segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Semana congestionada em termos de eventos; resultados de empresas importantes

Semana congestionada em termos de eventos; resultados de empresas importantes

A semana será congestionada em termos de eventos, tanto no exterior como no Brasil. No Japão, a vitória eleitoral, que manteve o primeiro ministro no poder por mais um mandato, produziu um sentimento de tranquilidade no mercado, já que a atual política de estímulos fiscais e monetários será mantida. O índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, subiu mais de 1% e deu o primeiro movimento positivo para a semana. Na Europa, a Espanha continua sendo fonte de incertezas, à medida que o embate entre o governo Rajoy e as lideranças catalãs se intensifica. Não houve avanço nas negociações e isso pode levar ao aumento das tensões. O euro continua a se desvalorizar em relação ao dólar, em um movimento que pode aumentar ao longo da semana, se os EUA conseguirem avançar em seu pacote de redução dos impostos corporativos. A boa notícia para os mercados é que Donald Trump, segundo anunciou na sexta-feira à noite, ainda considera a hipótese de manter Janet Yellen na presidente do FED. Se mantida na presidência, Yellen deve continuar com a estratégia gradualista de normalização da política monetária. Por fim, os resultados corporativos continuam a ganhar destaque, com a divulgação dos lucros de General Motors, McDonald’s, 3M, Caterpillar, e AT&T, amanhã; Boeing, Visa, Coca-Cola, e Dow Chemical, na quarta; Ford, Conoco, Amarican Airlines, Alphabet (Google), Microsoft e Amazon, na quinta e; finalmente, Chevron Exxon e Merck na sexta. Os resultados continuam turbinados pelas baixas taxas de juros e pela atividade econômica, que tem mostrado aceleração.

Mercados Globais

Brasil

No Brasil, o Banco Central anunciará mais redução dos juros na quarta-feira, a nona consecutiva, para 7,5%, com uma desaceleração do ritmo de redução, indicando a proximidade do fim do ciclo de quedas. A inflação anual caminha para fechar perto de 3%, um pouco acima, um pouco abaixo, próxima de um recorde de baixa. Ela só não ficou menor por conta das fortes altas dos preços da gasolina, gás de cozinha e energia elétrica. Do patamar em que se encontrava, em 14,25%, ao seu nível de encerramento, perto dos 6,5%, a taxa SELIC cairá quase 8%. Veja o gráfico da taxa SELIC:



Também serão divulgados os resultados de empresas importantes do Ibovespa: Fibria e Renner, amanhã; Telefônica, Weg, Odontoprev, Marisa e Globex, na quarta-feira; Santander, Ambev, Klabin, Raia Drogasil, Vale, Bradesco, Engie, Hering, Estácio, Fleury, Suzano, Pão Açúcar e CCR, na quinta-feira; Usiminas, Duratex e Itautec na sexta-feira.
Também está no radar do mercado o leilão do pré-sal, que ocorre dia 27, e leiloa áreas nos campos Gato do Mato, Carcará, Sapinhoá e Tartaruga Verde. A expectativa é de participação de 16 operadores no leilão, que pode levantar mais de sete bilhões de reais para o governo.
Por fim, na política o governo deve encaminhar a votação da segunda denúncia contra Michel Temer no plenário da Câmara nessa semana. A expectativa é que a denúncia seja enterrada, mas a imprensa está de olho na capacidade de gerenciamento do Planalto de sua maioria no Congresso. Os atritos entre o governo e o presidente do Congresso, Rodrigo Maia, podem debilitar a capacidade do governo para levar a cabo as reformas que o mercado espera.



Fonte: Jornal ADVFN

Mexa-se e gere eletricidade para seus aparelhos

Mexa-se e gere eletricidade para seus aparelhos


Mexa-se e gere eletricidade para seus aparelhos
Dispositivo de demonstração: a ideia é incorporar a técnica em um sapato. [Imagem: KIT/Andreas Keller]

