domingo, 29 de outubro de 2017

Semanário Bovespa: indicador recua diante de cenário político tenso

Semanário Bovespa: indicador recua diante de cenário político tenso

Ibovespa recuou 0,57% nesta semana. O principal assunto que movimentou o mercado foi a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. O presidente era acusado de organização criminosa e obstrução da Justiça, junto com os ministros Eliseu PadilhaMoreira Franco. A votação aconteceu na quarta-feira (25) e 251 deputados foram favoráveis ao Temer e ao arquivamento da denúncia. Essa votação foi importante para medir a força política do governo, o que irá interferir diretamente na aprovação ou não da Reforma da Previdência ainda este ano. Já foram 18 semanas de ganhos, contra 25 variações positivas.
O indicador subiu 0,10%, encerrando com 75.957,71 pontos.
Em outubro, após 18 fechamentos, o índice valorizou 2,24%. Já foram nove pregões positivos, contra nove negativos. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 204 pregões, o Ibovespa subiu 26,11%. Já foram 101 fechamentos positivos contra 103 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da Semana

Na segunda-feira (23), o índice desvalorizou 1,28%, fechando com 75.413,13 pontos. No dia seguinte, ele subiu 1,24%, fechando com 76.350,20 pontos.
Na expectativa pela votação de Temer, no dia 25, o Ibovespa  valorizou 0,42%, fechando com 76.671,13 pontos. Após o resultado, na quinta-feira, 0 indicador fechou com 75.896,35 pontos, uma desvalorização de 1,01%.
Para fechar a semana, o índice permaneceu estável, com variação positiva de 0,10%,  encerrando com 75.957,71 pontos.

Fonte:Jornal ADVFN

8 eventos que vão agitar o mercado esta semana

8 eventos que vão agitar o mercado esta semana

Em uma semana marcada por grande pressão vinda do exterior, que acabou levando o dólar a encostar em R$ 3,30 e fez o Ibovespa encerrar no negativo. Para os próximos dias, o mercado ficará bastante atento aos Estados Unidos, que podem manter a volatilidade no mercado de câmbio conforme os investidores aguardam a escolha do futuro presidente do Federal Reserve. Rumores apontam que Trump deve escolher o sucessor de Janet Yellen até o dia 3 de novembro. Para manter o status quo, a escolha seria pelo atual governador do Fed, Jerome H. Powell, enquanto o professor de economia da Universidade de Stanford, John B. Taylor, é o homem que poderia levar a uma alta mais acentuada dos juros nos EUA.
Esse debate tem deixado o mercado bastante agitado, levando o dólar a R$ 3,29 na quinta-feira após rumores apontarem que Taylor seria o selecionado. Por outro lado, nesta sexta, a Bloomberg informou que o presidente tende a escolher Powell, o que fez a moeda desabar de volta para R$ 3,24. Diante disso, os próximos dias serão decisivos para o futuro da moeda, mantendo a volatilidade no mercado até que Trump faça o anúncio.
Ainda na maior economia do mundo, ocorre a reunião do Fed na próxima quarta-feira (1), e apesar da expectativa de manutenção da taxa de juros, as atenções se voltam ao comunicado em busca de pistas adicionais sobre uma possível elevação em dezembro. Na sexta-feira (3) ainda ocorre a divulgação do relatório de emprego, com estimativa de dado forte, com a criação de 310.000 vagas, numa possível recuperação após queda de setembro causada pelos furacões na região.
No Brasil, atenção especial para a Ata do Copom, na terça-feira (31) às 8h (horário de Brasília), que deve trazer maiores informações sobre o futuro do ciclo de corte da Selic após a decisão do Comitê na última semana deixar em aberto a chance de novas reduções em 2018. Ainda no plano doméstico, o mercado monitora as discussões sobre reforma da Previdência, em meio a um ceticismo crescente dos investidores de que o governo terá força para aprovar o texto.
Depois de todo o esforço para se manter no cargo, Temer não tem mais votos para projetos importantes, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em entrevista à Folha. Para ele, o Planalto saiu do processo fragilizado e desgastado. A reforma da Previdência, portanto, se tornou muito difícil e será preciso focar nos dois pontos mais compreensíveis: idade mínima e fim dos privilégios dos que ganham mais.
De volta ao cenário externo, as incertezas relacionadas à China têm pesado nos mercados de metais e minério de ferro nos últimos dias. A segunda maior economia do mundo abre a próxima semana com indicadores de atividade de outubro, com o PMI de manufaturas na segunda-feira (30). No Japão ainda teremos a reunião do Bank of Japan, enquanto na zona do Euro sai o PIB.
Fonte: Infomoney
Fonte: Jornal ADVFN

