terça-feira, 10 de outubro de 2017

Oferta de ações da Vulcabras Azaleia pode girar até R$ 826 milhões

Oferta de ações da Vulcabras Azaleia pode girar até R$ 826 milhões

O período de reserva para a oferta de ações da Vulcabras Azaleia (BOV:VULC3) se inicia nesta terça-feira, 10 e vai até o dia 23 de outubro. No dia seguinte, 24, será encerrado o procedimento de bookbuilding quando será definido o preço da ação, cuja faixa indicativa é de R$ 8,50 a R$ 10,50.
A quantidade de ações na oferta, para sua “reestreia” na Bolsa brasileira, é de 60.526.000 em distribuição primária (novas ações) e 7.894.000 na secundária (dos vendedores), e o montante pode ser acrescido em até 15% em lote suplementar.
Esse lote, de até 10.263.000 ações, prevê a venda por parte dos fundos de investimento L4E (de 500.000 ações), Suez (1.000.000), FIM (1.500.000) e PGB (7.263.000).
Se exercido integralmente o lote suplementar e com o preço no teto da faixa indicativa, a oferta pode girar até R$ 826 milhões. A oferta de varejo será de no mínimo 10% e no máximo 15% da totalidade das ações.
O início de negociação das ações no segmento Novo Mercado da B3 está previsto para 26 de outubro. Os bancos coordenadores são Credit Suisse (líder), Bradesco BBI, BTG Pactual e BofA Merrill Lynch.
Fonte: Agência Estado

Petrobras eleva em 12,9% preço do gás de cozinha; reajuste entra em vigor amanhã

Petrobras eleva em 12,9% preço do gás de cozinha; reajuste entra em vigor amanhã

O Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras (BOV:PETR4) definiu novo reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13), conhecido como gás de cozinha. O aumento será, em média, de 12,9% e começa a vigorar amanhã (11).
A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento, calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, reflete “principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”. A companhia acrescentou que, como a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor”. O impacto no consumo dependerá de repasses por distribuidoras e revendedores, advertiu.
A empresa destacou que o ajuste não tem incidência de tributos. Caso seja repassado integralmente aos preços ao consumidor final, a estimativa é que o preço do botijão de GLP P-13 suba em torno de 5,1%, em média, ou cerca de R$ 3,09 por botijão, informou a Petrobras. O último reajuste foi feito em 26 de setembro.
Sindigás
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) calcula que o reajuste oscilará entre 7,8% e 15,4%, de acordo com o polo de suprimento.
De acordo com a entidade, a correção aplicada não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional. Diante disso, o Sindigás estima o preço do produto para botijões até 13 quilos “ficará 6,08% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento”.
Combustíveis
Também amanhã (11), entram em vigor novos reajustes para diesel e gasolina. Para o diesel, o Grupo Executivo de Mercado e Preços estabeleceu queda de 0,2%, que se soma à redução de 1,3%, em vigência hoje (10). Para a gasolina, foi estabelecida retração de 2,6%, após aumento de 1,5% que vale a partir desta terça-feira.
Fonte: Agência Brasil

Vale restaura e entrega ao Estado fazenda histórica que integrará o Parque do Sumidouro

Vale restaura e entrega ao Estado fazenda histórica que integrará o Parque do Sumidouro


A Vale restaurou e entregou ao Instituto Estadual de Florestas (IEF), na última sexta-feira, 6 de outubro, uma fazenda com arquitetura colonial típica da Minas Gerais do século XIX. A Fazenda Samambaia, como é conhecida, fica no município de Pedro Leopoldo e é constituída por sede, curral, pátio de ordenha calçado e coberto, represa, moinho d´água, pontes e um aqueduto. A área da fazenda tem aproximadamente 500 hectares corresponde a um quarto da área do Parque Estadual do Sumidouro.
A empresa investiu mais de R$ 13 milhões apenas no projeto de restauração do imóvel, que buscou reavivar os aspectos culturais do patrimônio arquitetônico setecentista e estabelecer as melhores opções para preservar a identidade da edificação, incorporando alternativas para o uso atual.
A construção de núcleo quadrangular reflete em sua arquitetura a estética, funções sociais e modo de vida rural típico da região na época. Em sua fundação era utilizada para atividades agropecuárias, mas foi comprada pela empresa Minerações Brasileiras Reunidas (MBR) em 1964, como parte de uma jazida de calcário. A mineradora foi posteriormente adquirida pela Vale.
“Temos uma média anual de 35 mil visitantes no Sumidouro e a fazenda Samambaia virá para ser mais uma atração. Este é um dia histórico para um lugar de tanta história e de tanta pré-história. Queria agradecer à Vale por essa parceria, que já vem de muito tempo”, agradece o gerente do parque, Rogério Tavares Oliveira.
“Pela segunda vez neste ano nos juntamos ao IEF para uma importante entrega à comunidade. Em julho deste ano inauguramos o Centro de Visitantes do Parque Estadual Serra do Rola Moça, que está contribuindo para tornar aquela unidade de conservação ainda mais atrativa para conscientizar sobre a necessidade de preservar o meio ambiente. Este casarão onde estamos, totalmente restaurado com recursos da Vale, terá bom uso pelas autoridades que cotidianamente trabalham em prol do meio ambiente”, explica o diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos, Lúcio Cavalli.
Fonte: De Fato Online

