quinta-feira, 26 de outubro de 2017

PEDRAS PRECIOSAS SINTÉTICAS – Um outro olhar

PEDRAS PRECIOSAS SINTÉTICAS – Um outro olhar

A produção de gemas sintéticas é cada vez maior e mais aperfeiçoada. Até mesmo o diamante, que começou a ser produzido sinteticamente em 1954, mas apenas para uso na indústria, chega hoje ao mercado com qualidade gemológica e em volume considerável. E aqui é bom lembrar que gemas sintéticas existem desde o século XIX. Ou seja, a pedra que está naquela joia antiquíssima, que foi de sua avó ou bisavó, pode, sim, ser rubi, safira ou um espinélio sintéticos. O que, é óbvio, de modo algum depõe contra a idoneidade de sua antepassada.
É natural que se prefira uma gema natural à sintética correspondente. Entre os geólogos, sem dúvida a grande maioria – na qual nos incluímos – prefere as pedras formadas na natureza, não as de laboratório.
Essa natural predileção pelas pedras naturais não deve, porém, nos levar a olhar as gemas sintéticas com desprezo. Conhecendo-se o processo usado para obtê-las, as características físicas e até mesmo o seu preço, chega-se à conclusão de que as pedras sintéticas são um produto que merece ser visto se não com admiração, pelo menos com uma boa dose de respeito.
Antes de tudo, é preciso esclarecer que gema sintética não é gema artificial. Em Gemologia há uma grande diferença entre esses dois tipos e é importante que assim seja. Pedra sintética é aquela produzida em laboratório, mas que tem uma correspondente natural. Já a artificial, não. Ela foi totalmente inventada pelo ser humano, não se conhecendo uma correspondente natural. Assim, fala-se em esmeralda sintética, diamante sintético, rubi sintético, etc., mas não em zircônia cúbica sintética. A zircônia cúbica não existe ou, pelo menos nunca foi encontrada, na natureza, sendo, portanto, artificial. O consumidor menos exigente talvez não valorize esta diferença, mas ela é, sim, importante.
Deve-se lembrar também que as gemas obtidas em laboratório são produzidas a partir de gemas naturais. Estas são pulverizadas, e o material assim obtido é fundido e recristalizado, sob condições que variam conforme o processo usado. Por serem obtidos com material natural, possuem propriedades físicas (cor, brilho, densidade, índice de refração, dureza, etc.) iguais ou muito semelhantes às da gema natural. São, portanto, muito similares na aparência, e somente com uso de microscópio gemológico se consegue identificar a síntese. Essa é outra razão para que não se olhe as pedras sintéticas com desprezo. Elas trazem em si praticamente tudo aquilo que faz a gema natural ser admirada.
Isso mostra também que gema sintética não é imitação de gema natural. É muito mais do que isso. Imitação é aquilo feito com vidro, acrílico ou outro tipo de plástico.
Há pessoas que desconfiam de qualquer produto de preço baixo. Ele sempre desperta nelas a impressão de que se trata de produto de má qualidade. Não condenamos quem pensa assim, até porque essa premissa muitas vezes é verdadeira. Mas, se alguém pensa que uma pedra sintética deve ser barata pelo simples fato de ter sido produzida em laboratório, pode se surpreender. Gemas obtidas através de síntese por fluxo podem custar até 400 dólares por quilate (um quilate são 200 miligramas). Isso no atacado ! O processo emprega cadinhos de irídio e de platina, que são caríssimos e acabam por encarecer o produto final.
Na natureza, é bem sabido, os minerais levam muito tempo para se formar. Num laboratório, é de se esperar que isso seja um processo incomparavelmente mais rápido. De fato, a produção de gemas sintéticas leva muito menos tempo, mas não é tão rápida quanto se imagina. Pelo processo citado, cristais de rubi, esmeralda, safira, espinélio e alexandrita, por exemplo, levam 6 a 12 meses para ficar prontos. E é depois desse tempo todo que eles vão ser lapidados.
No final do processo de síntese, a gema tem o formato de uma garrafa, de dimensões centimétricas, a chamada pera de fundição. Devido à existência de tensões internas, esta pera é partida ao meio no sentido longitudinal, e só então é enviada para a lapidação.
Como se vê, as gemas sintéticas resultam de técnicas e investimentos nada desprezíveis. Não é, pois, de estranhar a grande dificuldade que existe para se distinguir, por exemplo, rubi e lápis-lazúli naturais daqueles produzidos em laboratório.
Apesar de tudo que foi dito até agora, sempre haverá quem não queira de modo algum adquirir joia feita com gema sintética. Para estes, uma boa notícia: não são sintetizadas com fins gemológicos ainda (vejam bem, ainda) água-marinha, turmalinas, quartzo (exceto cristal de rocha e ametista), granadas, kunzita e hiddenita, entre outras gemas.
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Artigo publicado originalmente no Portal das Joias (www.portaldasjoias.com.br).

