quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Trump dirá na Ásia que mundo está "correndo contra o tempo" em relação à Coreia do Norte, afirma Casa Branca

Trump dirá na Ásia que mundo está "correndo contra o tempo" em relação à Coreia do Norte, afirma Casa Branca

Washington (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá dizer a líderes em uma viagem por cinco países asiáticos que o mundo está “correndo contra o tempo” para acabar com a crise nuclear da Coreia do Norte e que os EUA estão preparados para se defender caso necessário, disse um assessor sênior de Trump nesta quinta-feira.
Trump viaja na sexta-feira ao Havaí, na primeira parada em rota para a Ásia, onde irá visitar o Japão, a Coreia do Sul, a China, o Vietnã e as Filipinas. A viagem será a mais longa pela Ásia de um presidente norte-americano em mais de 25 anos.
“O presidente reconhece que estamos correndo contra o tempo (para lidar com a Coreia do Norte) e irá pedir para todas as nações fazerem mais”, disse o assessor de segurança nacional da Casa Branca, H.R. McMaster, em entrevista coletiva.
Ele disse que Trump irá pedir para países com mais influência sobre Pyongyang  “convencerem seu líder de que a busca por armas nucleares é um beco sem saída” e que a Coreia do Norte precisa se desnuclearizar.
“E ele irá lembrar a amigos e rivais que os Estados Unidos continuam prontos para se defender e defender nosso aliados usando o alcance total de nossas capacidades”, disse McMaster.
Talvez a parada mais crítica de Trump seja na China, onde irá pedir para o presidente chinês, Xi Jinping, fazer mais para conter a Coreia do Norte. Autoridades seniores dos EUA dizem que a China considera a Coreia do Norte um bem estratégico e está relutante em cortar recursos para Pyongyang por temores de gerar uma onda de refugiados.
McMaster disse que Trump, que aprovou diversas sanções contra a Coreia do Norte enquanto pressionava para a China fazer mais, está no começo de sua busca para que Pyongyang desista de armas nucleares. Trump alertou que irá “destruir totalmente” a Coreia do Norte caso o país ameace os EUA.
“Eu penso que nós temos que ser um pouco pacientes aqui por pelo menos alguns meses para ver o que nós e outros podemos fazer, incluindo a China”, disse McMaster. “Eu não acho que nós precisamos reavaliar nossa estratégia agora. Eu acho que nós temos que dar alguns meses e então ver quais ajustes nós podemos fazer”.
      É esperado que Trump pressione Xi a reduzir exportações de petróleo da China para a Coreia do Norte e importações de carvão de Pyogyang e limitar transações financeiras.

