sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Chineses oferecem até R$ 20 bi pela Oi, diz jornal

Chineses oferecem até R$ 20 bi pela Oi, diz jornal

O jornal O Globo informou nesta quinta, 2, que a China Telecom, uma da maiores empresas de telecomunicações do mundo, mostrou em reuniões com o governo que pode aportar até R$ 20 bilhões na Oi (BOV:OIBR4).
O jornal atribui a uma “fonte” a informação de que a companhia chinesa manifestou a intenção de investir na tele ao participar de reuniões na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e na Advocacia-Geral da União (AGU) na quarta-feira, 1°.
Com esse volume de recursos, a chinesa poderá ter até 70% das ações da Oi.
O grupo Oi fez a requisição do pedido de recuperação judicial em 20 de junho de 2016. O caso é o maior e mais complexo processo de recuperação judicial da história do país.

Fonte: Jornal ADVFN

Estados Unidos: Índice Dow Jones abre praticamente estável em +0,14% nesta sexta-feira, 03 de novembro de 2017

Estados Unidos: Índice Dow Jones abre praticamente estável em +0,14% nesta sexta-feira, 03 de novembro de 2017

Nova Iorque, 03 de novembro de 2017 (ADVNEWS) – O Índice Dow Jones, principal indicador do mercado de ações da Bolsa de Valores de Nova Iorque (New York Stock Exchange – NYSE), abriu a sessão de negociação desta sexta-feira praticamente estável em +0,14%, sendo cotado em 23.549,59 pontos.
No pregão anterior, o índice Dow Jones fechou cotado em 23.516,26 pontos.
Já o Nasdaq Composite, principal índice da bolsa de valores especializada na negociação de ações de empresas do setor eletrônico, abriu o pregão desta sexta-feira em alta de +0,33%, sendo cotado em 6.737,09 pontos. O índice Nasdaq Composite é composto por diversas empresas que formam a chamada nova economia americana, tais como: Amazon, Apple, Dell, Facebook, Google, Intel, Microsoft, Starbucks e Yahoo.
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Nova Iorque, 42,04% (1075) abriram o pregão desta sexta-feira operando em alta. As maiores altas registradas na abertura do pregão dessa sexta-feira foram:
1) Valorização de +21,43% da ação ordinária BOOT BARN HOLDINGS, INC. (NY:BOOT) 2) Valorização de +15,91% da ação ordinária Trinet Group, Inc. (NY:TNET) 3) Valorização de +12,62% da ação ordinária Bio-Rad Laboratories Class B (NY:BIO.B)
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Nova Iorque, 56,75% (1451) abriram o pregão desta sexta-feira operando em baixa. As maiores baixas registradas na abertura do pregão dessa sexta-feira foram:
1) Desvalorização de -35,07% da ação ordinária The Rubicon Project, Inc. (NY:RUBI) 2) Desvalorização de -23,96% da ação ordinária CBL (NY:CBL) 3) Desvalorização de -20,11% da ação ordinária Pandora (NY:P)
Veja o ranking completo das maiores altas e maiores baixas do mercado de ações da New York Stock Exchange (NYSE).
Negociado na FOREX, o Dólar Americano – unidade monetária dos Estados Unidos da América – abriu a sessão de negociação desta sexta-feira em alta de 0,07% em relação ao euro e em baixa de -0,32% em relação à libra esterlina. No início dessa sexta-feira, enquanto um euro equivalia a US$ 1,165555, uma libra podia comprar US$ 1,30508.
Fonte: Jornal ADVFN

Cobre opera em leve alta com a China

Cobre opera em leve alta com a China


Os futuros de carvão de coque e de minério de ferro subiram nesta sexta-feira na China, uma vez que os cortes de produção em siderúrgicas foram menores do que o
esperado, o que dá suporte à demanda por matérias-primas do aço. A demanda física inesperada por carvão de coque e minério de ferro impulsionou a compra de futuros por investidores, esperando que a diferença entre os preços físicos e futuros se reduza.
Os futuros do carvão de coque em Dalian subiram 0,2 por cento, para 1.729 iuanes por tonelada, enquanto os futuros do minério de ferro avançaram pelo terceiro pregão, ganhando 0,57 por cento, para 439,5 iuanes por tonelada. Já o contrato mais ativo do vergalhão de aço na Bolsa de Xangai recuou 0,05 por cento, para 3.656 iuanes por tonelada.
Fonte: Reuters

Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira

Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira


Economia3 horas atrás 03.11.2017 

 
© Reuters.  5 fatos principais do mercado nesta sexta-feira© Reuters. 5 fatos principais do mercado nesta sexta-feira

Investing.com - Confira as cinco principais notícias desta sexta-feira, 3 de novembro, sobre os mercados financeiros:
1. Foco em relatório de Empregos dos EUA
Nesta sexta-feira, os mercados voltarão suas atenções ao relatório de folhas de pagamento não agrícolas, que deverá ser divulgado às 10h30.
O consenso das projeções aponta que os dados mostrarão que houve acréscimo de 310,000 empregos, recuperando-se de uma redução de 33.000 em setembro, relacionada aos furacões, ao passo que a taxa de desemprego tem projeções de permanecer estável em 4,2%.
A força do mercado de trabalho sustentava a visão de que o Federal Reserve ainda fará um aumento dos juros em sua próxima reunião em dezembro.
Dessa forma, a maior parte das atenções provavelmente se voltará aos números relativos à média de ganhos semanais por hora, que deverão subir 0,2% após terem aumentado 0,5% no mês anterior.
2. Trump viaja à Ásia, outras referências em pauta
Uma vez que Donald Trump, presidente norte-americano, revelou um dia antes a escolha de Jerome Powell para substituir Janet Yellen, atual presidente do Fed, e membros do Partido Republicano apresentaram sua proposta de imensos cortes de impostos, o chefe de estado dos EUA irá se dirigir à Ásia nesta sexta-feira em uma série de negociações geopolíticas e econômicas com Japão, Coreia do Sul, Vietnã e Filipinas.
A China poderá ser o principal foco do mercado, já que é esperado que Trump discuta as relações comerciais com o presidente Xi Jinping e também critique o a apoio da China à Coreia do Norte.
Com relação à economia nos EUA, e além do relatório de emprego do país, agentes de mercado acompanharão as encomendas à indústria em setembro e o índice da atividade dos gestores de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor não industrial do ISM, que possuem divulgação prevista para o meio-dia.
Neel Kashkari, presidente do Fed de Mineápolis, também possui participação marcada em uma sessão de perguntas e resposta com moderação sobre Mulheres em Habitação e Finanças às 14h15.
3. Apple atinge máxima histórica após balanço e força do iPhone X
Ações da Apple (NASDAQ:AAPL) subiam mais de 3% antes do pregão desta sexta-feira, atingindo a máxima histórica após seu balanço ter sido divulgado depois que o mercado fechou ontem e superar o consenso das projeções, além de apresentar projeções para o quarto trimestre fiscal que superaram expectativas.
Dando mais sustentação às ações nesta sexta-feira, informações de que o lançamento do iPhone X na Ásia demonstrou forte demanda, com longas filas se formando em toda a região.
4. Dow preparado para novas máximas recordes com Apple sustentando percepção otimista
O mercado futuro dos EUA apontava para uma abertura em alta nesta sexta-feira com o Dow preparado para marcar nova máxima recorde pois um salto nas ações da Apple melhorava a percepção de compra no índice blue chip. Às 08h01, o blue chip futuros do Dow ganhava 38 pontos, ou 0,16%, os futuros do S&P 500 subia 1 ponto, ou 0,05%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 tinha alta de 19 pontos ou 0,31%.
Do outro lado do Atlântico, bolsas europeias apresentavam negociações desiguais nesta sexta-feira, já que investidores avaliavam relatórios corporativos e o banco francês Société Générale (PA:SOGN) baixava os ânimos nos papéis do setor bancário.
Mais cedo, as bolsas asiáticas fecharam com leituras com diferentes sinais, já que participantes do mercado assimilavam os planos do Partido Republicano em relação a cortes de impostos, também assimilavam a amplamente esperada nomeação de Jerome Powell, diretor do Fed, ao cargo de presidente do banco central norte-americano e fornecedores da Apple comemoravam os resultados da fabricante do iPhone. A bolsa de valores do Japão estava fechada devido a um feriado.
5. Petróleo amplia rali após fechar em máxima de 2 anos
O petróleo ampliava seu rali nesta sexta-feira, no caminho de ganhos em trono de 1,6% na semana após o West Texas Intermediate ter obtido o preço mais alto no fechamento do mercado desde julho de 2015.
As expectativas de que importantes produtores de petróleo chegarão a um acordo para estenderem seu pacto de produção na reunião de 30 de novembro em Viena sustentavam os preços uma vez que investidores esperam que o mercado global se reequilibre.
A Arábia Saudita continuava a cortar a produção de petróleo uma vez que os estoques tiveram redução significativa em outubro, afirmou Khalid Al-Falih, ministro saudita de energia, nesta quinta-feira enquanto a conformidade no acordo liderado pela Opep para limitar a produção tem sido "excelente".
Falih também expressou o desejo de continuar com os cortes na produção, afirmando que a Opep deveria trabalhar para garantir que os estoques continuarão a ter redução depois de março.
O Iraque, segundo maior produtor da Opep, apoia a extensão dos cortes por mais nove meses, afirmou Jabbar al-Luaibi, ministro do petróleo, em Bagdá.
Contratos futuros de petróleo dos EUA subiam 0,53% para US$ 54,83 às 08h11, enquanto o petróleo Brent tinha aumento de 0,36%, com o barril negociado a US$ 60,84.
Ainda nesta sexta-feira, participantes do mercado estarão atentos à produção de shale oil dos EUA quando a Baker Hughes divulgar seus mais recentes dados sobre a contagem de sondas.
Na semana passada, a prestadora de serviços de petróleo afirmou que o número de sondas em atividade nos EUA teve acréscimo de uma e totalizou 737, quebrando uma sequência de três semanas seguidas de diminuição.

