sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sobre os diamantes

Curiosidades
Como nasce um diamante
Os diamantes têm muitos milhões de anos de idade. A formação dos diamantes começou há milhões de anos atrás nas profundidades da terra quando o carbono foi cristalizado por intenso calor e pressão. Os diamantes ascenderam à superfície através de erupções vulcânicas. Mais tarde, quando as atividades vulcânicas diminuíram e a era glacial tomou lugar, os diamantes permaneceram encaixados em um magma solidificado conhecido como "blue ground" ou "kimberlite". Há tipos diferentes de minas - incluindo tubos do kimberlite e depósitos aluviais.
Os diamantes encontrados em depósitos aluviais foram às vezes formados em um lugar muito distante de onde estão alojados. Através dos séculos eles têm erudido dos tubos de 'kimberlite' e então carregados, primeiramente pelas águas das chuvas e depois pelos rios.
Sobre os diamantes

ORIGEM DO NOME: Diamante, do grego 'adamas', significa invencível e 'diaphanes', que significa transparente. Durante a Idade Média, acreditava-se que um diamante podia reatar um casamento desfeito. Era usado em batalhas como símbolo de coragem.
Os antigos o chamavam de pedra do sol, devido ao seu brilho faiscante e os gregos acreditavam que o fogo de um diamante refletia a chama do amor.
Sugere, portanto, a força e a eternidade do amor.




O DIAMANTE COMO JOIA: Só a partir do século XV, o diamante foi caracterizado como a joia da noiva, sendo Mary de Burgundy a primeira mulher a receber um colar de diamantes como um símbolo de noivado com o Arqueduque Maximilian da Austria em Agosto de 1477. Dos séculos XVII a XIX, usavam-se argolões como anéis de noivado. No século XX, ficou em moda o estilo "chuveiro", mais tarde o anel fieira. Depois o solitário, o estilo mais usado atualmente.

EXPLORAÇÃO: A exploração das minas de diamante começou na Índia, entre os anos 800 e 600 A.C. Durante 2.000 anos, o Oriente produziu todos os diamantes conhecidos, incluindo o "Koh-i-Noor", o russo "Orloff", o "Esperança" e outros diamantes célebres. O seu uso era reservado às cortes reais e aos dignitários da igreja. As espadas, os colares das ordens, os cetros e as coroas usadas nas cerimônias eram ornadas de diamantes.


DIAMANTES HISTÓRICOS E FAMOSOS:
O CULLINAN, o maior dos diamantes já encontrados, pesava 3.106 quilates quando bruto e originalmente um pouco menos de 1 libra e meia. Ele foi cortado em 9 pedras principais e 96 pedras menores.

O Estrela da África é a maior das pedras cortadas do Cullinan. é um dos doze mais famosos diamantes do mundo e pertence à COROA INGLESA. Ele pesava 530,20 quilates, tem 74 facetas e ainda é considerado como o maior diamante lapidado do mundo.

KOH-I-NOOR ou Koh-i-Nûr ("Montanha de Luz") foi mencionado pela primeira vez em 1304, pesando 186 quilates. O diamante veio do Tesouro de Lahore, no Punjab, e pode ter pertencido a imperadores Mughal. Relapidado em 1852, no reinado da Rainha Vitória, encontra-se entre AS JOIAS DA COROA INGLESA e hoje pesa 106 quilates. Tradicionalmente, o Koh-i-Noor é usado apenas por uma rainha ou rainha consorte: dizem que traz má sorte para qualquer homem que usá-lo...


O Olho do Ídolo Uma pedra no formato de pêra achatada e do tamanho de um ovo de galinha. O seu tamanho lapidado é de 70,20 quilates. Um outro diamante famoso que uma vez foi colocado no olho de um ídolo antes de ter sido roubado. A lenda também diz que ele foi dado como resgate da Princesa Rasheetah pelo "Sheik" da Kashmir ao Sultão da Turquia qua a tinha raptado.


O Excelsior A segunda maior pedra já encontrada é o Excelsior, que era de 995,2 quilates quando bruto. Alguns dizem que o Braganza é a segunda maior pedra já encontrada, mas não há registros de sua existência e muitos acreditam ser mitológico ou nem mesmo um diamante.

