quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O voraz apetite chinês por investimentos no Brasil

O voraz apetite chinês por investimentos no Brasil


A crise política e os escândalos de corrupção abalaram o Brasil nos últimos anos, evolvendo desde políticos de alto escalão a conhecidos empresários.
Entre os afetados está Eike Batista, o extravagante magnata que em 2014 viu seu conglomerado ruir em meio a promessas exageradas que não geraram o retorno previsto aos credores e acusações de uso de informação privilegiada.
No entanto, um projeto de Eike permaneceu a pleno vapor: o porto de Açu, no Rio de Janeiro. Apelidado de “estrada para a China”, o porto foi revitalizado por seu novo proprietário, a gestora de fundos de investimentos americana EIG Global Energy Partners. E ao que tudo indica, o porto pode ter em breve uma parte adquirida pela China.
Localizado em São João da Barra, no norte do Rio de Janeiro, o porto já serve de base para envio de minério de ferro para a China e fica a 150 quilômetros da Bacia de Campos, que é responsável pela maior porcentagem de produção de petróleo do país. Além disso, a região contém blocos de pré-sal, nos quais duas petroleiras chinesas têm interesse: a Sinope e a Cnooc.
A americana EIG pretende expandir o porto de Açu e diversificar seus investimentos no Brasil, com planos que envolvem os setores de energia e ferrovias, que também são cobiçados pela China. Para isso, a parceria com os chineses será crucial. “Os chineses são parceiros importantes, em longo prazo eles adquirem tamanha massa crítica que você deseja que eles não sejam apenas clientes, mas sócios”, diz Robert Blair Thomas, chefe executivo da EIG.
O interesse de empresas chinesas em Açu é apenas uma fração dos investimentos da China no Brasil, que nos últimos dois anos experimentou uma onda de aportes chineses, que envolve desde o setor de energia ao de agricultura e alimentos, passando pelo de aviação civil. Segundo uma recente pesquisa da empresa de consultoria Dealogic, este ano os investimentos chineses no Brasil já movimentaram US$ 10,9 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões).
Alívio financeiro, alerta político
Para o Brasil, o interesse da China não poderia chegar em melhor hora. Em meio a uma crise política e uma economia que encolheu 7% somente nos últimos dois anos, os aportes chineses são um alívio para as agruras do país. Além disso, a onda de aportes chineses coloca o Brasil em um papel de relevância na região. Desde 2005, a China já emprestou mais de US$ 140 bilhões para a América do Sul, metade deste total teve como destino a Venezuela.
No entanto, a turbulência no país vizinho, que está em risco de moratória, fez a China buscar parceiros mais estratégicos e com uma situação financeira mais sólida – em especial, o Brasil. Os investimentos da China em outros países caíram 40% nos primeiros cinco meses deste ano, enquanto saltaram no Brasil, como apontou a pesquisa da Dealogic.
Entusiastas da parceria veem a aproximação entre os países como um “casamento perfeito” entre duas potências emergentes – a China, uma líder em rápido crescimento; e o Brasil uma potência agrícola rica em recursos naturais.
“Acho que é a combinação perfeita. A China tem excesso de capital e experiência em infraestrutura e eles precisam do que nós temos – que são matéria-prima e alimentos”, diz Marcelo Kayath, ex-executivo do banco Credit Suisse no Brasil.
Porém, a aproximação entre os dois países vem gerando críticas de políticos nacionalistas empenhados no pleito presidencial do próximo ano. Além disso, Washington, que sempre considerou a América do Sul um quintal dos EUA, também está em alerta com a onda de aportes chineses no continente.
“Se o Brasil, como todo seu peso econômico e influência na região, se tornar altamente ligado à China, com certeza mudará um pouco o panorama estratégico”, diz Robert Evan Ellis, professor e pesquisador especializado em estudos da América Latina do Instituto de Estudos Estratégicos da Escola de Guerra do Exército dos EUA.
O papel da Lava Jato na onda de aportes
A entrada de empresas chinesas o Brasil também é impulsionada pelos escândalos de corrupção revelados na Operação Lava Jato. Grandes empresas envolvidas em fraudes e propinas decretaram falência, pediram recuperação judicial ou abriram mão de ativos em prol da sobrevivência. A Odebrecht, por exemplo, vendeu em julho deste ano, por US$ 310 milhões (R$ 1 bilhão) sua participação no aeroporto do Galeão (RJ) para o grupo chinês HNA, que também é acionário da Azul Linhas Aéreas, a terceira maior empresa aérea do Brasil, atrás apenas da TAM e da Gol.
Até o momento, as empresas chinesas não vêm enfrentando resistência no Brasil, como na Austrália, por exemplo, onde elas foram barradas de adquirir terras e algumas empresas de transmissão de energia. Em 2009, o governo Lula limitou a compra de terras agrícolas brasileiras por estrangeiros. Mas o atual governo do presidente Michel Temer já anunciou pretende abolir essa restrição.
No entanto, segundo Larissa Wachholz, diretora da empresa de consultoria Vallya, que tem investidores chineses entre seus clientes, a onda de aportes pode desacelerar à medida que as empresas aumentam sua participação em setores de serviços estratégicos. “No momento que os chineses entrarem em massa em áreas estratégicas, terão de começar a pensar em estratégias de relações públicas, porque vão atrair a atenção de pessoas que não gostam disso”, explica a diretora.
A opinião de Wachholz é corroborada por Ellis. “Embora se trate de economia, acho que há um componente político nisso”, diz Ellis. Segundo ele, o Brasil pode começar a sujeitar as estatais chinesas a um grau maior de escrutínio, similar às revisões de segurança conduzidas pelo Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos.
Ellis dá como exemplo o recente interesse da China Mobile, a maior empresa de telefonia da China, em adquirir a Oi, a operadora de telefonia permeada de conflitos internos.
“O Brasil pode passar a estudar com mais rigor os setores onde está permitindo a entrada da China. Se a China Mobile adquirir a operadora que tem 64 milhões de usuários no país (a Oi), será, provavelmente, o maior passo dado pela empresa em um país estrangeiro”, diz o pesquisador.
Fonte: Opinião e Notícia 

