terça-feira, 24 de outubro de 2017

Ábaco

Ábaco
Ábaco
Ábaco é um instrumento usado desde a antiguidade para efetuar as operações elementares. Consta de um bastidor no qual se inserem diversas varetas no sentido horizontal, e por cada uma deslizam dez contas. A vareta inferior corresponde às unidades, a segunda às dezenas, a terceira às centenas e assim sucessivamente. Para representar um número, se deslocam pelas varetas tantas contas quantas sejam necessárias para as unidades, as dezenas etc. No ábaco está implícito o sistema decimal de numeração instituído depois da invenção do instrumento.

Durante a ocupação do Japão por tropas dos Estados Unidos, logo após a segunda guerra mundial, ocorreu uma curiosa disputa entre um soldado americano, perito no manejo de máquinas de calcular, e um funcionário japonês habituado ao uso do ábaco. A prova consistia em efetuar rapidamente as quatro operações aritméticas. O japonês venceu em quatro das cinco questões propostas, demonstrando a eficácia do antigo sistema de cálculo.
Alguns modelos contam com dez varetas, que correspondem a igual número de dedos, com dez contas em cada vareta. Outro tipo de ábaco apresenta varetas divididas em duas partes, uma com cinco contas e outra com duas. As contas da primeira parte correspondem a uma unidade e as da segunda, a cinco unidades. Os romanos empregavam um modelo de ábaco no qual as varetas eram substituídas por sulcos feitos numa tábua e as contas, por pedras.

O ábaco foi usado pelas civilizações pré-colombianas, mediterrâneas e do Extremo Oriente. Sua utilização significou um grande avanço para o cálculo aritmético na antiguidade. Em alguns países do Extremo Oriente o uso do ábaco perdura até os dias atuais.

