quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Receita de vilarejos italianos para não desaparecer inclui casa por 1 euro e cheque de boas-vindas

Receita de vilarejos italianos para não desaparecer inclui casa por 1 euro e cheque de boas-v




Prefeito do povoado de San Giovanni d'Asso, na Toscana, lançou programa oferendo bônus de 300 euros mensais© Foto: Fornecido por BBC Prefeito do povoado de San Giovanni d'Asso, na Toscana, lançou programa oferendo bônus de 300 euros mensais Venda de imóveis por um euro, cheque de 2 mil euros de boas-vindas, vales mensais de 200 euros - por dois anos - válidos no comércio local, moradia gratuita a famílias com crianças em idade escolar, concessão de terrenos agrícolas já cultivados e facilidade na obtenção de vistos para estrangeiros. Estas são apenas algumas das iniciativas lançadas nos últimos anos por prefeitos italianos na tentativa de atrair novos moradores a seus vilarejos.
Na Itália, país com cerca de 5.600 municípios com menos de 5 mil habitantes, o envelhecimento da população e o despovoamento das pequenas cidades colocam em risco seu patrimônio cultural e a própria existência econômica.
Embora concentrem menos de 20% da população total do país, os pequenos municípios são responsáveis por 93% da produção agrícola de qualidade e por quase 80% da produção de vinhos renomados.
A lha de Ventotene, na região central, é uma das que tentam atrair novos moradores: Para prefeito, imigração regular seria solução para esvaziamento© Foto: Fornecido por BBC A lha de Ventotene, na região central, é uma das que tentam atrair novos moradores: Para prefeito, imigração regular seria solução para esvaziamento "As aldeias medievais são a essência da Itália. É preciso reconstruir a nossa ideia de país, dando maior valor aos pequenos povoados e fazendo com que eles se tornem acessíveis e prazerosos para se viver, um lugar onde as pessoas queiram morar", afirma à BBC Brasil, Romina Mura, prefeita de Sadali, município com menos de mil habitantes, localizado na zona central da ilha de Sardenha.
Como em várias outras pequenas cidades, Romina decidiu oferecer incentivos econômicos para aumentar a população. Em 2013, a prefeita criou um programa dando às famílias que se transferissem para lá um vale mensal de 200 euros, durante dois anos, válido para compras no comércio local.
"Em 2010, tínhamos 928 habitantes, hoje, somos quase 980 residentes. Pode parecer pouco, mas é um crescimento maior do que o das cidades vizinhas".
Apesar dos resultados considerados positivos, o programa da prefeita foi interrompido dois anos depois de ter começado, por falta de recursos.
"Se eu pudesse contar com novos financiamentos, com certeza daria continuidade ao projeto", afirma a prefeita.

Casas a 1 euro

No município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, uma das estratégias para atrair novas famílias é a venda de casas abandonadas e mais baratas© Foto: Fornecido por BBC No município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, uma das estratégias para atrair novas famílias é a venda de casas abandonadas e mais baratas Entre as diversas medidas criadas por prefeitos para atrair novos residentes, inclui-se a venda de imóveis pelo preço de um euro. Em abril de 2016, o município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, iniciou a venda de casas abandonadas para atrair novas famílias.
O prefeito Efísio Arbau diz que as famílias podem optar. "Há quem prefira casas menores, mas com jardim, e outros que escolhem imóveis mais amplos, mesmo que necessitem de maiores reformas."
O único requisito para adquirir um dos 15 imóveis ainda disponíveis, explica Arbau, é garantir, por meio de um seguro, que a residência seja reformada e habitada em no máximo em 3 anos.
Vito Casula, o primeiro comprador, vê a iniciativa como uma excelente oportunidade.
"Contei a amigos que comprei uma casa por um euro, e muitos deles se interessaram. Inclusive alguns que emigraram para o exterior há anos, disseram que pretendem voltar a morar na Sardenha. Ollolai é um lugar ideal para se viver durante a aposentadoria", disse ao jornal local.