Usiminas vislumbra cenário promissor para aços planos

Usiminas vislumbra cenário promissor para aços planos


A Usiminas, maior produtora de aços planos do país, enxerga recuperação mais rápida de seu mercado no ano que vem e quer se aproveitar dessa tendência vendendo mais produtos laminados a quente e a frio para reforçar o resultado, segundo o presidente da companhia, Sérgio Leite. Em 2017, até agora, os aços galvanizados a quente estão sendo o carro-chefe do crescimento de vendas da siderúrgica. Esse tipo de aço é majoritariamente destinado ao setor automotivo, que vive bom momento, principalmente pelas maiores exportações.
Em entrevista ao Valor, o executivo revelou que sua expectativa é de crescimento em 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) durante 2018, em linha com a média dos economistas. Se isso se confirmar, o mercado de aços planos tem potencial para subir de 5% a 10% no país, por conta de sua elasticidade na economia. Em relatório publicado na semana passada, o Citi calculou que o consumo de aços planos vai subir 6% no próximo ano.
“Vendemos mais galvanizados muito na esteira da recuperação da produção automotiva, mas bobina a quente é nosso principal produto e esperamos crescer no ano que vem”, declarou Leite. “Por enquanto, o produto que tem pior perspectiva é a chapa grossa, com poucos projetos de energia eólica e petróleo e gás.” O executivo reclama principalmente do fato de as exigências de conteúdo local para a exploração de petróleo terem sido reduzidas – um pleito das petrolíferas, mas que encontra muita resistência na indústria de transformação. Para Leite, o governo federal não vê a indústria como prioridade.
Após decidir cancelar um reajuste de preços que estava programado, a Usiminas quer atualizar a tabela de preços do aço que fornece ao setor automotivo, informou. Na mesa de negociação com as montadoras, que geralmente protagonizam as conversas mais duras com siderúrgicas, está aumento mínimo de 25%. Além desse aumento, as perspectivas são baixas. O executivo estima que os preços na China, em geral o termômetro para as siderúrgicas brasileiras promoverem reajustes ou não, ficarão estáveis em 2018. Mesmo assim, ele garantiu que a companhia vai perseguir sempre um diferencial ante o aço chinês de 5% a 10%, o chamado “prêmio”. Leite também comenta que a Mineração Usiminas (Musa), empresa na qual divide o controle com a japonesa Sumitomo Corporation, está pronta para atingir no mínimo metade de sua capacidade nominal, que é de 12 milhões de toneladas por ano. Em 2018, a companhia pretende exportar cerca de 3,5 milhões de toneladas de minério de ferro, após ficar quase um ano sem vender ao exterior e voltar no terceiro trimestre de 2017. Outras 2,5 milhões de toneladas devem ser consumidas pela própria Usiminas.
Ele ressalta que volumes acima disso necessitariam de investimentos e essa decisão será tomada dependendo do preço da commodity. A Musa só consegue gerar lucro com a matéria-prima cotada acima de US$ 55 por tonelada, exatamente a perspectiva média dos analistas para o ano que vem no caso do produto com pureza de 62%.
O presidente da Usiminas também diz que sua subsidiária de bens de capital, Usiminas Mecânica, ainda está à venda, caso haja interessados. O Credit Suisse chegou a ser contratado para cuidar da alienação do negócio, mas não houve nenhuma proposta firme. Assim, ao menos por enquanto, a possível operação está sem assessor financeiro.
“Temos que lembrar que é uma empresa que funciona a 15% da capacidade hoje. Está totalmente preparada para uma recuperação do mercado, sem dar prejuízo, mas atua por projetos e hoje eles são muito pequenos”, avalia Leite. “No curto e no médio prazo não temos mais perspectiva de uma oferta pela Mecânica.”
Fonte: Valor / Portos e Navios

