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sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Sobre os diamantes
Encontro em Belém discute ODS na mineração
Encontro em Belém discute ODS na mineração
A Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM), do Ministério de Minas e Energia, está convidando a todos que atuam direta ou indiretamente no setor mineral para participar de um encontro, em Belém, para discutir o programa “Mapeando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Mineração Brasileira”.
O encontro será realizado no Hotel Gran-Mercure Belém, no dia 24 de outubro, das 18 às 20 horas, onde também acontecerá, na mesma data, o evento Mineração &X Comunidades.
O Programa Mapeando os ODS na Mineração Brasileira, lançado em setembro de 2017, pela SGM/MME, tem como objetivos básicos: mapear as ações das empresas de mineração que convergem para um ou mais dos 17 ODS; elaborar e dar ampla divulgação a um documento que retrate a atuação das empresas de mineração nos ODS e a convergência dessas ações para o desenvolvimento sustentável local e regional.
“Como premissa básica, estabeleceu-se que a metodologia de desenvolvimento do Programa deveria ser construída em conjunto com o setor mineral, em quatro eventos nacionais. Na sequência prevista para esses eventos, o Pará recepcionará o primeiro deles e nada melhor do que associar este momento de diálogo com o setor mineral sobre os ODS com o 2º Seminário Mineração & Comunidades, promovido pela Brasil Mineral. Em sendo assim, o encontro com os mineradores ocorrerá ao final do 1º dia do Seminário”, informa Maria José Salum, diretora de Desenvolvimento Sustentável na Mineração da SGM-MME e coordenadora do encontro.
O evento em Belém, aberto à participação de todos, conta com a parceria do SIMINERAL, IBRAM, PNUD e revista Brasil Mineral.
Fonte: Brasil Mineral
Ero Copper capta US$ 110 milhões
Ero Copper capta US$ 110 milhões
A Ero Copper, controladora da Mineração Caraíba, emitirá 23,282 milhões de ações ordinárias, das quais 10 milhões da tesouraria e 13,282 milhões de papéis vendidos por acionistas em oferta secundária. Com preço de US$ 4,75 por ação, a companhia espera obter US$ 110,5 milhões, sendo que US$ 47,5 milhões ficarão com a Ero Copper e US$ 63 milhões com os acionistas.
Os acionistas que venderam as ações são Brasil Plural Special Situations Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Investimento no Exterior, Spectra II – Fundo de Investimento em Participações, Spectra III Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia IE, Ross Beaty, Taylor International Fund Ltd., Heritage Investments Trust, Randal Cowell, 1045373 BC Ltd., 1040350 BC Ltd., and Geoff Burns.
A oferta está sendo gerenciada por um sindicato de subscritores, incluindo a BMO Capital Markets e o Scotiabank como líderes e Canaccord Genuity Corp., GMP Securities LP, Numis Securities Limited, PI Financial Corp. e Raymond James Ltd. O Blake, Cassels & Graydon LLP e Cassels Brock & Blackwell LLP atuam como assessores jurídicos da Ero Copper e dos subscritores, respectivamente.
A Bolsa de Valores de Toronto aprovou condicionalmente a cotação das ações ordinárias da Ero Copper sob o símbolo “ERO”. Após o fechamento da oferta, a Ero Copper terá 71.105.711 ações ordinárias emitidas e em circulação. A empresa deverá utilizar os recursos para investir na retomada de projetos de expansão que estavam sendo implantados pela Mineração Caraíba.
Fonte: Brasil Mineral
Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro
Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro
O consumidor que quiser comprar uma nova TV ou trocar de celular provavelmente não terá grandes vantagens de preço no site brasileiro da Amazon (BOV:AMZO34). Na quarta-feira, 18, a gigante americana passou a vender eletrônicos no País, depois de quatro anos dedicados aos livros. Segundo levantamento feito pela reportagem do Estado, com produtos populares como o smartphone Moto G5 e o videogame PlayStation 4, a empresa tem preços similares aos praticados por rivais.
Um dos motivos é o modelo de negócio adotado pela gigante do e-commerce no País. Em vez de vender produtos diretamente ao consumidor, ela optou pelo marketplace, em que lojas de terceiros usam seu site como “vitrine” para seus produtos e são responsáveis pelas mercadorias que vendem e entregam ao consumidor. A Amazon fica responsável por operar o site e fazer o atendimento ao cliente. O modelo já vinha sendo adotado pela empresa no mercado de livros desde abril.
“Quando a venda é feita diretamente pela Amazon, como nos EUA, a empresa tem mais facilidade para dar grandes descontos e pode ser agressiva nos preços”, explica Pedro Guasti, presidente da consultoria eBit, especializada em e-commerce. “Como no Brasil eles usam o modelo de marketplace, os produtos são de terceiros, então é mais difícil trazer essa competitividade.”
Outra limitação que o modelo de marketplace impõe é a quantidade finita de potenciais parceiros. Parte significativa das empresas que vendem seus produtos por meio de sites de renome não é exclusiva. Assim, é comum encontrar os mesmos fornecedores na Amazon e em outros sites como Magazine Luiza (MGLU3), Extra, Americanas.com (LAME4) ou Ponto Frio. “Nesse modelo, se o parceiro fizer algo errado, a reputação da empresa pode ficar arranhada. Por isso, a Amazon está fazendo escolhas seletas de lojas terceiras”, diz Guasti.
