domingo, 29 de outubro de 2017

Rio Amazonas, O Maior Rio do Planeta

Rio Amazonas, O Maior Rio do Planeta
Rio Amazonas, O Maior Rio do PlanetaO Rio Amazonas, localizado na América do Sul, é o  mais extenso do mundo e com maior fluxo de água por vazão, com uma média superior que a dos próximos sete maiores rios combinados (não incluindo Madeira e Rio Negro, que são afluentes do Amazonas). A Amazônia, que tem a maior bacia de drenagem do mundo, com cerca de 7.150.000 quilômetros quadrados, responsável por cerca de um quinto do fluxo pluvial total do mundo. Até 2010 achava-se que o rio Nilo, com 6.650 km, fosse o mais extenso do mundo, mas com técnicas modernas de medição constatou-se que o Amazonas, com 7.051 km, é de fato o mais extenso e com o maior fluxo de água do planeta.

Rio em que os fatos são tão assombrosos quanto as lendas, o Amazonas fertiliza uma região de quase seis milhões de quilômetros quadrados, equivalente a mais de metade da Europa: se a Amazônia é "o pulmão do mundo", sua artéria principal é o rio Amazonas.

Há ainda controvérsias sobre sua nascente, o que dá grandes variações à extensão total. A hipótese atualmente mais aceita apresenta como primeiros lances de sua formação os cursos d'água andinos (e peruanos) Apurimac-Ucayali. Com base nisso, a Carta Aeronáutica Mundial deu ao Amazonas, daí à foz, o comprimento de 6.571km, pouco menor que o do Nilo, consagrado em torno de 6.670km. Uma outra versão localiza o nascedouro em um ponto mais a sudeste e acha 7.025km de percurso. Seja como for, é difícil afirmar com segurança o comprimento do Amazonas.

Pouco característico em seus começos, o rio principia a assumir sua identidade perto de Iquitos, no Peru, onde se encontram o Ucayali e o Marañón, os dois grandes braços alternativos. É quando toma sua definitiva direção oeste-leste, correndo quase sempre a menos de 5o de latitude sul. Seu declive é mínimo, avançando serenamente pela mais ampla várzea do planeta. De Benjamin Constant, na fronteira entre o estado do Amazonas e o Peru, até a ilha de Marajó, o Amazonas só desce 65m em três mil quilômetros (em cada quilômetro, é de 20mm o gradiente médio).

O curso médio do Amazonas depende de se tomar o Marañón ou o Ucayali como principal formador. No primeiro caso, inicia em Pongo de Manseriche, no segundo, em Contamana, ambas pequenas cidades do Peru. Daí vai até Óbidos, a mil quilômetros da foz, onde já se notam efeitos das marés. Além do Peru, marcado quase de ponta a ponta pelas duas tortuosas vertentes da primeira parte do rio, o norte do Brasil (estados de Amazonas e Pará) constitui o imenso território onde o rio se expande, formando a maior bacia hidrográfica da Terra (5.846.100km2), que alcança ainda trechos da Colômbia, Bolívia, Equador, Venezuela e Guianas. Além dos nomes que recebe no Peru, dentro do próprio Brasil, o Amazonas é conhecido por outro nome, o de Solimões, mais ou menos entre Benjamin Constant e Manaus.

Mapa do Rio Amazonas
Sua descarga, vazão ou volume de água, é também, de longe, a maior que se conhece. Em 1963, o United States Geological Survey, associado à Universidade do Brasil e à Marinha de Guerra, mediu a vazão em Óbidos: 216.342m3 por segundo, doze vezes a do Mississippi, mais de vinte vezes a do Nilo. Vale notar que, depois de Óbidos, o Amazonas recebe as águas do Tapajós e do Xingu, na margem direita, do Maicuru, Paru e Jari, na margem esquerda.