Fonte: 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Combate à poluição na China conta com minério da Amazônia

Combate à poluição na China conta com minério da Amazônia



O plano da China para reduzir a poluição em suas maiores metrópoles e cidades industriais está aumentando o interesse na exploração de riquezas minerais do outro lado do planeta, na Amazônia — uma das áreas mais ecologicamente sensíveis da Terra.
O céu afetado pela poluição atmosférica no país mais populoso do mundo levou o governo chinês a impor restrições à indústria siderúrgica doméstica, que usa altos fornos alimentados por carvão para derreter minério de ferro. A decisão aumentou a demanda para importação de minério de maior qualidade, capaz de produzir mais aço com menos emissões, e ampliou as margens de lucro sobre esses carregamentos.
As exportações do Brasil, um dos maiores fornecedores, caminham para um quarto recorde seguido em 2017. A maior produtora, a Vale, está transferindo a produção das reservas de baixa qualidade do sudeste do Brasil, exploradas durante um século, para o desenvolvimento de mais depósitos de alta qualidade nas isoladas regiões do norte da Amazônia, onde os ambientalistas temem mais danos à maior floresta tropical do mundo.
“É uma contradição”, disse Frederico Martins, representante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, mantido pelo governo brasileiro, que monitorou as operações da Vale na Amazônia na década em que atuou como chefe da Flona de Carajás. “A China quer limpar 20 anos de poluição por lá gerando mais impacto aqui.”
O incentivo para que o Brasil produza mais está crescendo, especialmente para a Vale, que busca reduzir US$ 22 bilhões em dívidas acumuladas durante o período de três anos de queda dos preços encerrado em 2016. A diferença entre os minérios de baixo e de alto teor ferroso está aumentando para cerca de US$ 50 por tonelada, contra menos de US$ 10 há cerca de 18 meses.
A tonelada de minério com 65 por cento de teor ferroso era vendida a US$ 86,50 na terça-feira, contra US$ 36,96 no caso do minério de menor qualidade, com 58 por cento de teor ferroso, segundo a Metal Bulletin. O minério de referência do setor, que tem 62 por cento de teor ferroso e é entregue em Qingdao, na China, estava em US$ 61,01.
A Vale está acelerando seu projeto de US$ 14 bilhões na Amazônia, conhecido como S11D, que iniciou a produção no começo do ano. A empresa com sede no Rio de Janeiro afirma que com reservas de melhor qualidade e máquinas mais automatizadas a mina finalmente poderá produzir minério a cerca de US$ 7 por tonelada. O valor representa menos da metade de seus custos atuais totais. A produção na área pode atingir 90 milhões de toneladas por ano até 2020.
O projeto marca o início do distanciamento da Vale de suas origens em Minas Gerais, onde a empresa tem mais de 10 bilhões de toneladas de reservas conhecidas. Mas a maior parte desses depósitos não excede 50 por cento de teor ferroso. Nas reservas da Vale na Amazônia, onde fica o S11D, há quase 7 bilhões de toneladas com mais de 65 por cento de teor ferroso.
Aumento da exportação
“As exportações brasileiras de minério de ferro crescerão significativamente nos próximos quatro anos” porque aumentará a demanda pela oferta de maior qualidade, disse Paul Robinson, diretor de metais não ferrosos da CRU Group, uma consultoria da indústria da mineração com sede em Londres. As exportações, que caminham para um recorde de 370 milhões de toneladas neste ano, poderão crescer para 460 milhões ou 470 milhões em 2021 com a manutenção do ágio, disse ele.