Cratera gigante se abre em fazenda no interior de Minas Gerais

Cratera gigante se abre em fazenda no interior de Minas Gerais


Moradores de uma fazenda em Coromandel, no Alto Paranaíba, foram surpreendidos por um fenômeno geológico na semana passada. Um buraco gigante, que teria cerca de 20 metros de diâmetro, apareceu em uma plantação de soja na propriedade. Especialistas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) estiveram no local e disseram que se trata de uma dolina.
A Fazenda Santa Cruz fica a 30 quilômetros da cidade. Segundo o proprietário, Diogo Tudela, o buraco se abriu entre os dias 5 e 6 de novembro, e foi descoberto por um morador. “Você nem imagina o tamanho do susto”, disse. O terreno recebeu o plantio de soja há pouco tempo. O fenômeno nunca havia ocorrido na propriedade. “Foi por isso que a gente procurou especialistas, para sanar a nossa curiosidade e dúvida. Depois vimos que já existem registros na região desse evento”, explicou.
O fazendeiro contratou um fotógrafo com um drone para registrar as imagens e facilitar o cálculo do tamanho da cratera. Eles acreditam que o diâmetro é de 15 ou 20 metros. Não foi possível calcular a profundidade. “Nós isolamos. A orientação que nos deram é aguardar o período chuvoso para ver se vai continuar acontecendo (abertura) ou se vai estabilizar. (Disseram) que agora não é hora de tomar nenhuma atitude a não ser isolar a área e, no período seco do ano que vem, fazer uma avaliação. Ver se está aumentando, se está estabilizada, e depois ver o que vai ser feito”, informou. Os especialistas orientaram o fazendeiro a cercar o local mantendo uma distância de segurança da margem. Assim, os lavradores poderão continuar trabalhando.
Ainda de acordo com Diogo Tudela, há mineradoras na região, mas ele acredita que a atividade não tenha relação com o fenômeno. “Tem umas jazidas de calcário na redondeza e extração de zinco, mas já estamos na fazenda há 14 anos, nunca tinha ocorrido nada. As edificações na fazenda não têm rachaduras nas paredes, nada que leve a estabelecer um tremor de terra ou movimentação de solo. Acho que não tem nada a ver com a mineração perto dali”, comenta.
O especialista acionado pelo proprietário rural é Gilberto Fernandes Correa, professor de ciências do solo (pedologia) do Instituto de Ciências Agrárias da UFU, que esteve no local acompanhado de um colega do curso de geografia da instituição. Segundo Correa, esse tipo de cratera é chamado de dolina, e tem relação com a dissolução do calcário em profundidade. A passagem da água no subsolo, durante milhares de anos, abre um “vazio” dentro da rocha. “É uma gruta com extensão grande, mas sem abertura. Como o teto dela vai gastando, chega uma hora que não suporta o peso de tudo aquilo que está em cima e, nessas áreas onde está mais fragilizada, acaba rompendo”, explica o professor. “Todas as dolinas são formadas assim: o teto de uma gruta subterrânea que desaba e o que está em cima dela desce”, completa.
Fonte: EM

Coreia do Norte diz que discurso de Trump é declaração de guerra

Coreia do Norte diz que discurso de Trump é declaração de guerra

O texto, que classifica Trump como "depravado" e "velho escravo do dinheiro", diz que este "foi ridículo ao manipular a realidade"