São aspectos igualmente curiosos os registros de velocidade, largura e navegabilidade. A velocidade média, no médio e baixo cursos, é de 2,5km por hora, mas em Óbidos, onde o rio tem sua passagem mais estreita em território brasileiro (2.600m), a velocidade chega a oito quilômetros por hora. A largura é outra das medidas de cálculo difícil, por causa das muitas ilhas que se formam no leito, dando origem a uma subdivisão das águas em vários braços ou "paranás". Sem ilhas de permeio, um dos trechos reconhecidamente mais largos fica uns vinte quilômetros antes da foz do Xingu e mede 13km. Mas, nas épocas de cheia, muitas passagens vão além de cinqüenta quilômetros de largura. Tudo ali é variável e dinâmico demais. Em altura, entre o nível máximo das enchentes (junho) e mais baixo da vazante (outubro-novembro), a oscilação é de 10,5m.

O Amazonas é um rio generosamente navegável. Nos 3.700km que vão da embocadura à cidade de Iquitos, sua profundidade (às vezes mais de cinquenta metros) lhe permite receber navios de alto-mar. Muitos de seus afluentes são também navegáveis, de modo que o transporte hidroviário é um dos mais fáceis da região e permanece subexplorado em todos os planos: da quantidade, da qualidade, dos recursos tecnológicos empregados com esse objetivo. Bem programado, é o meio ideal no que diz respeito à proteção da natureza.

Entre os afluentes do Amazonas há também muitos rios colossais. O Madeira é um dos vinte maiores do mundo; o Purus, o Tocantins e o Juruá estão entre os trinta principais. Em toda a rede desses afluentes, no Brasil, sobressaem, pela margem direita, o  Javari, Juruá, Purus, Madeira, Tapajós e Xingu; pela margem esquerda, Içá, Japurá, Negro, Trombetas, Paru e Jari.
Rio Amazonas, O Maior Rio do Planeta

O estuário do rio Amazonas tem duas partes, pelo menos: o canal do Norte, mais largo, e o do Sul, conhecido ainda pelos nomes de rio Pará e baía de Marajó. De um a outro lado dos dois canais a distância é de cerca de 150km. Se se considera o estuário até a costa leste da ilha de Marajó, a medida é o dobro, girando em torno de 300km. Na verdade há mais corredores para a saída do rio. São os chamados furos de Breves, uma série de canais naturais a sudoeste da ilha de Marajó, por onde as águas se distribuem, se filtram, como se fossem muitos e cuidadosos os preparativos para entrar no oceano. Adiante surgem as ilhas: além da Marajó, a Grande de Gurupá, a Caviana, a Mexiana, a Janaucu, a Queimada etc.

O Amazonas apresenta ainda vários fenômenos muito curiosos. No baixo curso, o mais famoso é o da chamada pororoca, encontro violento das águas do rio com as do mar, com estrondo que se ouve a quilômetros de distância. As ondas sobem abruptamente e depois descem em sucessão sobre as praias, tornando perigosa a navegação. Acontece principalmente em outubro, quando as condições do rio e do mar, águas baixas e maré alta, são propícias.

Algo semelhante ocorre nas proximidades de Manaus, quando os rios Negro e Amazonas se encontram: embora não se dê a explosiva luta da pororoca, os dois custam muito a se misturar e, como suas cores são bastante diferentes, vê-se a dificuldade com que o Negro deságua, infiltrando-se aos poucos no Amazonas. As marés de água doce também são intrigantes. Ocorrem em diversos rios que acabam no mesmo estuário amazônico, e duas vezes por dia, dada a variação do nível do mar.

Perfeitamente conhecido, e às vezes apavorante, é o fenômeno das terras caídas, conseqüência evidente da formidável força e predomínio das águas em toda a Amazônia: as margens são solapadas e  subitamente sai da terra uma nova ilha levada pelo rio, muitas vezes com seus animais ou moradores, uma parte do gado ou instalações e casas. Mais recente é a pesquisa sobre as cores dos rios da Amazônia: há rios "brancos" ou amarelos, alaranjados, de forte castanho-escuro, verdes, negros, transparentes. A explicação está nos compostos químicos (orgânicos e inorgânicos) que prevalecem nos lugares por onde passam. O Amazonas, de um modo geral, é dos "brancos", barrento claro, ao menos em sua viagem pela planície.