O Regente Um diamante verdadeiramente histórico descoberto em 1701 por um escravo índio perto de Golconda, pesava 410 quilates quando bruto. Quando pertencente a William Pitt, primeiro-ministro inglês, foi cortado em um brilhante no formato de uma almofada de 140,5 quilates e, até ter sido vendido para o Duque de Orleans, Regente da França, quando Luís XV ainda era uma criança em 1717, era chamado de "O Pitt". Foi então rebatizado como "O Regente" e colocado na coroa de Luís XV para a sua coroação. Após a Revolução Francesa, foi possuído por Napoleão Bonaparte que o colocou no cabo de sua espada. Atualmente está exposto no Louvre.
O diamante Hope (Esperança) Mais famoso do que qualquer outro diamante, o Hope foi, muito provavelmente, extraído da mina indiana Kollur, em Golconda. Roubado durante a Revolução Francesa, tornou a aparecer em Londres, em 1830 e foi comprado por Henry Philip Hope, razão pela qual atualmente tem esse nome. Foi em poder da família Hope que este diamante adquiriu a reputação horrível de trazer azar. Atualmente é exibido permanentemente no Instituto Smithsonian, em Washington, EUA


O Grande Mogul foi descoberto no século XVII. A pedra tem esse nome em homenagem ao Xá Jehan, que construiu o Taj Mahal. Quando bruto, diz-se ter pesado 793 quilates. Atualmente encontra-se desaparecido.
O "Beau Sancy" testemunhou 400 anos de história europeia através das famílias reais da França, Casa de Orange, Inglaterra e Prússia. O célebre diamante, com 34,98 quilates e lapidação pera, foi usado por Maria de Médici em 1610, em sua coroação como rainha consorte de Henrique IV. Em 15 de maio de 2012, o Beau Sancy foi leiloado em Genebra, Suíça, arrematado por quase dez milhões de dólares 

Taylor - Burton Com 69,42 quilates, este diamante no formato de pera foi vendido em leilão em 1969 com a pressuposição de que ele poderia ser nomeado pelo comprador. Cartier, de Nova York, com sucesso, fez um lance para ele e imediatamente o batizou de "Cartier". Entretanto, no dia seguinte, Richard Burton comprou a pedra para Elizabeth Taylor por uma soma não revelada, rebatizando-o de "Taylor-Burton". Ele fez seu debut em um baile de caridade em Mônaco, em meados de novembro, onde Miss Taylor o usou como um pendente. Em 1978, Elizabeth Taylor anunciou que o estava colocando à venda e que planejava usar parte da renda para construir um hospital em Botswana. Somente para inspecionar, os possíveis compradores tiveram que pagar $ 2.500 para cobrir os custos de mostrá-lo. Em junho de 1979, ele foi vendido por quase $ 3 milhões e a última notícia que temos dele é que se encontra na Arábia Saudita.

O Orloff Acredita-se que tenha pesado cerca de 300 quilates quando foi encontrado. Uma vez foi confundido com o Grande Mogul, e atualmente faz parte do Tesouro Público de Diamantes da União Soviética em Moscou. Uma das lendas diz que "O Orloff" foi colocado como olho de Deus no templo de Sri Rangen e foi roubado por um soldado francês disfarçado de hindu.

Hortensia Esta pedra cor de pêssego, de 20 quilates, tem esse nome em honra de Hortense de Beauharnais, Rainha da Holanda, que era filha de Josephine e a enteada de Napoleão Bonaparte. O Hortensia fez parte das Jóias da Coroa Francesa desde que Luís XIV o comprou. Junto com o Regente, atualmente está em exposição no Louvre, em Paris.