A fome do Google

A fome do Google


Fonte: Revista Dinheiro

Diamantes com uma história de amor

Diamantes com uma história de amor

Diamantes com uma história de amor

A casa de leilões Sotheby’s realizará, em Genebra, no dia 15 de novembro, uma grande venda de joias. Como ponto alto do evento estarão os Diamantes Donnersmarck, de cor amarela e de origem aristocrática. Com uma famosa história de amor como pano de fundo, eles podem atingir preço de US$ 14 milhões. Eles foram dados pelo Conde Guido Henckel von Donnersmarck (1830-1916) à sua então esposa conhecida como La Païva, Condessa Henckel von Donnersmarck (1819-1884). Ela atraiu um dos homens mais ricos da Europa depois de se tornar a mais famosa cortesã da França no século XIX.
Numa história que lembra o libreto de óperas como La Traviata, ela nasceu na Rússia, como Esther Lachman, chegou a Paris aos 18 anos de idade e se tornou amiga de grandes celebridades, como o compositor Richard Wagner (1813-1883). Chegou a se casar por apenas um dia com um marquês português, antes de começar o romance com o alemão Von Donnersmarck, que depois se tornou príncipe. Após o falecimento de sua esposa, ele manteve os diamantes até a sua morte em 1916. As joias só saíram das mãos da família em 2007.

Fonte: IstoÉDinheiro

Vale a pena ser motorista do Uber?

Vale a pena ser motorista do Uber?

Para os motoristas que trabalham com o aplicativo, onda de bons rendimentos se foi e ganho é pequeno hoje 