Suas águas tingem as do oceano até cerca de 200km da costa, reduzindo a salinidade. Por isso o espanhol Vicente Pinzón, que em 1500 teria chegado à foz, denominou-o Mar Dulce. Em 1542 Francisco Orellana desceu o rio a partir do Peru. Quer por causa de um ataque de índios de cabelos longos, quer por acrescentar a seu relato de viagem a fantasia das mulheres guerreiras, referiu-se ao rio como das Amazonas, permanecendo esse nome para sempre.

www.klimanaturali.org

Os Dez Mandamentos

Os Dez Mandamentos
Os Dez MandamentosOs Dez Mandamentos são o documento revelado por Deus a Moisés no monte Sinai, conforme a tradição judaico-cristã. Pela aliança que se estabeleceu então entre Deus e os judeus, estes se comprometeram a observar os mandamentos e, como recompensa, seriam conduzidos à terra prometida. Os dez mandamentos -- cujo texto se encontra, com variações mínimas, nos livros bíblicos do Êxodo e Deuteronômio -- estavam inscritos em duas tábuas: deveres para com Deus e deveres para com o próximo, que guardam, no entanto, um equilíbrio entre o religioso e o social na conduta humana. Deus assume como ofensa a ele dirigida a injustiça cometida contra o próximo.

Exemplo de equilíbrio e concisão, o decálogo que constitui a essência do pacto entre Iavé e o povo de Israel representa a perfeita síntese não só das religiões judaica e cristã, mas também da moral natural que rege as atividades humanas.

Moisés, ao formular os dez mandamentos, foi sem dúvida influenciado por uma sabedoria humana já existente nas religiões do Oriente Médio antigo, principalmente no Egito de seu tempo. O Livro dos mortos, por exemplo, que orientava os egípcios em sua viagem para o além, interrogava o defunto sobre deveres semelhantes aos que aparecem no decálogo. Ao conduzir Israel à liberdade, Moisés teve uma experiência religiosa singular, em consonância com a fé dos patriarcas. Como Abraão, sentiu a exigência religiosa e moral como um convite íntimo de Deus para a felicidade pessoal e coletiva, pelos caminhos da vontade divina. Para os profetas, esse convite dirigido a um povo é virtualmente universal (Is 2:1-5) e será sentido em cada coração humano (Jr 31:31-34).

O livro do Êxodo indica, em várias ocasiões, o número dez para os mandamentos do Sinai. Judeus, católicos, ortodoxos e protestantes conservam esse número e aceitam o conteúdo do texto bíblico, mas resumem-no e enumeram-no de forma diferente. Para os judeus, o prólogo "Eu sou Iavé, teu Deus..." constitui o primeiro mandamento; o segundo encerra a proibição de adorar outros deuses e de idolatria. Católicos e luteranos aceitam os dois anteriores como um só e dividem como nono e décimo a cobiça da mulher e dos bens alheios. Os ortodoxos e protestantes de tradição calvinista aproximam-se da versão judaica: o prólogo e a proibição de adorar a outros deuses é um mandamento e a condenação da idolatria outro.

Embora censurasse o legalismo autossuficiente dos fariseus, Jesus assumiu a lei antiga: "Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los mas dar-lhes pleno cumprimento." (Mt 5:17). A plenitude da Lei e dos Profetas é o amor de Deus e do próximo (Mt 22:35-40), que é o dom de Deus por excelência (Rm 5:5). Nas igrejas cristãs, o decálogo, núcleo da lei antiga, tem sido usado como instrumento pedagógico na formação da consciência religiosa e moral. Santo Agostinho introduziu o decálogo nos ensinamentos para o batismo. No século XIV, o decálogo foi compilado nos manuais para a confissão. Protestantes e católicos incluem-no nos catecismos para a juventude; e os anglicanos, no serviço da comunhão.

Fonte: http://www-religioes.blogspot.com.br

Boro, Propriedades Físicas e Químicas do Boro

Boro, Propriedades Físicas e Químicas do Boro
#Boro, Propriedades Físicas e Químicas do Boro

Boro é um elemento químico semimetálico, de número atômico 5, símbolo B. Pertence ao grupo IIIa do sistema periódico, junto com o alumínio, o gálio, o índio e o tálio. Todavia, por suas características especiais de ligação, seu comportamento assemelha-se mais ao do silício. Não encontrado em estado puro na natureza, aparece sob a forma de ácido bórico e de boratos, como o bórax, o tincal e a kernita, e integra numerosos compostos minerais. Em 1702, W. Homberg obteve o ácido bórico a partir do bórax e denominou-o sal sedativum. Em 1808 Joseph-Louis Gay-Lussac e Louis-Jacques Thenard, na França, e Humphry Davy, no Reino Unido, isolaram o boro em forma de pó amorfo e de cor marrom.

