quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Antigo engenheiro do Google acaba de reinventar o copo de medição

Antigo engenheiro do Google acaba de reinventar o copo de medição



Você não deve saber disso, mas o seu copo de medição não é lá muito confiável.
Reconhecendo um problema que a maioria das pessoas nem sequer sabia que tinha, o antigo engenheiro de software do Google e do Facebook, Joshua Redstone, decidiu desenvolver um copo de medição mais preciso, que agora ele vai vender para o mundo todo.

Margem de erro

Redstone passou quatro anos trabalhando em uma solução para algo que o incomodava há muito tempo como um cozinheiro amador: copos de medição tradicionais, que são largos e não muito cônicos, não são a melhor escolha para medir com precisão seu conteúdo.
Redstone acredita que a forma do copo determina seu sucesso, particularmente quando precisamos medir uma pequena quantidade. Quanto menor o volume, o problema da precisão se torna maior.
Confira abaixo a relação da margem de erro de seu copo de medição, o Euclid, com os copos de medição convencionais:

Compre um

Euclid é nomeado após Euclides de Alexandria, considerado o pai da geometria. A equação de Euclides captura sua essência matemática: uma proporção constante de área superficial e volume.
De acordo com Redstone, apesar de já terem havido tentativas de criar copos cônicos, o seu copo de medição é o único com um design matematicamente ideal.
Por enquanto, você só pode adquirir um copo Euclid pela plataforma de financiamento coletivo Kickstarter. O objetivo inicial de Redstone para desenvolver seu produto, US$ 30.000, já foi alcançado.
No entanto, você ainda pode contribuir com US$ 24 para receber um copo de medição em sua casa, em qualquer lugar do mundo, ou pode aguardar até o produto estar disponível no varejo, por um preço que ainda será determinado. O lançamento está programado para maio de 2018, data na qual os apoiantes do Kickstarter devem receber seus copos.
Fonte:hypescience

Trump buscou aumentar consideravelmente arsenal nuclear dos EUA, diz NBC

Trump buscou aumentar consideravelmente arsenal nuclear dos EUA, diz NBC

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em reunião com assessores de segurança nacional em julho que desejava aumentar consideravelmente o arsenal nuclear do país, segundo reportagem da emissora NBC News nesta quarta-feira, citando três autoridades que presenciaram o encontro.


Presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington 10/10/2017 REUTERS/Kevin Lamarque
O suposto comentário de Trump foi divulgado em um momento de tensões em alta entre os EUA e a Coreia do Norte, e às vésperas de um esperado anúncio do presidente sobre a manutenção ou não do país em um acordo com o Irã sobre o programa nuclear de Teerã.
O presidente falou em julho após ser apresentado a um gráfico mostrando que o estoque de armas nucleares do EUA havia recuado do pico de 32.000 nos anos 1960. Trump disse que gostaria de voltar a ter o número do passado, segundo a NBC.
Em publicação no Twitter após a divulgação da notícia, Trump afirmou: “A falsa NBC News inventou uma história de que eu queria aumentar nosso arsenal nuclear. Pura ficção.”
Reportagem de Makini Brice e Susan Heavey

Fonte:  Reuters

Estabilidade financeira global melhorou, mas há riscos à frente, diz FMI

Estabilidade financeira global melhorou, mas há riscos à frente, diz FMI

A recuperação econômica global fortaleceu a estabilidade financeira mas as condições monetárias e financeiras frouxas em um cenário de inflação fraca estão elevando os riscos no médio prazo, informou o Fundo Monetário Internacional nesta quarta-feira (11).
O FMI, cujas reuniões com o Banco Mundial começam em Washington ainda nesta semana, também afirmou que os riscos estão mudando dos bancos, que fortificaram seus balanços patrimoniais, para os mercados financeiros à medida que os spreads de crédito se comprimem, a volatilidade diminui e os preços dos ativos aumentam.
“Embora o aumento do apetite por risco e a procura por rendimentos sejam uma consequência bem-vinda e pretendida das medidas de política monetária não convencionais… há riscos se essas tendências se estenderem muito”, afirmou o FMI em seu relatório de estabilidade financeira global bianual.
Uma busca prolongada por rendimentos elevou a sensibilidade do sistema financeiro aos riscos de mercado e de liquidez, disse o Fundo, mantendo esses riscos elevados.
O FMI pediu aos reguladores nacionais para considerarem cuidadosamente qualquer proposta que torne o capital, a liquidez ou padrões prudenciais muito frouxos, “dado de seu potencial para prejudicar a agenda de harmonização regulatória global.”
Fonte: Reuters. 

