quarta-feira, 25 de outubro de 2017

AS ESMERALDAS

Mais nobre variedade do mineral berilo, notabiliza-se pela luminosa cor verde-grama, devida aos elementos cromo e vanádio, bem como por sua relativa fragilidade e elevada dureza. Seu nome deriva do sânscritosamârakae deste ao gregosmaragdos.
A esmeralda já era explorada pelos egípcios por volta de dois mil anos antes de Cristo, nas proximidades do Mar Vermelho. Famosas desde a Antiguidade eram também as esmeraldas das minas egípcias de Zabarahque ornavam Cleópatra.
Quimicamente, a esmeralda se constitui de silicato de berílio e alumínio e, em estado bruto, apresenta a forma de um prisma hexagonal.
Em raros casos é inteiramente límpida, apresentando um cenário de inclusões conhecido como jardim das esmeraldas. Procuradas desde a chegada dos portugueses ao Brasil, sobretudo pelas expedições dos bandeirantes ao interior do país nos séculos XVI e XVII, as fontes de esmeraldas de aproveitamento econômico foram encontradas em nosso país somente no século XX.

Os mais belos espécimes de esmeralda do mundo procedem da Colômbia, onde são extraídas de rochas xistosas nas famosas minas de Muzo, Coscuez e Chivor.
Na África, há importantes países produtores, destacando-se principalmente a Zâmbia, 2º produtor mundial, o Zimbabwe e Madagascar.
O Brasil é atualmente o terceiro produtor mundial e as gemas provêm dos Estados de Minas Gerais (Garimpo de Capoeirana, em Nova Era; e Minas deBelmont e Piteiras, em Itabira); Goiás (localidades de Santa Terezinha e Porangaru), Bahia (localidades de Carnaíba e Socotó) e Tocantins.
Historicamente, o tratamento empregado com mais frequência em esmeraldas é o preenchimento de fraturas com óleos ou resinas naturais, com a finalidade de torná-las menos perceptíveis. Atualmente, as resinas artificiais, sobretudo o produto Opticon, têm substituído os tradicionais óleos e resinas naturais.
Esmeraldas obtidas por síntese são comercializadas desde 1956, empregando-se dois diferentes métodos. Elas se diferenciam das esmeraldas naturais principalmente pelas inclusões e/ou estruturas de crescimento.
Fonte: Joia br

Bolsas chinesas superam volatilidade do passado e atravessam período de calmaria

Bolsas chinesas superam volatilidade do passado e atravessam período de calmaria


Os mercados acionários da China, que já foram extremamente voláteis há não muito tempo atrás, estão atravessando um dos períodos mais calmos de sua história neste ano.

O índice Xangai Composto, que reúne as principais ações da quarta maior bolsa do mundo em valor de mercado, teve oscilações de mais de 1% em apenas dez pregões em 2017. No ano passado, isso ocorreu 65 vezes e, em 2015, em 141 ocasiões.

Os últimos 30 dias úteis, que coincidiram em parte com o 19º Congresso Nacional do Partido Comunista chinês – realizado entre 18 e 24 de outubro -, foram os menos voláteis de qualquer período de 30 dias desde que a Bolsa de Xangai reabriu no início da década de 1990, segundo análise de dados da FactSet.

Uma série de fatores explica a calmaria, incluindo a baixa volatilidade recorde nos EUA e um cenário macroeconômico estável na China. Investidores institucionais, que olham mais para o longo prazo, estão assumindo uma fatia maior das operações nos mercados chineses.

Mas talvez o motivo mais relevante, segundo muitos investidores e operadores, é que Pequim tem mostrado um papel mais relevante nos mercados, após o forte período de volatilidade de 2015.

Reguladores de valores mobiliários têm pressionado corretoras e fundos ao longo do último ano para não venderem ações. Alguns operadores também citam o efeito de sustentação dos preços do chamado “time nacional” de fundos de investimento estatais, que entram no mercado para comprar ações quando os preços estão em queda.

Desde 2015, Pequim tem usado o “time nacional” para ajudar a estabilizar os mercados. Em junho, as participações acionárias desses fundos atingiram o recorde de 4,12 trilhões de yuans (US$ 622 bilhões), representando 7,2 da capitalização de mercado total das ações chinesas, de acordo com pesquisa recente da Sinolink Securities. Fonte: Dow Jones Newswires.