Fonte:  Reuters

Meirelles admite à Veja que seu nome é cotado para Presidência da República

Meirelles admite à Veja que seu nome é cotado para Presidência da República

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu, em entrevista à revista Veja que seu nome é cotado para ser candidato à Presidência da República em 2018, mas afirmou que só tomará uma decisão no ano que vem.
Questionado se “tinha consciência de que é um presidenciável”, Meirelles respondeu que sim.
“Sim, sou presidenciável. As pessoas falam comigo, me procuram, mas ninguém me cobra uma definição. No mundo político, por exemplo, dizem o seguinte: o senhor tem o meu apoio, estou torcendo para isso”, disse o ministro, completando, no entanto, que é “pé no chão” e não fará nada “baseado no entusiasmo”.
“Tenho consciência de que o importante agora é fazer meu trabalho aqui no Ministério da Fazenda. Fazer um trabalho sério e entregar resultados. O futuro é outra coisa. Vamos aguardar”, disse.
O nome de Meirelles tem surgido consistentemente como presidenciável, inclusive dentro do Palácio do Planalto. Fontes já admitiram à Reuters que, se a economia confirmar o crescimento e o ministro da Fazenda se transformar em uma opção concreta, pode ter o apoio do PMDB em 2018.
Em todas as conversas, no entanto, Meirelles adia a decisão. Na entrevista à revista Veja, o ministro lembra que passou por situação semelhante em 2010, quando foi convidado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ser vice de Dilma Rousseff. E que só tomou uma decisão na última semana. 0
“O fato de ter tomado a decisão no dia 31 de março é porque esperei o momento certo. Parei, pensei e decidi tranquilamente. Agora, terei que tomar uma decisão desse tipo novamente”, explicou.
Se for candidato, Meirelles precisa deixar o cargo, de acordo com a lei eleitoral, até seis meses antes das eleições, na primeira semana de abril de 2018.
O ministro admite ainda acreditar que o cenário é favorável para um candidato com o seu perfil, “reformista” e que a situação econômica seria um ativo. Frente à insistência do entrevistador sobre uma definição, disse que é uma questão de “oportunidade e destino”.
“Eu tenho que analisar tudo isso: a situação econômica, que é o ativo, as condições políticas do momento e a minha própria disposição”, afirmou, lembrando que uma candidatura tem grandes custos. “Vou ter que deixar o ministério e deixar o trabalho ainda por um período de decolagem da economia e entrar em um processo que é outra história. Agora, acho que essas situações vão se definir naturalmente não só na economia como na política. Não é só meramente uma decisão do tipo ‘eu vou porque eu quero’”.
Meirelles disse ainda acreditar que a política social será o centro das eleições em 2018. Ao ser perguntado sobre o embate que teve como senadores do PT em uma audiência no Senado, afirmou ter se “sentido como candidato”.
“A campanha será pautada na política social. Estou preparado para enfrentar esse discurso populista do PT. Diria até que estou acostumado, pois já tive embates com o PT que eram exatamente iguais quando era presidente do Banco Central no governo Lula”, afirmou.

Fonte:  Reuters

Papa faz discurso emocionante contra a guerra em cemitério militar norte-americano

Papa faz discurso emocionante contra a guerra em cemitério militar norte-americano

ROMA (Reuters) - O papa Francisco fez um de seus discurso contrários à guerra mais emocionantes nesta quinta-feira, afirmando durante visita a um cemitério militar dos Estados Unidos que o mundo parece caminhar para a guerra talvez de uma forma ainda mais forte do que antes.
O papa rezou uma missa para milhares de pessoas no Sicily-Rome American Cemetery na cidade de Nettuno, ao sul da capital italiana, no dia de Finados.
O cemitério é o local de descanso final de 7.860 soldados norte-americanos que morreram na libertação do sul da Itália e Roma em 1943 e 1944.
Ele caminhou lentamente e sozinho em meio às fileiras de lápides no formato de cruzes e Estrelas de David, colocando gentilmente uma rosa branca em cerca de uma dúzia delas e parando para rezar silenciosamente antes de rezar a missa.
“Por favor Senhor, pare. Sem mais guerras. Sem mais desses massacres inúteis”, disse ele em uma homilia improvisada.
O papa Francisco afirmou que lembrar os muitos jovens que morreram na Segunda Guerra Mundial é ainda mais importante “hoje que o mundo está mais uma vez em guerra e se preparando para ir ainda mais vigorosamente em guerra”.
Ele não deu detalhes, mas aparentemente estaria se referindo à possibilidade de guerra nuclear.

Fonte:  Reuters

Trump indica Jerome Powell para comandar Federal Reserve

Trump indica Jerome Powell para comandar Federal Reserve

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escolheu nesta quinta-feira o diretor do Federal Reserve Jerome Powell para se tornar o chefe do banco central norte-americano, promovendo um centrista para substituir Janet Yellen quando o mandato dela terminar em fevereiro.
Powell, diretor do Fed desde 2012, surgiu como a escolha de Trump em meio a uma série de possíveis indicados que incluíam Yellen e outros que representariam uma forte mudança na política monetária.
Fonte: Reuters

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