4 razões para fugir das pedras sintéticas 

4 razões para fugir das pedras sintéticas
As pedras preciosas são incrivelmente belas e sempre chamaram a atenção de todos. Com o passar dos anos, ficou cada vez mais difícil adquirir uma dessas belas pedras, não só pelo seu alto preço, mas também por sua raridade. Uma pedra natural leva muitos anos para se formar e, por conta disso, começaram a ser produzidas as pedras sintéticas, tornando possível adquirir essas peças a um custo menor. Mas há um ponto importante a ser destacado: as pedras sintéticas são mesmo idênticas às naturais? Será que vale a pena fazer esta troca? É isso que você vai descobrir no texto de hoje! Acompanhe com a gente!

As diferenças entre pedras naturais e sintéticas

As naturais são pedras formadas pela própria natureza e levam vários anos, até mesmo décadas para ficarem prontas. Essas gemas são resultados de combinações químicas naturais, sem interferência humana. Já as sintéticas são produzidas em laboratórios e levam apenas meses para se formarem. Feitas a partir de materiais encontrados nas pedras naturais, elas são bastante similares e possuem as mesmas características químicas e físicas das originais.

Brilho

A principal diferença entre as pedras naturais e as sintéticas está na refração da luz, que nas sintéticas é inferior, comprometendo o brilho da peça, diferente do que acontece com as naturais. Portanto, o brilho das pedras naturais é mais forte e mais bonito e esse é um grande detalhe que deve ser levado em consideração na hora da escolha da joia.

Durabilidade

Apesar de a imitação ser quase perfeita, não podemos deixar de lado o fator natural. O simples fato de as pedras naturais serem produzidas pela natureza já pesa na decisão de comprar ou não uma pedra sintética. Esse fator traz junto dele a questão da durabilidade, que também deve ser considerada. Por mais que a imitação seja boa, a durabilidade das pedras naturais é bem maior do que a das sintéticas.

Raridade

Pedras sintéticas são facilmente produzidas e, com isso, não podem ser consideradas raras e são mais facilmente encontradas e adquiridas. Quando você possui uma pedra natural, você tem em mãos uma preciosidade raríssima, difícil de ser encontrada e, portanto, de valor incontestável!

Energia

Não é de hoje que percebemos a influência das pedras preciosas nos campos magnéticos. Desde os antepassados, a valorização delas acontece, principalmente, por causa da energia que emanam. Isso não ocorre com as pedras sintéticas, já que elas são produzidas em laboratórios. Cada pedra natural tem sua energia, beneficiando específicas áreas, como, por exemplo, a esmeralda, que auxilia no sistema imunológico e traz equilíbrio mental, físico e emocional. A ametista traz calma e é ideal para as pessoas que passam por problemas de insônia. Já o topázio representa sabedoria e prosperidade, além de auxiliar no aparelho respiratório. Os benefícios das pedras naturais são inúmeros!
Depois de ler este post podemos perceber que, apesar da semelhança, as vantagens de possuir uma pedra natural são várias e vão desde a aparência, como o brilho, até fatores maiores como a energia que possuem. Portanto, essas inúmeras vantagens justificam o preço superior que as pedras naturais têm em relação às sintéticas e mostram que, assim como qualquer tipo de imitação, a qualidade da original é incomparavelmente melhor.


Fonte: Art Ouro

Como distinguir uma pedra preciosa de uma sintética? 

Como distinguir uma pedra preciosa de uma sintética?
É de impressionar como uma pedra pode encantar e embelezar tanto uma joia! Existem várias pedras preciosas com diferentes cores, formatos, brilhos e valores. Dentre tantas opções, elas podem ainda ser preciosas ou sintéticas. Mas como saber diferenciá-las? Além do seu valor de mercado, quais são os outros pontos divergentes entre elas?
Acompanhe nosso post e descubra!

As gemas

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Antes de mais nada vale dizer que o termo pedra preciosa e semi preciosa não é usado mais. Antigamente o termo “preciosa” era usado somente para o diamante, rubi, safira e esmeralda, por serem as mais conhecidas e admiradas desde a antiguidade. O diamante é o mais cobiçado e preferido desde os primórdios em utilização em joias, por isso ele é tão valioso e nunca sai de moda, mesmo que ele não seja a pedra mais rara a ser encontrada na natureza. Mas tal nomenclatura desvalorizava as demais pedras tais como ametista, alexandrita, água-marinha, opala, crisoberilo e outras de beleza ímpar. Foi então que tais preciosidades passaram a ser chamadas de gemas.

Gemas naturais

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Entende-se por gemas naturais as que não possuem interferência alguma do homem e são formadas completamente pela natureza. Elas podem ser orgânicas ou de origem animal, tais como a pérola, âmbar e coral. E podem ser inorgânicas (sem base de carbono) ou mineral, como a safira, rubi, diamante e água-marinha.