Colheita de energia
Este dispositivo nasceu como uma prótese, mas está rapidamente sendo reajustado para se tornar parte de um exoesqueleto, projetado para gerar eletricidade conforme a pessoa anda.
O objetivo é eliminar a necessidade de baterias para alimentar celulares, tocadores de MP3 e outros equipamentos portáteis, incluindo equipamento médicos, como bombas de insulina e marcapassos.
"Se você pretende coletar a energia produzida pelos movimentos do corpo, o desafio está na exigência de que essa geração de energia não deve exigir nenhuma entrada adicional de força pelo usuário," disse Christian Pylatiuk, do Instituto Karlsruhe de Tecnologia, na Alemanha.
Geradores pessoais
A equipe desenvolveu dois sistemas que atendem a essa exigência, um para ser usado no pé e outro no pulso, como um relógio.
No modelo para o pé, duas pequenas almofadas cheias de óleo são instaladas sob o calcanhar e sob a planta do pé. O impacto no chão e o deslocamento fazem com que o óleo seja bombeado de um lado para o outro através de uma mangueira. Esse movimento pela mangueira movimenta um pistão que, por sua vez, aciona o gerador elétrico.
"O mecanismo também poderá ser instalado em um sapato esportivo para operar um treinador de velocidade ou um sistema de diagnóstico de desempenho," disse Pylatiuk.
No modelo para o pulso, o movimento aleatório do braço é convertido em movimento contínuo da mesma forma que a corda de um relógio automático, com a energia sendo armazenada em uma mola que, por sua vez, aciona o gerador.
A eletricidade gerada pelos sistemas ainda é baixa, uma média de 2,2 miliwatts, o que seria insuficiente para recarregar um celular, por exemplo.
"Nós estamos atualmente trabalhando em uma versão de maior potência para o consumidor," disse Pylatiuk, acrescentando que essa versão mais potente deverá estar pronta até o final do ano.

Fonte: Site Inovação Tecnológica -

Poluição do ar acidifica oceanos e ameaça vida marinha, diz estudo 

Poluição do ar acidifica oceanos e ameaça vida marinha, diz estudo

Coral de água fria visto de dentro de um submarino Corais de água fria são menos afetados do que os de água quente com o aumento do pH dos oceanos© Foto: JAGO-TEAM/GEOMAR Coral de água fria visto de dentro de um submarino Corais de água fria são menos afetados do que os de água quente com o aumento do pH dos oceanos Toda a vida marinha será afetada por causa das emissões de gás carbônico, que vêm elevando a acidez dos oceanos no mundo, revela um novo estudo.
A pesquisa, que durou oito anos, foi conduzida por mais de 250 cientistas.
Os resultados apontam que criaturas marinhas em estágio inicial de desenvolvimento devem ser as mais prejudicadas pelas mudanças.
Um exemplo é o bacalhau. Segundo os cientistas, com a acidificação dos oceanos, 25% dos filhotes chegariam à fase adulta - no pior cenário, apenas 12% sobreviveriam.
As constatações foram feitas pelo projeto Bioacid, liderado pela Alemanha.
O resumo das principais descobertas do estudo será apresentado a negociadores do clima em novembro, numa cúpula em Bonn, no oeste alemão.
Mas nem todas as espécies estão ameaçadas. Os impactos biológicos da acidificação dos oceanos, explicam os cientistas, podem beneficiar diretamente alguns animais.
Ainda assim, mesmo esses podem ser afetados com as alterações na cadeia alimentar marinha.
Testes foram condizidos em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papula Nova Guiné |© Foto: Maike Nicolai/GEOMAR Testes foram condizidos em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papula Nova Guiné | BBC Plataforma de testes no mar Testes foram condizidos em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papula Nova Guiné | Foto: Maike Nicolai/GEOMAR 1
Esse processo de acidificação tende a se agravar com mudanças climáticas, poluição, desenvolvimento urbano no litoral, uso de fertilizantes agrícolas e pesca predatória.
O nível de acidez está aumentando porque, à medida que o dióxido de carbono de combustíveis fósseis se dissolve na água do mar, produz ácido carbônico e reduz o pH da água.
O pH médio identificado na superfície da água caiu de 8,2 para 8,1, o que representa um aumento na acidez de cerca de 26%.
O estudo foi liderado pelo professor Ulf Riebesell, do Centro Helmholtz de Pesquisas Oceânicas (Geomar) em Kiel, no norte da Alemanha.
Considerado uma das maiores autoridades do mundo no assunto, ele tem mantido a cautela ao falar sobre efeitos da acidificação.
À BBC, ele disse que todos os grupos marinhos serão afetados pelas mudanças químicas, ainda que em diferentes níveis.