Entre os mais novos diamantes famosos está o "Amsterdã", uma das pedras preciosas mais raras do mundo, um diamante totalmente negro. Proveniente de uma parte do Sul da África, cujo local se mantém em segredo, tem peso bruto de 55.58 quilates. A belíssima pedra negra tem um formato de uma pêra e possui 145 faces e pesa 33.74 quilates.
Fonte: Joia br

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Encontro em Belém discute ODS na mineração

Encontro em Belém discute ODS na mineração


A Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM), do Ministério de Minas e Energia, está convidando a todos que atuam direta ou indiretamente no setor mineral para participar de um encontro, em Belém, para discutir o programa “Mapeando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Mineração Brasileira”.
O encontro será realizado no Hotel Gran-Mercure Belém, no dia 24 de outubro, das 18 às 20 horas, onde também acontecerá, na mesma data, o evento Mineração &X Comunidades.
O Programa Mapeando os ODS na Mineração Brasileira, lançado em setembro de 2017, pela SGM/MME, tem como objetivos básicos: mapear as ações das empresas de mineração que convergem para um ou mais dos 17 ODS; elaborar e dar ampla divulgação a um documento que retrate a atuação das empresas de mineração nos ODS e a convergência dessas ações para o desenvolvimento sustentável local e regional.
“Como premissa básica, estabeleceu-se que a metodologia de desenvolvimento do Programa deveria ser construída em conjunto com o setor mineral, em quatro eventos nacionais. Na sequência prevista para esses eventos, o Pará recepcionará o primeiro deles e nada melhor do que associar este momento de diálogo com o setor mineral sobre os ODS com o 2º Seminário Mineração & Comunidades, promovido pela Brasil Mineral. Em sendo assim, o encontro com os mineradores ocorrerá ao final do 1º dia do Seminário”, informa Maria José Salum, diretora de Desenvolvimento Sustentável na Mineração da SGM-MME e coordenadora do encontro.
O evento em Belém, aberto à participação de todos, conta com a parceria do SIMINERAL, IBRAM, PNUD e revista Brasil Mineral.
Fonte: Brasil Mineral

Ero Copper capta US$ 110 milhões

Ero Copper capta US$ 110 milhões


A Ero Copper, controladora da Mineração Caraíba, emitirá 23,282 milhões de ações ordinárias, das quais 10 milhões da tesouraria e 13,282 milhões de papéis vendidos por acionistas em oferta secundária. Com preço de US$ 4,75 por ação, a companhia espera obter US$ 110,5 milhões, sendo que US$ 47,5 milhões ficarão com a Ero Copper e US$ 63 milhões com os acionistas.
Os acionistas que venderam as ações são Brasil Plural Special Situations Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Investimento no Exterior, Spectra II – Fundo de Investimento em Participações, Spectra III Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia IE, Ross Beaty, Taylor International Fund Ltd., Heritage Investments Trust, Randal Cowell, 1045373 BC Ltd., 1040350 BC Ltd., and Geoff Burns.
A oferta está sendo gerenciada por um sindicato de subscritores, incluindo a BMO Capital Markets e o Scotiabank como líderes e Canaccord Genuity Corp., GMP Securities LP, Numis Securities Limited, PI Financial Corp. e Raymond James Ltd.  O Blake, Cassels & Graydon LLP e Cassels Brock & Blackwell LLP atuam como assessores jurídicos da Ero Copper e dos subscritores, respectivamente.
A Bolsa de Valores de Toronto aprovou condicionalmente a cotação das ações ordinárias da Ero Copper sob o símbolo “ERO”. Após o fechamento da oferta, a Ero Copper terá 71.105.711 ações ordinárias emitidas e em circulação. A empresa deverá utilizar os recursos para investir na retomada de projetos de expansão que estavam sendo implantados pela Mineração Caraíba.
Fonte: Brasil Mineral

Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro

Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro

O consumidor que quiser comprar uma nova TV ou trocar de celular provavelmente não terá grandes vantagens de preço no site brasileiro da Amazon (BOV:AMZO34). Na quarta-feira, 18, a gigante americana passou a vender eletrônicos no País, depois de quatro anos dedicados aos livros. Segundo levantamento feito pela reportagem do Estado, com produtos populares como o smartphone Moto G5 e o videogame PlayStation 4, a empresa tem preços similares aos praticados por rivais.
Um dos motivos é o modelo de negócio adotado pela gigante do e-commerce no País. Em vez de vender produtos diretamente ao consumidor, ela optou pelo marketplace, em que lojas de terceiros usam seu site como “vitrine” para seus produtos e são responsáveis pelas mercadorias que vendem e entregam ao consumidor. A Amazon fica responsável por operar o site e fazer o atendimento ao cliente. O modelo já vinha sendo adotado pela empresa no mercado de livros desde abril.
“Quando a venda é feita diretamente pela Amazon, como nos EUA, a empresa tem mais facilidade para dar grandes descontos e pode ser agressiva nos preços”, explica Pedro Guasti, presidente da consultoria eBit, especializada em e-commerce. “Como no Brasil eles usam o modelo de marketplace, os produtos são de terceiros, então é mais difícil trazer essa competitividade.”
Outra limitação que o modelo de marketplace impõe é a quantidade finita de potenciais parceiros. Parte significativa das empresas que vendem seus produtos por meio de sites de renome não é exclusiva. Assim, é comum encontrar os mesmos fornecedores na Amazon e em outros sites como Magazine Luiza (MGLU3), Extra, Americanas.com (LAME4) ou Ponto Frio. “Nesse modelo, se o parceiro fizer algo errado, a reputação da empresa pode ficar arranhada. Por isso, a Amazon está fazendo escolhas seletas de lojas terceiras”, diz Guasti.
A seletividade, por sua vez, aumenta a probabilidade da gigante americana de ter “colaboradores” em comum com a concorrência. Embora seja um modelo limitado, ele é útil para a gigante norte-americana conhecer o consumidor brasileiro, sem ter de fazer grandes investimentos, por ora, no Brasil. Para ser mais competitiva, a empresa fixou a comissão cobrada pelas vendas em 10% do valor – a média nacional gira em torno de 12%, segundo fontes. Esse “desconto”, no entanto, não se reflete, necessariamente, no preço praticado pelos terceiros ao consumidor.
Longo prazo
Para analistas ouvidos pela reportagem, o diferencial da Amazon para o consumidor brasileiro só deve aparecer daqui a algum tempo. “É uma empresa que sabe, com inteligência artificial, compreender o que o consumidor quer, a partir de pesquisas e preferências de compra anteriores, e transformar isso num serviço eficiente”, diz Silvio Laban, professor de marketing do Insper. Para Alberto Luiz Albertin, professor especializado em comércio eletrônico da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o fato de a Amazon ter sido pioneira no modelo de marketplace globalmente dá à empresa vantagens em inovação. “Ela tem a legitimidade do processo de gerenciar as duas pontas: quem vende e quem compra um produto.”
O atendimento e as parcerias construídas pela empresa em logística nos últimos quatro anos também podem ajudar a companhia a se diferenciar. “O cenário vai mudar de acordo com o quanto a Amazon estiver a fim de ‘comprar o mercado'”, diz Guasti, da eBit. “Frete grátis e parcelamento em 12 vezes sem juros são fatores que podem encantar o consumidor, mas isso só vêm com o tempo.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Jornal ADVFN

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale

BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale

Na noite passada, a Vale (BOV:VALE3) informou ao mercado sobre a aprovação da proposta de conversão de todas as ações preferenciais Classe “A” em ações ordinárias da empresa”. O anúncio foi realizado em Assembleia Geral Extraordinária. A aprovação permitirá que a mineradora antecipe sua entrada no segmento Novo Mercado, nível de mais alta governança corporativo da B3.
De acordo com Gabriela Cortez, analista da BB Investimentos, o processo agregará ainda mais à tese de investimentos da companhia, “com uma melhora na sua governança ganhando espaço”. Ainda, ela reforça que a Vale está se consolidando como líder na indústria do minério de ferro, aproveitando-se do momento positivo em que atualmente se encontra. “Dito isto, reafirmamos nossa visão positiva sobre a companhia.”, finaliza.
A BB Investimentos permanece com a recomendação outperform para a Vale, com o preço-alvo para 2018 em R$ 43,00.
Às 14h de hoje, as ações da Vale caiam 0,74%, valendo R$ 32,03.

Fonte: ADVFN