quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Produção de minério de ferro da Vale atinge recorde de 95,111 milhões de t

Produção de minério de ferro da Vale atinge recorde de 95,111 milhões de t


A Vale atingiu uma produção recorde de minério de ferro no terceiro trimestre do ano, com um volume de 95,111 milhões de toneladas, aumento de 3,3% em relação ao observado no mesmo período do ano passado. Ante o trimestre imediatamente anterior, a expansão foi de 3,6%.
Segundo a companhia, em seu relatório de produção, a maior produção é explicada pelo aumento do volume de seu projeto S11D e ainda pela melhor performance operacional no Sistema Norte. A companhia frisa que o projeto avança conforme o planejado.
Por outro lado, a mineradora observa que as vendas no intervalo entre julho e setembro foram menores do que o nível de produção, o que elevou os estoques no período analisado. A empresa explica, porém, que esse resultado foi desejado para poder cumprir com suas necessidades operacionais e com as estratégias de mercado. A Vale destaca que o porcentual de estoques no período chegou em 30%, ante uma média no passado de 15%, e que a expectativa é manter esse nível de estoque até o fim do ano.
Ainda como estratégia, a Vale destaca que os volumes de minério blendados (misturados) na Ásia somaram 19,3 milhões de toneladas no terceiro trimestre, 10,2 milhões de toneladas a mais do que o visto um ano antes. A companhia quer aumentar sua flexibilidade.
A Vale lembra que, como já anunciado, a produção de minério de ferro de alta sílica dos Sistemas Sul e Sudeste foi reduzida em uma quantidade anualizada de 19 milhões de toneladas, o que levará que a produção em 2017 de minério de ferro fique próxima de 360 milhões de toneladas. A Vale havia colocado como meta um intervalo entre 360 milhões de toneladas e 380 milhões de toneladas. Para sua produção de longo prazo, a companhia reitera a projeção de um volume de 400 milhões de toneladas.
No acumulado dos nove meses do ano, a produção de minério de ferro da Vale atingiu 275,159 milhões de toneladas, um aumento anual de 6,5%.
O teor médio de ferro no período foi de 64,1%, um pouco maior do que o visto no trimestre imediatamente anterior, que foi de 63,8%. “O aumento é resultante da redução de produção dos produtos de alta sílica e da estratégia da Vale de melhorar a realização de preço do minério de ferro”, destaca a companhia em seu relatório de produção.
Pelotas
A produção de pelotas pela Vale no terceiro trimestre do ano foi de 12,766 milhões de toneladas, aumento de 5,8% na relação anual e de 4,5% na trimestral. No ano, a produção atingiu 37,404 milhões de toneladas, aumento de 11,3%. O volume trimestral é recorde, por conta de maior produtividade e à redução do número de paradas para manutenção.
Níquel
A produção de níquel da Vale no terceiro trimestre do ano atingiu 72,7 mil toneladas, queda de 4,3% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. No entanto, em relação ao trimestre imediatamente anterior o aumento foi de 10,2%. No acumulado do ano até setembro a produção de níquel foi a 210,1 mil toneladas, queda de 7,9%.
O aumento da produção de níquel em relação ao segundo trimestre do ano ocorreu especialmente por conta do retorno da produção do segundo forno em Sudbury e ainda pelo forte desempenho em Thompson e Onça Puma.
Sobre o forno de Sudbury, a Vale destaca que foi reconstruído com uma capacidade expandida. “A transição de Sudburry para forno único tem sido muito bem-sucedida, com o novo reprojetado forno já excedendo sua capacidade nominal”, frisa a companhia em seu relatório de produção.
Na operação de Nova Caledônia, operação em que a companhia busca um sócio, a produção chegou em 10,1 mil toneladas no terceiro trimestre deste ano, aumento de 12,2% em relação ao segundo trimestre do ano e um crescimento de 36,5% superior ao visto no mesmo intervalo do ano passado.
Cobre
A produção de cobre da Vale no intervalo de julho a setembro foi a 118,8 mil toneladas, alta de 6,6% em relação ao observado um ano antes. Em relação ao segundo trimestre o aumento foi de 15,7%. De janeiro a setembro a produção de cobre chegou a 330,4 mil toneladas, ligeiro recuo de 0,1%.
Fonte: Isto É Dinheiro

