terça-feira, 17 de outubro de 2017

Cobre recua em Londres e NY com realização de lucros e dólar forte

Cobre recua em Londres e NY com realização de lucros e dólar forte


Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York, influenciados por um movimento de realização de lucros, após os robustos ganhos da sessão anterior, e também pelo fortalecimento do dólar em relação a outras moedas. Por volta das 8h45 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,79%, a US$ 7.074,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha queda de 0,90%, a US$ 3,2100 por libra-peso, às 9h07 (de Brasília). Ontem, o cobre saltou mais de 3% em ambas as praças, em reação a dados chineses de inflação ao produtor mais alta do que se previa. A China é o maior consumidor mundial de metais básicos. Além de ceder a realização de lucros, o cobre é pressionado pelo dólar, que se valoriza nos negócios da manhã, tornando o metal mais caro para operadores que utilizam outras moedas.
Mais adiante, investidores ficarão atentos a dados de produção industrial dos EUA, que serão divulgados no fim da manhã, e do Produto Interno Bruto (PIB) da China, que saem amanhã à noite. Entre outros metais na LME, o viés era majoritariamente negativo: o zinco recuava 1,99% no horário indicado acima, a US$ 3.128,50 por tonelada; o níquel diminuía 1,26%, a US$ 11.730,00 por tonelada; o chumbo perdia 0,67%, a US$ 2.529,00 por tonelada; e o estanho tinha baixa marginal de 0,12%, a US$ 20.670,00 por tonelada. Exceção no mercado inglês, o alumínio subia 0,16%, a US$ 2.139,50 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

Rio Tinto eleva embarques de minério de ferro no caminho certo para meta anual

Rio Tinto eleva embarques de minério de ferro no caminho certo para meta anual


A mineradora Rio Tinto anunciou nesta terça-feira que elevou seus embarques de minério de ferro no terceiro trimestre em 6 por cento, após a modernização do seu transporte ferroviário no interior australiano, mas cortou sua meta de produção de cobre devido a atrasos em uma grande mina no Chile.
A Rio Tinto, que compete com a Vale e a BHP Billiton no mercado transoceânico de minério de ferro, manteve sua meta de exportar 330 milhões de toneladas da matéria-prima siderúrgica em 2017. O trimestre forte vem após uma primeira metade do ano lenta, quando o mau tempo e a manutenção de trilhos comprimiu a produção de minério de ferro.
“O negócio funcionou muito bem no trimestre terminado em setembro, com um forte desempenho de produção trimestral e uma onda de melhorias de produtividade incorporadas em nossas operações”, afirmou o presidente-executivo da Rio Tinto, Jean-Sebastien Jacques, em um comunicado.
Os embarques de minério de ferro totalizaram 85,8 milhões de toneladas no terceiro trimestre, contra 80,9 milhões no mesmo período do ano passado, informou a Rio Tinto. A UBS havia previsto embarques de 84,6 milhões de toneladas no terceiro trimestre.
Em contrapartida, a Rio Tinto cortou suas metas de produção de cobre para 2017 para o intervalo entre 460 mil e 480 mil toneladas, ante o intervalo entre 500 mil e 550 mil toneladas anunciadas anteriormente, atingidas por atrasos na mina Escondida, no Chile, na qual detém 30 por cento de participação.
Fonte: Reuters

CMOC comemora um ano de Brasil

CMOC comemora um ano de Brasil


A CMOC International Brasil completou, no dia 1º de outubro de 2017, seu primeiro ano de operações no Brasil nas áreas de Nióbio e Fosfatos, localizadas em Catalão, Ouvidor (GO) e Cubatão (SP). “Nesse primeiro ano, buscamos atribuir aos negócios de nióbio e fosfato características importantes da identidade CMOC, pautada principalmente pela agilidade, simplicidade e foco no negócio. Desta forma, resgatamos a tradição do nome Copebras para o fosfato e criamos a Niobras para o Nióbio, revisamos a nossa Missão e Visão, reforçamos os nossos Valores, simplificamos os nossos processos, além de definir uma nova estratégia para os negócios, sem perder o foco em nosso desempenho operacional”, afirmou o diretor executivo da CMOC no Brasil, Marcos Stelzer. O executivo destacou ainda o desempenho na área de segurança e os recordes de produção e vendas.
Desde sua instalação no Brasil a CMOC tem como metas o aumento da competitividade da empresa nos mercados de atuação, com ações voltadas para excelência operacional com redução de custos, estabilidade e geração de resultado sustentável. Com suas operações brasileiras a CMOC gerou cinco mil empregos diretos e indiretos e investiu mais de R$ 2,5 milhões em 2017 em projetos sociais no interior de Goiás e na baixada santista. ”Finalizamos recentemente um diagnóstico socioeconômico, ouvindo a comunidade, poder público, entidades locais e nossos empregados. A partir das informações coletadas, criamos a nossa estratégia de atuação social que vai direcionar os nossos investimentos nos municípios para 2018”, destacou Marcos Stelzer.
A CMOC International Brasil é uma subsidiária da chinesa CMOC International, empresa que está entre as dez maiores mineradoras do mundo por capitalização de mercado. Além da produção de nióbio e fosfato no Brasil, a CMOC International produz molibdênio, tungstênio, cobre, ouro e cobalto em outros países. “Estou satisfeito com o engajamento das equipes Copebras e Niobras neste primeiro ano da CMOC no Brasil. A equipe entregou um desempenho de alta qualidade em segurança, produção e vendas durante um período de fortes pressões externas. Estou confiante de que a equipe continuará a melhorar a performance para apoiar a estratégia de negócios”, afirmou Kalidas Madhavpeddi, CEO da CMOC International.
Fonte: Brasil Mineral