Minério de ferro cai após retorno de investidores chineses

Minério de ferro cai após retorno de investidores chineses


O minério de ferro enfrentará um inverno triste. Os futuros despencaram com o retorno dos investidores chineses ao mercado após uma semana de recesso com foco renovado tanto no impacto sobre a demanda dos cortes de produção de aço na China durante o inverno quanto nas perspectivas de oferta adicional das maiores mineradoras do mundo.
Em Cingapura, o contrato SGX AsiaClear mais ativo caiu 4,1 por cento, para US$ 60,47 a tonelada, menor preço intradiário desde 6 de julho. Na Bolsa de Commodities de Dalian, na China, o contrato caiu 3,9 por cento, anulando um ganho anterior.
“As exportadoras de minério de ferro estrangeiras caminham para a principal temporada de carregamentos em um momento em que as retiradas diárias dos portos chineses estão em queda”, informou a Maike Futures, em nota, em seu website. “As restrições à produção de aço entre os clientes limitarão a demanda.”
A commodity entrou em bear market no mês passado em meio à preocupação de que os cortes à produção de aço na China para combate à poluição durante o inverno afetarão o consumo em um momento em que as mineradoras estão ampliando a produção. Entre os pessimistas, o Goldman Sachs advertiu que a queda do minério de ferro provavelmente continuará à medida que os governos locais do maior usuário implementarem os limites de forma mais estrita. Os preços menores prejudicam produtoras como Rio Tinto, Fortescue Metals e Vale.
“O mercado está meio que retomando de onde parou antes do feriado da Semana Dourada”, disse Ric Spooner, analista da CMC Markets em Sidney, por telefone, em referência ao recesso da semana passada na China, quando os mercados financeiros permaneceram fechados. “A tendência global tem sido de queda do minério de ferro há algum tempo.”
Novos dados sobre o setor imobiliário da China aumentaram o pessimismo quando os traders chineses retornaram, nesta segunda-feira. As vendas de novas residências em Pequim totalizaram 116 unidades durante o feriado, menor número desde 2009, publicou o Economic Information Daily, citando dados da Centaline Property. As vendas em Xangai caíram 78 por cento, para 178 unidades, ressaltando uma incipiente desaceleração nos mercados imobiliários, que representam grande parte da demanda por aço.
Preço de referência
O minério de ferro de referência com 62 por cento de teor ferroso em Qingdao estava em US$ 62,27 a tonelada seca na sexta-feira após atingir US$ 61,48 no dia anterior, menor preço desde junho, segundo a Metal Bulletin. Após oscilarem em um amplo espectro, chegando perto de US$ 95 em fevereiro e caindo para cerca de US$ 53 em junho, os preços recuaram 21 por cento neste ano.
O Deutsche Bank informou em 5 de outubro que os limites impostos pela China podem afetar a demanda a curto prazo, derrubando os preços para a faixa entre US$ 50 e US$ 60 antes de uma recuperação em 2018. “Estimamos que os esforços do governo para reduzir a poluição e melhorar a qualidade do ar serão estruturais e continuarão pelo menos nos próximos cinco anos”, afirmou.
Fonte: Bloomberg News

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Dólar se fortalece mais ante real com juros dos EUA, lira e minério de ferro

Dólar se fortalece mais ante real com juros dos EUA, lira e minério de ferro


O dólar futuro de novembro subiu até R$ 3,1850 (+0,61%) no fim da manhã desta segunda-feira, 9, puxando o dólar à vista para nova máxima aos R$ 3,1746 (+0,55%) no balcão. O operador da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado Neto, diz que há um pano de fundo de influencia das apostas dos investidores de alta de juros nos Estados Unidos em dezembro, contágio sobre o real do movimento de venda nesta segunda no exterior da lira turca, após Turquia e EUA pararem no domingo de emitir vistos para os cidadãos um do outro, e compasso de espera pela ata do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira. “O mercado poderá evitar venda de dólar até ver o conteúdo da ata do Fed”, afirma o operador.
 Machado Neto vê ainda pressão derivada da queda do minério de ferro no mercado futuro chinês. Ele relatou que, em Cingapura, o contrato SGX AsiaClear mais ativo caiu 4,1%, para US$ 60,47 a tonelada, menor preço intradiário desde 6 de julho. Já na Bolsa de Commodities de Dalian, na China, o contrato caiu 3,9%, anulando um ganho anterior.
Fonte: Isto É Dinheiro