quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Antofagasta amplia produção de cobre no 3º trimestre

Antofagasta amplia produção de cobre no 3º trimestre


A mineradora chilena Antofagasta informou hoje que sua produção de cobre totalizou 180,2 mil toneladas no terceiro trimestre, alta de 3,3% ante os três meses anteriores. No acumulado de janeiro a setembro, a produção de cobre da Antofagasta atingiu 526,5 mil toneladas, representando aumento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A Antofagasta manteve sua projeção de produção de cobre para este ano em 685 mil a 720 mil toneladas e disse esperar que o resultado cresça para 705 mil toneladas a 740 mil toneladas em 2018.
Fonte: Dow Jones Newswires

Casa Kinross resgata a história de Paracatu e da mineração

Casa Kinross resgata a história de Paracatu e da mineração


Na semana de aniversário de Paracatu a Kinross presenteia a cidade com a inauguração da Casa Kinross. O local funcionará como um museu interativo, que fará um resgate histórico e contextualizará todo o processo de desenvolvimento econômico e cultural da cidade, por meio de memórias e registros desde o século XVIII até os dias de hoje. O local também servirá como um espaço cultural e de convivência.
A proposta da Casa Kinross é resgatar a história de Paracatu, que viveu seu auge no terceiro ciclo do ouro no Brasil, no século XVIII, com a mineração. A Casa também contará toda a história a partir dessa data, como foi o desenvolvimento da cidade no século XIX e XX, e o surgimento de outras atividades econômicas como agronegócio, serviços, dentre outros. Além de retratar a atividade econômica da cidade, a Casa Kinross mostrará como isso refletiu na cultura e na vida das pessoas da cidade.
A equipe do Museu da Pessoa de São Paulo foi a responsável pela metodologia, por ser uma empresa referência e já ter realizado mais de 250 projetos de memória no Brasil e exterior. A coleta de informações foi realizada presencialmente em Paracatu, os historiadores levantaram informações e realizaram entrevistas com diversos personagens locais. “A equipe do Museu da Pessoa conversou com agricultores, pessoas ligadas à cultura local, historiadores, funcionários antigos da Kinross, dentre outras fontes que ajudaram a resgatar as memórias que serviram como base para o Museu. Todo esse conteúdo será disponibilizado em paineis, vídeos e documentários”, revela a gerente sênior de Comunicação e Relacionamento com Comunidades da Kinross, Ana Cunha.
Exposição
Dentro da área da Exposição o conteúdo será retratado de três formas: a cidade de Paracatu, a história da mineração na cidade e no Estado de Minas Gerais e o desenvolvimento econômico. A exposição será dividida em paineis, com a linha do tempo, além de entrevistas em vídeos, e dois documentários. Todo o material audiovisual será disponibilizado em sete TVs onde os visitantes poderão conhecer a história da cidade contada nas entrevistas dadas pelos moradores. Foi produzido ainda dois documentários, um sobre a mineração e o outro sobre a vila de Paracatu.
A Casa Kinross funcionará a partir do dia 25 de outubro, na rua Rio Grande do Sul, 700, próximo ao Centro Histórico de Paracatu. A princípio o espaço será aberto três vezes por semana e as visitas serão agendadas. O local também receberá o projeto “Por dentro da Kinross”, que semanalmente atende estudantes de universidades e escolas da região que visitam a mineradora.
Fonte: Fran Dornelas

A COR E O VALOR DAS PEDRAS PRECIOSAS

A COR E O VALOR DAS PEDRAS PRECIOSAS

            A cor é a propriedade mais importante na determinação do valor de uma gema lapidada. Ela responde por 50% do valor, enquanto a pureza representa 30% e a lapidação, 20%.
      O topázio pode ser incolor ou ter várias outras cores (é, por isso, classificado como gema alocromática). O mais valioso é o topázio imperial, amarelo a laranja.
A safira pode ter também muitas cores ou ser mesmo incolor. Mas, a mais valiosa é a azul escura, com algo de violeta.         
Outro exemplo ainda é o berilo, também incolor ou de cores variáveis, destacando-se pelo valor a variedade esmeralda, de cor verde.
Diante desses exemplos, pode o leigo no assunto perguntar: como saber qual a cor mais valiosa das gemas alocromáticas? A resposta é: consultando manuais de Gemologia, um gemólogo ou um joalheiro experiente.
Felizmente, existem as gemas idiocromáticas, aquelas que ocorrem sempre com a mesma cor.  Eu disse felizmente?  Esqueça.  Acontece que nessas gemas há uma só cor, mas pode haver diversas tonalidades, e isso se reflete no valor final. Como regra, quanto mais escura a gema, mais valiosa, embora existam algumas exceções.
A ametista é sempre roxa; o citrino, amarelo ou laranja; o rubi, sempre vermelho, e por aí vai. Mas, o roxo da ametista costuma ser classificado em pelo menos quatro categorias: primeira, segunda, terceira e quarta. Ou extra, primeira, segunda e terceira.   Do mesmo modo é classificado o citrino.
Nesses casos, como saber então se a ametista que temos é extra ou de outra categoria?  Aí, amigos, manuais de Gemologia não ajudam. E o gemólogo ou joalheiro que você consultar talvez não saiba definir isso com segurança.  Quem então faz isso?  Os produtores dessas gemas.  Eles têm pessoal treinado para classificar as gemas nessas categorias quando estão ainda no estado bruto. .
Vejam a foto abaixo.  Ela mostra três qualidades de citrino martelado em relação á cor.  (Gema martelada é aquela que teve as porções com impurezas ou cor ruim removidas com martelos especiais).