Suas propriedades - grande estabilidade, resistência que o torna imune até ao ácido clorídrico concentrado em ebulição e índice de dureza próximo ao do diamante -  permitem que o boro tenha múltiplas aplicações, como antioxidante, anticorrosivo e componente de materiais de revestimento em geral.


Propriedades físicas e químicas do BoroO boro amorfo tem densidade igual a 2,34. O cristalino, mais puro, é muito duro, tem brilho quase metálico e densidade igual a 3,3. Funde a 2.300o C e volatiliza-se um pouco. Em estado puro o boro não tem muito emprego útil, mas na forma de ácido bórico e bórax encontra grande aplicação na indústria. Em eletrônica, é usado como semicondutor, já que sua condutividade elétrica aumenta com a elevação da temperatura.

O boro se combina tanto com elementos metálicos quanto com não metálicos para formar compostos covalentes, já que em nenhum caso dá origem a estados catiônicos (com íons de carga positiva) ou aniônicos (com íons de carga negativa), o que impede que sejam geradas ligações iônicas.

Ácido bórico Conhecem-se vários ácidos bóricos, todos derivados do anidrido bórico, porém o mais importante é o H3BO3, ácido orto-bórico, que era obtido por condensação dos vapores vulcânicos que saem, com temperatura entre 90o e 120o C, das fumarolas existentes no denominado Maremma di Toscana, arrastando quantidades de ácido bórico. Posteriormente esse ácido passou a ser obtido a partir dos boratos de cálcio, existentes nos Estados Unidos (na Califórnia) e na América do Sul.

O ácido bórico é muito fraco e antigamente era empregado na medicina como antisséptico e na conservação de alimentos e cosméticos. Essa prática, todavia, é hoje proibida ou contraindicada por causa das propriedades tóxicas do ácido. É utilizado também na fabricação de vidros e, particularmente, nos esmaltes para cobertura de chapas metálicas e para obtenção de resistência ao calor.

BóraxO tetraborato de sódio (Na2B4O7) existe na natureza sob a forma de tincal (mineral monoclínico, borato de sódio hidratado), que contém em média 55% de bórax (tetraborato de sódio decaidratado, Na2B4O7.10H2O). Habitualmente, obtém-se o bórax sob a forma de cristais incolores, ligeiramente solúvel em água fria e mais solúvel em água quente, sendo suas soluções alcalinas.

O bórax fundido dissolve alguns óxidos metálicos, formando compostos de coloração definida; é usado em química analítica nos ensaios da pérola de bórax.  Usam-se grandes quantidades de bórax na fabricação de esmaltes, vidrados, vidros ópticos; na fabricação de sabão e de óleos secantes; para enrijecer pavios de vela; como agente de branqueamento e engomagem em lavanderia; para acetinar papel, baralhos etc.; na fabricação de vernizes, com a caseína; em soldagem, como fundente; e como antisséptico.

Os boratos têm grande importância como aditivo em misturas combustíveis de alta potência. No Brasil não são conhecidas jazidas de boratos, mas ocorrem borossilicatos, na formação das turmalinas; porém não são considerados minérios. Fabrica-se um nitreto de boro conhecido como borazon, de alta dureza e que é aplicado na fabricação de abrasivos e peças de grande importância na tecnologia nuclear, como absorvente de nêutrons.