Gemas sintéticas

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Algumas gemas são difíceis de encontrar e por isso são mais raras e possuem um custo elevado. Com todos estes fatores, o homem encontrou uma forma de contornar isso e criou as gemas sintéticas (também chamadas de revestidas ou constituídas) em laboratórios. Elas são feitas a partir da gema natural, são espécies de “clones”. As gemas naturais são pulverizadas, e o material obtido é fundido e recristalizado em diferentes condições.
Como o material é obtido a partir de uma gema natural, a gema sintética possui propriedades muito semelhantes às gemas naturais, bem como transparência, brilho, densidade, dureza. Por isso, identificar as diferenças entre gemas naturais e sintéticas só é possível através da utilização de microscópio gemológico. Vale ressaltar que gemas sintéticas não são gemas artificiais.

Gemas artificiais

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As gemas sintéticas são criadas a partir de uma gema natural, diferentemente da gema artificial, que é totalmente criada pelo homem. Um ótimo exemplo é a zircônia cúbica, a qual nunca foi encontrada na natureza.
A primeira tentativa de produzir gema sintética foi em 4 mil anos antes de Cristo, no Egito, provavelmente em um momento de escassez da lápis-lazúli, a qual possuía grande importância para os egípcios. Eles tentaram aquecer o esteatito mas não obtiveram sucesso. A partir do século XIX, depois de vários processos diferentes, a produção de gemas sintéticas aumentou e deu-se início a criação dessas pequenas notáveis.
Atualmente o Brasil é produtor de gemas sintéticas como a alexandrita. A Rússia produz diamante sintético, também com alta valia. A Tailândia e Austrália se destacam pela produção de safira. Todas estas gemas com alto valor e aceitação no mercado.
Você já conhecia as diferenças entre as gemas naturais, sintéticas e artficiais? Sabe de alguma outra informação útil sobre este assunto? Divida conosco, conte no campo de comentários do nosso blog!

Fonte:Art Ouro

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O que é Aurora Boreal:

O que é Aurora Boreal:

Aurora boreal é um fenômeno visual que ocorre nas regiões polares do norte do planeta Terra, assim como em outros, como Júpiter, Saturno, Vênus e Marte. A aurora boreal pode ser vista a olho nu durante a noite ou no final da tarde, e consiste em luzes coloridas e brilhantes, geralmente avermelhadas e esverdeadas.
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A aurora boreal ocorre devido ao contato das partículas liberadas pelos ventos solares com o campo magnético terrestre. Este fenômeno é visto com a forma de arcos homogêneos junto ao horizonte, bandas irregulares que se unem para formar as auroras móveis em forma de cortina. São semelhantes a nuvens com limites pouco nítidos.
Também há formação de uma coroa boreal brilhante, formada no zênite magnético, onde parecem convergir todos os raios e luz difusa. A intensidade luminosa das auroras é muito variável, irregular e pulsante. A cor é muitas vezes esverdeada porque corresponde ao espectro de oxigênio.
Saiba mais sobre o significado de Zênite.
A altura da aurora boreal oscila entre os 100 e 120 km, embora nas regiões ainda iluminadas pelo sol possam aparecer abaixo dos 80 km ou acima de 1000 km.
A aurora boreal ocorre geralmente nos meses de setembro a outubro, e de março a abril, épocas de maior atividade das manchas solares.  Este fenômeno pode ser reproduzido artificialmente, por exemplo, através de explosões nucleares ou em laboratório.
Aurora boreal foi um nome criado pelo cientista Galileu Galilei, no ano de 1619, em referência a deusa romana do alvorecer, chamada de Aurora, e de seu filho, chamado Bóreas, conhecido por ser o deus que rege os ventos do norte.
No nosso planeta é possível ver esses fenômenos na Noruega, Suécia, Finlândia, Islândia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Escócia, Rússia, Ilhas Faroé etc.

Aurora boreal e Aurora austral

A aurora boreal é o fenômeno que ocorre exclusivamente no hemisfério norte. No hemisfério sul, a aurora é conhecida por aurora austral. Esta expressão foi designada pelo navegador inglês James Cook.
Assim, a principal diferença entre ambas as auroras é o fato da boreal ocorrer na região do polor norte, enquanto que a austral no polo sul.
A aurora austral pode ser observada principalmente na Nova Zelândia, em Ushuaia (na Argentina), e Antártida.

Fonte: Terra

A GRANADA

Grupo de minerais no qual as espécies raramente ocorrem em forma pura na natureza, mas sim misturadas umas às outras.

A cor mais comum das granadas é a vermelha, em vários tons, embora elas possam ocorrer em todas as cores, exceto azul.
As granadas ocorrem como minerais acessórios em rochas conhecidas como pegmatitos e estão amplamente distribuídas em todos os continentes, mas principalmente na África (Namíbia, Nigéria, Madagascar e Tanzânia) e Ásia (Índia, Sri Lanka e Rússia).
No Brasil, as granadas são obtidas principalmente nos Estados de Tocantins, Rio Grande do Norte, Paraíba, Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais (Galileia, São José da Safira e Resplendor).
As granadas não requerem quaisquer tratamentos para melhorar seu aspecto e não possuem equivalentes sintéticos.
Fonte: Joia br