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Amazon frustra com "mais do mesmo"; ações de rivais disparam

Amazon frustra com "mais do mesmo"; ações de rivais disparam

A entrada da Amazon (BOV:AMZO34trouxe calafrios para as principais empresas brasileiras do varejo online que têm nos últimos anos avançado no segmento marketplace. Um exemplo desse impacto pode ser avaliado na bolsa nesta terça-feira (17).
As ações do Magazine Luiz (MGLU3) teve queda de 7,94%, enquanto as da B2W (BTOW3), dona da Americanas.com, caiu 5,6%. Na semana, ambas tiveram baixas da ordem de 20%. Hoje, contudo, os papéis se recuperam fortemente, com altas de 8%, com o mercado avaliando a estreia como “tímida”.
Em um levantamento feito pelo BTG Pactual, os analistas identificaram que o ambiente de venda de eletrônicos da empresa possui em torno de 150 vendedores. O número é tímido perto dos números dos concorrentes – B2W tem mais de 6 mil e o Magazine Luiza mais de 250, segundo os dados do segundo trimestre.
Os analistas Fabio Monteiro e Luiz Guanais encontraram uma boa variedade de produtos, mas promoções agressivas em apenas 34 deles e com validade de apenas uma semana. Para alguns equipamentos eletrônicos, como TVs e câmeras, os parceiros estão oferecendo a venda em até 10 parcelas sem juros. Nenhum produto, exceto livros, é enviado sem a cobrança do frete.
“Até agora, nada para se ficar preocupado, em nossa visão”, explicam Monteiro e Guanais. Eles mantiveram conversas com parceiros da Amazon nos últimos dias e descobriram que o valor cobrado por ela é o mesmo dos outros: 10%. Até o final do mês, a expectativa é de que os vendedores cheguem a 200.
“O principal diferencial até agora é que a Amazon está fornecendo aos vendedores uma integração muito simples ferramenta e uma ferramenta de inteligência de negócios superior (principalmente relacionadas ao monitoramento de preços e de concorrentes)”, indica o BTG Pactual.

Longo prazo

Enquanto a Amazon ainda está tímida no mercado, o mesmo não se pode dizer quando o horizonte analisado é um pouco maior, como ressalta o Citi em uma análise enviada a clientes hoje. “No segundo trimestre de 2017, apenas dois anos após a sua entrada no México, a margem de contribuição do Mercado Livre, o maior competidor na região, se tornou negativa. Também, em experiências anteriores a Amazon foi capaz de se adaptar a diferentes realidades, com a Índia, um país com questões mais complexas que a do Brasil, um bom exemplo para isto”, avalia a analista Paola Mello.
Para ela, a B2W será a companhia mais afetada, por conta de suas margens mais apertadas. Já a Via Varejo (VVAR11), dona do Ponto Frio, tem a vantagem de ser a maior em eletrônicos no Brasil (duas vezes maior do que o Magazine Luiza), o que lhe confere maior poder de negociação, e produtos financeiros nas lojas físicas que ajudam aos clientes comprarem produtos, tendo em vista o baixo poder aquisitivo do brasileiro.
Fonte: Money Times

Pão de Açúcar versus Carrefour: quem enche mais o carrinho?

Pão de Açúcar versus Carrefour: quem enche mais o carrinho?

Aumentou a distância entre Pão de Açúcar (BOV:PCAR4e Carrefour (BOV:CRFB3), avaliam os analistas do Brasil Plural. Os números de vendas referentes ao terceiro trimestre mostram que o Carrefour Brasil segue com desempenho inferior ao Grupo Pão de Açúcar, segundo a equipe do banco.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira (18), Guilherme Assis e Andres Estevez veem o Pão de Açúcar colhendo os frutos da expansão acelerada do “atacarejo” Assaí, bandeira que eles julgam mais preparada para atender consumidores do que o “atacarejo” Atacadão.
“A principal questão é saber se o Grupo Pão de Açúcar será capaz de transformar os investimentos realizados em margens, por meio da retomada no crescimento das vendas e da melhoria resultante da alavancagem operacional”, dizem os analistas.
Em cenário de deflação nos preços de alimentos, a equipe do Brasil Plural elogia iniciativas implementadas pelo grupo na divisão de Multivarejo nos últimos 18 meses. Citam a revisão dos esforços de promoções na operação de hipermercados e a campanha pioneira Meu Desconto, “uma reforma inovadora de seu tradicional programa de fidelidade”.
Os analistas do banco têm recomendação “overweight” (expectativa de desempenho acima da média do mercado) para a ação do Grupo Pão de Açúcar, com preço-alvo de R$ 99,00 ao fim de 2018.

