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Chinesa teve que passar por cirurgia para retirada da pedra
O Dia
Tailândia - Uma chinesa que engoliu um diamante no valor de US$ 300 mil (R$ 1,16 milhão) em Bangcoc , na Tailândia, foi presa neste domingo em um aeroporto na capital tailandesa. Sulian Jiang, de 39 anos, teve que se submeter a uma cirurgia para retirada da pedra, segundo o "Bangkok Post".
Chinesa que engoliu diamante foi flagrada por câmeras de segurança em aeroporto de Bangcoc
Foto: Reprodução Internet Fonte:
Jiang conseguiu roubar a joia, na última quinta-feira, em uma feira de jóia trocando-a por uma pedra falsa. A mulher tentava contrabandear a pedra para fora do país e foi flagrada por câmeras de segurança no Aeroporto de Suvarnabhumi, na capital tailandesa e acabou interceptada pela polícia.
De acordo com a polícia, um raio-x mostrou o diamante no intestino de Jiang. Um homem que a acompanhava também foi preso pela polícia tailandesa.
Polícia de Bangcoc conseguiu recuperar diamante roubado por mulher após cirurgia para retirada
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Fonte: Guiainvest
Série do Discovery mostra expedições de um especialista em pedras raras
Atração apresenta aventuras de Don Kogen, um caçador de pedras preciosas
Rio - Rubis, safiras, turmalinas e esmeraldas. As pedras preciosas são o negócio do americano Don Kogen, um especialista em gemas raras que viaja ao redor do mundo em busca desses tesouros. Com a série que passa no Discovery, ‘O Caçador de Pedras Preciosas’ acompanha as expedições promovidas por esse aventureiro moderno, uma mistura real de Indiana Jones (Harrison Ford), da saga cinematográfica, com José Alfredo Medeiros (Alexandre Nero), o rei dos diamantes da novela ‘Império’.
O americano Don Kogen viaja pelo mundo em busca de pedras preciosas
Foto: Divulgação
Don Kogen abandonou a escola antes da adolescência para acompanhar o pai em uma viagem à Tailândia. Para sobreviver, vendeu pedras nas ruas de um povoado tailandês, onde o comércio de gemas raras era a principal atividade. Foi aí que escolheu seu meio de vida.
Após voltar para os Estados Unidos, ele lançou-se em uma viagem por 50 países à procura das pedras mais raras do mundo. Para isso, montou uma equipe com especialistas, até se tornar o senhor deste mercado. A série mostra as expedições com sua equipe, os riscos que enfrentam ao explorar lugares de difícil acesso e a preocupação com seus competidores.
A polícia britânica está procurando nesta terça-feira (14) um homem não identificado suspeito do roubo de uma mala contendo safiras e outras gemas avaliadas em 1 milhão de libras do compartimento de bagagens de um trem na estação Euston, em Londres.
O proprietário, um comerciante de joias de 35 anos, embarcou em um trem com destino a Birmingham no dia 8 de novembro, mas quando o trem chegou a Rugby, no centro da Inglaterra, descobriu que sua mala de rubis, esmeraldas e safiras não se encontrava mais no compartimento de bagagens.
A polícia divulgou uma imagem pouco nítida de um homem com o qual diz querer conversar. “Gostaria de conversar com o homem das imagens das câmeras de segurança sobre este roubo de uma bagagem extremamente valiosa”, disse o detetive Nick Thompson, da Polícia Britânica dos Transportes. “A mala, preta e grande, continha mais de 40 gemas, como rubis, esmeraldas e safiras.”
O mundo dos negócios precisa prestar mais atenção ao que acontece com um ativo importante, mas ignorado: o solo. Em artigo publicado na revista Nature, a ambientalista e professora da universidade de Lancaster, na Inglaterra, Jessica Davies, afirma que o risco da degradação e do desflorestamento extrapola o setor agrícola e a produção de alimentos. Muitos setores, como o têxtil e o farmacêutico, têm grande dependência de produtos de origem vegetal ou animal em suas cadeias, o que torna a boa gestão do solo, em escala global, uma questão estratégica para os negócios. Nesse sentido, a situação não é das melhores.
Um terço da superfície terrena e mais da metade do chão utilizado para agricultura sofrem moderada ou alta degradação, de acordo com número da FAO, agência da ONU para a agricultura. Anualmente, 12 milhões de hectares de solo, o equivalente a uma Bulgária, são danificados em decorrência da poluição, da urbanização e do uso intensivo. O risco para o empresariado também abrange a água, uma vez que a compactação excessiva da terra prejudica a absorção de água, aumentando a incidência de enchentes e secas. No ano passado, somente isso custou à economia global cerca de US$ 14 bilhões. Para diminuir essa exposição, Davies sugere uma parceria entre empresas e cientistas para o financiamento de pesquisas e de lobby em favor de regulações específicas para a preservação do solo.