Olhando assim, pode parecer fácil distinguir um citrino de segunda de um de terceira ou quarta categoria.  Afinal você está vendo amostras das três classes juntas.  Mas pegar um lote de gemas brutas e ir separando uma a uma conforme az qualidade da cor é trabalho que só faz quem treinou bastante.
A foto a seguir mostra ametistas, também divididas nas mesmas categorias. Para elas vale o mesmo que foi dito acima sobre o citrino, mas talvez já não seja tão fácil fazer a classificação. 

O rubi é sempre vermelho, mas o vermelho sangue de pombo é considerado a cor mais valiosa para essa gema.
      E a classificação do diamante?  Aí, meus amigos, é outro departamento. Classificar diamantes requer uma iluminação correta (artificial), num ambiente adequado, com um conjunto de gemas de diferentes categorias para servir como padrão de comparação, e, mesmo assim, muita, mas muita experiência!

Fonte: Geologo.com

PEDRAS PRECIOSAS SINTÉTICAS – Um outro olhar

PEDRAS PRECIOSAS SINTÉTICAS – Um outro olhar

A produção de gemas sintéticas é cada vez maior e mais aperfeiçoada. Até mesmo o diamante, que começou a ser produzido sinteticamente em 1954, mas apenas para uso na indústria, chega hoje ao mercado com qualidade gemológica e em volume considerável. E aqui é bom lembrar que gemas sintéticas existem desde o século XIX. Ou seja, a pedra que está naquela joia antiquíssima, que foi de sua avó ou bisavó, pode, sim, ser rubi, safira ou um espinélio sintéticos. O que, é óbvio, de modo algum depõe contra a idoneidade de sua antepassada.
É natural que se prefira uma gema natural à sintética correspondente. Entre os geólogos, sem dúvida a grande maioria – na qual nos incluímos – prefere as pedras formadas na natureza, não as de laboratório.
Essa natural predileção pelas pedras naturais não deve, porém, nos levar a olhar as gemas sintéticas com desprezo. Conhecendo-se o processo usado para obtê-las, as características físicas e até mesmo o seu preço, chega-se à conclusão de que as pedras sintéticas são um produto que merece ser visto se não com admiração, pelo menos com uma boa dose de respeito.
Antes de tudo, é preciso esclarecer que gema sintética não é gema artificial. Em Gemologia há uma grande diferença entre esses dois tipos e é importante que assim seja. Pedra sintética é aquela produzida em laboratório, mas que tem uma correspondente natural. Já a artificial, não. Ela foi totalmente inventada pelo ser humano, não se conhecendo uma correspondente natural. Assim, fala-se em esmeralda sintética, diamante sintético, rubi sintético, etc., mas não em zircônia cúbica sintética. A zircônia cúbica não existe ou, pelo menos nunca foi encontrada, na natureza, sendo, portanto, artificial. O consumidor menos exigente talvez não valorize esta diferença, mas ela é, sim, importante.
Deve-se lembrar também que as gemas obtidas em laboratório são produzidas a partir de gemas naturais. Estas são pulverizadas, e o material assim obtido é fundido e recristalizado, sob condições que variam conforme o processo usado. Por serem obtidos com material natural, possuem propriedades físicas (cor, brilho, densidade, índice de refração, dureza, etc.) iguais ou muito semelhantes às da gema natural. São, portanto, muito similares na aparência, e somente com uso de microscópio gemológico se consegue identificar a síntese. Essa é outra razão para que não se olhe as pedras sintéticas com desprezo. Elas trazem em si praticamente tudo aquilo que faz a gema natural ser admirada.
Isso mostra também que gema sintética não é imitação de gema natural. É muito mais do que isso. Imitação é aquilo feito com vidro, acrílico ou outro tipo de plástico.
Há pessoas que desconfiam de qualquer produto de preço baixo. Ele sempre desperta nelas a impressão de que se trata de produto de má qualidade. Não condenamos quem pensa assim, até porque essa premissa muitas vezes é verdadeira. Mas, se alguém pensa que uma pedra sintética deve ser barata pelo simples fato de ter sido produzida em laboratório, pode se surpreender. Gemas obtidas através de síntese por fluxo podem custar até 400 dólares por quilate (um quilate são 200 miligramas). Isso no atacado ! O processo emprega cadinhos de irídio e de platina, que são caríssimos e acabam por encarecer o produto final.
Na natureza, é bem sabido, os minerais levam muito tempo para se formar. Num laboratório, é de se esperar que isso seja um processo incomparavelmente mais rápido. De fato, a produção de gemas sintéticas leva muito menos tempo, mas não é tão rápida quanto se imagina. Pelo processo citado, cristais de rubi, esmeralda, safira, espinélio e alexandrita, por exemplo, levam 6 a 12 meses para ficar prontos. E é depois desse tempo todo que eles vão ser lapidados.
No final do processo de síntese, a gema tem o formato de uma garrafa, de dimensões centimétricas, a chamada pera de fundição. Devido à existência de tensões internas, esta pera é partida ao meio no sentido longitudinal, e só então é enviada para a lapidação.
Como se vê, as gemas sintéticas resultam de técnicas e investimentos nada desprezíveis. Não é, pois, de estranhar a grande dificuldade que existe para se distinguir, por exemplo, rubi e lápis-lazúli naturais daqueles produzidos em laboratório.
Apesar de tudo que foi dito até agora, sempre haverá quem não queira de modo algum adquirir joia feita com gema sintética. Para estes, uma boa notícia: não são sintetizadas com fins gemológicos ainda (vejam bem, ainda) água-marinha, turmalinas, quartzo (exceto cristal de rocha e ametista), granadas, kunzita e hiddenita, entre outras gemas.
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Artigo publicado originalmente no Portal das Joias (www.portaldasjoias.com.br).

