sábado, 14 de outubro de 2017

Festival do Meio do Outono chinês começa com grande festa

Festival do Meio do Outono chinês começa com grande festa


A China antiga é um período cheio de histórias e curiosidades. Um dos fatos interessantes surgidos no período é o Festival do Meio de Outono chinês ou Festival da Meia Lua, já que nessa época do ano a lua está em sua forma mais redonda e brilhante. Iniciada no dia 4 de outubro, a famosa celebração surgida na China antiga acontece à noite, com famílias se reunindo a luzes de lanternas para comer os deliciosos mooncakes (‘bolos de lua’, doce típico da data) e apreciar a lua cheia, símbolo da reunião familiar. Devido à influência chinesa, o Festival do Meio Outono também é apreciado e celebrado em muitas outras partes da Ásia.

O mooncake é uma comida típica do festival
As festas do Festival do Meio do Outono chinês datam de mais de 2 mil anos. O governo da China listou a data festiva como uma parte intangível do patrimônio cultural do país em 2006. Em 2008, tornou-se feriado público.

A China e a Vale

A China é importante parceira da Vale, tanto pela importação de commodities quanto pela exportação de produtos direta e indiretamente para as operações da empresa.
Trata-se de uma relação duradoura que vem sendo construída ao longo dos últimos 40 anos, iniciada em 1973, quando foi registrada a venda do primeiro carregamento de minério de ferro da Vale para a República Popular da China.
Fonte: Vale

Temer troca presidente e diretores da estatal INB

Temer troca presidente e diretores da estatal INB


O presidente Michel Temer nomeou Reinaldo Gonzaga presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), estatal federal vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações. Gonzaga entra no lugar de João Carlos Derzi Tupinambá, exonerado nesta quarta-feira, 11, e que estava no cargo desde janeiro do ano passado, nomeado ainda por Dilma Rousseff.
A mudança do comando da estatal federal está publicada no Diário Oficial da União (DOU), que traz também novos nomes para três da quatro diretorias da empresa. Foram nomeados: Luiz Fernando Silva de Magalhães Couto, como diretor de Finanças e Administração; Marcelo Xavier de Castro, diretor de Produção do Combustível Nuclear; e Adauto Seixas, diretor de Recursos Minerais.
Foram exonerados: Giovani Moreira, da diretoria de Produção do Combustível Mineral; e Laércio Aguiar da Rocha, da área de Recursos Minerais.
Fonte: Isto É Dinheiro

Glencore prevê negociação recorde de petróleo em meio a queda nas margens

Glencore prevê negociação recorde de petróleo em meio a queda nas margens


A Glencore deve se consolidar como segundo maior operador no mercado de petróleo do mundo, à medida que tenta compensar uma baixa volatilidade e margens apertadas com volumes recordes neste ano, disse à Reuters o chefe global de Petróleo da companhia, Alex Beard.
A mineradora e operadora de commodities listada em Londres vai negociar cerca de 6 milhões de barris por dia de petróleo e produtos refinados neste ano, alta de 25 por cento ante o ano anterior. O número representa cerca de 6 por cento da oferta global e somente sua rival Vitol opera mais petróleo, com 7 milhões de barris por dia. A maioria dos operadores estão sendo forçados a aumentar os volumes para proteger o lucro em um ambiente de baixa volatilidade.
“Nós não estabelecemos metas em termos de volumes”, disse Beard durante o Reuters Global Commodities Summit. ”Nosso maior objetivo é fazer mais dinheiro, e se você consegue fazer isso com menores margens e maiores volumes ou menores volumes e maiores margens, somos indiferentes a isso.”
Beard disse que as condições de negociação ficaram difíceis neste ano devido à baixa volatilidade de preços e uma reversão na curva de preço do petróleo. O mercado passou da situação de “contango”, em que os preços dos contratos futuros são mais altos que os preços spot, para uma situação oposta, em que torna-se mais atrativo vender o petróleo imediatamente ao invés de armazená-lo para venda no futuro.
O mercado de petróleo tem operado nessa nova condição desde o início de setembro, após ter passado por uma situação de “contango” relativamente persistente desde 2014. Para mais informações sobre o Reuters Global Commodities Summit da Reuters, acesse: http://www.reuters.com/summit/commodities17
(Por Julia Payne e Libby George; reportagem adicional de Amanda Cooper)