Residência eletiva

O prefeito afirma não fazer distinção entre a nacionalidade dos que pretendem comprar um imóvel na cidade. Todavia, para poder viver na Itália, os cidadãos de países que não pertecem à Comunidade Europeia devem solicitar, junto à embaixada italiana no próprio país, uma autorização de residência.
A concessão do visto, porém, é um processo rigoroso e depende de fatores como ter um trabalho garantido, ter familiares residentes na Itália, ou estar matriculado em algum curso de estudo reconhecido, entre outros.
Para quem dispõe de um patrimônio econômico significativo ou receba aposentadoria, a lei italiana prevê a possibilidade de obter uma autorização para residência eletiva.
"Os interessados devem comprovar ter uma renda econômica estável, regular e contínua, de no mínimo 31 mil euros por ano. Se houver um cônjuge, o valor mínimo da renda anual é aumentado em 20% e, para cada filho, outros 5%", afirma à BBC Brasil a advogada especializada em imigração, Donatella Sicomo.
"Outro requisito é comprovar ser proprietário de um imóvel ou, como locatário, ter um contrato de aluguel de uma habitação na Itália. Os documentos devem ser apresentados à Embaixada da Itália competente na região onde o estrangeiro vive", ressalta.

Problema em grandes cidades, imigração é vista como solução nas pequenas

Ventotene: Ilha com um quilômetro quadrado de território busca pessoas refugiadas e outros candidatos à residência para aumentar população© Foto: Fornecido por BBC Ventotene: Ilha com um quilômetro quadrado de território busca pessoas refugiadas e outros candidatos à residência para aumentar população Para o prefeito da pequena ilha de Ventotene, em Lázio, região central, a imigração regular seria a solução para o esvaziamento dos pequenos vilarejos italianos.
Para evitar o fechamento da única escola, com 10 alunos, Gerardo Santomauro fez um apelo em setembro deste ano convidando famílias de refugiados com filhos pequenos a irem morar na ilha.
"Enquanto o fenômeno da imigração representa um problema para as grandes cidades por falta de estruturas para acolhimento, nos pequenos vilarejos - que sofrem com o envelhecimento da população e o despovoamento - ela pode significar uma oportunidade de crescimento", disse à BBC Brasil.
De acordo com o prefeito, acolher famílias de refugiados com filhos em idade escolar, ou em orfanatos, no caso de crianças órfãs ou que chegaram à Itália sem os pais, traria vantagens imediatas aos habitantes.
"Com apenas um quilômetro quadrado de território, Ventotene é um ambiente ideal para as crianças crescerem".
"Além de garantir o funcionamento da escola, receberíamos novos serviços médicos". Estamos propondo um modelo de acolhimento e integração de imigrantes que pode inspirar outros municípios, inclusive fora do país", afirma.

"Milagre econômico italiano" ajudou a esvaziar vilarejos

Um pacote de medidas aprovado em setembro na Itália quer promover desenvolvimento e estimular moradia em municípios menores© Foto: Fornecido por BBC Um pacote de medidas aprovado em setembro na Itália quer promover desenvolvimento e estimular moradia em municípios menores O êxodo para as médias e grandes cidades italianas teve início na década de 1960, durante o chamado "milagre econômico italiano", quando muitos deixaram o campo em busca de melhores condições de vida. De lá pra cá, o baixo índice de natalidade e o envelhecimento da população têm contribuído para o esvaziamento das pequenas aldeias medievais.
Com cerca de 60 milhões de habitantes, a Itália registrou em 2016 a menor taxa de natalidade da União Europeia. Mesmo com a constante chegada de imigrantes, o número de nascimentos no país não tem superado o número de mortes.
Para promover o equilíbrio demográfico, o governo italiano aprovou, no final de setembro, um pacote de medidas com o objetivo de promover, de modo sustentável, o desenvolvimento econômico e social dos municípios com até 5 mil habitantes, estimulando a moradia nas pequenas cidades.
"O primeiro passo é mudar a ideia de que os vilarejos medievais são uma espécie de ruínas do passado", afirma à BBC Brasil o deputado Ermete Realacci, autor do projeto de lei.
"Investir nas pequenas aldeias não é cultuar o passado, mas apostar no futuro. Nossa capacidade de produzir arte, cultura e produtos de alta qualidade é difusa em nossos milhares de povoados. Este é nosso ponto forte, o que nos diferencia de outras nações".
A lei traz um conjunto de medidas que racionalizam os serviços básicos já existentes como escolas, postos de saúde, correio e transporte, através de acordos com federações e associações de classe.
Entre as prioridades está a instalação de banda larga de internet em vilarejos não cobertos por operadoras telefônicas, simplificar o procedimento administrativo para reformas em edifícios públicos e priorizar startups e projetos digitais de pequenos municípios.
"Para sermos competitivos hoje em dia não precisamos tanto de chaminés, mas de conexão veloz à internet, de produção agrícola de qualidade e de turismo diversificado", diz o autor da lei que tramitou por 16 anos antes de ser aprovada.