4 razões para fugir das pedras sintéticas 

4 razões para fugir das pedras sintéticas
As pedras preciosas são incrivelmente belas e sempre chamaram a atenção de todos. Com o passar dos anos, ficou cada vez mais difícil adquirir uma dessas belas pedras, não só pelo seu alto preço, mas também por sua raridade. Uma pedra natural leva muitos anos para se formar e, por conta disso, começaram a ser produzidas as pedras sintéticas, tornando possível adquirir essas peças a um custo menor. Mas há um ponto importante a ser destacado: as pedras sintéticas são mesmo idênticas às naturais? Será que vale a pena fazer esta troca? É isso que você vai descobrir no texto de hoje! Acompanhe com a gente!

As diferenças entre pedras naturais e sintéticas

As naturais são pedras formadas pela própria natureza e levam vários anos, até mesmo décadas para ficarem prontas. Essas gemas são resultados de combinações químicas naturais, sem interferência humana. Já as sintéticas são produzidas em laboratórios e levam apenas meses para se formarem. Feitas a partir de materiais encontrados nas pedras naturais, elas são bastante similares e possuem as mesmas características químicas e físicas das originais.

Brilho

A principal diferença entre as pedras naturais e as sintéticas está na refração da luz, que nas sintéticas é inferior, comprometendo o brilho da peça, diferente do que acontece com as naturais. Portanto, o brilho das pedras naturais é mais forte e mais bonito e esse é um grande detalhe que deve ser levado em consideração na hora da escolha da joia.

Durabilidade

Apesar de a imitação ser quase perfeita, não podemos deixar de lado o fator natural. O simples fato de as pedras naturais serem produzidas pela natureza já pesa na decisão de comprar ou não uma pedra sintética. Esse fator traz junto dele a questão da durabilidade, que também deve ser considerada. Por mais que a imitação seja boa, a durabilidade das pedras naturais é bem maior do que a das sintéticas.

Raridade

Pedras sintéticas são facilmente produzidas e, com isso, não podem ser consideradas raras e são mais facilmente encontradas e adquiridas. Quando você possui uma pedra natural, você tem em mãos uma preciosidade raríssima, difícil de ser encontrada e, portanto, de valor incontestável!

Energia

Não é de hoje que percebemos a influência das pedras preciosas nos campos magnéticos. Desde os antepassados, a valorização delas acontece, principalmente, por causa da energia que emanam. Isso não ocorre com as pedras sintéticas, já que elas são produzidas em laboratórios. Cada pedra natural tem sua energia, beneficiando específicas áreas, como, por exemplo, a esmeralda, que auxilia no sistema imunológico e traz equilíbrio mental, físico e emocional. A ametista traz calma e é ideal para as pessoas que passam por problemas de insônia. Já o topázio representa sabedoria e prosperidade, além de auxiliar no aparelho respiratório. Os benefícios das pedras naturais são inúmeros!
Depois de ler este post podemos perceber que, apesar da semelhança, as vantagens de possuir uma pedra natural são várias e vão desde a aparência, como o brilho, até fatores maiores como a energia que possuem. Portanto, essas inúmeras vantagens justificam o preço superior que as pedras naturais têm em relação às sintéticas e mostram que, assim como qualquer tipo de imitação, a qualidade da original é incomparavelmente melhor.


Fonte: Art Ouro