Dollar Week: moeda americana cai pela terceira semana seguida

Dollar Week: moeda americana cai pela terceira semana seguida

Na segunda semana de outubro, o Dólar desvalorizou 0,30%. No contexto interno, o mercado se manteve atento à denúncia contra o presidente Michel Temer e ao parecer do deputado Bonifácio de Andrada na CCJ da Câmara. A recomendação do relator foi pela rejeição da denúncia por falta de embasamento e a comissão deve votar o parecer na semana que vem. No mercado externo, além do feriado que acalmou as movimentações, os Estados Unidos apresentaram uma inflação mais fraca do que a esperada, o que pode adiar uma nova alta nos juros americanos.
Ontem (13), o dólar encerrou o dia com 0,65% de queda, cotado à R$ 3,1484 para compra e R$ 3,1491 para venda.
Em outubro, após 9 pregões, o moeda acumula 0,58% de desvalorização. São 5 pregões de baixa e 4 alta. No último pregão de setembro, o dólar fechou cotado a R$ 3,1669 para compra e R$ 3,1676 para venda.
Em 2017, após 196 pregões, o dólar apresenta uma desvalorização de 3,09%. São 93 pregões de alta contra 103 de baixa. Em 2016, a divisa dos Estados Unidos fechou cotada a R$ 3,2492 para compra e a R$ 3,2497 para venda.

Resumo da semana

A semana começou (9) com o dólar em alta de 0,86%, cotado à R$ 3,1852 para compra e R$ 3,1859 para venda. No dia seguinte, a moeda encerrou o dia com 0,06% de queda, praticamente estável, cotado à R$ 3,1833 para compra e R$ 3,1838 para venda.
Na véspera do feirado, o dólar encerrou o dia com 0,43% de queda, cotado à R$ 3,1690 para compra e R$ 3,1700 para venda. A queda continuou na sexta-feira (13), com uma desvalorização de 0,65%, fechando a semana cotado à R$ 3,1484 para compra e R$ 3,1491 para venda.

Fonte: Exame

Semanário Bovespa: indicador fecha a semana em alta após renovar patamar histórico duas vezes

Semanário Bovespa: indicador fecha a semana em alta após renovar patamar histórico duas vezes

Ibovespa fechou a semana com uma valorização de 1,23%. O cenário nacional se manteve tranquilo, apesar da tensão ter sido constante sobre qual seria o parecer do deputado Bonifácio de Andrada sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. O relator do caso na CCJ da Câmara recomendou a rejeição da denúncia por falta de embasamento, mas a votação da comissão para julgar se o parecer será ou não aceito acontecerá apenas na próxima semana. Já no contexto externo, o mercado permanece animado com o crescimento acima do esperado nas importações chinesas e com a perspectiva de crescimento do PIB mundial apontado pelo FMI.  Já foram 16 semanas de ganhos, contra 25 variações positivas.
Ontem, o indicador subiu 0,43%, chegando aos 76.989,79 pontos, um novo recorde de fechamento.
Em outubro, após 9 fechamentos, o índice valorizou 3,63%. Já se foi cinco pregões positivos, contra quatro negativo. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 195 pregões, o Ibovespa subiu 27,83%. Já foram 97 fechamentos positivos contra 98 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da Semana

A semana começou (9) em queda de 0,43%, fechando com 75.726,80 pontos. No dia seguinte, o ibovespa valorizou 1,55%, encerrando o pregão com a máxima histórica de 76.897,21 pontos.
Na véspera do feriado (11), o índice recuou 0,31%, encerrando o pregão com 76.659,80 pontos. Já na sexta-feira (13),  indicador subiu 0,43%, chegando aos 76.989,79 pontos, renovando o patamar histórico de fechamento.

Fonte: Exame