   

Sítios arqueológicos em áreas da Vale revelam curiosidades da história de Minas Gerais

Sítios arqueológicos em áreas da Vale revelam curiosidades da história de Minas Gerais


Existem lugares onde objetos e marcas na paisagem revelam importantes momentos da história e do desenvolvimento de determinada região. São os chamados sítios arqueológicos. Seja sobre a superfície do solo ou enterrados, esses vestígios são estudados por arqueólogos, que trabalham para descobrir de onde eles vêm e o que escondem.
A Vale preserva importantes sítios arqueológicos, localizados em áreas de sua propriedade, como as ruínas de Casas Velhas, Fábrica Patriótica e o Forte do Brumadinho. Esses locais são extremamente importantes para a empresa, pois abrigam o começo da história da mineração.
Fonte: Vale
 

Grupo Anglo American completa 100 anos no mundo

Grupo Anglo American completa 100 anos no mundo


Em 2017, o Grupo Anglo American completa 100 anos de fundação, marco que está sendo celebrado em todos os países onde a empresa atua. Em 2017, o Grupo Anglo American completa 100 anos de fundação, marco que está sendo celebrado em todos os países onde a empresa atua. No Brasil, não é diferente. Além dos empregados, as comunidades de Conceição do Mato Dentro (MG), onde está a mina e a usina do Sistema Minas-Rio, e de Barro Alto e Niquelândia (GO), onde ficam as operações de ferroníquel, também participam do centenário, que inclui até sessões de cinema ao ar livre para a população.
No Brasil, o início das comemorações do centenário se deu durante a Exposição Internacional de Mineração (Exposibram), no mês de setembro, em Belo Horizonte (MG). Na oportunidade, Ruben Fernandes, presidente da Anglo American no Brasil, convidou o público a imaginar a mineração do futuro. “Se nos propomos a olhar rapidamente para trás é para ter a certeza que podemos olhar pra frente, usar o aprendizado e experiência para caminhar rumo ao futuro. O convite que esta celebração nos faz é à imaginação. Imagine a mineração que você quer ver no futuro. Imagine tecnologias que garantam operações mais seguras e sem impactos ambientais.”,  pontuou.
Explorando o tema, o estande da empresa na Exposibram trouxe um grande painel interativo convidado o público a imaginar esse futuro e a conhecer melhor a história da companhia e a própria atividade mineradora. Além da África do Sul, onde a história da empresa começou, a Anglo American opera em países como o Chile, Austrália, Canadá e, claro, o Brasil, onde atua há 44 anos.

Cinema ao Luar
Nas comunidades, o aniversário de 100 anos está sendo lembrado em eventos especiais, que começaram na primeira semana de outubro em Minas Gerais e Goiás. A Anglo American leva às praças públicas de Conceição do Mato Dentro, Barro Alto e Niquelândia sessões de cinema regadas a muita pipoca. Nos dias 7 e 8 de outubro, foi a vez de Conceição do Mato Dentro. A sessão contou também com a exibição de um curta-metragem sobre a história de vida dos moradores locais e a relação com a região. Os moradores de Barro Alto e Niquelândia também terão sessões especiais de cinema ao ar livre, em datas ainda a confirmar.
A história do Grupo
A história da Anglo American começou em 1917 com uma mina de ouro em Joanesburgo, na África do Sul, fundada por Sir Ernest Oppenheimer. Na década de 30, a empresa descobriu como utilizar diamantes de baixa qualidade em equipamentos de perfuração e começou a construir sua sede na África do Sul.  Na década seguinte, o Grupo expandiu sua atuação para o negócio de carvão, o que contribui para  a independência energética sul-africana.
Nos anos seguintes, o Grupo seguiu com investimentos em pesquisa e tecnologia, diversificando cada vez mais seus negócios de mineração. Em 1973, a Anglo American chegou ao Brasil com um escritório no Rio de Janeiro, considerado o primeiro passo de uma nova estratégia de negócio, que levaria futuramente às operações de ouro, níquel, nióbio, fosfatos e minério de ferro no país.
Em 1999, a Anglo American África do Sul se uniu à Minorco para formar a Anglo American plc, com ações listadas na Bolsa de Londres. No mesmo ano, o Grupo entrou para o Índice FTSE 100, marcando o começo de um capítulo global significativo e mantendo, ao mesmo tempo, uma presença relevante na África do Sul.
No ano 2000, a empresa foi pioneira em adotar uma política de prevenção da infecção pelo HIV, assegurando a confidencialidade, rejeitando o teste pré-emprego e outras formas de discriminação dos portadores do vírus.  No ano seguinte, o Grupo se tornou um dos signatários fundadores dos 10 Princípios para Mineração e Desenvolvimento Sustentável do Conselho de Mineração e Metais, uma medida com o intuito de reforçar seu compromisso com a geração de valor duradouro para as comunidades onde está inserida.
Atualmente,  a Anglo American produz cerca de 16 milhões de toneladas de minério de ferro por ano no Brasil. A produção se dá por meio do Minas-Rio, empreendimento que está em fase de ramp-up e que possui capacidade para 26,5 milhões de toneladas de produção. A empresa produz, ainda, cerca 45 mil toneladas de ferroníquel com duas operações no estado de Goiás (Barro Alto e Niquelândia).
Fonte: AA