Financiamento

O governo italiano criou ainda um fundo de 100 milhões de euros, que deverão ser investidos até 2023, para financiar o desenvolvimento estrutural, econômico e social dos municípios que se encontram em dificuldade real, como as cidades recentemente atingidas por terremotos.
"Não é uma lei que diz às pessoas para estarem tranquilas que o Estado irá ajudar-lhes. Todo devemos investir nas melhores características do nosso país".

Fonte: BBC

Número de bilionários da Ásia ultrapassa o dos Estados Unidos pela primeira vez

Número de bilionários da Ásia ultrapassa o dos Estados Unidos pela primeira vez

© Foto: Getty Images A expansão da economia asiática, especialmente a chinesa, impulsiona a riqueza de seus bilionários. Pela primeira vez, o número de bilionários asiáticos ultrapassou o dos Estados Unidos, embora o montante acumulado pelos americanos ainda seja maior. No mundo, a riqueza dos bilionários voltou a crescer em 2016, após queda em 2015, com alta de 17%, para US$ 6 trilhões. Os números são do levantamento anual do UBS e da PwC.
O número de bilionários asiáticos avançou em 117, ou 23%, para 637. Enquanto isso, aqueles nos Estados Unidos aumentaram apenas 5% — ou 25 —, de 538 para 563. Na Europa, foram três novos bilionários, levando para 342 o número total.
“Sinalizando como os empreendedores estão liderando o século asiático, pela primeira vez há mais bilionários asiáticos que americanos. A riqueza dos bilionários asiáticos cresceu quase um terço (31%) em 2016, passando de US$ 1,5 trilhão para US$ 2 trilhões”, aponta o documento.
Em todo o mundo, o número de bilionários avançou em 10%, 1.542. Segundo bilionários entrevistados para o estudo, a riqueza dos asiáticos foi influenciada por uma combinação de estabilidade geopolítica na China, aumento dos preços de imóveis, gastos com infraestrutura, expansão da classe média e preços de commodities sem grande variação.
Apesar de terem perdido a liderança em números, os americanos viram sua riqueza avançar 15%, de US$ 2,4 trilhões em 2015 para US$ 2,8 trilhões em 2016, quase a metade do montante dos privilegiados de todo o mundo, de US$ 6 trilhões. No caso dos asiáticos, o valor avançou de US$ 1,5 trilhão para US$ 2 trilhões.
Se mantido o mesmo ritmo de crescimento, a riqueza acumulada pelos asiáticos deve ultrapassar aquela dos americanos em um prazo de quatro anos.

Fonte: O Globo

Família americana que estava desaparecida no Pará é resgatada

Família americana que estava desaparecida no Pará é resgatada

Família Heart é localizada em uma vila na Ilha do Marajó, no Pará: Família é localizada em perto da Ilha de Marajó, no Pará© Divulgação Família é localizada em perto da Ilha de Marajó, no Pará Uma família americana que estava desaparecida desde o último domingo no Pará foi resgatada nesta quarta-feira na região de Marajó. Ainda não há detalhes sobre como eles foram encontrados.
O casal Adam Harteau, de 39 anos, e Emily Harteau, de 37, e suas duas filhas haviam desaparecido após o ataque de piratas a uma balsa que fazia o trajeto entre Belém a Macapá. O assalto aconteceu no momento da passagem pelo Rio Furo Grande, ao norte da Ilha do Marajó e já nas proximidades do território do Amapá.
Ao localizar a balsa, a polícia identificou a van utilizada pela família, que foi conduzida até Macapá. Segundo relato das vítimas, os assaltantes estavam fortemente armados. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) informou que abriu inquérito para investigar o caso em parceria com outros órgãos.
“O empurrador e a balsa teriam sido deslocados para uma área conhecida como Porto dos Dias, onde os piratas retiraram os produtos do roubo e abandonaram as embarcações, deixando os tripulantes e passageiros presos. Com a chegada da polícia, foi constatado que Adam Harris Hateau, Emily Faith Hateau e as duas crianças, de aproximadamente 3 e 7 anos, já não estavam mais na balsa” declarou a secretaria paraense.