"Corais de águas aquecidas são geralmente mais sensíveis do que corais de água fria. Já os moluscos e os caracóis são mais sensíveis do que os crustáceos", explicou o especialista.
"Também identificamos que essas mudanças geram maior impacto em filhotes do que em adultos", completou. Desde 2009, pesquisadores que trabalham no programa Bioacid têm estudado como espécies marinhas estão sendo afetadas pela acidificação em diferentes fases da vida e seu impacto na cadeia alimentar. Também tentam verificar se há como reduzir os efeitos pela adaptação evolutiva da fauna e flora.
O estudo foi conduzido em laboratório e também nos mares do Norte, Báltico, no Oceano Ártico e na Papua Nova Guiné.
Um resumo de mais de 350 publicações acadêmicas sobre os efeitos da acidificação - que será apresentado no próximo mês - revelou que quase metade da fauna marinha testada reagiu de forma negativa ao aumento, ainda que moderado, da concentração do dióxido de carbono.
Diátomos marinhos Espécies mais jovens de bacalhau, mexilhão azul, estrelas do mar ouriços e borboletas marinhas são as mais afetadas pela mudança no nível de acidez da água© Foto: MAREK MIS/SPL 1 Diátomos marinhos Espécies mais jovens de bacalhau, mexilhão azul, estrelas do mar ouriços e borboletas marinhas são as mais afetadas pela mudança no nível de acidez da água Entre as espécies ainda em crescimento no Atlântico, bacalhau, mexilhão-azul, estrela-do-mar, ouriço e borboleta-marinha aparecem como as mais afetadas pela mudança no pH da água.
Um experimento com os cirrípedes (tipo de crustáceo) mostrou que eles não são sensíveis à acidificação e algumas plantas - como algas que usam carbono para a fotossíntese - podem até se beneficiar.
Carol Turley, especialista em acidificação oceânica no Reino Unido, avaliou a pesquisa como "extremamente importante".
"A pesquisa contribuiu com importantes dados sobre os impactos que a acidificação pode gerar em uma ampla gama de organismos marinhos, de micróbios a peixes", concluiu.

Fonte: BBC

domingo, 22 de outubro de 2017

Vidro: história, composição, tipos, produção e reciclagem

Vidro: história, composição, tipos, produção e reciclagem



Sua História

vidroO vidro é feito de uma mistura de matérias-primas naturais. Conta-se que ele foi descoberto por acaso, quando, ao fazerem fogueiras na praia, os navegadores perceberam que a areia e o calcário (conchas) se combinaram através da ação da alta temperatura. Há registros de sua utilização desde 7.000 a.C. por sírios, fenícios e babilônios.
Hoje o vidro está muito presente em nossa civilização e pode ser moldado de qualquer maneira: nos pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, compotas, garrafões, frascos, recipientes, copos, janelas, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica e etc.
As matérias-primas do vidro sempre foram as mesmas há milhares de anos. Somente a tecnologia é que mudou, acelerando o processo e possibilitando maior diversidade para seu uso.

Composição

O vidro é composto por areia, calcário, barrilha (carbonato de sódio), alumina (óxido de alumínio) e corantes ou descorantes.
vidro

Tipos de Vidro

Existem muitos tipos de vidros que apesar de partirem da mesma base, possuem composições diferentes, de acordo com a finalidade a que se destinam. Veja a tabela a seguir.
Tipos
Aplicações
Vidro para embalagensgarrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde;
Vidro planovidros de janelas, de automóveis, fogões, geladeiras, microondas, espelhos, etc .
Vidros domésticostigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;
Fibras de vidromantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;
Vidros técnicoslâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos.

Produção

Toda a matéria-prima é levada a um misturador. A mistura resultante é levada ao forno de fusão, onde, sob o efeito do calor, se transforma em vidro e é conduzido às máquinas de conformação, que são utilizadas de acordo com o tipo de vidro que se pretende obter. Após conformada, a peça de vidro deve ser recozida, isto é, deve ser esfriada lentamente até a temperatura ambiente, aliviando, desta forma, as tensões que normalmente surgem durante a conformação e tornando a peça mais resistente.
Reciclagem de Vidro
Dentre as principais vantagens do vidro está o fato dele ser 100% reciclável, ou seja, ele pode ser usado e posteriormente utilizado como matéria-prima na fabricação de novos vidros infinitas vezes sem perda de qualidade ou pureza do produto.
vidro
No processo de reciclagem os produtos devem ser separados por tipo e cores. Por exemplo, as embalagens de geléia e os copos comuns não devem ser misturados aos vidros de janela. As cores mais comuns são o âmbar (garrafas de cerveja e produtos químicos), o translúcido ou “branco” (compotas), verde (refrigerantes) e azul (vinho).
O vidro usado retorna às vidrarias, onde é lavado, triturado e os cacos são misturados com mais areia, calcário, sódio e outros minerais e fundidos. Veja gráfico abaixo:
COMPOSIÇÃO DO VIDRO COM CACO
vidro
ÍNDICE DE RECICLAGEM DE VIDRO NO BRASIL
1991 – 15%
1993 – 20%
1995 – 25%
1997 – 35%
2000 – 40%
2003 – 42%
2005 – 43%
2007 – 49%
Em anos recentes, o índice de reciclagem no setor de embalagem de vidro tem se situado ao redor de 40%, com o uso de caco externo de origem diversa.