A seletividade, por sua vez, aumenta a probabilidade da gigante americana de ter “colaboradores” em comum com a concorrência. Embora seja um modelo limitado, ele é útil para a gigante norte-americana conhecer o consumidor brasileiro, sem ter de fazer grandes investimentos, por ora, no Brasil. Para ser mais competitiva, a empresa fixou a comissão cobrada pelas vendas em 10% do valor – a média nacional gira em torno de 12%, segundo fontes. Esse “desconto”, no entanto, não se reflete, necessariamente, no preço praticado pelos terceiros ao consumidor.
Longo prazo
Para analistas ouvidos pela reportagem, o diferencial da Amazon para o consumidor brasileiro só deve aparecer daqui a algum tempo. “É uma empresa que sabe, com inteligência artificial, compreender o que o consumidor quer, a partir de pesquisas e preferências de compra anteriores, e transformar isso num serviço eficiente”, diz Silvio Laban, professor de marketing do Insper. Para Alberto Luiz Albertin, professor especializado em comércio eletrônico da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o fato de a Amazon ter sido pioneira no modelo de marketplace globalmente dá à empresa vantagens em inovação. “Ela tem a legitimidade do processo de gerenciar as duas pontas: quem vende e quem compra um produto.”
O atendimento e as parcerias construídas pela empresa em logística nos últimos quatro anos também podem ajudar a companhia a se diferenciar. “O cenário vai mudar de acordo com o quanto a Amazon estiver a fim de ‘comprar o mercado'”, diz Guasti, da eBit. “Frete grátis e parcelamento em 12 vezes sem juros são fatores que podem encantar o consumidor, mas isso só vêm com o tempo.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
“Quando a venda é feita diretamente pela Amazon, como nos EUA, a empresa tem mais facilidade para dar grandes descontos e pode ser agressiva nos preços”, explica Pedro Guasti, presidente da consultoria eBit, especializada em e-commerce. “Como no Brasil eles usam o modelo de marketplace, os produtos são de terceiros, então é mais difícil trazer essa competitividade.”
Outra limitação que o modelo de marketplace impõe é a quantidade finita de potenciais parceiros. Parte significativa das empresas que vendem seus produtos por meio de sites de renome não é exclusiva. Assim, é comum encontrar os mesmos fornecedores na Amazon e em outros sites como Magazine Luiza (MGLU3), Extra, Americanas.com (LAME4) ou Ponto Frio. “Nesse modelo, se o parceiro fizer algo errado, a reputação da empresa pode ficar arranhada. Por isso, a Amazon está fazendo escolhas seletas de lojas terceiras”, diz Guasti.
A seletividade, por sua vez, aumenta a probabilidade da gigante americana de ter “colaboradores” em comum com a concorrência. Embora seja um modelo limitado, ele é útil para a gigante norte-americana conhecer o consumidor brasileiro, sem ter de fazer grandes investimentos, por ora, no Brasil. Para ser mais competitiva, a empresa fixou a comissão cobrada pelas vendas em 10% do valor – a média nacional gira em torno de 12%, segundo fontes. Esse “desconto”, no entanto, não se reflete, necessariamente, no preço praticado pelos terceiros ao consumidor.
Longo prazo
Para analistas ouvidos pela reportagem, o diferencial da Amazon para o consumidor brasileiro só deve aparecer daqui a algum tempo. “É uma empresa que sabe, com inteligência artificial, compreender o que o consumidor quer, a partir de pesquisas e preferências de compra anteriores, e transformar isso num serviço eficiente”, diz Silvio Laban, professor de marketing do Insper. Para Alberto Luiz Albertin, professor especializado em comércio eletrônico da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o fato de a Amazon ter sido pioneira no modelo de marketplace globalmente dá à empresa vantagens em inovação. “Ela tem a legitimidade do processo de gerenciar as duas pontas: quem vende e quem compra um produto.”
O atendimento e as parcerias construídas pela empresa em logística nos últimos quatro anos também podem ajudar a companhia a se diferenciar. “O cenário vai mudar de acordo com o quanto a Amazon estiver a fim de ‘comprar o mercado'”, diz Guasti, da eBit. “Frete grátis e parcelamento em 12 vezes sem juros são fatores que podem encantar o consumidor, mas isso só vêm com o tempo.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Jornal ADVFN
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale
BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale
Na noite passada, a Vale (BOV:VALE3) informou ao mercado sobre a aprovação da proposta de conversão de todas as ações preferenciais Classe “A” em ações ordinárias da empresa”. O anúncio foi realizado em Assembleia Geral Extraordinária. A aprovação permitirá que a mineradora antecipe sua entrada no segmento Novo Mercado, nível de mais alta governança corporativo da B3.
De acordo com Gabriela Cortez, analista da BB Investimentos, o processo agregará ainda mais à tese de investimentos da companhia, “com uma melhora na sua governança ganhando espaço”. Ainda, ela reforça que a Vale está se consolidando como líder na indústria do minério de ferro, aproveitando-se do momento positivo em que atualmente se encontra. “Dito isto, reafirmamos nossa visão positiva sobre a companhia.”, finaliza.
A BB Investimentos permanece com a recomendação outperform para a Vale, com o preço-alvo para 2018 em R$ 43,00.
Às 14h de hoje, as ações da Vale caiam 0,74%, valendo R$ 32,03.
Fonte: ADVFN
A BB Investimentos permanece com a recomendação outperform para a Vale, com o preço-alvo para 2018 em R$ 43,00.
Às 14h de hoje, as ações da Vale caiam 0,74%, valendo R$ 32,03.
Fonte: ADVFN
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