo desde maio de 2015 e só passou a ser positivo a partir de abril deste ano, quando foram abertas 94 mil vagas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O ano começou com o corte de 342 mil postos no setor industrial, mas, nos três meses encerrados em agosto houve uma inversão e foram criadas 365 mil vagas. O número se refere à diferença entre o total de empregados no setor neste ano em relação ao igual período de 2016, quando o saldo estava negativo em 1,4 milhão.
Água e vinho
Para o economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rafael Cagnin, a reação da indústria em relação ao emprego “mudou da água para o vinho”. Em sua opinião, é mais um indício da recuperação econômica, “que não está consolidada, mas caminha para isso”.
O emprego na indústria é comemorado por analistas pois, tradicionalmente, gera vagas formais, com mão de obra mais qualificada e envolve diversas cadeias produtivas.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera, por enquanto, que há uma estabilidade no emprego no setor. “Dado o longo período de números negativos, o fato de ter parado de cair já é uma boa notícia”, afirma Marcelo Azevedo, economista da entidade.
O grupo Lorenzetti, com cinco fábricas em São Paulo e Minas Gerais que produzem itens como chuveiros, torneiras e aquecedores elétricos contratou recentemente 150 funcionários e outros 140 serão contratados até dezembro. Segundo o presidente da empresa, Eduardo Coli, eles vão trabalhar em uma nova linha de produtos que será lançada em 2018. O grupo emprega hoje 4,2 mil pessoas. “Colocamos o pé no freio nos investimentos no ano retrasado, mas começamos a desengavetar projetos e voltamos aos níveis pré-crise”, diz Coli.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, confirma que há um início de recuperação no setor, após uma queda expressiva de 3,5 mil postos em maio. Em junho, julho e agosto o saldo voltou a ser positivo e o quadro total está perto de 300 mil trabalhadores. “A expectativa é encerrar o ano com 305 mil a 310 mil funcionários”, diz ele.
A indústria têxtil, que emprega 1,5 milhão de trabalhadores diretos e indiretos, reverteu um saldo de 4.981 postos negativos de janeiro a agosto de 2016 para saldo positivo de 24.255 vagas no mesmo período deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão

Homem compra US$ 27 em Bitcoins e, quatro anos depois, eles valem quase US$ 1 milhão Por: Ashley Feinberg 29 de outubro de 2013 às 18:31 1224 Há quatro anos, a namorada do norueguês Christopher Koch tirou sarro do rapaz quando ele comprou o equivalente a US$ 27 em Bitcoin. É bem provável que ela tenha mudado de ideia em abril deste ano, quando Koch checou seu banco e descobriu que seu investimento agora valia US$ 886.000. Quase um milhão. Em 2009, Koch trabalhava em um artigo sobre criptografia, que o introduziu ao desconhecido mundo dos Bitcoins. Ele então decidiu entrar de cabeça no mercado e gastou US$ 27 por 5.000 Bitcoins ao ficar fascinado pelo processo de criptografia. Mas ele acabou esquecendo da compra – até que o Bitcoin começou a ganhar destaque nos noticiários. Lembrando-se do seu antigo investimento, Koch foi atrás da senha para a sua carteira e ficou encantado ao descobrir que, considerando os valores de abril, ele tinha US$ 886.000. Após trocar um quinto do valor, ele conseguiu comprar um apartamento em Toyen, uma das áreas mais valorizadas de Oslo, na Noruega. Claro, o Bitcoin é conhecido por causa da flutuação do seu valor, sendo que o exemplo mais recente ocorreu após a apreensão do Silk Road, que fez o preço cair US$ 30 antes de disparar US$ 197. Para os padrões atuais, entretanto, o investimento de US$ 27 feito por Koch por 5.000 Bitcoins daria a ele US$ 1.010.000. Nada mal para um estudante falido sem nenhuma experiência em investimento. [NRK via The Guardian]

Homem compra US$ 27 em Bitcoins e, quatro anos depois, eles valem quase US$ 1 milhão

Há quatro anos, a namorada do norueguês Christopher Koch tirou sarro do rapaz quando ele comprou o equivalente a US$ 27 em Bitcoin. É bem provável que ela tenha mudado de ideia em abril deste ano, quando Koch checou seu banco e descobriu que seu investimento agora valia US$ 886.000. Quase um milhão.
Em 2009, Koch trabalhava em um artigo sobre criptografia, que o introduziu ao desconhecido mundo dos Bitcoins. Ele então decidiu entrar de cabeça no mercado e gastou US$ 27 por 5.000 Bitcoins ao ficar fascinado pelo processo de criptografia. Mas ele acabou esquecendo da compra – até que o Bitcoin começou a ganhar destaque nos noticiários.
Lembrando-se do seu antigo investimento, Koch foi atrás da senha para a sua carteira e ficou encantado ao descobrir que, considerando os valores de abril, ele tinha US$ 886.000. Após trocar um quinto do valor, ele conseguiu comprar um apartamento em Toyen, uma das áreas mais valorizadas de Oslo, na Noruega.
Claro, o Bitcoin é conhecido por causa da flutuação do seu valor, sendo que o exemplo mais recente ocorreu após a apreensão do Silk Road, que fez o preço cair US$ 30 antes de disparar US$ 197. Para os padrões atuais, entretanto, o investimento de US$ 27 feito por Koch por 5.000 Bitcoins daria a ele US$ 1.010.000. Nada mal para um estudante falido sem nenhuma experiência em investimento. [NRK via The Guardian]