www.klimanaturali.org

Semanário Bovespa: indicador recua diante de cenário político tenso

Semanário Bovespa: indicador recua diante de cenário político tenso

Ibovespa recuou 0,57% nesta semana. O principal assunto que movimentou o mercado foi a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. O presidente era acusado de organização criminosa e obstrução da Justiça, junto com os ministros Eliseu PadilhaMoreira Franco. A votação aconteceu na quarta-feira (25) e 251 deputados foram favoráveis ao Temer e ao arquivamento da denúncia. Essa votação foi importante para medir a força política do governo, o que irá interferir diretamente na aprovação ou não da Reforma da Previdência ainda este ano. Já foram 18 semanas de ganhos, contra 25 variações positivas.
O indicador subiu 0,10%, encerrando com 75.957,71 pontos.
Em outubro, após 18 fechamentos, o índice valorizou 2,24%. Já foram nove pregões positivos, contra nove negativos. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 204 pregões, o Ibovespa subiu 26,11%. Já foram 101 fechamentos positivos contra 103 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da Semana

Na segunda-feira (23), o índice desvalorizou 1,28%, fechando com 75.413,13 pontos. No dia seguinte, ele subiu 1,24%, fechando com 76.350,20 pontos.
Na expectativa pela votação de Temer, no dia 25, o Ibovespa  valorizou 0,42%, fechando com 76.671,13 pontos. Após o resultado, na quinta-feira, 0 indicador fechou com 75.896,35 pontos, uma desvalorização de 1,01%.
Para fechar a semana, o índice permaneceu estável, com variação positiva de 0,10%,  encerrando com 75.957,71 pontos.

Fonte:Jornal ADVFN

8 eventos que vão agitar o mercado esta semana

8 eventos que vão agitar o mercado esta semana

Em uma semana marcada por grande pressão vinda do exterior, que acabou levando o dólar a encostar em R$ 3,30 e fez o Ibovespa encerrar no negativo. Para os próximos dias, o mercado ficará bastante atento aos Estados Unidos, que podem manter a volatilidade no mercado de câmbio conforme os investidores aguardam a escolha do futuro presidente do Federal Reserve. Rumores apontam que Trump deve escolher o sucessor de Janet Yellen até o dia 3 de novembro. Para manter o status quo, a escolha seria pelo atual governador do Fed, Jerome H. Powell, enquanto o professor de economia da Universidade de Stanford, John B. Taylor, é o homem que poderia levar a uma alta mais acentuada dos juros nos EUA.
Esse debate tem deixado o mercado bastante agitado, levando o dólar a R$ 3,29 na quinta-feira após rumores apontarem que Taylor seria o selecionado. Por outro lado, nesta sexta, a Bloomberg informou que o presidente tende a escolher Powell, o que fez a moeda desabar de volta para R$ 3,24. Diante disso, os próximos dias serão decisivos para o futuro da moeda, mantendo a volatilidade no mercado até que Trump faça o anúncio.
Ainda na maior economia do mundo, ocorre a reunião do Fed na próxima quarta-feira (1), e apesar da expectativa de manutenção da taxa de juros, as atenções se voltam ao comunicado em busca de pistas adicionais sobre uma possível elevação em dezembro. Na sexta-feira (3) ainda ocorre a divulgação do relatório de emprego, com estimativa de dado forte, com a criação de 310.000 vagas, numa possível recuperação após queda de setembro causada pelos furacões na região.
No Brasil, atenção especial para a Ata do Copom, na terça-feira (31) às 8h (horário de Brasília), que deve trazer maiores informações sobre o futuro do ciclo de corte da Selic após a decisão do Comitê na última semana deixar em aberto a chance de novas reduções em 2018. Ainda no plano doméstico, o mercado monitora as discussões sobre reforma da Previdência, em meio a um ceticismo crescente dos investidores de que o governo terá força para aprovar o texto.
Depois de todo o esforço para se manter no cargo, Temer não tem mais votos para projetos importantes, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em entrevista à Folha. Para ele, o Planalto saiu do processo fragilizado e desgastado. A reforma da Previdência, portanto, se tornou muito difícil e será preciso focar nos dois pontos mais compreensíveis: idade mínima e fim dos privilégios dos que ganham mais.
De volta ao cenário externo, as incertezas relacionadas à China têm pesado nos mercados de metais e minério de ferro nos últimos dias. A segunda maior economia do mundo abre a próxima semana com indicadores de atividade de outubro, com o PMI de manufaturas na segunda-feira (30). No Japão ainda teremos a reunião do Bank of Japan, enquanto na zona do Euro sai o PIB.
Fonte: Infomoney
Fonte: Jornal ADVFN