Viajantes

Adam, que é artista, e Emily, designer de moda, viajam pela América desde 2012 e tiveram a segunda filha em Florianópolis, em 2014. Eles se locomovem pela van encontrada na balsa. O último registro online da família ocorreu no sábado, 28, quando o veículo atolou em uma estrada com lama entre Salvador e Recife. Em um perfil no Instagram, a família narra as aventuras turísticas e se classifica como “nômade”.

Fonte: MSN

Drones de mineradoras são destruídos por águias na Austrália

Drones de mineradoras são destruídos por águias na Austrália

O prejuízo das empresas australianas é alto. Somente uma delas, já perdeu US$ 100 mil

02/11/2017 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS 

Águia durante treinamento na França para combater drones terroristas (Foto: Reprodução/YouTube)
Desde que a mineração perdeu força nos Estados Unidos, essa indústria começou a ganhar importância em outros países. Hoje, uma das maiores indústrias de mineração do mundo é a da Austrália, que gera mais de US$ 10 bilhões por ano. No entanto, as mineradoras do país estão perdendo muito dinheiro. E os culpados, vejam bem, são as águias.
As empresas usam drones para realizar pesquisas na região no entorno das minas de ouro. O problema, que surgiu recentemente, é que a natureza aparentemente decidiu lutar contra essas incursões. Segundo matéria publicada no The Indigenous American, os drones das mineradoras estão sendo destruídos por águias nativas da região. Fazendo as contas, o prejuízo para as empresas da região é alto. Cada um dos drones utilizados custa, em média, US$ 20 mil. Uma das empresas prejudicadas, a Gold Fields, afirmou que já perdeu mais de US$ 100 mil.

Já Rick Steven, que atua como fiscal das minas, disse que perdeu nove de seus drones devido a ataques. Ele classifica as águias como "inimigo natural" dos drones. Para driblar o problema, Steven passou a camuflar os objetos como águias bebês. Contudo, o disfarce funcionou por pouco tempo. Cerca de 50 voos depois ,as águias perceberam que os drones não eram bem o que pareciam ser e partiram para o ataque. Steven e as mineradoras precisarão buscar outras formas de dribrar o "inimigo natural" dos drones.
Drone camuflado: a equipe de Rick Steven tentou usar camuflagem em seu drone para protegê-lo do ataque águias (Foto: Reprodução/Facebook)
Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS

As 10 startups que mais estão revolucionando suas indústrias

As 10 startups que mais estão revolucionando suas indústrias

Levantamento do LinkedIn aponta quais são as startups mais disruptivas – e que estão realmente mudando a forma de se fazer negócios

02/11/2017 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

Escritório da startup Slack em San Francisco (Foto: Divulgação)
Falamos aqui de empresas que acertaram – em cheio – ao perceber uma oportunidade de mudar a forma de se fazer negócios e se comunicar com os clientes em várias indústrias. Seja trazendo inovações disruptivas, que levaram empresas tradicionais a se reinventar, seja apresentarando uma nova forma para entregar um melhor produto ou serviço. Startups como o Uber, Airbnb, WeWork, Udacity são algumas delas. Mas há diversas outras que têm atraído talentos do mundo inteiro e aumentado a competição dos setores em que atuam – seja este varejo, logístico e até coméstico.
Pesquisa divulgada pelo Linkedin buscou mapear quais são as 50 startups mais disruptivas com sede nos Estados Unidos, considerando empresas com 10 anos ou menos de existência, que têm ao menos 100 funcionários, permanecem independentes e privadas e receberam ao menos uma rodada de financiamento. A pesquisa foi elaborada em parceria com a CB Insights, que reuniu e analisou os dados a partir de uma lista de 25 mil empresas. O levantamento também considerou o poder de atrair talentos que essas startups detêm. O Uber, primeiro da lista, a despeito de todos os problemas regulatórios e internos de assédio sexual, atrai profissionais de peso, que largaram suas carreiras no Facebook, Google e JP Morgan para ir trabalhar lá. Confira abaixo as 10 startups mais disruptivas dos EUA – e um benefício ou curiosidade sobre cada uma delas:

1. Uber
Setor: Transporte
Sede: San Francisco
Total de funcionários: 16 mil
Benefício: Funcionários ganham créditos mensais para pedir delivery de comida através do UberEats
Valor de mercado: US$ 68 bilhões
2. Airbnb
Setor: Turismo
Sede: San Francisco
Total de funcionários: 6,5 mil
Benefício: Funcionários recebem um crédito de US$ 2 mil por ano para ficar em qualquer lugar do mundo listado no Airbnb (Incluindo uma lista de 1,4 mil castelos)
Valor de mercado: US$ 29,25 bilhões
3. WeWork
Setor: Hotelaria/Coworking
Sede: Nova York
Total de funcionários: 3 mil
Benefícios: Para os novos funcionários, a empresa promove às segundas-feiras uma espécie de caça ao tesouro pelos 40 escritórios localizados em prédios na cidade de Nova York. Ao final do dia, participam de um jantar
Valor de mercado: US$ 20 bilhões
4. Lyft
Setor: Transporte
Sede: San Francisco
Total de funcionários: 2 mil
Curiosidade: Empresa lançou novas ferramentas em seu aplicativo para facilitar uso do serviço por surdos e cegos
Valor de mercado: US$ 11 bilhões
5. Slack 
Setor: Tecnologia/Software
Sede: San Francisco
Total de funcionários: 890
Curiosidade: Ferramenta de comunicação interna na empresa – com integração a aplicativos, softwares e plugins –, a Slack se define como o negócio de crescimento mais rápido da história. Seriam 9 milhões de usuários novos ativos por semana.
Valor de mercado: US$ 5,1 bilhões
6: NIO
Setor: Automotivo
Sede: Xangai e na Califórnia
Total de funcionários: 3 mil
Curiosidade: A startup que chegou aos EUA há dois anos construiu o carro elétrico mais rápido até agora feito pela indústria. 
Valor de mercado: US$ 2,89 bilhões

7. Rubrik
Setor: Tecnologia
Sede: Palo Alto, Califórnia
Total de funcionários: 600
Curiosidade: A empresa, que oferece serviço para organizar seus dados na nuvem – tornando-os acessíveis e prontos para serem aplicados no negócio – conta com o jogador de basquete Kevin Durant como um de seus investidores. Além disso, a companhia afirma que todos os funcionários podem ir a reuniões do conselho, bem como ter acesso aos balaços e números financeiros
Valor de mercado: US$ 1,3 bilhão
8. Dropbox
Setor: Tecnologia/Internet
Sede: San Francisco
Total de funcionários: 1,9 mil
Curiosidade: A empresa mudou de posicionamento, para ir além de uma plataforma de armazenamento de arquivos. Agora, o Dropbox quer oferecer ferramentas que aumentem a criatividade das pessoas nos escritórios
Benefício: Funcionários ganham 32 horas por ano para se dedicar a trabalhos voluntários
Valor de mercado: US$ 9,38 bilhões
9. Houzz
Setor: Internet/Decoração
Sede: Palo Alto, Califórnia
Total de funcionários: 1,6 mil
Curiosidade: Plataforma de decoração e re-design que utilia realidade aumentada
Valor de mercado: US$ 3,84 bilhões

10. Convoy
Setor: Logística/Transporte pesado
Sede: Seattle
Total de funcionários: 170
Curiosidade: Espécie de "Uber dos caminhões", essa companhia trabalha com uma rede independente de empresas com tecnologia para acionar o caminhão certo, na hora certa, para aquele determinado serviço.
Valor de mercado: US$ 80 milhões

Fonte:  ÉPOCA NEGÓCIOS