Vale a pena ser motorista do Uber?
Investir em um carro Uber requer preparação e conhecimento
Quem perde o emprego ou quer fazer uma renda extra analisa se vale ou não a pena ser um motorista Uber, o aplicativo que virou febre no mundo e motivo de polêmica com os taxistas no Brasil. Não há uma resposta única, mas alguns indícios – e contas – a fazer antes de empreender nesse negócio.
“No começo valia a pena, mas hoje existem muitos carros Uber na praça por causa do desemprego”, afirma Emerson Paulo, motorista Uber desde dezembro do ano passado. Ele e seu colega Maviael de Arruda, que também dirige um Uber, constatam na prática uma rotina muito mais dura do que observavam há um ano em São Paulo, capital. “Antigamente, a cada 10 ou 15 minutos o aplicativo te chamava para uma corrida. Agora, com o inchaço de carros, leva uma hora ou mais”, diz Maviael.
Em setembro do ano passado, o Uber assumiu o compromisso de criar 30 mil novas oportunidades de trabalho até outubro de 2016.  Quando informou essa projeção existiam cinco mil carros utilizando a plataforma no Brasil. De lá para cá este número dobrou. E a estimativa é de que existam mais de um milhão de usuários em todo o País.
Ponta do Lápis
Ante de se aventurar,  é bom saber que tipo de negócio é o Uber e quanto você pode gastar – e ganhar –  com o serviço. O primeiro passo é compreender que existem no mercado dois tipos de carros Uber: a categoria X, que cobra 25% do total da corrida, paga em cartão de crédito, ao aplicativo; e  a Black, com uma cobrança menor, de 20%.
A diferença entre o Uber X e o Black está no veículo e no conforto oferecido. Enquanto no X exigem-se veículos a partir de 2008, com carroceria quatro portas, cinco lugares e ar-condicionado, na  categoria Black os carros devem ser sedans pretos ou SUV, fabricados a partir de 2010, com bancos de couro e ar-condicionado.
No Black sugere-se também que o motorista trabalhe de terno e gravata, enquanto no UberX, calça e camisa social. Além disso, os carros Black podem oferecer aos passageiros bebidas e balas, que serão ou não cobrados à parte dependendo do motorista.
O detalhe é que o aplicativo promove uma espécie de avaliação, de zero a cinco, do usuário. Periodicamente, o Uber contabiliza essas notas e pode inclusive descredenciar motoristas que tiverem uma performance inferior a 4,6 pontos.
Custos
Ao contrário dos taxistas, o motorista do Uber arca com o custo total do carro, isto é, não tem isenção alguma na compra do veículo.  Comparativamente,  os taxistas – dependo do Estado no qual o automóvel circulará – têm abatimentos de ICMS (as alíquotas variam) e um bom desconto em concessionárias, que pode chegar a até 30% no ato da compra em São Paulo.
A contrapartida dos impostos é que a legislação é mais branda para o Uber comparada a táxi. Não existem taxas para órgãos públicos ou necessidade de licenças para atuar – o alvará de funcionamento no caso dos taxistas. Mas há outras exigências que envolvem gastos importantes para quem deseja operar um carro Uber.
Os motoristas Uber precisam ter carteira de motorista com licença para exercer atividade remunerada – EAR, e passam por checagem de antecedentes criminais em nível federal e estadual. Além disso, os carros precisam ser cadastrados com a apresentação de Certidão de Registro e Licenciamento do Veículo, Bilhete de DPVAT do ano corrente e apólice de seguro com cobertura APP (Acidentes Pessoais a Passageiros) a partir de R$ 50 mil por passageiro.
Ganho
Tudo computado, quanto ganha hoje um motorista do Uber? Para Guilherme Cury,  gerente de operações do aplicativo Parpe (locação de veículos) e especialista em Uber, os ganhos dependem muito do esforço – leiam-se horas trabalhadas – do motorista. Mas ele confirma o que vários trabalhadores já perceberam na prática: fatura-se bem menos atualmente do que há um ano, quando existiam menos carros Uber na praça.
“Hoje, trabalhando-se duro, dez horas por dia, de segunda a sábado, dá para tirar líquido algo entre R$ 2 mil a R$ 3 mil”, afirma. O esforço é muito grande para um ganho tão pequeno, afirma Cury, já que existem opções melhores de empreender do que o Uber segundo ele.
Simulação
A maior parte dos motoristas que adere ao Uber já possui um carro próprio. Mas para quem quiser empreender, e comprar um automóvel, é bom fazer uma conta simples antes de arriscar. Tomando-se como exemplo um carro para Uber X e outro para o Black, o cálculo a ser feito é em quanto tempo você pagará o investimento feito no veículo, o que os economistas chamam de “payback”.
Um carro da Fiat Grand Siena novo, que serviria para o Uber X, sai por R$ 49.460,00. Isto sem contar documentação e emplacamento. Com uma renda estimada de R$ 3.000,00 líquida e uma prestação mensal em torno de R$ 1.000,00 o carro seria pago em pouco mais de quatro anos. E sobrariam R$ 2.000,00 por mês ao motorista de renda com uma jornada de dez horas diárias.
Na compra de um Corolla preto (R$ 68.740,00), também sem emplacamento e documentação para operar o Uber Black, no mesmo caso descrito acima o carro seria pago em cinco anos e sete meses.
Fonte: Exame