A demanda maior já está ajudando a Vale. A nota de crédito da empresa foi atualizada para estável pela Fitch Ratings, que projeta “rentabilidade razoável durante períodos de preços mais baixos” porque a produção maior do S11D amplia a vantagem da Vale em relação a exportadoras rivais da Austrália. O Brasil atualmente responde por cerca de 22 por cento do comércio internacional de minério de ferro, e a maior parte das exportações do País vem da Vale, segundo a Fitch.
A Vale afirma que reduziu a produção de minério com baixo teor ferroso em cerca de 19 milhões de toneladas por ano e que ampliou a oferta do minério de qualidade superior que a China vem comprando.
Em reunião com analistas, no mês passado, o presidente da Vale, Fábio Schvartsman, disse que os custos reduzidos e a ampliação das margens de lucro devem ajudar a elevar o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização em até US$ 600 milhões no segundo semestre de 2017. A empresa ganhou cerca de US$ 30 por tonelada no ano passado, mas Schvartsman disse que o lucro poderia aumentar em até US$ 6 por tonelada até 2020.
Retenção de talentos
A perspectiva está melhorando devido à mudança nas compras realizadas pela China, a maior consumidora de metais do mundo e de longe a maior importadora de minério de ferro. Os geradores de eletricidade movidos a carvão da China poluem mais do que as siderúrgicas, segundo o Greenpeace. O governo chinês está desativando as usinas que mais poluem e ampliando compromissos para expandir o uso de energia solar e de veículos elétricos.
Além de reduzir os custos associados à poluição, a China também quer cidades mais limpas para reter talentos de sua crescente classe média, mais qualificada e com maior mobilidade, segundo Matthew Kahn, professor de Economia da Universidade do Sul da Califórnia em Los Angeles. Ele liderou um estudo que examinou as carreiras de prefeitos e outros políticos de 100 cidades chinesas ao longo de oito anos.
“O modelo original de crescimento da China consistia em ter suas próprias usinas pesadas de aço e de outros setores, e isso criou produção e poluição”, disse Kahn. “Mas agora que a China está fazendo uma transição para uma economia de capital humano, as pessoas inteligentes e talentosas querem morar em cidades com céu azul e parecidas com São Francisco.”
O risco para o Brasil está em encolher ainda mais sua floresta tropical, que segundo estimativa do Greenpeace perdeu cerca de um quinto de sua área nas últimas quatro décadas, quando os fazendeiros iniciaram o plantio de soja e cana-de-açúcar e as mineradoras começaram a exploração mineral.
Na Floresta Nacional de Carajás, onde o S11D está sendo desenvolvido, a Vale afirma proteger cerca de 8.200 quilômetros quadrados de habitat natural, ou cerca de cinco vezes a área total onde opera. A empresa desenvolveu tecnologias e sistemas de gerenciamento para minimizar o impacto ambiental, afirmou seu departamento de imprensa por e-mail.
Ainda assim, imagens de satélite da região mostram um grande desmatamento nos arredores das áreas onde a mineração foi iniciada na década de 1980. Mais de 40.000 pessoas trabalharam no desenvolvimento do S11D desde 2010 e a empresa atualmente emprega cerca de 2.700 trabalhadores em tempo integral e gera pelo menos mais 10.000 empregos indiretos.
“A mineração atrai um fluxo migratório”, disse Martins, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, acrescentando que o impacto nas áreas rurais é significativo.“Quando esse fluxo se instala na região, se instala de forma irregular, e isso gera impacto na floresta porque a terra é convertida em áreas rurais e urbanas.”
Fonte: bloomberg.com
Fonte: naturezabelavida.com.br