MP que cria Agência Nacional de Mineração é aprovada em comissão mista

MP que cria Agência Nacional de Mineração é aprovada em comissão mista

Da Redação | 24/10/2017, 16h18 - ATUALIZADO 

A Medida Provisória (MP) 791/2017, que cria a Agência Nacional de Mineração (ANM) e extingue o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), foi aprovada nesta terça-feira (24) pela comissão mista que analisou a matéria. A medida integra a reformulação do marco legal da mineração. O texto aprovado é o projeto de lei de conversão proposto pelo relator, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG).
— Nossa intenção e criar uma agência que tenha estrutura para atender as demandas dos trabalhadores e das empresas do setor mineral. Será uma agência altamente superavitária. Nunca faria ‘teatro’ criando uma agência só para trocar o nome de DNPM para ANM — destacou Quintão.
Entre as mudanças na MP original, estão novos critérios de cálculo da Taxa de Gestão de Recursos Minerais (TGRM), inicialmente denominada Taxa de Fiscalização de Atividades Minerárias. Quintão propôs o pagamento da taxa conforme o porte do empreendimento, com base no faturamento anual do exercício anterior.
— A lógica é: quem fatura mais, paga mais e quem fatura menos e explora área menor, paga menos — explicou.
O valor da taxa varia de R$ 600 a R$ 2,8 milhões, dependendo da fase em que se encontra o empreendimento mineral (pesquisa, concessão, licenciamento ou permissão). O texto recebeu mais de 100 emendas, e o relator acolheu parcialmente 25 delas. A maior parte sugeria mudanças na taxa. O relator também alterou no projeto de lei de conversão os cargos que compõem a estrutura organizacional da ANM para garantir cargos de direção comissionados.
— O governo reduzia cargos comissionados na proposta original, mas isso inviabilizaria a ocupação de cargos de direção — justificou.
A proposta aprovada pela comissão mista também estabelece que a ANM deverá comunicar à autoridade policial competente a ocorrência de extração mineral ilegal ou de lavra não autorizada, para fins de apreensão das substâncias minerais, bens e equipamentos.
— Entendemos que essa alteração possibilita uma atuação mais segura para a fiscalização da ANM — argumentou o relator.
Outra emenda aprovada prevê que no desempenho de suas funções, a ANM poderá delegar, mediante convênio, competências a Estados e Municípios e deverá atuar articuladamente com os órgãos e entidades federais, estaduais, distrital e municipais.
A medida segue para apreciação nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.
Da Agência Câmara Notícias
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Heineken eleva lucro em 20% no período de 9 meses até 20 de setembro

Heineken eleva lucro em 20% no período de 9 meses até 20 de setembro

A Heineken, segunda maior cervejaria do mundo em vendas, divulgou hoje que teve lucro líquido de 1,49 bilhão de euros (US$ 1,75 bilhão) no período de nove meses encerrado em 20 de setembro, 20% maior que o ganho de 1,24 bilhão de euros apurado no mesmo intervalo terminado um ano antes.
Apenas no terceiro trimestre, o volume vendido de cervejas registrou expansão orgânica de 2,5%, a 60 milhões de hectolitros, trazendo o resultado acumulado do ano a 161,3 milhões de hectolitros. Segundo a Heineken, o avanço das vendas na Ásia e Pacífico, Américas, África, Oriente Médio e Leste Europeu compensou uma queda do volume no restante da Europa.
Já as vendas da marca Heineken no último trimestre cresceram 3,4%, a 9,5 milhões de hectolitros, impulsionando o total dos primeiros nove meses do ano para 26,8 milhões de hectolitros, com contribuições positivas do Brasil, África do Sul, Rússia e México.
A empresa, que obtém dois terços de seu lucro em mercados emergentes, manteve inalteradas suas projeções para o ano. Em junho, a Heineken concluiu a aquisição da Brasil Kirin, fabricante das marcas Schin, Baden Baden e Eisenbahn.
Fonte: Agência Estado
Fonte: ADVFN

Governo anuncia concessão de 13 aeroportos à iniciativa privada

Treze aeroportos foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização por meio do Decreto 9.180/17 assinado pelo presidente Michel Temer e publicado na edição de hoje (25) do Diário Oficial da União. Pelo decreto, os aeroportos ficam qualificados no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), da Presidência da República.
Os 13 empreendimentos poderão ser concedidos à iniciativa privada individualmente ou em blocos, conforme decisão que será embasada pelos estudos de modelagem da desestatização, conforme detalhado no texto.
O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil será responsável pela condução e aprovação dos estudos, projetos e levantamentos e pelas investigações que subsidiarão a modelagem das medidas de desestatização, de acordo com o decreto.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pela realização e acompanhamento das medidas de desestatização, sob a supervisão do ministério.
Em julho, o governo anunciou 57 projetos de concessões e privatizações de empresas públicas, entres eles 14 aeroportos – incluindo o de Congonhas, segundo maior do país, com movimento de 21 milhões de passageiros por ano. Congonhas, no entanto, ficou fora da lista publicada hoje no Diário Oficial.
No último dia 20, o Ministério dos Transportes divulgou nota informando que o governo reavalia manter os planos de leiloar no próximo ano a concessão de Congonhas. Na nota, o ministério informou que o ministro Maurício Quintella apresentou ao presidente Michel Temer estudos e análises mostrando que a concessão poderia prejudicar a sustentabilidade da Infraero.

Os seguintes aeroportos serão concedidos:

Eurico de Aguiar Salles, em Vitória (ES)
Gilberto Freyre, em Recife (PE)
Marechal Rondon, em Várzea Grande (MT)
Aeroporto de Macaé, em Macaé (RJ)
Orlando Bezerra de Menezes, Juazeiro do Norte (CE)
Presidente Castro Pinto, em Bayeux (PB)
Presidente João Suassuna, em Campina Grande (PB)
Santa Maria, em Aracaju (SE)
Zumbi dos Palmares, em Maceió (AL)
Maestro Marinho Franco, em Rondonópolis (MT)
Presidente João Batista Figueiredo, em Sinop (MT)
Piloto Oswaldo Marques Dias, em Alta Floresta (MT)
Aeroporto de Barra do Garças, em Barra do Garças (MT)

Fonte: Jornal  ADVFN