Fonte: IG

Anglo Gold Ashanti investe no crescimento respónsável

Anglo Gold Ashanti investe no crescimento respónsável


Com posição de destaque entre as maiores mineradoras de ouro do Brasil, a AngloGold Ashanti completou, em 2017, uma trajetória de 183 anos no país. Em 2016, nas operações no Brasil, a companhia apresentou uma receita líquida de US$ 660,383 milhões, obtendo uma produção de 538 mil onças (aproximadamente 15 toneladas de ouro).
Tal produção ampliou a relevância do Brasil para o volume de produção global da AngloGold Ashanti, passando de 14% em 2015 para 15,3% em 2016. A AngloGold Ashanti Brasil possui três unidades de negócio: duas em Minas Gerais – Córrego do Sítio (Santa Bárbara) e Cuiabá-Lamego (Sabará) – e uma em Goiás, a mineração Serra Grande, localizada na cidade de Crixás.
As operações brasileiras estão entre as mais avançadas do mundo no campo da tecnologia de mineração, pela excelência dos equipamentos e processos utilizados e o desenvolvimento de soluções de engenharia para a atividade de mineração em subsolo. A empresa adota as melhores práticas da mineração mundial e é referência para as unidades da empresa em todo o mundo.
O Brasil é um dos países mais avançados do mundo no campo da tecnologia de mineração, pela excelência dos equipamentos e processos utilizados, e o desenvolvimento de soluções de engenharia para a atividade de mineração em subsolo. E inovação e sustentabilidade são os princípios que permeiam a estratégia de negócios e a atuação da companhia. Essas premissas norteiam desde a adoção de modernos sistemas de extração de minério, produção de ouro e rigorosas práticas de segurança no trabalho às soluções inovadoras para a mitigação de riscos ambientais, visando ao uso eficiente dos recursos naturais.
Sustentabilidade
A gestão ambiental também é um compromisso da AngloGold Ashanti. A empresa investiu mais de R$ 405 mil em reabilitação ambiental em Minas Gerais e em Goiás, além de realizar investimentos significativos em revegetação, com de 16 mil mudas sendo plantadas e doadas aos dois estados. Isso equivale a cerca de 20 hectares revegetados, ou 28 campos de futebol.
A AngloGold Ashanti mantém duas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs): a Mata Samuel de Paula, em Nova Lima, onde fica o Centro de Educação Ambiental (CEA) que recebe mais de 4 mil visitantes por mês; e a AngloGold-Cuiabá, localizada em Sabará. Juntas somam 873 hectares.
E a companhia acaba de acrescentar 500 hectares à já existente área protegida enviando para o IEF (Instituto Estadual de Florestas) o projeto para criação de duas novas reservas em Santa Bárbara, onde fica a operação Córrego do Sítio, com 180 he e 328 he cada.
A RPPN é uma categoria de Unidade de Conservação de caráter perpetuo, particular e criada em área privada, por decisão voluntária do proprietário.
Em dezembro de 2009, a AngloGold Ashanti foi a primeira mineradora a conquistar a certificação da norma ABNT NBR 16001, uma chancela que está em sinergia com a perspectiva da empresa, de contribuir com o desenvolvimento das comunidades localizadas próximas às operações. Anualmente a empresa passa por uma auditoria, com um rígido controle, para recertificação.
Um dos compromissos da AngloGold Ashanti é contribuir para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida das comunidades próximas às suas operações. Coerente com essa premissa, são promovidas diversas ações de fomento e promoção ao desenvolvimento local integrado e sustentável, por meio da construção conjunta de projetos, em processos de diálogo e cooperação, que envolvem parcerias com o poder público e instituições da sociedade civil.
Em 2016 foram investidos R$ 1,2 milhão de recursos próprios e R$ 6,8 milhões de recursos incentivados em iniciativas nas áreas de formação para o mercado de trabalho, geração de trabalho e renda, saúde e qualidade ambiental, esporte e cultura. Cerca de 10 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos das cidades nas quais a empresa tem atuação foram beneficiadas.
Negócios alinhados
Com mais de seis mil empregados diretos e indiretos, a AngloGold Ashanti Brasil possui negócios estratégicos para sua operação. Na área de energia, a empresa é proprietária do Complexo Hidrelétrico de Rio de Peixe, em Nova Lima, composto por sete pequenas centrais hidrelétricas e responde pela geração de 37% de toda a energia consumida nas unidades da empresa em Minas Gerais. Isso representa um forte diferencial competitivo e contribui para a preservação ambiental, já que evita a utilização de combustíveis fósseis.
Já na Planta Metalúrgica do Queiroz, também localizada em Nova Lima, a AngloGold Ashanti Brasil transforma um gás produzido no beneficiamento do minério em exemplo de produto ambientalmente correto e rentável. Trata-se do ácido sulfúrico, resultado da oxidação do enxofre contido no minério onde está o ouro, a fim de ampliar a recuperação do metal. O produto é vendido para indústrias químicas, de fertilizantes e celulose.
Sobre a AngloGold Ashanti
Uma das maiores produtoras de ouro do mundo, no Brasil a empresa possui minas e plantas metalúrgicas e de beneficiamento distribuídas nos estados de Minas Gerais e Goiás. Seus negócios englobam 17 operações em 9 países, gerando mais de 60 mil empregos. A AngloGold Ashanti tem sede em Johanesburgo, na África do Sul, e suas ações são negociadas nas bolsas de Johanesburgo, Nova York, Austrália e Gana.
No Brasil, a companhia está presente em Minas Gerais e Goiás. As operações brasileiras respondem por 15,3% da produção global de ouro do grupo e estão entre as mais avançadas do mundo no campo da tecnologia de mineração, pela excelência dos equipamentos e processos utilizados e o desenvolvimento de soluções de engenharia para a atividade de mineração em subsolo.
Fonte: AGA

Futuros do minério de ferro na China sobem e tocam máxima em 3 semanas

Futuros do minério de ferro na China sobem e tocam máxima em 3 semanas


Os contratos futuros do minério de ferro na China tocaram máximas em três semanas nesta segunda-feira, impulsionados pela firmeza nas cotações do aço em um momento em que produtores cortam a oferta devido a uma campanha do governo chinês contra a poluição do ar. Mas preocupações de que a demanda pode enfraquecer nos próximos meses devido a um aprofundamento dos cortes de produção fez o minério recuar das máximas.
O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian fechou em alta de 1,2 por cento, a 458,50 iuanes (69 dólares) por tonelada, após tocar 471,50 iuanes, maior nível desde 28 de setembro. Ainda assim, os preços estão 25 por cento abaixo da máxima de 5 meses registrada em 22 de agosto, de 609,50 iuanes. ”Muitas usinas vão ter que reduzir a produção ou cortar horas de produção devido a ordens do governo, e em algumas áreas isso já começou”, disse um operador em Xangai.
Fonte: Reuters

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Conheça a vespa-do-mar, o ser vivo mais venenoso do mundo

