quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Notícias do Mercado - 25/10/2017

Notícias do Mercado - 25/10/2017

Em Brasilía hoje (25) deve acontecer a votação no plenário da Câmara da segunda denúncia contra o Temer. Já é esperado que o presidente saia vitorioso, porém o placar da votação será importante para medir a possibilidade de aprovação da reforma da Previdência, mesmo que bem enxuta.  Sobre a reforma, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, já afirmou que o governo irá começar a se articular a respeito do tema ainda esta semana.
No âmbito econômico, no final do dia o Copom anuncia mais uma decisão a respeito da taxa Selic. O consenso é que haverá um corte de 75 basis, levando o indicador para 7,5% ao ano.
No exterior até agora as bolsas europeias e futuros de índice de Nova York negociam com sinais mistos na véspera de decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). No mercado de commodities o petróleo opera com sinais de baixa, com o Brent perto de 58 dólares o barril, após o API (Instituto Americano de Petróleo) estimar crescimento do volume estocado nos Estados Unidos na semana passada.

DESTAQUES CORPORATIVOS

  • Temer quer editar MP da privatização da Eletrobras até sexta como aceno ao mercado pós-denúncia: Folha
  • Petrobras nunca mais terá concurso p/ 2 mil pessoas, diz Repsold
  • Renner: Lucro líquido 3T supera maior est.
  • Vulcabras: Oferta total de ações levanta R$ 747,5 mi
  • Plano do governo para a Oi, que deve estar pronto na sexta, exclui dívida com Anatel: Valor
  • Receita vê irregularidades e aperta fiscalização a bancos: Valor
  • Telefônica Brasil: Lucro recorrente 3T supera est.
Fonte: Jornal ADVFN

Brio Gold Secures US$22 Million Brazilian Bank Financing and Provides Santa Luz Project Update

Brio Gold Secures US$22 Million Brazilian Bank Financing and Provides Santa Luz Project Update