Ata do Fed; Minério de Ferro; Pesquisa Mensal do Comércio

Ata do Fed; Minério de Ferro; Pesquisa Mensal do Comércio

Na véspera do feriado nacional a agenda está apertada, tanto no exterior como aqui. O minério de ferro mantem sua trajetória de queda e está sendo negociado próximo dos US$ 60.

Mercados Globais

Veja o gráfico dos preços futuros do minério de ferro:


Depois de chegar aos US$ 78 no início de setembro, os preços despencaram 23%, até o patamar atual. Somente em outubro os preços caíram 15% e essa tendência está sendo reforçada pelas limitações impostas pelo governo chinês à produção de aço no norte do país, por questões ambientais. Com essa queda dos preços, os ADRs da BHP caíram 7% e da Vale 14%. Hoje o mercado deve continuar esse ajuste, que também afeta os preços das empresas siderúrgicas.
O FED divulgará às 15 hs a Ata da última reunião de seu comitê de política monetária, que deve alinhar as expectativas do mercado em relação ao processo de normalização da política monetária, que consiste em elevação dos juros básicos e redução da oferta de moeda. O dólar, em consequência desse evento, está em queda frente às principais moedas globais, incluindo o real.

Brasil

No Brasil, a FGV divulgou a primeira prévia do IGP-M de outubro e ela desacelerou em relação à primeira prévia de setembro, de 0,34% para 0,32%. O índice de preços no atacado, IPA, veio em 0,42% e acumula queda de 4,13% no ano, com destaque para os produtos agropecuários, que caíram 12,16%. Esse número confirma a tendência de inflação muito baixa para o ano e reforça as expectativas de queda da taxa SELIC para 7%.
O IBGE divulgou a Pesquisa Mensal do Comércio e ela surpreendeu negativamente, mostrando uma contração de 0,5% nas vendas do varejo em agosto. O principal indicador da pesquisa, para avaliar o momento da recuperação econômica, é o de vendas dos supermercados, e ela pesou na queda do indicador, apontando uma retração nas vendas de 0,3%. O destaque positivo, confirmando os dados já divulgados pelas associações do setor, é o de vendas de automóveis, que ficou positiva em 2,8%, acumulando uma queda de 0,8% no ano.
Veja o gráfico que mostra o comportamento do varejo no Brasil:


De seu pico, no início de 2015, as vendas despencaram 8%. Do fundo, de dezembro de 2016, elas já subiram 5%. Esse número, por ser um sinal importante sobre o consumo das famílias, que representa mais de 60% do PIB, deverá mudar um pouco as projeções para o crescimento do terceiro trimestre desse ano.



Fonte: Exame

Bombardeiros dos EUA sobrevoaram Península Coreana na terça, diz Coreia do Sul 

Bombardeiros dos EUA sobrevoaram Península Coreana na terça, diz Coreia do Sul


© Foto: AP As Forças Armadas dos Estados Unidos sobrevoaram a Península Coreana (área que se estende pelas duas Coreias) com dois bombardeiros B-1B Lancer da Força Aérea no final da terça-feira (horário local), em meio às elevadas tensões por contas dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, disseram as Forças Armadas da Coreia do Sul.

Os dois bombardeiros B-1B foram escoltados por dois caças F-15K da Coreia do Sul depois de deixarem sua base em Guam, disse o Estado-Maior Conjunto sul-coreano em divulgação à imprensa na quarta-feira (horário local).
Depois de entrar no espaço aéreo sul-coreano, os dois bombardeiros realizaram exercícios ar-terra nas águas da costa leste da Coreia do Sul, depois voaram para águas entre a Coreia do Sul e a China para repetir o exercício, disseram os militares da Coreia do Sul.
As Forças Armadas da Coreia do Sul disseram que as manobras foram parte de um exercício para impulsionar a defesa militar e também uma forma de demonstrar a aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul.
(Reportagem de Christine Kim e Soyoung Kim)