FIQUE POR DENTRO:

Além de ser 100% reciclável o vidro é muito bem aplicado para embalagens retornáveis. Neste caso a embalagem apenas sofre um processo de esterilização e pode ser utilizada novamente, como é feito com os cascos retornáveis de bebidas.
  • O uso de embalagens retornáveis reduz a necessidade de fabricação de novas embalagens, e conseqüentemente resulta em economia na extração de matéria-prima, nos gastos da fabricação e na emissão de poluentes proveniente do processo industrial.
  • No processo de reciclagem, o vidro comum funde a uma temperatura entre 1000oC e 1200oC, enquanto que a temperatura de fusão da fabricação do vidro, a partir dos minérios, ocorre entre 1500oC e 1600oC. Isso reflete em economia de energia e água, maior durabilidade dos fornos e ainda reduz a extração, beneficiamento e transporte dos minérios, diminuindo ainda mais os gastos energético e de materiais.
Fonte: BBC

10 ASSUNTOS QUE MOVIMENTARÃO A SEMANA

10 assuntos que movimentarão a semana

Após uma semana de leve realização de ganhos pelos investidores da B3, em meio aos desdobramentos políticos e eventos importantes econômicos na China e Estados Unidos, o mercado se prepara para uma nova série de indicadores importantes a serem apresentados. No radar doméstico, o destaque fica para a esperada rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer pelo plenário da Câmara dos Deputados e a decisão do Copom sobre o novo patamar da taxa básica de juros. Na Bolsa, os investidores acompanham com atenção a largada da temporada de divulgação de balanços corporativos. Já a agenda externa terá reunião do BCE, além dos números do PIB no Reino Unido e nos Estados Unidos.
É amplamente esperado pelo mercado o início de uma desaceleração no ritmo de cortes na Selic pelo Comitê de Política Monetária. Na noite da próxima quarta-feira (25), o Banco Central  deverá anunciar uma redução de 75 pontos-base na taxa básica de juros, recuando de 8,25% para 7,5% ao ano. Contudo, os investidores deverão observar com atenção o comunicado a ser apresentado, que trará novas indicações sobre os próximos passos da política monetária brasileira. Levando como base o último relatório Focus, do BC, a mediana dos economistas de mercado consultados espera que a Selic encerre este e o próximo ano a 7%.
Ainda na agenda doméstica, os investidores observam o resultado fiscal do governo central, previsto para quinta-feira (26). O número será divulgado após surpresa positiva da arrecadação do mesmo mês, que veio acima das expectativas. Uma arrecadação maior não representará aumento das despesas, mas poderá ser importante para que o governo reduza o déficit e caminhe em direção ao cumprimento da meta estabelecida para este ano, de R$ 159 bilhões.
Do lado da política, o centro das atenções fica para a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer no plenário da Câmara dos Deputados. As expectativas são de que a peça seja apreciada pelos parlamentares na quarta-feira e o governo supere as ameaças mesmo em meio a um quadro mais desafiador em meio a uma agenda negativa, que agora envolve até mesmo a edição de uma portaria que altera a tipificação do trabalho escravo. Conforme noticiou a imprensa ao longo da semana, o governo hoje teme uma rebelião de membros da base aliada, o que pode comprometer o resultado. Embora corra poucos riscos de ver a formação de 342 votos contra si, o peemedebista sabe que o desempenho nesta votação dirá muito sobre sua capacidade para conduzir alguma agenda de reformas em novembro, apesar de serem searas completamente distintos.
Pelo radar corporativo, as empresas listadas na B3 dão início à temporada de divulgação de balanços referentes ao exercício do terceiro trimestre. Ao menos 20 companhias prestarão contas com seus acionistas entre os dias 23 e 27 de outubro. Entre os destaques aparecem Vale (VALE3), Usiminas (USIM5), Ambev (ABEV3) e Santander (SANB11), com o pontapé inicial sendo dado pela Fibria (FIBR3).
No exterior, após um novo dia de alta dos juros e dos yields dos treasuries norte-americanos, em meio à aprovação do orçamento de 2018 pelo Senado, o mercado continua na expectativa pelo nome a ocupar a presidência do Federal Reserve. Por lá, as falas da atual chairwoman da autoridade monetária local, Janet Yellen, proferidas na noite desta sexta-feira, poderão repercutir na abertura dos mercados na segunda-feira (23). A agenda de indicadores americana da próxima semana é extensa e destaca o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre, a ser divulgado na sexta-feira (27), às 10h30 (horário de Brasília). O indicador deve trazer novas sinalizações sobre o nível de recuperação da maior economia do mundo e interferir nos rumos das decisões de política monetária do Fed.
Ainda na pauta externa, destaque para a agenda de divulgação de PMIs (Purchasing Managers’ Index) nos Estados Unidos e na Europa, na terça-feira (24), para os dados do PIB do Reino Unido, na quinta-feira às 6h30. Também no velho continente, destaque para a reunião do Banco Central Europeu, que deve manter os juros inalterados. Por fim, atenções também para os desdobramentos da tensão entre Espanha e Catalunha, as eleições no Japão e eleições legislativas na Argentina.
Fonte: Infomoney
Jornal ADVFN