BRIO GOLD INC. (TSX: BRIO) (“BRIO GOLD” or the “Company”) is pleased to announce that it has secured US$22 million in credit facilities with three major Brazilian banks. The Company plans to utilize these credit facilities for working capital purposes at its operations and is currently assessing other debt funding alternatives including increasing its current US$75 million corporate credit facility and direct project financing for the completion of the Santa Luz Mine recommissioning project.
Santa Luz Update
The Company has reduced planned expenditures at the Santa Luz project over the next six months to manage its cash spend on the project as the RDM Mine powerline is being completed and that mine is brought to full production with significantly reduced cash costs. As a result, the Santa Luz project is now planned to be re-commissioned in December 2018 as opposed to June 2018 as originally scheduled.
Brio Gold does not anticipate an increase in overall project costs due to this deferral. Project construction activities currently underway on site will continue but will be limited to day shift only. This deferral will allow the Company to fund the construction of Santa Luz with reduced debt compared to the original schedule as it will be able to increase funding from its operating cash flow.
About Brio Gold
Brio Gold is a Canadian mining company with significant gold producing, development and exploration stage properties in Brazil. Brio Gold’s portfolio includes three operating gold mines and a fully-permitted, fully-constructed mine that was on care and maintenance and currently is in development to be re-started at the end of 2018. Brio Gold produced approximately 190,000 ounces of gold in 2016 and at full run-rate expects annual production to be approximately 400,000 ounces of gold.
CAUTIONARY NOTE REGARDING FORWARD-LOOKING STATEMENTS: This news release contains or incorporates by reference “forward-looking statements” and “forward-looking information” under applicable Canadian securities legislation. Forward-looking information includes, but is not limited to information with respect to the Company’s strategy, plans or future financial or operating performance, the outcome of the legal matters involving the damages assessments and any related enforcement proceedings. Forward-looking statements are characterized by words such as “plan,” “expect”, “budget”, “target”, “project”, “intend”, “believe”, “anticipate”, “estimate” and other similar words, or statements that certain events or conditions “may” or “will” occur. Forward-looking statements are based on the opinions, assumptions and estimates of management considered reasonable at the date the statements are made, and are inherently subject to a variety of risks and uncertainties and other known and unknown factors that could cause actual events or results to differ materially from those projected in the forward-looking statements. These factors include the Company’s expectations in connection with the production and exploration, development and expansion plans at the Company’s projects discussed herein being met, the impact of proposed optimizations at the Company’s projects, the impact of the proposed new mining law in Brazil, and the impact of general business and economic conditions, global liquidity and credit availability on the timing of cash flows and the values of assets and liabilities based on projected future conditions, fluctuating metal prices (such as gold and silver), currency exchange rates (such as the Brazilian real versus the United States dollar), the impact of inflation, possible variations in ore grade or recovery rates, changes in the Company’s hedging program, changes in accounting policies, changes in mineral resources and mineral reserves, risks related to asset disposition, risks related to metal purchase agreements, risks related to acquisitions, changes in project parameters as plans continue to be refined, changes in project development, construction, production and commissioning time frames, unanticipated costs and expenses, higher prices for fuel, steel, power, labour and other consumables contributing to higher costs and general risks of the mining industry, failure of plant, equipment or processes to operate as anticipated, unexpected changes in mine life, final pricing for concentrate sales, unanticipated results of future studies, seasonality and unanticipated weather changes, costs and timing of the development of new deposits, success of exploration activities, permitting timelines, government regulation and the risk of government expropriation or nationalization of mining operations, risks related to relying on local advisors and consultants in foreign jurisdictions, environmental risks, unanticipated reclamation expenses, risks relating to joint venture operations, title disputes or claims, limitations on insurance coverage and timing and possible outcome of pending and outstanding litigation and labour disputes, risks related to enforcing legal rights in foreign jurisdictions, as well as those risk factors discussed or referred to herein. Although the Company has attempted to identify important factors that could cause actual actions, events or results to differ materially from those described in forward-looking statements, there may be other factors that cause actions, events or results not to be anticipated, estimated or intended. There can be no assurance that forward-looking statements will prove to be accurate, as actual results and future events could differ materially from those anticipated in such statements. The Company undertakes no obligation to update forward-looking statements if circumstances or management’s estimates, assumptions or opinions should change, except as required by applicable law. The reader is cautioned not to place undue reliance on forward-looking statements. The forward-looking information contained herein is presented for the purpose of assisting investors in understanding the Company’s expected financial and operational performance and results as at and for the periods ended on the dates presented in the Company’s plans and objectives and may not be appropriate for other purposes.
Fonte: Avanço Resources