Seul – A Coreia do Norte qualificou nesta quarta-feira como uma “declaração de guerra” o duro discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante sua visita na semana passada a Seul, no qual criticou as condições de vida dos norte-coreanos.
“Os imprudentes comentários soltos por Trump durante sua excursão não podem ser vistos de outra maneira que como a confirmação da hostilidade da Casa Branca contra a RPDC (sigla da República Popular Democrática da Coreia, nome oficial da Coreia do Norte), e como uma declaração de guerra”, afirmou hoje o “Rodong Sinmun”, principal jornal do país.
O texto, que classifica o presidente americano como “depravado” e “velho escravo do dinheiro”, assegura que este “foi ridículo ao manipular a realidade” e “soltar todo tipo de maldições contra nós”, durante seu discurso de 22 minutos na Assembleia Nacional de Seul no último dia 8 de novembro.
Durante uma intervenção especialmente dura, o presidente americano denunciou as violações de direitos humanos na Coreia do Norte e se dirigiu ao líder norte-coreano, Kim Jong-un, para dizer-lhe que, se o seu avô – Kim Il-sung – buscava criar um paraíso, “o país acabou se transformando no inferno”.
Apesar do ataque direto, Pyongyang não respondeu às suas palavras até um dia depois que Trump pusesse ponto final a uma extensa excursão pela Ásia, que lhe levou também a Japão, China, Vietnã e Filipinas.
Neste sentido, o artigo do “Rodong” assegura que Pyongyang “observou com paciência os ridículos atos de Trump até o final”.
O texto destaca ainda que o líder da Casa Branca foi condenado à morte na Coreia do Norte por vários crimes como “profanar a dignidade” do regime e por “soltar toneladas de lixo para pintar de maneira muito obscura a vida feliz dos moradores da Coreia”.
A visita de Trump à Ásia esteve muito marcada pelas tensões com a Coreia do Norte e a chamada à comunidade internacional para que esteja unida na hora de condenar e pressionar o regime de Pyongyang para que ponha fim ao seu programa nuclear e de mísseis.
As referências do político republicano à Coreia do Norte foram constantes e inclusive chegou a chamar Kim Jong-un de “gordo e baixinho”, sem que os meios de comunicação oficiais de Pyongyang tenham respondido até agora a essas declarações.
Após um ano de repetidos testes de mísseis, a Coreia do Norte não lança um único projétil desde 15 de setembro, quando disparou um míssil de alcance médio que sobrevoou o Japão.

Fonte: Exame

Além de rotação e translação: 3 movimentos que a Terra faz e que poucos conhecem 

Além de rotação e translação: 3 movimentos que a Terra faz e que poucos conhecem

© Foto: Fornecido por BBC Você certamente aprendeu na escola que a Terra faz uma órbita elíptica em torno do Sol.
Esse movimento, conhecido como translação, leva 365 dias (mais 5 horas, 45 minutos e 46 segundos) para ser completo.
Outro movimento que lhe ensinaram foi o de rotação: a Terra gira em torno de seu próprio eixo.
Essa volta em torno de si mesma demora aproximadamente um dia (23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos, para ser exato).
Mas esses não são os únicos movimentos que nosso planeta faz. Conheça outros três tão importantes quanto:

Movimento de precessão dos equinócios

É o movimento da Terra em volta do eixo de sua órbita devido à inclinação de seu eixo.
Mais especificamente, é o movimento que o Polo Norte terrestre faz em relação ao ponto central da elipse da Terra no movimento de translação, similar ao giro de um pião desequilibrado.
O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea© Foto: Fornecido por BBC O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea Essa oscilação foi descrita pela primeira vez pelo astrônomo, geógrafo e matemático grego Hiparco De Nicea, que viveu entre os anos 190 a.C. e 120 a.C.. Foi o terceiro movimento terrestre descoberto.
Esse "rebolado" no eixo de rotação da Terra leva cerca de 25.780 anos para completar um ciclo. Essa duração só não é mais precisa porque é influenciada pelo movimento das placas tectônicas.
A precessão dos equinócios ocorre, principalmente, devido à força gravitacional que o Sol exerce sobre a Terra.

Movimento de nutação

Esse movimento acontece por causa de uma espécie de vibração do eixo polar terrestre.
Isso faz com que, durante o movimento de precessão dos equinócios, os círculos feitos pela Terra sejam imperfeitos e irregulares.
Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias© Foto: Fornecido por BBC Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias
Ou seja, o eixo da Terra se inclina um pouco mais ou um pouco menos em relação à circunferência que faz durante a precessão.
O movimento é cíclico e cada um deles dura um pouco mais de 18 anos e meio. Durante esse tempo, a variação é de no máximo 700 metros em relação à posição inicial.
A nutação foi descoberta pelo astrônomo britânico James Bradley em 1728.
A causa desse vaivém só foi compreendida muitos anos depois, quando os cálculos de vários cientistas os levaram à conclusão de que era um produto direto da atração gravitacional da Lua.

Oscilação de Chandler

Essa outra irregularidade na oscilação do eixo terrestre foi descoberta em 1891 pelo astrônomo americano Seth Chandler e ainda hoje continua sendo um enigma: por mais teorias que existam a respeito, ninguém conseguiu determinar sua causa.
A chamada oscilação de Chandler é um movimento oscilatório do eixo de rotação da Terra.
Esse movimento faz com que a Terra se desloque até um máximo de 9 metros da posição esperada em um determinado momento.
Sua duração é de cerca de 433 dias, ou seja, esse é o tempo que demora para completar uma oscilação.
Algumas teorias sugerem que ela pode ser provocada por mudanças na temperatura e salinidade dos oceanos, assim como por mudanças nos movimentos dos oceanos causadas pelo vento. Outros afirmam que seja por mudanças no clima.

Fonte: MSN