Números

O Carrefour Brasil registrou vendas brutas de R$ 12,242 bilhões no terceiro trimestre de 2017, alta de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2016. Já o Grupo Pão de Açúcar  reportou crescimento de 8,1% na receita líquida no terceiro trimestre de 2017, totalizando R$ 10,909 bilhões.
Fonte: Money Times

Bolsa de Tóquio: Índice Nikkei 225 abre em alta de +0,41% nesta quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bolsa de Tóquio: Índice Nikkei 225 abre em alta de +0,41% nesta quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Tóquio, 19 de outubro de 2017 (ADVNEWS) – O Índice Nikkei 225, principal indicador do mercado de ações da Bolsa de Valores de Tóquio (Tokyo Stock Exchange), abriu a sessão de negociação desta quinta-feira em alta de +0,41%, sendo cotado em 21.450,04 pontos.
No pregão anterior, o índice Nikkei 225 fechou cotado em 21.363,05 pontos.
Já o índice TOPIX (Tokyo Price Index), composto por todas as ações de primeira linha negociadas na Bolsa de Valores de Tóquio, abriu o pregão desta quinta-feira em alta de +0,33%, sendo cotado em 1.730,32 pontos. Atualmente, mais de 1.600 companhias de primeira linha são negociadas no principal mercado de ações do Japão.
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Tóquio, 48,89% (1605) abriram o pregão desta quinta-feira operando em alta. As maiores altas registradas na abertura do pregão dessa quinta-feira foram:
1) Valorização de +17,31% da ação ordinária Soko Seiren Co. Npv (JSX:3578) 2) Valorização de +15,44% da ação ordinária Business Breakthro Npv (JSX:2464) 3) Valorização de +10,77% da ação ordinária Miyairi Valve Mfg Npv (JSX:6495)
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Tóquio, 44,72% (1468) abriram o pregão desta quinta-feira operando em baixa. As maiores baixas registradas na abertura do pregão dessa quinta-feira foram:
1) Desvalorização de -8,08% da ação ordinária Sugimura Warehouse Npv (JSX:9307) 2) Desvalorização de -5,50% da ação ordinária Howa Machinery Ltd Npv (JSX:6203) 3) Desvalorização de -4,99% da ação ordinária Giken Kogyo Co. Ltd Npv (JSX:9764)

Fonte: Exame

Após dois dias de quedas, Bovespa volta a subir

Após dois dias de quedas, Bovespa volta a subir

O mercado hoje apresentou um movimento de reajuste, após as duas quedas consecutivas, mas os investidores ainda permanecem cautelosos diante do quadro político.

Histórico

Ibovespa subiu 0,51%, fechando com 76.591,09 pontos. As ações das Lojas Renner (LREN3valorizaram 4,31%, as da Ecorodovias (ECOR3subiram 4,22% e as do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) cresceram 3,97%. Por outro lado, os ativos da Fibria (FIBR3despencaram 4,06%, os da Usiminas (USIM5) caíram 2,91% e os da Vale (VALE3) perderam 0,95%.
Em outubro, após 12 fechamentos, o índice valorizou 3,09%. Já foram seis pregões positivos, contra seis negativos. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 198 pregões, o Ibovespa subiu 27,17. Já foram 98 fechamentos positivos contra 100 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Influências

A principal preocupação do dia foi a continuidade da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara sobre o parecer da denúncia contra o presidente Michel Temer. A CCJ está desde ontem no processo de votação. Os investidores temem que a demora da CCJ atrapalhe ainda mais o andamento das reformas no Congresso Nacional.

Fonte: ADVFN