Conheça 8 curiosidades sobre a mineração no Brasil Colonial

Conheça 8 curiosidades sobre a mineração no Brasil Colonial


Você sabe onde foram encontrados os primeiros diamantes no Brasil? E como surgiu a expressão Santo do pau oco? A história da mineração no Brasil Colonial envolve uma série de fatos interessantes. Veja abaixo oito curiosidades sobre o período:
1- E não é que, com a chegada da mineração no Brasil Colonial, o idioma português substituiu o tupi, tornando-se, assim, a língua mais falada da colônia? Isso porque, devido a essa nova atividade econômica, aumentou o número de portugueses no território. Outra mudança provocada pela mineração colonial foi o deslocamento da capital brasileira de Salvador para o Rio de Janeiro, por ficar mais próximo das minas. Além disso, com a riqueza trazida pela extração de ouro, surgiu uma nova classe consumidora no Brasil Colônia, a classe média brasileira.
2- E onde foram encontrados os primeiros diamantes no Brasil? Na região do rio Jequitinhonha, em 1729. O rio banha os estados de Minas Gerais e da Bahia. O principal centro produtor foi Arraial do Tijuco, atual Diamantina, em Minas Gerais.
3- A mineração colonial foi cenário para a origem de famosos ditados populares. É o caso da expressão Santo do Pau Oco, utilizado para designar pessoas dissimuladas. Como na época os impostos sobre o ouro e outros metais preciosos eram altíssimos, santas de madeira oca eram preenchidas com bens preciosos como ouro em pó. Assim era possível passar pelas Casas de Fundição sem pagar os abusivos impostos à Coroa.
4- Falando em impostos…você sabia que o primeiro imposto no Brasil surgiu no período da mineração colonial? Chamado de quinto, estipulava que 20% da riqueza obtida em cada jazida deveria ser concedida à Coroa Portuguesa. Mas o sistema era muito vulnerável e acabou sendo substituído, mais adiante, pela finta, que consistia na remessa de 30 arrobas anuais de ouro para a Coroa.
5- Que a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, tem esse nome devido à exploração local de ouro todo mundo sabe. Mas a pergunta que fica é: por que ‘preto’? A resposta é simples: o ouro da região era recoberto com uma camada de óxido de ferro, que lhe dava uma tonalidade diferente da normal. Aliás, até 1823, a cidade era chamada de Vila Rica.
6- Graças à mineração colonial, a produção de ouro no Brasil representou metade da produção mundial de ouro entre os séculos XVI e XVIII! E, claro, teve gente que ficou muito rica. Reza a lenda que um escravo chamado Chico Rei conseguiu comprar a própria liberdade e a de outros escravos com o ouro contrabandeado na Mina Encardideira, em Ouro Preto, onde trabalhava.
7- O que a Revolução Industrial tem a ver com a mineração no Brasil Colonial? Muita coisa! O ouro foi levado para Portugal e gerou lucro até para a Inglaterra, que teria financiado a Revolução Industrial com parte das riquezas tiradas da colônia portuguesa. E não foi só lucro que a extração de ouro gerou. Com ela, vieram as artes, representada sobretudo por Aleijadinho, e o intelecto. Crianças de origem portuguesa-brasileira foram enviadas para Portugal para estudar e, quando retornaram ao Brasil, trouxeram as ideias revolucionárias e embrionárias da Revolução Francesa.
8- A mineração colonial mexeu até com o fluxo populacional no território. Com as promessas de riqueza no Novo Mundo, começou uma imigração intensa de portugueses para o Brasil. E a população oficial da colônia pulou de 300 mil pessoas para 3 milhões! Preocupada com o número crescente, a Coroa até estipulou uma lei para tentar gerenciar o fluxo migratório.
Fonte: Vale

Erupções vulcânicas causaram aquecimento global há 56 mi de anos



Erupção do Eyjafjallajökull na Islândia: Erupção do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. O vulcanismo na ilha é um pequeno remanescente dos processos que separaram a Groenlândia do norte da Europa Ocidental e deram origem a um dos períodos de mudança climática mais acentuados na história, há 56 milhões de anos© Creative Commons Erupção do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. O vulcanismo na ilha é um pequeno remanescente dos processos que separaram a Groenlândia do norte da Europa Ocidental e deram origem a um dos períodos de mudança… Um período dramático de aquecimento global há 56 milhões de anos, que provocou aumentos de até cinco graus Celsius nas temperaturas e extinguiu várias espécies de organismos marinhos, foi causado por erupções vulcânicas, aponta um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Nature. Segundo a pesquisa, durante esse período foi observado um dos aquecimentos mais acentuados na história da Terra, que ficou conhecido como máximo térmico do Paleoceno-Eoceno (PETM, na sigla em inglês). Os resultados sugerem que ele teria ocorrido em decorrência da liberação de gás carbônico a partir de erupções vulcânicas, enquanto a Groenlândia ainda se separava da Europa.
“Como o antigo sistema da Terra respondeu a essa injeção de carbono durante o PETM pode nos dizer muito sobre como o planeta poderá responder no futuro às mudanças climáticas feitas pelo homem”, diz em comunicado o geólogo e co-autor do estudo Gavin Foster, da Universidade de Southampton, no Reino Unido. Ainda assim, os cientistas alertam que a evolução das emissões e da temperatura há milhões de anos foi muito diferente da mudança climática atual. “Em comparação com as emissões de carbono produzidas por humanos hoje, a taxa de produção de carbono durante o PETM foi muito mais lenta”, acrescenta Marcus Gutjahr, líder da pesquisa e geólogo do Centro Helmholtz de Pesquisa Oceânica, na Alemanha.
Dados apontam que 150.000 anos depois do PETM as temperaturas retornaram aos níveis anteriores ao evento – fato que poderia indicar que há uma chance de o mesmo ocorrer com o aquecimento observado hoje dentro de alguns milhares de anos. Porém, os cientistas pedem mais cautela antes de fazer a comparação, pois as causas que levaram ao PETM, que até então eram desconhecidas e agora sabe-se que tinham relações com sucessivas erupções vulcânicas, não são as mesmas que provocam o aumento das temperaturas atuais.