Conheça a vespa-do-mar, o ser vivo mais venenoso do mundo



Box Jellyfish: Vespa-do-mar: seu veneno afeta o sistema cardiovascular e pode causar uma parada cardíaca em um humano adulto dentro de minutos© Getty Images Vespa-do-mar: seu veneno afeta o sistema cardiovascular e pode causar uma parada cardíaca em um humano adulto dentro de minutos
Nas águas dos oceanos Índico e Pacífico, perto da costa nordeste da Austrália e sudeste do continente asiático, vive o animal mais venenoso do mundo: a vespa-do-mar (Chironex fleckeri), uma espécie de medusa parecida com uma água-viva comum, mas muito mais letal. Essa criatura, também conhecida como cubomedusa, matou cerca de 60 pessoas no último século, segundo o site Animal Diversity Web, mantido pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. A mortalidade do ataque depende da quantidade de veneno injetada no organismo – se um humano adulto entrar em contato com os seis metros de tentáculos deste animal, a morte é certa e pode ocorrer em poucos minutos.
Cinco minutos depois da picada, a vítima começa a sentir dor extrema e falta de ar, podendo notar alguns roxos espalhados pelo corpo. O veneno afeta também o sistema cardiovascular e pode resultar em uma parada cardíaca – propriedade que, segundo cientistas, tem potencial para ajudar no desenvolvimento de um medicamento para tratar doenças cardiovasculares.
O apelido de cubomedusa vem do formato quadrado do seu corpo, que é transparente e mede entre 16 e 24 centímetros. Mais de 60 tentáculos, cada um com milhões de nematocistos (microganchos responsáveis por liberar o veneno), partem da estrutura principal. Esses animais também possuem vários órgãos sensoriais, incluindo 24 olhos, mas não têm cérebro.
Embora as vespas-do-mar sejam capazes de matar humanos adultos, a maioria das mortes documentadas ocorre em crianças e jovens. Normalmente, esses animais vivem no fundo dos oceanos, mas podem viajar para áreas próximas à costa durante a época de reprodução. Por isso, para reduzir o número de ataques, redes foram instaladas em muitas praias onde as picadas desses animais costumam ocorrer. Mesmo assim, ainda há relatos de picadas todos os anos.
As vespas-do-mar são tão venenosas que possuem poucos predadores. Segundo os especialistas da Universidade de Michigan, apenas a tartaruga-verde (Chelonia mydas) é conhecida por se alimentar desses animais, pois tem uma pele grossa que não permite a penetração do veneno. A espécie de medusa, por sua vez, é predadora de diversos tipos de peixes e camarões.
Durante a primavera, as vespas-do-mar também podem acabar nadando para águas doces, a procura de companheiros para reprodução. Lá, as medusas liberam seus espermatozoides e óvulos diretamente na água. Pouco depois da desova, os animais morrem.

Fonte: MSN/VEJA

O OURO

Este metal é explorado pelo homem há cerca de 6.000 anos, não somente por seu aspecto estético, mas também por suas inigualáveis características, como a elevada resistência ao desgaste e o fato de não oxidar-se. O ouro, emseu estado natural, é extremamente maleável, daí o fato de que sua utilização em joalheria se faz com a adição de determinadas porcentagens de ligas.
O teor do ouro contido numa liga é expresso em quilates, isto é, uma fração de ouro expressa em 24 partes. Assim, uma liga de ouro de 18 quilates (também designada 750) contém 18 partes de ouro, sendo as 6 partes restantes constituídas pelos outros metais que compõem a liga. A adição de cobre, prata e outros elementos em diferentes combinações e proporções faz com que a liga correspondente adquira distintas cores e teores.
Valor do ouro
A ascensão do ouro foi significante para estabilizar a economia global, ditando que cada nação deveria limitar sua moeda corrente emitida à quantia de ouro que continha em reserva. A Grã Bretanha foi a primeira a adotar esse padrão em 1821, seguida em meados de 1870 pelo resto da Europa. O sistema permaneceu desse jeito até o fim da Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, foi permitido a outros países manter reservas de moedas correntes ao invés do ouro. No meio do século 20, o dólar americano já tinha substituído o ouro no comércio internacional.
Ouro Branco
Por motivos óbvios, durante os anos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) houve poucas inovações técnicas no mundo das joias, salvo pela introdução do ouro branco que foi usado como alternativa a outros metais preciosos mais caros, sobretudo devido à restrição do uso da platina. Adicionavam-se outros metais ao ouro puro para mudar sua cor: o ouro branco tinha certa quantidade de prata ou paládio, e o ouro rosa levava cobre.

Fonte: Minérios