Erupções

Cientistas já sabiam que o PETM provavelmente coincidiu com a formação de “inundações de basalto” – grandes trechos do oceano e os continentes revestidos em lava, resultantes de uma série de grandes erupções. Eles teriam surgido em consequência da separação da Gronelândia e América do Norte do noroeste da Europa, criando o Oceano Atlântico Norte.
Para verificar se esse processo seria responsável por desencadear uma grande produção de gás carbônico, capaz de provocar o aumento das temperaturas, Gutjahr e sua equipe reconstruíram os valores do pH do oceano durante o período analisado, medindo isótopos (átomos de um mesmo elemento químico que diferem em massa) de boro e carbono em fósseis marinhos.
As análises mostraram que, durante o PETM, mais de 12 bilhões de toneladas de carbono foram liberados para a atmosfera. Isso é cerca de 30 vezes mais do que todos os combustíveis fósseis queimados até o momento somados a todas as reservas remanescentes para combustíveis fósseis. Na modelo climático produzido pelos pesquisadores, os níveis atmosféricos de CO2 aumentaram de cerca de 800 ppm (partes por milhão) para mais de 2000 ppm. Atualmente, a concentração de dióxido de carbono da atmosfera da Terra é 400 ppm.
“O pH do oceano diz muito sobre a quantidade de carbono absorvido pela água do mar no passado, mas podemos obter ainda mais informações considerando também mudanças na composição do carbono, pois isso fornece uma indicação de sua fonte”, explica o geólogo Andy Ridgwell, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que está envolvido no estudo. “Se considerarmos as duas análises em um modelo de clima global, apenas o vulcanismo em larga escala durante a abertura do Atlântico Norte poderia ter sido a explicação para desencadear o PETM”.
Arquivado em: Ciência

Fonte: MSN

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Brasil e América Latina estão bem posicionados para crescer mesmo com alta dos juros pelo Fed

Brasil e América Latina estão bem posicionados para crescer mesmo com alta dos juros pelo Fed

NOVA YORK (Reuters) - A América Latina e o Brasil em particular estão bem posicionados entre os países em desenvolvimento para resistir aos aumentos esperados dos juros pelos bancos centrais dos Estados Unidos e europeu nos próximos meses, disseram investidores e economistas.
Nos meses depois de maio de 2013, quando o então chair do Federal Reserve Ben Bernanke anunciou planos para reduzir o estímulo monetário, o JPMorgan Emerging Markets Global Bond Index recuou quase 15 por cento desde a máxima de maio, atingindo a mínima para o ano em setembro.
O índice MSCI de ações do mercado emergente recuou 17,4 por cento da máxima de maio para a mínima do ano em junho.
Mas esse padrão não deve se repetir mesmo se o Fed começar a reduzir sua carteira de títulos de 4,5 trilhões de dólares e com a perspectiva de que continue a elevar os juros, disseram analistas.
“Se você olhar os fundamentos desta vez, há uma situação melhor do que antes” disse a diretora sênior do Institute for International Finance, Sonja Gibbs.
O Brasil, em particular, viu a inflação desacelerar durante a recessão severa e fez alguns progressos em reformas estruturais, aumentando o conforto dos investidores com seu plano de continuar cortando os juros, mesmo com o aperto monetário do Fed, disse ela.
A maior economia da América Latina foi anteriormente chamada pelos analistas da Morgan Stanley como uma das “Cinco Frágeis” --economias mais vulneráveis à fuga de capitais.
Mas desta vez a economia brasileira é uma das que estão melhor situadas, disseram autoridades e economistas.

Fonte: Reuters